terça-feira, abril 7, 2026

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Vassoura-de-bruxa da mandioca atinge 10 municípios no Amapá



As medidas de controle e enfrentamento da vassoura-de-bruxa da mandioca no Amapá somaram R$ 2,2 milhões em convênios e investimentos para o custeio da defesa agropecuária no estado, informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em nota.

Segundo a pasta, a doença, causada pelo fungo Ceratobasidium theobromae, atinge dez municípios do estado. A praga quarentenária é considerada “altamente destrutiva” para as lavouras de mandioca.

Combate à vassoura-de-bruxa é prioridade

Em reunião com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o enfrentamento da praga é prioridade da pasta com ações de apoio aos produtores e para garantia do abastecimento local.

“Essa emergência sanitária está recebendo total atenção. Já estão sendo implementados no Amapá, no valor de R$ 2,2 milhões. Caso sejam necessários mais recursos, estaremos prontos para disponibilizá-los”, assegurou o ministro.

O ministério cita ainda, entre as medidas adotadas pela pasta, a autorização do comércio da “mandioca braba (utilizada na produção de farinha)” e da macaxeira (mandioca de mesa)”, visando garantir renda aos produtores e o fornecimento contínuo de alimentos à população local.

“Essas medidas atendem à demanda dos produtores, que podem manter sua renda, e dos consumidores, que continuam tendo acesso a um alimento essencial para os amapaenses”, explicou Favaro. Ele mencionou a existência de pesquisas pela Embrapa para o desenvolvimento de variedades de mandioca tolerantes ou resistentes à doença.

Além do Amapá, o Pará também já registrou casos da vassoura-de-bruxa. Ambas as regiões estão em emergência fitossanitária para o surto da praga, estado máximo de alerta.



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Uso de touro bonsmara em vacas nelore pode melhorar qualidade da carne; saiba mais



A estratégia de cruzamento para obtenção de carne macia e precocidade é um dos focos da pecuária moderna, e a utilização do touro bonsmara em vacas e novilhas nelore é uma excelente forma de buscar essa qualidade.

Ao programa Giro do Boi, o zootecnista Alexandre Zadra destacou que o cruzamento é altamente recomendado e garante o objetivo do criador: machos precoces e fêmeas F1 de alto desempenho.

Confira:

O bonsmara é um taurino adaptado, formado na África do Sul, e seu cruzamento com o Nelore gera um animal meio-sangue que produz carne de excelente maciez. O especialista afirma que os machos F1 (bonsmara x nelore) serão precoces e produzirão carne de qualidade, aptos a participar de programas de bonificação da indústria, como o 1953 da JBS.

O bezerro meio-sangue bonsmara x nelore é um produto de alto valor que deve ser aproveitado no mercado. Para ter premiação com os machos nesse programa, eles devem ser castrados. As fêmeas, por sua vez, podem ser utilizadas para uma cria antes do abate.

Estratégia de alta rentabilidade

Zadra ressalta que, embora o marmoreio (gordura entremeada na carne) seja difícil de ser alcançado em animais meio-sangue, o produtor terá, sem dúvida, uma carne de qualidade. A obtenção do marmoreio depende de um aporte nutricional muito caprichado e prolongado, além da própria característica racial.

A ideia do pecuarista de utilizar as fêmeas F1 (bonsmara x nelore) para um tricross com o touro canchim é totalmente viável. O canchim, que também possui pelo curto, gerará heterose e produzirá bois espetaculares e bezerros muito bons e pesados.

Desmama precoce e aproveitamento genético

O ciclo se fecha com uma estratégia de alta rentabilidade: o produtor pode fazer a desmama precoce dos produtos do tricross e destinar as mães F1 (bonsmara x nelore) para o frigorífico. Dessa forma, ele produz excepcionais animais para o programa 1953, aproveitando o alto valor genético das fêmeas na ponta da cadeia.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Petrobras recebe licença do Ibama para explorar Margem Equatorial



A Petrobras obteve a licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para explorar petróleo na Margem Equatorial. A região, localizada no norte do país, é apontada como novo pré-sal devido ao seu potencial petrolífero.

O Ibama fez o anúncio no começo da tarde desta segunda-feira (20).

De acordo com a Petrobras, a sonda exploratória se encontra na região do bloco FZA-M-059 e a perfuração está prevista para começar “imediatamente”. O poço fica em águas profundas do Amapá, a 175 quilômetros da costa e a 500 quilômetros da foz do rio Amazonas.

A perfuração dessa fase inicial tem duração estimada em cinco meses, segundo a companhia. Nesse período, a empresa busca obter mais informações geológicas e avaliar se há petróleo e gás na área em escala econômica. “Não há produção de petróleo nessa fase”, frisou a Petrobras no comunicado.

A autorização foi obtida cerca de dois meses depois da última fase do processo de licenciamento, a chamada avaliação pré-operacional (APO), que consiste em um simulado de situação de emergência e plano de reação, com atenção especial à fauna.

Promessa de segurança

A Petrobras informou que atendeu a todos os requisitos estabelecidos pelo Ibama – órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – cumprindo integralmente o processo de licenciamento ambiental.

A presidente da companhia, Magda Chambriard, classificou a obtenção da licença como “uma conquista da sociedade brasileira”.

“Revela o compromisso das instituições nacionais com o diálogo e com a viabilização de projetos que possam representar o desenvolvimento do país”, afirmou Chambriard no comunicado.

Ela lembrou que foram cinco anos de diálogo com governos e órgãos ambientais municipais, estaduais e federais até a licença. Chambriard considera que a estatal pôde comprovar “a robustez de toda a estrutura de proteção ao meio ambiente”.

“Vamos operar na Margem Equatorial com segurança, responsabilidade e qualidade técnica. Esperamos obter excelentes resultados nessa pesquisa e comprovar a existência de petróleo na porção brasileira dessa nova fronteira energética mundial”, completou.

Nova fonte de petróleo

A Margem Equatorial ganhou notoriedade nos últimos anos, por ser tratada como nova e promissora área de exploração de petróleo e gás. Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname, países vizinhos ao Norte do país, mostraram o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador. No Brasil, a área se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá.

A busca pela licença de exploração se iniciou em 2013, quando a petrolífera multinacional britânica BP arrematou a licitação da área. Por decisão estratégica, a companhia repassou a concessão para a Petrobras em 2021.

A Petrobras tem poços na nova fronteira exploratória, mas, até então, só tinha autorização do Ibama para perfurar os dois da costa do Rio Grande do Norte.

Em maio de 2023, o Ibama chegou a negar a licença para a área chamada de Bacia da Foz do Amazonas, o que fez a Petrobras pedir a reconsideração.

Além da companhia, setores do governo, incluindo o Ministério de Minas e Energia e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defenderam a liberação da licença. No Congresso, presidente do senado, Davi Alcolumbre (União-AP), foi um dos principais articuladores para apressar e autorizar a licença.

Segundo a Petrobras, a espera pela licença de exploração custou R$ 4 milhões por dia à empresa.

Um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente. Para efeito de comparação, dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o Brasil tem 66 bilhões de barris entre reservas provadas, prováveis e possíveis.

Críticas

A exploração é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis impactos ao meio ambiente. Há também a percepção, por parte deles, de que se trata de uma contradição à transição energética, que significa a substituição dos combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis, que emitam menos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.

A Petrobras insiste que a produção de óleo a partir da Margem Equatorial é uma decisão estratégica para que o país não tenha que importar petróleo na próxima década. A estatal frisa que, apesar do nome Foz do Amazonas, o local fica a 540 quilômetros da desembocadura do rio propriamente dita.



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Frio se intensifica e provoca geada em algumas regiões do país



A manhã desta terça-feira (21) será gelada em várias regiões do país. O ar seco e o céu limpo durante a madrugada favoreceram a perda de calor e criaram as condições ideais para o resfriamento intenso.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

De acordo com a Climatempo, há registro de geada nas Serras Gaúcha, Catarinense e da Mantiqueira, entre Minas Gerais e São Paulo. O fenômeno é classificado como geada tardia, já que ocorre em meados da primavera meteorológica, período em que massas de ar frio com essa intensidade são menos comuns.

Apesar do frio persistir, a tendência é que o ar polar perca força nos próximos dias. Os termômetros devem subir gradualmente, especialmente nas tardes. Em áreas mais afastadas da costa, o calor pode retornar já na quarta-feira (22).

Ainda assim, as madrugadas seguem frias até pelo menos o meio da semana, com temperaturas abaixo dos 10 °C em diversas cidades do Sul e do Sudeste.



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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em 4 estados



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em quatro estados na semana entre os dias 12 a 18 de outubro. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 69,13% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados: Mato Grosso (68,35%); Mato Grosso do Sul (66,27%); Paraná (68,10%), e São Paulo (67,43%).



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StoneX projeta safra e exportações recordes de soja no Brasil



Os últimos meses de 2025 reservam um cenário de safra e exportações recordes para a soja brasileira, segundo a StoneX, empresa global de serviços financeiros. De acordo com Ana Luiza Lodi, especialista de Inteligência de Mercado da empresa, o último trimestre do ano será decisivo, marcado por incertezas geopolíticas, clima na América do Sul e decisões políticas que podem moldar os rumos do mercado global de soja.

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Em sua análise no Relatório Trimestral de Perspectivas para Commodities, a especialista destaca que, no Brasil, a projeção é de produção de 178,7 milhões de toneladas no ciclo 2025/26, impulsionada por crescimento da área plantada para 48,3 milhões de hectares e recuperação da produtividade no Rio Grande do Sul, que alterna com o Paraná como segundo maior produtor nacional.

“O plantio está mais adiantado que no ano passado, com retorno das chuvas sendo monitorado de perto. Eventuais atrasos iniciais não representam necessariamente prejuízos para a soja, mas podem afetar culturas de segunda safra, como milho e algodão”, apontou.

As exportações brasileiras seguem aquecidas e devem atingir um recorde de 107 milhões de toneladas em 2025, segundo a especialista. Esse desempenho tem mantido os basis fortalecidos no país, refletindo a forte demanda externa, especialmente da China. Internamente, o mercado de biocombustíveis também contribui para a demanda, com aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel, reforçando o consumo de óleo de soja.

De olho no clima

O clima é o principal fator de risco para a safra sul-americana. As condições para ocorrência do fenômeno La Niña estão presentes, com possibilidade de persistência até o início de 2026. O esfriamento das águas do Pacífico equatorial tende a provocar clima mais seco no sul do continente, afetando especialmente Argentina, Uruguai, Paraguai e regiões do Sul do Brasil. No entanto, as previsões indicam que o La Niña deve ser de curta duração e fraca intensidade, o que pode mitigar os impactos negativos.

Além disso, temperaturas mais amenas podem reduzir os efeitos da menor umidade, e outras regiões brasileiras podem registrar chuvas acima da média.

A safra do Rio Grande do Sul, que começa mais tarde, será acompanhada de perto após anos consecutivos de perdas por questões meteorológicas. O desempenho das lavouras no Sul do Brasil será crucial para confirmar ou não o recorde de produção nacional. Caso o clima colabore, o Brasil deverá consolidar sua posição como maior produtor e exportador mundial de soja, influenciando diretamente o balanço global de oferta e demanda.

Safra de soja nos países vizinhos

Na América do Sul, o Paraguai projeta recuperação da produtividade, com produção total, incluindo safra principal e safrinha, superando 10 milhões de toneladas. A Argentina, por sua vez, deve reduzir a área de soja no ciclo 2025/26, com o milho ganhando espaço após condições climáticas mais favoráveis no início do ciclo do cereal. O plantio da soja argentina começa na segunda quinzena de outubro, e o resultado dependerá das chuvas nos próximos meses.

Apesar do crescimento contínuo da demanda, não há atualmente nenhum país puxando o consumo global com a mesma força que a China fez nas décadas anteriores. Os biocombustíveis representam um segmento em expansão, mas dependem fortemente de políticas públicas, que podem ser alteradas por fatores como inflação, mudanças de governo e alinhamento político. Por ora, os EUA devem ampliar os mandatos de diesel renovável, e o Brasil deve continuar elevando a mistura obrigatória de biodiesel.

EUA e o cenário geopolítico

Nos Estados Unidos, a colheita da safra 2025/26 avança com produtividade recorde, embora a produção total tenha sido limitada pela redução da área plantada, redirecionada em parte para o milho. O consumo interno segue firme, sustentando o equilíbrio entre oferta e demanda, enquanto o esmagamento da soja se mantém aquecido, graças às boas margens e à demanda por farelo e óleo. As perspectivas para o uso do óleo de soja em biocombustíveis são positivas, mas ainda dependem de definições políticas.

No mercado externo, as exportações americanas enfrentam dificuldades com a ausência da China, que tem priorizado a soja brasileira e ampliado compras na Argentina, Paraguai e Uruguai. A relação comercial entre os dois países continua tensa, e o mercado aguarda com cautela um encontro entre seus líderes previsto para outubro.

Baixe o relatório completo de Perspectivas para Commodities da StoneX aqui.



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SSP assume protagonismo no mercado de fertilizantes em 2025



No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26


No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26
No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26 – Foto: Divulgação

O mercado de fertilizantes inicia 2025 com mudanças significativas no comportamento dos produtores brasileiros. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, o superfosfato simples (SSP) é o destaque do momento, enquanto o Cloreto de potássio (KCl), que dominou 2024, perdeu relevância.

No ano passado, os produtores já adquiriam KCl para a safra 2025/26 com quase um ano de antecedência, atraídos por preços competitivos e relação de troca favorável. Atualmente, porém, a situação se inverteu: poucas operações com cloreto são registradas, enquanto o SSP ganhou força, com volumes expressivos negociados nas últimas quatro semanas e movimentações que chamam atenção no mercado.

De acordo com o especialista, embora a procura pelo KCl tenha diminuído, seus preços seguem estáveis, cerca de US$ 80 por tonelada acima do mesmo período de 2024. Esse aumento impacta diretamente a relação de troca, tornando menos vantajosa a antecipação de compras e fazendo com que os produtores adotem uma postura mais cautelosa na gestão de insumos.

O comportamento observado demonstra uma estratégia conservadora do agricultor, que busca otimizar o manejo e garantir eficiência nas lavouras. Com o SSP assumindo o protagonismo, o mercado seguirá atento às negociações, consolidando o superfosfato simples como o fertilizante mais relevante da temporada, refletindo uma mudança clara no padrão de compras do setor.

A expectativa para o restante de 2025 é que o superfosfato simples continue ditando o ritmo do mercado, enquanto o cloreto de potássio mantém uma demanda mais contida. Essa mudança evidencia a adaptação dos produtores às condições de preços e à relação de troca, reforçando a importância de acompanhamento constante das tendências de fertilizantes para decisões estratégicas mais assertivas.

 





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Petrobras anuncia redução de 4,9% no preço da gasolina



A Petrobras vai reduzir, a partir desta terça-feira (21), o preço de venda da gasolina A para distribuidoras em 4,9%, o que representa uma queda de R$ 0,14 por litro. Com o ajuste, o valor médio passará a ser de R$ 2,71 por litro. Esta é a segunda redução do ano e segue uma tendência de queda nos preços da gasolina praticados pela estatal.

No acumulado de 2025, a redução chega a R$ 0,31 por litro, ou 10,3%. Desde dezembro de 2022, o corte no preço para distribuidoras soma R$ 0,36 por litro, equivalente a 22,4% quando ajustado pela inflação.

Diesel segue sem mudanças

Enquanto a gasolina sofre nova redução, o preço do diesel permanece estável. Desde março deste ano, a Petrobras já realizou três cortes no valor do combustível. Desde dezembro de 2022, a queda acumulada no diesel, considerando a inflação, alcança 35,9%.



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PF apreende 3,5 t de maconha escondida em carga de defensivo agrícola



A Polícia Federal apreendeu neste domingo (19) cerca de 3,5 toneladas de maconha que eram transportadas em um caminhão na cidade de Pacaembu (SP).

O entorpecente estava oculto em meio a embalagens de defensivo agrícola, o que dificultava sua identificação durante a fiscalização.

O condutor do veículo foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Presidente Prudente, onde foi autuado por tráfico de drogas. O nome do motorista não foi divulgado.



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Alimentação mais barata reduz custos de produção do leite em setembro



Produzir leite ficou mais barato em setembro, conforme o índice da Embrapa que mede os custos da atividade, divulgado nesta segunda-feira (20). O ICPLeite aponta que o trimestre encerrado em setembro fechou com redução de 1,5% no custo de produção, o que representa o segundo mês seguido de queda.

Menos custo com alimentação

Segundo o levantamento da Embrapa, o recuo em setembro foi resultado de variações negativas na alimentação do rebanho. Enquanto o grupo Volumosos registrou queda de 2,2%, os custos referentes ao Concentrado caíram 1,4%.

Além disso, quatro dos sete grupos de custos que compõem o ICPLeite não registraram variação em setembro. São eles: Mão de obra, Energia e combustível, Qualidade do leite e Minerais. Por outro lado, o grupo Sanidade e reprodução teve elevação de 0,5% no mês passado.

Cenário anual e em 12 meses

Porém, o cenário no acumulado dos nove meses do ano é de inflação de custos de 2,3%. Em doze meses, o acúmulo no índice é de 4%.

Considerando o acumulado entre janeiro e setembro de 2025, os custos de produção aumentaram 2,3%, com destaque em Minerais (15,8%), Energia e combustível (12,7%) e Qualidade do leite (8,8%). Já Concentrado (-0,2%) e Volumosos (-1,3%) ajudaram a conter a alta acumulada no ano, com variações negativas.

Em 12 meses, a inflação dos custos foi maior, de 4%. A maior elevação veio de Minerais (17,4%). Na sequência aparecem Energia e combustível (8%), Qualidade do leite (6,5%), Mão de obra (6,3%), e Sanidade e reprodução (5,1%). Por outro lado, Concentrado e Volumosos, grupos que juntos explicam a maior parte da inflação, registraram aumentos modestos de 2,6% e 0,1%, respectivamente.



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