quarta-feira, maio 27, 2026

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Como o mercado reagirá após tarifaço de Trump? Ouça análise



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das novas tarifas dos Estados Unidos. O Ibovespa ficou estável, enquanto bolsas globais reagiram com alívio. O dólar subiu levemente, e os juros no Brasil tiveram comportamento misto.

No cenário interno, a produção industrial avançou apenas 0,1% em fevereiro, reforçando sinais de desaceleração. O mercado segue atento aos desdobramentos das tarifas e à agenda econômica internacional.



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Três regiões brasileiras sofrerão temporais causados pela frente fria



A frente fria continua trazendo impactos ao Sul e Sudeste do país, impactando também áreas do Centro-Oeste. Norte e Nordeste têm risco de temporais em sete estados. Confira a previsão completa:

Sul

Ao longo do dia, a frente fria avança pelos estados de Santa Catarina e do Paraná, aumentando a chance de chuva forte. A quinta-feira já começa instável e chuvosa nos municípios do norte gaúcho e em todo o território catarinense e paranaense. À tarde, a chance de temporais aumenta com possibilidade de granizo. Florianópolis e Curitiba terão chuva forte. Na Campanha Gaúcha, um sistema de alta pressão influencia o tempo e afasta as nuvens carregadas. As temperaturas começam a cair na região de Bagé (RS).

Sudeste

Durante a quinta-feira, os volumes de chuva aumentam em São Paulo por conta da frente fria. O dia ainda será quente e com nebulosidade variável. À tarde, esquenta até os 30ºC e depois chove forte com ventos e raios em todo o estado paulista, trazendo alerta de atenção à capital. Entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, a previsão é de pancadas rápidas de chuva com raios. Destaque para o calorão de 37ºC na capital fluminense.

Centro-Oeste

O avanço de uma frente fria pelas Regiões Sul e Sudeste aumenta a chance de chuva em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. À tarde, pode chover forte com raios em todos os estados. Tem alerta de temporal em Campo Grande (MS).

Nordeste

Os maiores volumes continuam concentrados entre o Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. O dia terá bastante presença de nebulosidade e chuva a qualquer hora. Em Salvador (BA), dia abafado e com pancadas rápidas, sem alertas.

Norte

Chance alta de temporais em Manaus (AM), Boa Vista (RR) e no Amapá. À tarde, previsão de pancadas de chuva em pontos isolados em todos os estados.



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Colheita do algodão baiano começa em maio



“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações”



“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações"
“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações” – Foto: Pixabay

Com o retorno das chuvas no final de março, após períodos de veranico no Oeste da Bahia, a Associação Baiana dos Produtores de algodão (Abapa) projeta o início da colheita da safra 2024/2025 para a segunda quinzena de maio. Segundo maior produtor nacional, a Bahia deve alcançar 787,6 mil toneladas de algodão em pluma, cultivadas em 413 mil hectares, sendo quase 99% dessa área localizada no Oeste do estado, com uma pequena parcela no Sudoeste.  

Caso a previsão se concretize, a produção superará em 14% o volume da safra 2023/2024, que totalizou 691,3 mil toneladas. O clima será um fator decisivo para garantir esse crescimento. De acordo com a Abapa, cerca de um terço das lavouras do cerrado baiano foi cultivado sob irrigação, uma estratégia que minimiza riscos climáticos e proporciona maior estabilidade na produtividade.  

Nesse contexto, segundo informações da Abapa, a atual safra enfrentou dificuldades em março devido ao estresse hídrico em algumas regiões do cerrado. Os produtores acompanham a regularidade das chuvas ao longo de abril para confirmar as projeções divulgadas pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações sobre o quanto os veranicos que tivemos poderão impactar a produção. Mas o algodão é uma cultura de ciclo mais longo, e é muito resiliente à estiagem. Mesmo assim é importante ressaltar que o Oeste é uma região muito vasta, com áreas de características muito distintas entre si, então é difícil generalizar”, pondera a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa





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Soja volta a subir em Chicago


A soja fechou em alta na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira, impulsionada pelo forte avanço do óleo de soja, conforme análise da TF Agroeconômica. O contrato de soja para maio, referência para a safra brasileira, subiu 1,92%, ou 19,50 cents/bushel, encerrando a sessão a US$ 1034,25. Já o contrato de julho teve alta de 2,04%, ou 21,00 cents/bushel, cotado a US$ 1049,25. Enquanto o farelo de soja caiu levemente 0,14%, o óleo de soja disparou 5,68%, fechando a US$ 47,44 por libra-peso.

O principal fator para a alta da soja foi a forte valorização do óleo de soja, motivada pela expectativa de aumento na demanda interna dos EUA. A Agência de Proteção Ambiental (EPA) está negociando com representantes das indústrias de petróleo e biocombustíveis para elevar a mistura de óleo de soja no diesel. Além disso, traders monitoram a possibilidade de imposição de tarifas sobre importações do Canadá, que poderiam limitar a entrada de óleo de canola no país, beneficiando o óleo de soja.

O mercado também reagiu ao cenário tarifário norte-americano, com a expectativa de que tarifas de 25% sobre produtos canadenses entrem em vigor nesta quarta-feira, 2 de abril. Atualmente, os EUA são os maiores importadores de óleo de canola do mundo, com previsão de compra de 3,54 milhões de toneladas na temporada 2024/2025, segundo o USDA. Caso as barreiras comerciais sejam confirmadas, a oferta do produto pode diminuir, elevando a competitividade do óleo de soja.

A valorização do petróleo também contribuiu para o avanço do óleo de soja, tornando os biocombustíveis mais atrativos. Esse movimento puxou as cotações da soja em Chicago, mesmo em meio a um cenário global de incertezas comerciais. O mercado seguirá atento às decisões da EPA e ao desdobramento das tarifas para avaliar os impactos sobre a demanda de derivados da soja.

 





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Soja tem preços estáveis no RS: Veja os demais estados


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem preços da soja estáveis, mas os negócios seguem lentos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega abril e pagamento fim de abril na casa de R$ 135,50. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 132,00 Cruz Alta – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. 30/04, R$ 132,00 Ijuí – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento meados de maio. Preços de pedra, em Panambi, caiu para R$ 126,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A estiagem prolongada em Santa Catarina desde janeiro de 2025 compromete a segunda safra de soja, afetando principalmente o Oeste e Meio-Oeste do estado. As chuvas de março foram insuficientes, e a previsão de abril indica precipitações abaixo da média, aumentando o risco de perdas. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, refletindo as preocupações do mercado com o clima adverso.

Enquanto isso, a colheita de soja atinge 95% no Paraná, com produtividade em alta e lavouras em boas condições. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,67. No interior, em Ponta Grossa foi de R$ 126,13 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 123,69. Em Maringá, o preço foi de R$ 123,94 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 126,13 por saca FOB, sem negócios reportados. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 125,00”, completa.

As chuvas em Mato Grosso do Sul dificultam a colheita da soja, com quase metade das lavouras em condição ruim, mas 86,6% da área já foi colhida até 21 de março. Apesar dos desafios, a safra 2024/25 deve crescer 6,8%, com produtividade 11,4% maior, resultando em 14,7 milhões de toneladas (+18,9%). Os preços variam entre R$ 103,44 em Chapadão do Sul e R$ 118,56 em Dourados e Campo Grande.

O Mato Grosso concluiu colheita da soja com produção recorde de 49,62 mi de toneladas. “Campo Verde: R$ 114,42, Lucas do Rio Verde: R$ 109,95 Nova Mutum: R$ 109,95. Primavera do Leste: R$ 114,95. Rondonópolis: R$ 114,94. Sorriso: R$ 109,95”, conclui.

 





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Milho fecha em alta na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em alta com mercado buscando correção entre físico e futuros, de acordo com a TF Agroeconômica. “As cotações voltaram a fechar em alta, com correções com boa valorização a partir de junho de 2025. O milho verão começou a aparecer, o que tranquiliza o comprador, mas por outro lado, o vendedor não está disposto a aceitar qualquer oferta, o que torna a queda dos preços no mercado físico lenta. A B3 ainda está com um preço muito descolado do físico, principalmente na base de São Paulo. O mercado deve buscar um ponto de equilíbrio nos próximos dias”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de maio/25 foi de R$ 78,53 apresentando alta de R$ 0,81 no dia, alta de R$ 0,60 na semana; julho/25 fechou a R$ 73,37, alta de R$ 1,08 no dia, alta de R$ 0,90 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 72,60, alta de R$ 1,09 no dia e alta de R$ 0,96 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com mercado de olho na demanda do milho norte-americano. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 0,87 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 461,25. A cotação para maio, fechou em alta de 1,08 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 468,25”, indica.

“O mercado ainda está olhando para a demanda sólida que o milho norte-americano teve nessa temporada. Com isso, a redução nos atuais estoques do cereal americano deu suporte para a alta. O presidente Donald Trump declarou informalmente 2 de abril como o “Dia da Libertação”, no qual ele planeja implementar um amplo conjunto de tarifas contra diversos países. Com isso, existe uma expectativa de aumento na demanda interna, mas uma queda muito forte na exportação do grão. Nesta terça o mercado optou por olhar apenas para a demanda até o momento”, conclui.

 





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Tarifaço de Trump não condiz com a realidade comercial de Brasil e EUA, diz governo



Em nota conjunta entre o Ministério de Relações Exteriores (MRE) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o governo brasileiro lamentou a decisão tomada pelo governo norte-americano, nesta quarta-feira (2), de impor tarifas adicionais no valor de 10% a todas as exportações do Brasil para aquele país.

“A nova medida, como as demais tarifas já impostas aos setores de aço, alumínio e automóveis, viola os compromissos dos EUA perante a Organização Mundial do Comércio e impactará todas as exportações brasileiras de bens para os EUA”, diz o texto.

Segundo dados do governo norte-americano, o superávit comercial dos EUA com o Brasil em 2024 foi da ordem de US$ 7 bilhões, somente em bens. Somados bens e serviços, o superávit chegou a US$ 28,6 bilhões no ano passado. Trata-se do terceiro maior superávit comercial daquele país em todo o mundo, reforça a nota.

‘Medida não reflete a realidade’

A nota dos ministérios enfatiza que uma vez que os EUA registram recorrentes e expressivos superávits comerciais em bens e serviços com o Brasil ao longo dos últimos 15 anos, totalizando US$ 410 bilhões, a imposição unilateral de tarifa linear adicional de 10% ao Brasil com a alegação da necessidade de se restabelecer o equilíbrio e a “reciprocidade comercial” não reflete a realidade.

O texto do MRE e do MDIC continua: “Em defesa dos trabalhadores e das empresas brasileiros, à luz do impacto efetivo das medidas sobre as exportações brasileiras e em linha com seu tradicional apoio ao sistema multilateral de comércio, o governo do Brasil buscará, em consulta com o setor privado, defender os interesses dos produtores nacionais junto ao governo dos Estados Unidos.

‘Brasil vai assegurar reciprocidade’

“Ao mesmo tempo em que se mantém aberto ao aprofundamento do diálogo estabelecido ao longo das últimas semanas com o governo norte-americano para reverter as medidas anunciadas e contrarrestar seus efeitos nocivos o quanto antes, o governo brasileiro avalia todas as possibilidades de ação para assegurar a reciprocidade no comércio bilateral, inclusive recurso à Organização Mundial do Comércio, em defesa dos legítimos interesses nacionais”.

Nesse sentido, o governo brasileiro destaca a aprovação pelo Senado Federal do Projeto de Lei da Reciprocidade Econômica, já em apreciação pela Câmara dos Deputados.



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Rebanho de cabras que viveu 200 anos sem água será estudado pela Embrapa



O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) concluiu em março a retirada de cabras da Ilha Santa Bárbara, no arquipélago de Abrolhos, extremo sul da Bahia. Elas serão estudadas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e Embrapa devido à capacidade de adaptação à escassez hídrica.

Segundo o ICMBio, a remoção foi necessária pelo impacto ambiental causado pelos animais exóticos, que habitavam a ilha havia mais de 200 anos. Elas viviam isoladas e conseguiram sobreviver mesmo com a ausência de fontes de água doce no local.

As primeiras cabras teriam sido levadas para Abrolhos por navegadores como garantia de subsistência durante expedições, ainda no período da colonização, conforme uma publicação na página da Uesb. O arquipélago foi visitado pelo naturalista Charles Darwin em 1832.

A operação seguiu o plano de manejo elaborado pelo ICMBio em 2023, retirando 27 caprinos em três expedições realizadas desde janeiro. Além do órgão federal, contou com a participação da Marinha, da Embrapa, da Uesb e da Adab (Agência de Defesa Agropecuária da Bahia).

De acordo com o instituto, as cabras tinham um impacto sobre a vegetação e o solo da ilha e também interferiam na reprodução das aves marinhas, que utilizam o arquipélago como “berçário”.

Proteção da vegetação e animais

Erradicar as espécies exóticas foi considerado fundamental para regenerar a vegetação da Ilha Santa Bárbara e proteger as sete espécies de aves marinhas que se reproduzem em Abrolhos, incluindo a grazina-do-bico-vermelho, espécie ameaçada que tem sua maior colônia no arquipélago.

“No passado, os caprinos serviam como fonte de proteína animal. Atualmente, com os recursos da vida moderna e o apoio logístico prestado bimestralmente pela Marinha aos militares que guarnecem a Ilha de Santa Bárbara, a presença dos animais tornou-se desnecessária”, afirma o Capitão de Fragata Douglas Luiz da Silva Pereira, da Marinha, que geriu a operação.

Segundo a publicação de 2024 do governo federal Monitoramento da Biodiversidade para Conservação dos Ambientes Marinhos e Costeiros, o órgão já vinha trabalhando pela erradicação de roedores em Abrolhos, também invasores, por arranharem e comerem ovos das aves.

O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos foi o primeiro parque marinho estabelecido no Brasil, em 1983, e abriga a formação de recifes de corais rasos (a menos de 20 metros de profundidade) mais diversa e extensa do País. Além de Santa Bárbara, a única habitável e localizada a cerca de 65 km de Caravelas (BA), Abrolhos é composto pelas ilhas Redonda, Siriba, Sueste e Guarita.

Tesouro genético

O campus da Uesb em Itapetinga, no interior da Bahia, recebeu 21 cabras de Abrolhos. Elas foram colocadas em quarentena e estão sendo monitoradas para garantir a adaptação ao continente e o isolamento de outros rebanhos, já que são sensíveis a doenças e parasitas. As cabras são consideradas um “tesouro genético” pelos pesquisadores da universidade.

Para Ronaldo Vasconcelos, professor do curso de zootecnia da universidade, a adaptação pode ter relação com características específicas do DNA da espécie. O objetivo dos cientistas é confirmar a singularidade genética dessas cabras e entender os genes responsáveis pela resistência à falta de água potável.

Ampliação do rebanho

Confirmada essa singularidade, Uesb e Embrapa devem dar início a um plano de conservação para ampliar o rebanho, armazenar material genético (sêmen e embriões) e distribuí-lo para produtores rurais.

Os estudos podem beneficiar a criação desses animais em um semiárido cada vez mais seco devido à mudança do clima. A criação de cabras é uma das principais atividades econômicas e de subsistência da população que habita a Caatinga, sendo muitas vezes a única fonte de proteína para famílias de baixa renda.

“Esses genes podem melhorar o desempenho de animais do continente, tornando-os mais resistentes em áreas com escassez de água. Além disso, esse material genético pode ser valioso para pequenas propriedades rurais”, disse o professor de zootecnia ao portal da Uesb.



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Preços da arroba do boi gordo têm disparada; veja cotações



O mercado físico do boi gordo apresentou preços mais altos nesta quarta-feira (2). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas encurtaram e a oferta de fêmeas está diminuindo em muitas regiões do país.

“Há um bom escoamento de carne nesta primeira quinzena de abril, também com vistas ao feriado de Páscoa, o que garante suporte às cotações”, destacou.

  • São Paulo: R$ 325, estável em relação a ontem
  • Goiás: R$ 315 – R$ 310 anteriormente
  • Minas Gerais: R$ 303 – R$ 295 na terça
  • Mato Grosso do Sul: R$ 320 – R$ 315 ontem
  • Mato Grosso: R$ 313 – R$ 305 anteriomente

Mercado atacadista

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50, por quilo, o quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo e a ponta de agulha segue a R$ 17,50, por quilo.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,24%, sendo negociado a R$ 5,6962 para venda e a R$ 5,6942 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6610 e a máxima de R$ 5,7145.



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Confira como estão os preços do milho


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, as indústrias compram o que podem no estado, para minimizar importações, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As dificuldades de compra de milho, já presentes em outros estados, começam a aparecer no RS também. Com produtores e armazenadores focados na safra da soja, mercado se ressente de ofertas de milho disponível e, com isso, o comprador sujeita-se à vontade do vendedor, pois não tem opção de onde originar milho. Pedidas variam de R$ 75,00 a R$ 80,00 interior, abril cheio”, comenta.

Mercado com preços estáveis e travado em Santa Catarina. “No porto, foram vistos valores entre R$ 72,00 para entrega em agosto e pagamento em 30/09 até R$ 73,00 para entrega em outubro e pagamento em 28/11. Cooperativas locais estão pagando R$70,00 em Campo Alegre, R$ 69,00 em Papanduva, R$71,00 para o oeste do estado e R$ 71,00 para a região serrana”, completa.

Os preços continuam altos e a mercadoria é disputada no Paraná. “O mercado de milho no PR segue na mesma situação de SC, a colheita da soja tem mantido os produtores ocupados, o que limita a comercialização do cereal neste momento. Preços e Ofertas: Para retirada imediata, em março de 2025, o valor é de R$ 80,00 por saca (FOB) nos Campos Gerais. Para entregas em abril de 2025, o preço é de R$ 82,00 por saca, com pagamento previsto para o início de maio de 2025 (CIF fábrica na região dos Campos Gerais)”. indica.

No Mato Grosso do Sul os preços subiram 63,25% desde a colheita, em julho. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul registrou as seguintes cotações: Em Dourados, o preço para os compradores é de R$ 75,00 por saca, enquanto para os vendedores é de R$ 78,00 por saca. Em São Gabriel do Oeste, os compradores pagam R$ 72,00 por saca, e os vendedores pedem R$ 76,00. A diferença de preços nessa região é influenciada pela oferta local e pelas negociações entre compradores e vendedores”, conclui.

 





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