quarta-feira, maio 27, 2026

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Guerra comercial vai derrubar commodities agrícolas e minerais em todo o globo, diz economista



A guerra comercial capitaneada entre Estados Unidos e China teve mais um capítulo nesta sexta-feira: os asiáticos anunciaram tarifas de 34% a todos os bens importados dos norte-americanos, respondendo o tarifaço do presidente Donald Trump na mesma moeda.

Diante deste cenário, o economista Roberto Troster avalia que o movimento natural é que os negócios entre as duas potências diminua e, com isso, a atividade econômica global também tenda a cair.

“Com isso, o preço das commodities [minerais e agropecuárias] vão despencar. Caindo esses preços, a rentabilidade das empresas no Brasil e de todas as empresas industriais do mundo também caem por conta de um nível de atividade menor e de concorrência maior.”

Segundo Troster, a queda das bolsas de valores nesta sexta-feira (4), quando o Ibovespa retraiu 2,96%; Londres e Frankfurt caíram 4,95%; Paris 4,26%; Madri 5,83%; e Milão teve tombo ainda mais acentuado, de 6,53%; é só o primeiro reflexo de uma guerra sem vencedores.

“[Essas quedas] são apenas o primeiro choque de algo que não vai terminar na segunda-feira (7), possivelmente vai ter mais ações e reações. É uma política um pouquinho ‘míope’ do governo norte-americano em que todos vão sair perdendo”, considera.

Novo multilateralismo

Nesta tarde, em entrevista ao UOL, o diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), André Roncaglia, ressaltou que se todos os países que foram taxados pelos Estados Unidos responderem também com retaliações, o mundo poderá sofrer uma pobreza coletiva. Troster, por outro lado, não acredita neste cenário.

Para ele, o a geopolítica global está caminhando para um novo multilateralismo. “Haverá uma união mais forte entre a Américo Sul e a União Europeia, entre o Brasil e o restante da América Latina, entre América Latina e Ásia, entre Ásia e Europa e a África também nesse meio”, ressalta.

O economista destaca que os Estados Unidos foram muito importantes logo após a Segunda Guerra Mundial e ainda são, em muitos sentidos, a economia mais importante do mundo. “Mas em outros [sentidos] não é [a economia mais forte do mundo], em paridade de poder de compra a China já produz mais, já é uma potência industrial maior. Então o mundo mudou e o eixo está mudando dos Estados Unidos para a Ásia”, acredita.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do milho avança 13% na Argentina



Chuvas beneficiam lavouras na Argentina, aponta USDA




Foto: Divulgação

As chuvas registradas nos principais distritos agrícolas da Argentina melhoraram a umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras no fim do verão, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os volumes de precipitação variaram entre 10 e 100 mm do sul de Buenos Aires até o norte do país. Nas áreas de cultivo de algodão, os acumulados ficaram entre 10 e 60 mm, com alguns pontos isolados ultrapassando 100 mm, o que pode prejudicar a cultura à medida que as cápsulas começam a se abrir.

As temperaturas permaneceram abaixo da média nas regiões ocidentais, com Córdoba registrando até 5°C a menos que o normal. As máximas diurnas oscilaram entre 20°C e 25°C, exceto no extremo norte, onde ficaram entre 30°C e 35°C.

Até 27 de março, 58% das lavouras de girassol haviam sido colhidas, enquanto o milho registrava avanço de 13% na colheita.





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veja como o mercado terminou a semana


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar elevação em seus preços nesta sexta-feira (4). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Allan Maia, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, bastante encurtadas neste momento.

“Soma-se a isso ao fato de a demanda seguir aquecida neste momento, com a entrada dos salários na economia adicionado ao maior potencial de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa. Exportações seguem em bom nível, com expectativa de mais um recorde de embarques para a atual temporada”, disse.

  • São Paulo: preços firmes, com boa propensão a reajustes do boi gordo no curto prazo. Negociações entre R$ 320 e R$ 325
  • Goiás: mais um dia de negociações acima da referência média. Negócios no sudoeste do estado aconteceram na média de R$ 315 a R$ 320
  • Mato Grosso do Sul: preços ligeiramente mais altos no decorrer da sexta-feira. Na região de Campo Grande e Naviraí, indicações ao nível de R$ 310
  • Mato Grosso: preços mais altos durante o dia. Na região de Paranatinga, relatos de negócios em até R$ 315, assim como em Mirassol d’Oeste.

Preços no atacado

O mercado atacadista apresentou alta em seus preços no decorrer da semana, confirmando a expectativa de boa demanda. Assim, a tendência é de continuidade do movimento no curto prazo, considerando o período de aquecimento da demanda.

O quarto traseiro foi precificado na sexta-feira a R$ 25,50 por quilo, o dianteiro ainda é
cotado a R$ 18,50 e ponta de agulha a R$ 17,50.

Exportações de carne bovina

carne bovina - autoembargocarne bovina - autoembargo
Foto: Abiec

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,055 bilhão em março (19 dias úteis), com média diária de US$ 53,299 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 215,427 mil toneladas, com média diária de 11,338 mil toneladas.

O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.898,90. Em relação a março de 2024, houve alta de 40,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 29,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 8,2% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 3,65%, sendo negociado a R$ 5,8351 para venda e a R$ 5,8331 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6981 e a máxima de R$ 5,8466. Na semana, a moeda teve valorização de 1,29%.



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Negócios moderados no mercado da soja; saiba qual região teve aumento nas cotações



O mercado brasileiro de soja viveu uma sexta-feira (4) de volatilidade. Apesar da forte queda na Bolsa de Chicago, os preços internos subiram de forma expressiva, puxados pela disparada do dólar e pela firmeza nos prêmios.

Além disso, os negócios foram moderados, com muitas tradings preferindo se manter fora do mercado diante do cenário de incertezas, segundo a consultoria Safras & Mercado.

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Cotações da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 132,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 124,00 para R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 131,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 112,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 120,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 112,00 para R$ 116,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira em forte baixa, ampliando as perdas acumuladas na semana. A principal causa foi a retaliação da China às tarifas dos Estados Unidos, revivendo temores de uma guerra comercial e pressionando negativamente as commodities agrícolas. No acumulado da semana, a queda foi de 4,5%.

O sentimento de aversão ao risco se espalhou pelo mercado financeiro global, com fortes quedas nas bolsas da Ásia, Europa e dos Estados Unidos. O temor de uma recessão nos EUA derrubou os juros e o preço do petróleo, impactando também outras commodities. O dólar, por outro lado, registrou valorização.

A China anunciou que irá impor tarifas adicionais de 34% sobre todos os produtos importados dos EUA, o que pode abrir espaço para o Brasil ganhar mais participação no mercado chinês. Segundo o analista Fernando Iglesias, da Safras & Mercado, o país pode se tornar a principal origem de importações chinesas de carnes e soja, reduzindo a competitividade norte-americana.

Palavra de especialista

Rafael Silveira, analista de soja da consultoria, acredita que, no segundo semestre deste ano, os embarques dos EUA devem cair, com a China voltando seus olhos ao produto brasileiro.

Iglesias também destaca que a nova tarifa chinesa se soma a uma já existente de 20% sobre diversos produtos norte-americanos, incluindo carnes e soja, o que agrava ainda mais a relação comercial entre os países.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 34,50 centavos de dólar, ou 3,41%, a US$ 9,77 por bushel. A posição julho caiu 33,25 centavos, ou 3,23%, para US$ 9,93 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo (maio) fechou com baixa de US$ 4,90, ou 1,7%, a US$ 283,10 por tonelada. O óleo (maio) recuou 1,22 centavo, ou 2,59%, para 45,84 centavos de dólar por libra-peso.



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Conselho autoriza prorrogação de pagamento para agricultores afetados por seca



Em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN) desta sexta-feira (4), foi aprovada a prorrogação do prazo de pagamento das operações de crédito rural de custeio contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) entre 2 de janeiro e 31 de julho de 2022.

A medida beneficia agricultores familiares, mini e pequenos produtores rurais, especialmente na região de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que segue sofrendo com os efeitos da seca e estiagem no início deste ano.

Devido à persistente crise hídrica que compromete a capacidade de pagamento de diversos produtores na região, o CMN autorizou a extensão do prazo de pagamento do crédito rural de custeio em até 48 meses, incluindo um período de carência de 12 meses.

As operações abrangidas pela medida foram realizadas entre 2 de janeiro e 31 de julho de 2022, nos municípios da área de atuação da Sudene, e estavam com vencimento previsto para o primeiro trimestre de 2025.

Devido ao calendário de vencimento, essas operações não puderam ser renegociadas com base nas Resoluções CMN nº 5.120, de 7 de fevereiro de 2024, e 5.200, de 20 de fevereiro de 2025.

Para os agricultores e produtores beneficiados, a nova formalização do pedido de renegociação deverá ser realizada até 31 de maio de 2025.



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Exportações agropecuárias aumentaram 4,6% no primeiro trimestre



As exportações agropecuárias brasileiras tiveram alta de 4,6% no primeiro trimestre, destacou nesta sexta-feira (3) o diretor de Planejamento e Inteligência Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Herlon Brandão.

Apesar do número positivo, as vendas da soja, a principal commodity agrícola produzida e exportada pelo país para a China – maior compradora do mundo – caíram 10,4% no período.

De forma geral, os embarques ao gigante asiático tiveram recuo de 13,2% entre janeiro e março. No entanto, as vendas gerais de café aumentaram 69,8%.

Segundo Brandão, a indústria de transformação também apresentou indíces positivos de exportação, com avanço de 5,6% no trimestre, ao passo que a indústria extrativa teve tombo de 16,7%.

No caso das importações, o diretor do MDIC destacou que houve forte avanço de bens de capital no primeiro trimestre, influenciado especialmente pela compra de uma plataforma de petróleo, que foi registrada em fevereiro. No total, as importações cresceram 13,7% no período.



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Chuvas fortes estão previstas para duas regiões produtoras de soja; saiba quais



A previsão do tempo para os próximos dias traz boas e más notícias para os produtores de soja em diferentes regiões do país. A tendência é que a colheita continue avançando em grande parte das áreas produtoras, especialmente onde o tempo se mantém mais firme. No entanto, altos volumes de chuva podem comprometer os trabalhos no campo em regiões do Pará e Maranhão.

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O tempo no Brasil

No Mato Grosso, Goiás e em parte da região Sudeste, os acumulados devem girar em torno de 50 mm em 5 dias, favorecendo a colheita da soja e o desenvolvimento do milho segunda safra recém-semeado. Por outro lado, o norte de Minas Gerais e o estado da Bahia ainda enfrentam tempo mais seco e quente, o que pode limitar o avanço das lavouras.

Já no centro-norte do Pará e no centro-norte do Maranhão, a previsão aponta volumes entre 80 e 100 mm nos próximos cinco dias, o que pode atrasar a colheita e impactar diretamente os trabalhos no campo.

Atenção às lavouras de soja do Matopiba

Para o período entre os dias 10 e 14 de abril, a tendência é de maior colaboração do tempo para os produtores de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. No entanto, o oeste do Mato Grosso deve registrar novamente chuvas em torno de 100 mm em cinco dias, o que pode gerar novos atrasos.

O destaque da próxima semana vai para o aumento das chuvas no Tocantins, centro-sul do Maranhão (região de Balsas) e Piauí, além de uma melhora expressiva no interior da Bahia e até no interior de Pernambuco. Nessas regiões, os acumulados também devem chegar aos 100 mm em cinco dias, o que representa alívio para os produtores que ainda enfrentam déficit hídrico.

Impacto

No interior da região do Matopiba , o cenário de chuva mais volumosa deve ajudar no desenvolvimento das lavouras de milho. No entanto, a colheita da soja pode sofrer com paralisações pontuais devido ao excesso de umidade no solo.

Os produtores devem ficar atentos à previsão e ajustar o calendário de campo para evitar perdas, especialmente nas áreas onde o solo tende a encharcar com facilidade.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas amenizam perdas na produção de mandioca



Colheita da mandioca se intensifica no RS, aponta Emater




Foto: Canva

A colheita da mandioca avançou na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Soledade para abastecer mercados locais, regionais e a Ceasa, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (3). O cultivo tem relevância socioeconômica em municípios como Venâncio Aires, Mato Leitão, Ibarama, Vera Cruz e Santa Cruz do Sul.

Na região de Santa Rosa, onde há 6.214 hectares cultivados, a produção atende tanto a demanda familiar quanto a comercialização em mercados informais. Segundo a Emater, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, apesar da falta de umidade registrada durante o ciclo. As perdas de produção tendem a se estabilizar com as chuvas recentes, que favoreceram a retomada do crescimento das raízes.

“O produto colhido tem boa qualidade, mas o rendimento ainda é menor devido ao impacto das altas temperaturas em dezembro e janeiro”, informa o boletim. No comércio, a mandioca com casca está sendo vendida a R$ 6,00 o quilo, enquanto a descascada chega a R$ 8,00.





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ANP receberá doações de equipamentos para aferir fraudes no biodiesel



Para aferir a mistura do biodiesel ao diesel in loco, agilizando punições e garantindo o cumprimento do mandato vigente (B14), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) passará a receber doações de equipamentos do setor privado.

Nessa quinta-feira (3), o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) definiram os procedimentos para este processo com o objetivo de reforçar as ações de combate às fraudes no setor.

Assim, a partir de agora, a ANP dará início aos trâmites necessários, em articulação com as associações representativas do setor de combustíveis, que manifestaram interesse em realizar as doações.

Um deles é formalização para inserção das partes no Sistema de Doações do Governo Federal. De acordo com o diretor do Departamento de Biocombustíveis do MME, Marlon Arraes Jardim, esse procedimento agilizará a doação de equipamentos fundamentais para a fiscalização do abastecimento pela ANP.

“Trata-se de um processo importante que vai ajudar a equipar a ANP, em pareceria com o setor privado, de uma maneira transparente e em menor espaço de tempo possível. Com isso, o MME cumpre o seu papel de coordenar esta operacionalização, que trará benefícios ao setor e aos consumidores”, destaca.

O diretor do Instituto Combustível Legal (ICL), Carlo Faccio, manifestou a intenção de proceder imediatamente a aquisição de cinco equipamentos portáteis de aferição do teor de biodiesel (Espectrofotômetro FT-IR) para a ANP.

A ANP ainda não detalhou quantos equipamentos espera receber da iniciativa privada ou a quantidade necessária para aferir fraudes em todo o país.

Resposta às queixas do setor

O tema da fraude dos biocombustíveis teve o estopim em fevereiro, quando as maiores distribuidoras de combustíveis do país (Vibra, Raízen e Ipiranga, além de Shell, TotalEnergies, YPF, Castrol, Iconic, Moove e Petronas Lubrificantes) consideraram pedir à ANP um “waiver”, espécie de dispensa temporária, do cumprimento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel B vendido a varejistas.

O pedido de “waiver” veio em resposta a uma suposta escalada das fraudes ligadas ao alto preço do biodiesel que, em dezembro de 2024, superou o do combustível fóssil em R$ 2,70 por litro, diferença que ficou comumente acima dos R$ 2,30 ao longo do ano.

Assim, ao não realizar a mistura, empresas regionais obtêm vantagem de até R$ 0,37 por litro em cima de empresas que observam a regra, calcula o Instituto Combustível Legal (ICL).



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Incêndio de grandes proporções atinge armazém de algodão


Um incêndio de grandes proporções em um armazém de algodão, localizado na BR-020, próximo ao Distrito de Novo Paraná, sentido Brasília, em Luís Eduardo Magalhães, mobilizou equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar, no Oeste da Bahia, nesta sexta-feira (4).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação recebeu o chamado de um funcionário por volta das 5h30 da manhã, informando sobre o incêndio em um galpão de uma unidade de beneficiamento da Zanotto Cotton.

Ao chegarem ao local, os bombeiros constataram que o fogo já havia se alastrado por quase toda a estrutura, exigindo uma ação imediata.

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Caminhões-pipa da Abapa ajudaram no combate ao fogo | Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

O combate às chamas contou inicialmente com o apoio de dois carros-pipa da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, com o avanço da ocorrência, reforços chegaram ao local, incluindo mais caminhões-pipa e pás-carregadeiras, que auxiliaram na contenção do incêndio.

Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

Após mais de três horas de trabalho intenso, as equipes conseguiram controlar o fogo por volta das 8h50.

Em seguida, foi iniciado o processo de retirada de todo o material combustível que ainda se encontrava no interior do galpão, visando eliminar riscos de reignição.

A atuação rápida e coordenada dos bombeiros foi essencial para evitar que o fogo se espalhasse para outras áreas da unidade.

Ninguém ficou ferido e a quantidade de algodão que estava armazenado não foi informado.


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