quarta-feira, maio 27, 2026

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veja como fechou o mercado hoje



O mercado brasileiro de milho esteve travado nesta segunda-feira (7). A postura dos consumidores segue inalterada, retraídos nas negociações, esperando por novas quedas no curto prazo.

Por outro lado, os produtores estão fixando ofertas, mas com preços semelhantes ao registrado no fechamento da última semana.

As indicações em Santos e Paranaguá progrediram, com avanço do dólar e prêmio. Mercado atento na tensão global, nos movimentos do câmbio e dos futuros do milho e na evolução climática.

Veja os preços da saca de milho hoje

  • Porto de Santos (SP): de R$ 74,50 a R$ 80 (CIF)
  • Porto de Paranaguá (PR):de R$ 74 a R$ 80
  • Cascavel (PR): de R$ 74 de R$ 76
  • Mogiana (SP): de R$ 85 a R$ 86,
  • Campinas (SP): de R$ 89 a R$ 90
  • Erechim (RS): de R$ 75 a R$ 77
  • Uberlândia (MG): de R$ 78 a R$ 79
  • Rio Verde (GO): de R$ 76 a R$ 78 (CIF
  • Rondonópolis (MT): de R$ 78 a R$ 82

Milho em Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com baixa predominante nos preços.

A maior parte das posições foi pressionada desde o início do dia pelo forte recuo do petróleo em Nova York e pelas tarifas sobre todos os produtos americanos por parte da China.

Além disso, a expectativa de que haja um aumento no plantio dos Estados Unidos complementou o cenário negativo. A queda foi contida pela fraqueza do dólar frente a outras moedas e pelos sinais de que ainda há uma demanda positiva pelo cereal americano.

Seguindo a volatilidade do dia, as posições maio/25 e julho/25 fecharam com valorização, enquanto as demais caíram.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.582.773 toneladas na semana encerrada no dia 3 de abril, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, haviam atingido 1.646.852 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.464.970 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1° de setembro, as inspeções somam 35.582.389 toneladas, contra 27.382.416 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Contratos futuros

  • Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 fecharam com baixa de 0,25 centavo, ou 0,05%, cotados a US$ 4,57 1/2 por bushel.
  • Os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com avanço de 0,25 centavo, ou 0,05%, cotados a US$ 4,65 1/2 por bushel.



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veja como o mercado se comportou neste início de semana



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços em alta nesta segunda-feira (7). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o posicionamento das escalas de abate (cinco a seis dias úteis na média nacional) e da necessidade de boa quantidade de compras durante a primeira quinzena do mês.

O analista da consultoria Safras & Mercado ressalta que as exportações seguem em ótimo nível na atual temporada, com o maior volume de embarques já registrado para um primeiro trimestre.

  • São Paulo: R$ 326
  • Goiás: R$ 319,82
  • Minas Gerais: R$ 312,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 320,45
  • Mato Grosso: R$ 318,18

Mercado atacadista

O mercado atacadista abriu a semana com preços firmes, ainda com expectativa de novos reajustes no curto prazo.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 26, por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,00 por quilo e a ponta de agulha é precificada a R$ 18,00 por quilo.

Exportação de carne

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam em abril US$ 185,193 milhões em abril (4 dias úteis), com média diária de US$ 46,298 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 37,420 mil toneladas, com média diária de 9,355 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.949,00.

Em relação a abril de 2024, houve alta de 8,2% no valor médio diário da exportação, perda de 0,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 9,2% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,29%, sendo negociado a R$ 5,9108 para venda e a R$ 5,9088 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8163 e a máxima de R$ 5,9323.



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empresa ‘ressuscita’ espécie extinta há mais de 10 mil anos


Extintos há mais de 10 mil anos, os lobos-terríveis (do nome dire wolves, em inglês) formaram uma dinastia que imperou de forma absoluta nas Américas. Grandes predadores, de cerca de 80 kg, destacavam-se por suas garras e dentes afiados, capazes de dilacerar presas muito maiores, como bisões-antigos e mastodontes.

Agora, a espécie, que ficou famosa na série de TV Game of Thrones, sendo o símbolo da família Stark, foi restaurada em laboratório pela startup Colossal Biosciences. Os animais nasceram em outubro do ano passado, mas o feito inédito foi anunciado apenas nesta segunda-feira (7).

Assim, três novos espécimes foram desenvolvidos: Remus e Romulus (em homenagem aos irmãos Rômulo e Remo, mitologicamente ligados à fundação de Roma e que foram alimentados por uma loba), ambos com seis meses, e sua irmã menor, chamada Khaleesi (menção a uma das proganismistas da série).

Romulus e Remus, exemplares de lobo terrível clonadoRomulus e Remus, exemplares de lobo terrível clonado
Foto: Colossal Bioscienses

De acordo com a empresa, os animais estão sendo tratados e nutridos em um centro de preservação da vida selvagem nos Estados Unidos. Contudo, a localização exata é mantida em segredo para evitar visitas de curiosos.

Jornalistas da revista Time visitaram os lobos e relataram que o comportamento deles é selvagem: apesar de filhotes, não integem com os humanos e mostram desconfiança até mesmo com os cuidadores.

Os lobos-terríveis, embora visualmente semelhantes aos lobos cinzentos e chacais de hoje em dia, tinham uma linhagem genética distinta. “Ao contrário dessas duas espécies que podem produzir descendentes híbridos com espécies relacionadas, não há dados atuais mostrando cruzamento entre lobos terríveis e outros canídeos”, diz a startup, em seu site.

Como o lobo-terrível foi clonado?

lobo-terrível sendo amamentado por cuidadoreslobo-terrível sendo amamentado por cuidadores
Foto: Colossal Bioscienses

A Colossal explicou, em nota, que para clonar os lobos-terríveis, analisou o DNA preservado em fósseis de dentes datados de 13 mil anos e um crânio de 72 mil anos.

Em seguida, para decodificar o genoma dos animais, reescreveu o código genético do lobo cinzento com ferramentas de edição genética, como o CRISPR Cas-9 – mesma tecnologia utilizada para desenvolver soja mais resistente à seca – e usou cães domésticos como mães de aluguel.

A Colossal destacou, ainda, que estuda a clonagem de outros animais extintos há milhares de anos, como o dodô e o mamute-lanhoso, assim como o tilacino, popularmente conhecido como tigre-da-Tasmânia, cujo último exemplar data da década de 1930.

Para que ressuscitar animais extintos?

A empresa ressaltou que “ressuscitar” espécies em extinção tem uma função nobre, visto que o conhecimento adquirido com o processo pode ser usado para ajudar outras espécies que estão ameaçadas, como o lobo-vermelho.

Além disso, a startup anunciou em março deste ano que conseguiu copiar o DNA do mamute, conseguido copiar o DNA do mamute, algo que pode auxiliar no desenvolvimento de espécies mais resilientes de elefantes, capazes de resistir às alterações de habitat causadas pelas mudanças climáticas.

A prática, contudo, não tem passado alheia às críticas. Cientistas de fora alertam que há dilemas éticos envolvidos na clonagem de animais extintos. Os lobos usados como barrigas de aluguel, por exemplo, correm o risco de morrer no parto e reintroduzir animais extintos há milhares de anos pode causar grandes desequilíbrios em ecossistemas já estabelecidos. 

Por outro lado, de acordo com o CEO da Colossal, Ben Lamm, e a diretora científica da empresa, Beth Shapiro, a pesquisa genética e a recriação desses animais é a forma mais eficaz de evitar a perda da biodiversidade.

*Com informações da Veja



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Frente fria avança e leva chuva a região produtora de soja; saiba qual



A previsão do tempo para esta semana indica boas condições para os trabalhos em campo nas principais regiões produtoras de soja do Brasil. A expectativa é de chuvas bem distribuídas e em volumes que, na maioria dos casos, não devem atrapalhar o andamento das atividades.

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No Pará, principalmente nas regiões oeste e noroeste do estado, os volumes de chuva continuam elevados, com acumulados acima de 70 a 80 mm nos próximos cinco dias. O solo já se encontra com excesso de umidade, o que pode dificultar os trabalhos agrícolas nessas áreas.

Frente fria avança e leva chuva ao Matopiba

Uma frente fria avança sobre o país e leva precipitações para a Bahia, o interior do Nordeste e toda a região do Matopiba. Os volumes variam entre 20 mm e 50 mm. A umidade do solo deve se manter favorável, sem grandes prejuízos às operações em campo, especialmente nas áreas de milho segunda safra.

O tempo nas lavouras de soja do Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a chuva retorna ao Mato Grosso do Sul, mas em volumes pouco expressivos. Em Goiás, o tempo deve ser mais quente e seco ao longo da semana. Já no centro-norte de Mato Grosso, é necessário atenção: acumulados acima de 70 mm em cinco dias podem afetar o manejo em campo.

Chuvas no Sudeste

Na região Sudeste, chuvas pontuais atingem São Paulo e o interior de Minas Gerais, com volumes entre 20 mm e 30 mm. Esses índices são considerados adequados para manter a umidade do solo, sem impedir o avanço das atividades agrícolas.

O contraste nas lavouras de soja do Sul

O tempo quente e seco no Paraná já começa a causar certa restrição hídrica nas lavouras de milho segunda safra. Mesmo assim, os trabalhos em campo seguem sem grandes entraves. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o cenário é diferente: acumulados de até 50 mm nos próximos cinco dias ajudam a manter a umidade do solo em boas condições.



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Paraná lança fundo inédito de R$ 2 bilhões para impulsionar o agro



O governo do Paraná lançou na última semana, na sede da B3, em São Paulo, um projeto inédito no país voltado ao financiamento do agronegócio. O novo Fundo de Investimento em Direitos Creditórios nas Cadeias Produtivas do Agro deve disponibilizar R$ 2 bilhões em recursos para impulsionar investimentos em máquinas, equipamentos, irrigação, logística e infraestrutura produtiva nos 399 municípios do estado.

Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a iniciativa foi desenhada para oferecer condições facilitadas de crédito a produtores vinculados a cooperativas e empresas integradoras.

“Nós entramos para equalizar os juros. Toda a gestão é privada. Quem diz onde quer investir é o setor privado”, afirmou Ratinho Junior.

Ele destacou que a preferência será por equipamentos e produtos fabricados no próprio Paraná, para fortalecer a indústria local.

“É um recurso para investimentos, não é recurso para custeio. É para armazenagem, irrigação, aviários e novas plantas industriais. É para realmente gerar riqueza”, disse o governador do Paraná.

O projeto é o primeiro fundo de investimento em direitos creditórios do agronegócio criado por um estado no Brasil. A gestão será feita por instituições privadas selecionadas no mercado, com o governo estadual atuando como apoiador por meio da equalização de juros. O primeiro aporte será de R$ 150 milhões, feito pela Fomento Paraná, agência de fomento do estado.

Para Cláudio Stábile, presidente da Fomento Paraná, o fundo é uma alternativa ao Plano Safra e a outras linhas de crédito rural, que têm se mostrado insuficientes diante da crescente demanda.

“Nesta primeira fase utilizaremos R$ 150 milhões trazendo um gestor que vai ao mercado buscar investidores, além das próprias cooperativas, que são nosso foco”, explicou Stábile. “Criamos um círculo virtuoso com geração de renda, empregos e retorno tributário para o estado, o que nos permitirá alavancar ainda mais recursos”, afirmou.

A expectativa do governo é de que os R$ 2 bilhões disponíveis possam gerar uma alavancagem de até R$ 14 bilhões em investimentos no agronegócio paranaense.



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Virada no tempo: calor de 34ºC afetará regiões de 7 estados


calor, altas temperaturas
Foto: Pixabay

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou informativo sobre a previsão do tempo entre esta segunda-feira (7) e a próxima (14).

Entre os destaques, temperatura máxima superior a 34°C no noroeste de Minas Gerais, norte de Goiás, oeste de São Paulo, grande parte da Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte no próximo sábado (12).

Sul

A semana começa com áreas de instabilidade em grande parte do Rio Grande do Sul e no leste de Santa Catarina, com volumes que podem ultrapassar os 50 mm (tons em laranja e vermelho no mapa abaixo). Acumulados de chuva entre 20 e 40 mm (tons em verde) podem ocorrer no centro-oeste catarinense e paranaense a partir de 13 de abril.

Sudeste

São previstas chuvas entre 20 e 30 mm no sul de Minas Gerais, leste de São Paulo, sul do Rio de Janeiro e Espírito Santo, principalmente a partir de quarta-feira (9). No interior dos territórios paulista e mineiro, a tendência é de volumes de chuva inferiores a 20 mm.

Centro-Oeste

Previsão do tempo volumes de chuva
Foto: Reprodução Inmet

A previsão do tempo para os próximos dias é de chuvas mais localizadas sobre o Mato Grosso e áreas pontuais do oeste de Mato Grosso do Sul, com acumulados que podem superar os 50 mm. No restante da região, são previstos volumes de chuva inferiores a 20 mm.

Nordeste

Áreas de instabilidades devido a presença da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorecerá as chuvas no norte do Maranhão e do Piauí, litoral do Ceará, onde são previstos volumes de chuva acima de 60 mm. No interior da Paraíba, sul do Piauí e do Maranhão, além do oeste e sul da Bahia, podem ocorrer acumulados de chuva entre 30 e 50 mm. Nas demais áreas, precipitações abaixo de 10 mm, ao passo em que outras não devem receber uma gota sequer. Assim, prevê-se redução da umidade relativa do ar, com valores abaixo de 50%.

Norte

Os maiores acumulados de chuva se concentrarão no Amazonas, Pará, Amapá, em Roraima e norte de Rondônia, com acumulados que podem ultrapassar os 60 mm. Menores volumes são previstos para o sul de Rondônia, leste do Acre e centro-sul de Tocantins, com valores abaixo de 40 mm.

Temperaturas máximas e mínimas

temperaturas
Foto: Reprodução Inmet

A previsão indica que as temperaturas máximas devem permanecer em elevação ao longo da semana, especialmente no interior da Região Nordeste, áreas da Região Norte, leste da Região Centro-Oeste e oeste da Região Sudeste, com valores acima de 30°C.

Já no Sul e leste do Sudeste, as temperaturas máximas podem ficar abaixo de 28°C. No próximo sábado (12), são previstas temperatura máximas acima de 34°C no noroeste de Minas Gerais, norte de Goiás, oeste de São Paulo, grande parte da Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte (imagem acima).

Segundo o Inmet, as temperaturas mínimas seguirão acima de 22°C na Região Norte, Região Centro-Oeste, oeste da Região Nordeste e oeste da Região Sudeste. Em grande parte da Região Sul e leste da Região Sudeste, espera-se que as mínimas fiquem abaixo de 20°C ao longo da semana.

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AgroNewsPolítica & Agro

População de psilídeo apresenta queda, mas segue acima da média histórica



Números ainda estão acima da média


Foto: Fundecitrus

A população do psilídeo, inseto transmissor do greening, apresentou uma queda significativa em 2024, sendo 40% menor do que em 2023. No entanto, os números ainda estão acima da média registrada entre 2014 e 2019, período anterior à identificação de resistência do inseto a alguns inseticidas. Esse dado reforça a necessidade de estratégias eficazes de controle para evitar novas altas populacionais.

De acordo com o pesquisador do Fundecitrus Marcelo Miranda, a redução observada em 2024 é positiva, mas ainda exige atenção do setor citrícola. “As populações do psilídeo no final de 2024 e início de 2025 estão menores em comparação com as dos últimos três anos. Porém, essa população ainda é maior do que a média registrada entre 2014 e 2019, período em que não havia problemas de resistência”, explica.

A variação na população do psilídeo está diretamente ligada a fatores climáticos e ao manejo adotado no campo. Entre 2014 e 2019, a média de psilídeos capturados por armadilha no cinturão citrícola de São Paulo era inferior a 0,3 por armadilha, um nível considerado baixo. No entanto, desde 2020, houve um crescimento populacional expressivo, atingindo seu pico histórico em 2023. A resistência do inseto a inseticidas, especialmente piretroides e neonicotinoides, tem sido um fator determinante nesse aumento.

Para manter a população de psilídeo em queda e evitar novas altas, o manejo adequado continua sendo fundamental. “Para reduzir ainda mais a população do psilídeo, é essencial a rotação de inseticidas que apresentam alta eficácia no controle do inseto”, ressalta Miranda. O Fundecitrus reforça a importância do monitoramento constante e do uso estratégico de produtos para garantir a efetividade do controle e minimizar os impactos da resistência.

Para auxiliar os citricultores no manejo eficaz do psilídeo, o citricultor pode consultar o Avalia Psilídeo. Essa ferramenta gratuita disponibiliza resultados atualizados sobre a eficácia de inseticidas em diferentes regiões do cinturão citrícola, permitindo que os produtores escolham os produtos mais adequados para o controle do inseto. O Avalia Psilídeo é constantemente atualizado com novos experimentos, garantindo informações precisas e atuais para embasar as decisões no campo.





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Bahia vai apresentar a Lula plano emergencial para seca prolongada


O governo da Bahia apresentará ao governo federal, um plano emergencial de enfrentamento a seca prolongada, que já afeta regiões do estado. O documento será elaborado por secretários estaduais, dirigentes de órgãos ligados à defesa civil, segurança hídrica, desenvolvimento rural e assistência social, entre outros, com o objetivo de consolidar estratégias e definir novas e próximas ações do governo.

A reunião realizada na manhã deste domingo (6), no Centro de Operações e Inteligência (COI), com a equipe e o o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, serviu como base para a elaboração do plano que será apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda nesta semana, em Brasília.

“A Bahia sempre teve embates firmes com os efeitos da seca. É histórico. Mais de 70% do nosso território é semiárido, e agora temos regiões em transição para condição de áridas, praticamente em processo de desertificação”, explicou Jerônimo.

O governador destacou que, atualmente, cerca de 65 municípios já decretaram situação de emergência, e esse número deve aumentar nos próximos dias.

“O decreto facilita o acesso a recursos federais e o aporte do próprio Estado para ações emergenciais.”, disse o chefe do executivo do estado.

Segundo ele, as iniciativas incluem limpeza de aguadas, apoio com carros-pipa, construção de cisternas e entrega de equipamentos para alimentação animal.

“Nós já tivemos reuniões com o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e voltaremos a Brasília com um documento mais denso, definindo responsabilidades dos Municípios, do Estado e da União. Com isso, poderemos anunciar novos investimentos em até dez dias.”

Gravidade

O secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso, reforçou a gravidade da situação e a importância do planejamento coordenado.

“Essa reunião garante um planejamento diferenciado para enfrentar o momento e conviver com a seca. O governador nos garantiu que, na próxima semana, o plano será finalizado e publicado, agregando também as ações do governo federal”, afirmou.

Ele também destacou que a situação climática tem se agravado, com três meses de chuvas abaixo da média e previsão de pouca precipitação nos próximos períodos. “A prioridade agora é garantir a produtividade, manter os animais vivos e assegurar o bem-estar do homem e da mulher do campo.”

Governador reúne equipe para definir novas ações emergenciais de convivência com a seca na BahiaGovernador reúne equipe para definir novas ações emergenciais de convivência com a seca na Bahia
Foto: Amanda Ercília/GOVBA

Também presente na reunião, o coordenador-geral do programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, lembrou a importância de integrar as ações de combate à estiagem com o enfrentamento à insegurança alimentar.

“Não existe combate aos efeitos da seca sem se falar em combate à fome. Já entregamos cerca de 60 mil cestas básicas em 165 municípios, desde 2024. A determinação do governador é ampliar esse atendimento. Já temos 40 mil cestas estocadas para 2025, visando atender todas as cidades em emergência”, explicou.

O governador da Bahia encerrou destacando a importância da articulação com os prefeitos, a Assembleia Legislativa e a bancada federal para execução do plano emergencial.

“Estamos elaborando um plano de trabalho robusto e realista. Com apoio dos deputados, das emendas parlamentares e da parceria com o governo federal, vamos garantir respostas rápidas e eficientes à população mais afetada”, concluiu.

As informações são do repórter, Raul Rodrigues, do governo da Bahia.


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Tecnoshow Comigo deve gerar R$ 10 bi em negócios



Começou hoje (7) em Rio Verde (GO), a 22° edição da Tecnoshow Comigo 2025. O evento, um dos principais do agronegócio brasileiro e considerado o maior da região Centro-Oeste, é organizado anualmente pela Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudeste Goiano. Este ano, a expectativa dos organizadores é de receber um público recorde, com 150 mil visitantes e gerar 10 bilhões de reais em negócios até o dia 11 de abril.

Nesta edição, a Tecnoshow Comigo conta com mais de 1000 estandes de expositores de máquinas e equipamentos agropecuários, plots agrícolas, animais das mais variadas espécies, palestras técnicas e econômicas e educação ambiental.

A abertura do evento contou com a presença de muitas autoridades. O presidente do Conselho de Administração da Tecnoshow Comigo, Antonio Chavaglia, destacou a questão em torno da sustentabilidade. Ele também falou sobre a infraestrutura e o potencial que o estado de Goiás pode alcançar com investimentos.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, reiterou o potencial do estado e disse que o evento serve de modelo para ser replicado no cotidiano do agronegócio brasileiro, com o que existe de mais moderno em tecnologia.

Sobre a Comigo

A cooperativa foi fundada em Rio Verde por 50 produtores rurais do sudoeste goiano que estavam dispostos a mudar o perfil da agropecuária regional, instituindo novos conceitos de produção e de comercialização.

A entidade incentivou o uso de insumos modernos, de tecnologias inovadoras, instalou um grande sistema armazenador e partiu para a transformação de matérias-primas.

Além de Rio Verde, onde está a sede administrativa e o complexo industrial, a Comigo está presente em mais 18 municípios de Goiás, com lojas agropecuárias, produção de suplementos minerais e unidades armazenadoras.

A Tecnoshow acontece no Anel Viário Paulo Campos, km 7, na cidade de Rio Verde, Goiás.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil recebe importadores e exportadores de feijão



Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores



Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores
Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores – Foto: Canva

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), a partir desta segunda-feira (7), compradores de 15 países desembarcam no Brasil para participar do Summit Brazil Superfoods, que ocorre em Brasília nos dias 7 e 8 de abril. O evento tem como foco principal os Feijões e o Gergelim, produtos que despertam grande interesse no mercado internacional. Além das negociações, os visitantes trarão uma importante bagagem de informações sobre tendências globais, que deverão influenciar diretamente as decisões estratégicas do agro brasileiro ao longo de 2024.

Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores e agentes do setor sobre quais culturas priorizar, especialmente nas áreas com irrigação voltadas à terceira safra deste ano e à primeira safra de sequeiro do próximo. Esse direcionamento técnico é aguardado com expectativa, principalmente diante da instabilidade atual no mercado interno de feijões.

Na última semana, o mercado de Feijão-carioca e Feijão-preto apresentou ritmo lento. A esperada retomada de compras pelos empacotadores não se confirmou, o que gerou recuo nas cotações em algumas regiões. Segundo o Ibrafe, produtores pressionados por necessidade de caixa chegaram a aceitar descontos entre R$ 5 e R$ 10 por saca. Essa queda foi observada nas cotações do CEPEA-CNA, tanto em Goiás quanto no interior de São Paulo, onde ainda restam poucos lotes armazenados.

“Outro ponto de atenção no setor é a chegada iminente da primeira onda de frio, que gera preocupação para os produtores. No entanto, previsões meteorológicas indicam que, até o momento, apenas a região mais alta de Palmas, no sul do Paraná, deve enfrentar geadas. Essa previsão alivia a ansiedade inicial, permitindo aos produtores planejar com mais confiança suas atividades futuras”, conclui.

 





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