terça-feira, maio 26, 2026

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Agroindústria da Bahia valoriza o alho, fortalece economia e apoia agricultores



No coração da Chapada Diamantina, em Novo Horizonte, uma agroindústria tem se destacado por transformar positivamente a realidade de dezenas de produtores rurais.

A Agroindústria ‘Vale do Alho’ surgiu da união de agricultores locais com o objetivo de agregar valor à produção de alho e derivados, beneficiando diretamente a economia da agricultura familiar.

Com o suporte do Sebrae/BA desde 2023, a agroindústria tem investido na profissionalização dos processos produtivos e na qualificação dos agricultores, bem como na estruturação do negócio e no posicionamento de marketing.

Com planejamento e organização, os produtores passaram a atuar de forma mais estruturada, ganhando competitividade e aumentando a renda familiar.

A estrutura da agroindústria permitiu o beneficiamento de 35 produtos, que agora contam com rótulos atrativos, informações nutricionais e identidade visual padronizada.

A iniciativa também abriu espaço para que os produtos sejam comercializados fora do município, ampliando a visibilidade do trabalho realizado por famílias do campo.

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Para isso foram realizados: estudo de viabilidade técnica, plano de negócios e diversas oficinas sobre associativismo e comercialização.

“O Sebrae foi fundamental para criar o plano de trabalho, criação de marcas e rótulos, e várias ações que facilitaram o escoamento dos produtos produzidos pelos agricultores locais. Foi um suporte essencial para estruturar melhor o empreendimento e abrir portas para novos mercados. Isso fortalece a economia local e melhora a renda dos nossos produtores. É um orgulho vermos os produtos nas prateleiras dos mercados, comercializados em várias cidades da região”, afirmou Uender Oliveira, secretário de Agricultura de Novo Horizonte.

Para Mauro Viana, gestor de projetos do Sebrae em Irecê, a parceria da agroindústria com o Sebrae reforça o compromisso da instituição em apoiar o desenvolvimento dos pequenos negócios, incluindo a agricultura familiar, que é tão forte no interior da Bahia.

“Nosso papel é impulsionar o crescimento dos empreendedores, oferecendo suporte técnico e estratégico para que possam se consolidar no mercado. O sucesso da Agroindústria Vale do Alho é um exemplo de como o conhecimento e a gestão bem aplicada fazem a diferença”, concluiu o gestor.



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Dólar e demanda externa elevam preço da soja no Brasil



Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços da soja subiram nos mercados nacional e internacional ao longo da última semana. Segundo pesquisadores do órgão, no Brasil, a alta nos valores foi intensificada pela expressiva valorização do dólar frente ao real – a moeda norte-americana chegou a ser negociada acima de R$ 6 na semana passada.

Entretanto, segundo o Cepea, o ritmo de negócios no mercado spot nacional foi limitado pela forte oscilação cambial, que deixou parte dos agentes mais cautelosa e à espera de melhores oportunidades.

As sobretaxas adotadas pela presidente dos Estados Unidos influenciam o mercado. No dia 9, o governo americano suspendeu as tarifas recíprocas de vários países (incluindo o Brasil) por 90 dias, com exceção da China.

Pesquisadores do Cepea indicam que, por um lado, esse cenário trouxe certo alívio ao mercado e movimentou as transações internacionais, mas, por outro, acirrou a guerra comercial com a China, que, por sua vez, deve buscar intensificar as importações de outros países, como o Brasil.

A China é o maior consumidor mundial do grão e o país é o principal destino da soja brasileira. Em 2024, o Brasil exportou 69 milhões de toneladas de soja aos chineses.

Soja retoma fôlego

Segundo a consultoria Safras & Mercado, um movimento de compras ganhou força e garantiu uma reversão técnica em Chicago, com ganhos acumulados de cerca de 5% até a manhã desta sexta-feira, após os contratos atingirem os menores patamares em quatro meses.

Além disso, o relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) influenciou o mercado. Segundo o órgão, a safra norte-americana de soja em 2024/25 deve alcançar 4,366 bilhões de bushels (118,82 milhões de toneladas), com produtividade estimada em 50,7 bushels por acre – números que se mantêm iguais aos divulgados em fevereiro.

O USDA revisou para cima a estimativa de produção brasileira para 2023/24, passando de 153 milhões para 154,5 milhões de toneladas. Para 2024/25, o número foi mantido em 169 milhões. No caso da Argentina, as previsões seguem estáveis: 48,21 milhões de toneladas para 2023/24 e 49 milhões para 2024/25.



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Embrapa Algodão faz 50 anos de novas variedades



Outra frente é o cultivo de algodão orgânico e agroecológico



Outra frente é o cultivo de algodão orgânico e agroecológico
Outra frente é o cultivo de algodão orgânico e agroecológico – Foto: Canva

A Embrapa algodão, sediada em Campina Grande (PB), comemora 50 anos de fundação nesta quarta-feira (16/04), com uma solenidade que reúne empregados, parceiros e autoridades. O evento contará com a presença de Ana Euler, diretora-executiva de Inovação da empresa.

Fundada em 16 de abril de 1975, a unidade teve papel essencial no avanço da cotonicultura brasileira. “Com pesquisas de ponta, desenvolvemos variedades mais resistentes, produtivas e adaptadas ao clima e ao solo das mais diferentes regiões do Brasil. Melhoramos os sistemas de produção promovendo a integração e rotação de culturas e o uso eficiente dos solos e dos recursos hídricos. Elevamos a qualidade das fibras e descobrimos novas cores naturais para o algodão, incentivamos o cultivo orgânico e agroecológico das diferentes culturas. Desenvolvemos máquinas e implementos agrícolas, aumentando a produtividade e garantindo mais renda e qualidade de vida ao produtor”, enumera o chefe-geral interino da Embrapa Algodão Daniel Ferreira.

A Embrapa Algodão desenvolveu cultivares de algodão naturalmente colorido como alternativa de renda para agricultores do Semiárido. Sem necessidade de tingimento, a tecnologia reduz o uso de água e produtos químicos, alinhando-se à moda sustentável. Seis variedades foram lançadas, em tons de marrom, avermelhado e verde, e o algodão colorido se tornou patrimônio imaterial da Paraíba.

Outra frente é o cultivo de algodão orgânico e agroecológico, sem agrotóxicos e em consórcio com culturas alimentares. Através de unidades de aprendizagem e apoio do MDA, a Embrapa capacita agricultores do Nordeste e Semiárido mineiro. A iniciativa promove geração de renda, segurança alimentar e conscientização sobre práticas sustentáveis e conservação do solo.

 





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Saiba antes o que vai mexer com os mercados nesta semana


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, traz um resumo da última semana, com destaque para os reflexos da guerra comercial entre Estados Unidos e China, além da divulgação do IPCA.

Para esta semana, foco no IGP-10 e nos dados de atividade nos EUA e Zona do Euro, onde se espera corte de juros pelo BCE.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Substituição de fertilizantes por bioinsumos: Benefícios



80% dos fertilizantes minerais utilizados atualmente no país são importados



 80% dos fertilizantes minerais utilizados atualmente no país são importados
80% dos fertilizantes minerais utilizados atualmente no país são importados – Foto: Seane Lennon

Um estudo realizado pelo Instituto Senai de Inovação revela que a substituição de Fertilizantes minerais por bioinsumos em gramíneas, como milho e trigo, pode representar uma economia ambiental e financeira significativa para o Brasil. Segundo o levantamento, essa transição pode evitar a emissão de até 18 milhões de toneladas de CO2 anualmente, contribuindo para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Além disso, o uso de bioinsumos pode gerar uma economia estimada em US$ 5,1 bilhões por ano para o setor agrícola.

O estudo ressalta que cerca de 80% dos fertilizantes minerais utilizados atualmente no país são importados, o que torna os custos de produção mais elevados e o setor mais vulnerável a oscilações no mercado internacional. Nesse contexto, os bioinsumos surgem como uma alternativa viável e estratégica, especialmente aqueles formulados com a bactéria Azospirillum brasilense, já utilizada em aproximadamente 63% das lavouras que adotam insumos biológicos.

Além da economia direta, a adoção de bioinsumos tem impacto positivo na sustentabilidade da produção agrícola. A pesquisa destaca que o uso desses produtos reduz consideravelmente as emissões de óxido nitroso, um gás com potencial de aquecimento global quase 300 vezes maior que o CO2. Isso se alinha a práticas agrícolas regenerativas e ao avanço de um modelo de produção mais resiliente e de baixo carbono.

Por fim, o estudo do Instituto Senai de Inovação reforça a necessidade de políticas públicas que incentivem a ampliação do uso de bioinsumos no Brasil. Com investimentos adequados em pesquisa, desenvolvimento e regulação, o país pode se consolidar como líder mundial em tecnologias sustentáveis aplicadas à agricultura, gerando ganhos econômicos, ambientais e sociais de longo prazo.

 





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Previsão do tempo para hoje mostra chuva forte em muitas áreas do país; confira



Confira como ficam as condições do tempo em todo o Brasil e saiba onde vai haver chuva nesta segunda-feira (14), de acordo com a previsão da Climatempo.

Sul

A chuva diminui na região, à medida que a frente fria avança em direção ao Sudeste.

A previsão é de sol entre nuvens no Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e no Paraná. Ainda pode chover no litoral catarinense e paranaense, mas sem temporais.

Sudeste

A frente fria avança pela altura de São Paulo, aumentando a chance de chuva forte em todo o estado, inclusive na capital.

Também chove forte em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, principalmente à tarde. No Espírito Santo, há chuva no litoral sul e tempo firme nas demais áreas.

Centro-Oeste

O dia traz fortes pancadas de chuva e temporais em Mato Grosso, com alerta para Cuiabá. Em Goiás e em Mato Grosso do Sul, o sol aparece entre nuvens e há chance de chuva isolada.

Nordeste

A semana começa com tempo mais instável na região, por conta dos ventos em vários níveis da atmosfera.

Chove em quase todos os estados com forte intensidade, mas ainda de forma mal distribuída. Os maiores volumes devem permanecer no Maranhão.

Norte

Tempo nublado com chuva a qualquer hora do dia no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Já no Tocantins, Pará e Amapá, há bastante variação de nuvens, com pancadas de chuva concentradas durante a manhã e a tarde.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ibovespa tem maior queda do ano com escalada de guerra comercial global


Logotipo Reuters

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa fechou em forte queda nesta sexta-feira, registrando mínimas em três semanas, após a China retaliar tarifas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos, elevando temores de forte desaceleração da economia global.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,96%, a 127.256 pontos, tendo marcado 126.465,55 pontos na mínima, menor patamar desde 14 de março. No melhor momento do dia, registrou 131.139,05 pontos.

Foi a maior queda percentual em um dia desde 18 de dezembro, quando fechou com declínio de 3,15%.

Com tal desempenho, o Ibovespa acumulou um declínio de 3,52% na semana.

O volume financeiro nesta sexta-feira somou R$31,75 bilhões.

Após ficar entre as economias que mais sofreram com as tarifas recíprocas anunciadas pelos EUA na quarta-feira, a China anunciou nesta sexta-feira medidas de retaliação, incluindo taxa adicional de 34% sobre produtos norte-americanos.

O movimento escala a guerra comercial deflagrada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que economistas veem afetando negativamente a atividade econômica global.

O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou que as novas tarifas de Trump são “maiores do que o esperado” e as consequências econômicas, incluindo inflação mais alta e crescimento mais lento, provavelmente também serão.

Para a equipe de pesquisa macroeconômica do Itaú, essa foi uma semana histórica para o comércio internacional, adicionando elevada incerteza aos mercados.

Em relatório a clientes nesta sexta-feira, os economistas do banco afirmaram que será importante acompanhar as decisões de retaliação pelas principais economias, que contribuem para elevar os riscos de uma desaceleração sincronizada entre países.

O Ibovespa passou quase ileso em um primeiro momento ao anúncio de Trump, fechando a quinta-feira praticamente estável, conforme a forte queda do dólar e dos rendimentos dos Treasuries derrubaram as taxas dos DI, ajudando ações sensíveis a juros.

Nesta sexta-feira, contudo, sucumbiu à aversão de risco com a China respondendo forma contundente à nova política comercial norte-americana.

Em Wall Street, o S&P 500 caiu quase 6%, enquanto o rendimento do título de 10 anos do Tesouro norte-americano marcava 3,9943%, de 4,055% na véspera. As bolsas na Europa e Ásia também tiveram quedas relevantes.

Economistas do JPMorgan escreveram em relatório a clientes ter “convicção suficiente” para afirmar que as tarifas norte-americanas elevam os riscos de recessão nos EUA e no mundo para 60%, ante um percentual de 40% estimado há um mês.

O Goldman Sachs e a S&P Global também passaram a ver uma chance maior de recessão nos EUA.

DESTAQUES

– VALE ON recuou 3,99%, contaminada pelas preocupações com a economia global, em pregão com os mercados financeiros na China fechados por feriado. No setor de mineração e siderurgia, CSN ON perdeu 6,58%, USIMINAS ON caiu 7,12% e GERDAU PN cedeu 4,84%. O Citi retomou a cobertura de Usiminas com recomendação neutra.

– PETROBRAS PN fechou negociada em baixa de 4,03%, conforme o petróleo voltou a desabar nesta sessão no exterior. O barril de Brent afundou 6,5%, a US$65,58. No setor de petróleo e gás, BRAVA ON desabou 12,92%, PRIO ON caiu 7,96%, com dados de produção também no radar, e PETRORECONCAVO ON perdeu 8,6%.

– ITAÚ UNIBANCO PN cedeu 2,6%, com os bancos como um todo sucumbindo à aversão a risco generalizada. BRADESCO PN caiu 1,1%, BANCO DO BRASIL ON perdeu 1,86% e SANTANDER BRASIL UNIT recuou 3,31%.

– CARREFOUR BRASIL ON disparou 10,77%, entre as poucas altas do Ibovespa na sessão, após o controlador, o grupo francês Carrefour, melhorar proposta para adquirir todas as ações em circulação da subsidiária brasileira, incluindo o aumento do valor em dinheiro que pagará por ação para R$8,50, de R$7,70 anteriormente.

– VAMOS ON caiu 9,92%, tendo também no radar relatório do JPMorgan que reiterou “overweight”, mas cortou o preço-alvo de R$10 para R$8,50. Os analistas enxergam melhoria sequencial do desempenho operacional entre os pontos positivos, mas citam desafios impostos pelo aumento dos custos de depreciação e queda sequencial das margens em veículos usados.





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Arroba do boi continuará em alta? Cenário global diz que sim, mas há ponto de atenção


O mercado físico do boi gordo teve mais uma semana de preços em alta no Brasil. O analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias ressalta que a boa demanda registrada ao longo da primeira quinzena de abril, somado ao encurtamento das escalas de abate contribuíram para a valorização das cotações da arroba pelo país.

A expectativa é que o Brasil possa ganhar uma fatia ainda maior para venda de carne bovina à China, fator que ajuda na sustentação dos preços da arroba.

Iglesias lembra que o gigante asiático tem sido um dos principais alvos das políticas tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Isso deixa o mercado global envolto de nervosismo, considerando a imprevisibilidade em torno da guerra comercial em andamento”, pontua.

No entanto, mesmo com a maior participação brasileira no mercado global de carnes, o analista vê benefícios apenas no curto-prazo, uma vez que as tensões comerciais tendem a travar atividades econômicas ao redor do globo, levando a um quadro de recessão e, consequentemente, aumento nos custos de produção.

Preços da arroba do boi (a prazo)

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 10 de abril:

  • São Paulo (Capital): R$ 330, avanço de 3,17% frente ao fechamento da última semana, de R$ 320
  • Goiás (Goiânia): R$ 325, alta de 4,84% perante os R$ 310 na semana passada
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 320, aumento de 4,92% frente aos R$ 305 praticados anteriormente
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 325, acréscimo de 3,17% frente aos R$ 315 registrados na última semana
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 320, aumento de 4,92% frente à semana passada, de R$ 305
  • Rondônia (Vilhena): R$ 290, valor 5,45% superior frente aos R$ 275 de antes

Preços no atacado

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA
O mercado atacadista registrou novos movimentos de alta nos preços ao longo da semana, em meio à entrada dos salários na economia e à expectativa de maior consumo durante o feriado prolongado de Páscoa e de Tiradentes.
Iglesias comenta que as exportações de carne bovina pelo Brasil permanecem em ótimo nível, com boas possibilidades para um recorde histórico para a atual temporada.

O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 26,00 o quilo, avanço de 1,96% frente aos R$ 25,50 praticados no fechamento da semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 19,00 o quilo, alta de 2,70% perante os R$ 18,50 praticados no encerramento da semana passada.

Exportações de carne

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 185,193 milhões em abril (4 dias úteis), com média diária de US$ 46,298 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 37,420 mil toneladas, com média diária de 9,355 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.949,00.

Em relação a abril de 2024, houve alta de 8,2% no valor médio diário da exportação e perda de 0,9% na quantidade média diária exportada.



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Bolsonaro passa por cirurgia no intestino neste domingo


O ex-presidente Jair Bolsonaro passa por uma cirurgia no intestino, neste domingo (13), no Hospital DF Star, em Brasília.

Bolsonaro é submetido a uma laparotomia exploradora para liberação de aderências intestinais e reconstrução da parede abdominal. O procedimento começou por volta das 10h e já dura mais de 7 horas. 

Na sexta-feira (11), Bolsonaro passou mal durante um evento político no interior do Rio Grande do Norte. Ele foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e transferido de helicóptero para Natal. A aeronave foi cedida pela governadora Fátima Bezerra (PT).

No sábado (12), o ex-presidente deixou o Hospital Rio Grande, na capital potiguar, e seguiu para Brasília, onde passa por cirurgia.



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Quando o frio vai chegar de novo? Climatempo responde



A primeira onda de frio do outono ocorreu no primeiro fim de semana de abril, e agora as pessoas se perguntam quando volta a esfriar. Naquele período, houve uma queda de temperatura generalizada, com recordes no Sul, no Sudeste e até em Mato Grosso do Sul. Mas logo voltou a esquentar. Neste momento, circulam fake news por aí dizendo que vai esfriar muito nesta semana em São Paulo, com temperatura de 10 ºC. Mas não é bem assim, de acordo com a Climatempo.

De acordo com os meteorologistas da empresa, não há nenhuma massa de ar frio intenso para entrar no Brasil nos próximos dias. Pode haver uma “esfriadinha” na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, indica a Climatempo. Mesmo assim, poderia ser muito mais intensa, já que essa região é uma das mais frias do país, onde quase todas as ondas de frio chegam primeiro e com muita força.

Os dias do feriado prolongado da Páscoa e de Tiradentes vão ser relativamente quentes, inclusive à tarde. No Sul e no Sudeste, as noites e madrugadas terão temperatura amena, enquanto as regiões serranas devem enfrentar um friozinho.

Mas quando o frio vem forte novamente?

As simulações atmosféricas de previsão de temperatura, a médio prazo, indicam um novo resfriamento intenso no Brasil a partir do dia 23 de abril. A princípio, trata-se de uma massa de ar frio de origem polar de forte intensidade, mais intensa do que aquela que passou por aqui no primeiro fim de semana do mês.

Essa nova massa de ar polar deve ter uma trajetória continental. A Climatempo explica que isso significa que o ar frio se deslocará pelo interior do continente, com um poder de resfriamento muito maior no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Esse tipo de trajetória que leva o ar frio para áreas como Rondônia, Acre e sul do Amazonas, provocando o fenômeno conhecido como friagem.

“Ainda há muita incerteza sobre essa frente fria pós-feriado da Páscoa/Tiradentes. [Mas] Já dá para adiantar que teremos uma massa de ar frio polar mais potente do que a que passou pelo país no primeiro fim de semana de abril. Esse ar frio deve entrar sobre o interior do Brasil também e é provável que tenha força para causar temperaturas abaixo dos 10 °C no Paraná, em Mato Grosso do Sul e no interior de São Paulo”, informa o .meteorologista Vinícius Lucyrio, da equipe de previsão climática da Climatempo.

Segundo ele, a intensidade do frio no Sul, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, vai depender da posição e do deslocamento do ciclone extratropical que deve se formar com a frente fria. “De qualquer forma, já temos que ficar atentos para uma possível onda de temporais na passagem desaa frente fria”, diz Lucyrio.

Além do Sul e de parte do Sudeste e do Centro-Oeste, é possível que o ar frio dessa massa polar avance para Rondônia e Acre, provocando um episódio de friagem.

É possível também que outra massa de ar frio forte passe pelo Brasil no fim de abril ou no início de maio.

Mesmo com a expectativa dessas duas massas de ar frio fortes passando pelo Brasil, o mês de abril deve terminar com temperaturas dentro ou acima da média em praticamente todo o país.



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