terça-feira, maio 26, 2026

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Contra o marco temporal, ministro recebe indígenas no STF



O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu nesta terça-feira (15) um grupo de indígenas do povo Munduruku, que o procuraram para apresentar argumentos contra o marco temporal para demarcação de terras indígenas. O decano da Suprema Corte é relator do caso.

Antes de conseguir agendar a audiência, os indígenas chegaram a bloquear parte de uma rodovia no Pará para exigir o encontro.

Durante a audiência, que durou cerca de 30 minutos, o ministro recebeu cartas escritas pelos indígenas para relatar agressões e ameaças recebidas em seu território e durante a manifestação realizada na rodovia.

Sobre a conciliação do marco temporal, Gilmar Mendes disse que está aberto ao diálogo e vai avaliar as demandas solicitadas pelo grupo.

Conciliação em torno do marco temporal

A conciliação foi convocada pelo ministro Gilmar Mendes, relator das ações protocoladas pelos partidos PL, PP e Republicanos para manter a validade do projeto de lei que reconheceu o marco e de processos nos quais entidades que representam os indígenas e legendas governistas contestam a constitucionalidade da tese.

Pela tese do marco temporal, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Em agosto do ano passado, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) se retirou da conciliação. A entidade entendeu que os direitos dos indígenas são inegociáveis e que não há paridade no debate.

Em seguida, Mendes decidiu manter os debates mesmo sem a presença da entidade. “Nenhuma parte envolvida na discussão pode paralisar o andamento dos trabalhos”, disse o ministro.

Em dezembro de 2022, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que validou o marco temporal. Em setembro, antes da decisão dos parlamentares, o Supremo decidiu contra o marco. A decisão da Corte foi levada em conta pela equipe jurídica do Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial.



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Arroba do boi gordo tem alta generalizada; veja as cotações



O mercado físico do boi gordo apresenta alta generalizada em seus preços nesta terça-feira (15).

Segundo o analista de Safras & mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo, diante do aperto das escalas de abate, ainda posicionadas entre cinco e seis dias úteis na média nacional.

“A indústria acelera as tentativas de compra pensando no período de feriado que deve quebrar o ritmo das negociações. A demanda permanece bastante aquecida, em especial a relacionada à exportação, com embarques contundentes no primeiro trimestre, marcando a maior quantidade de carne bovina embarcada na história para o período”, avalia.

  • São Paulo: R$ 333 – ontem: R$ 328,67 
  • Goiás: R$ 321,96 – anteriormente: R$ 321,25
  • Minas Gerais: R$ 320,88 – na segunda: R$ 320,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 328,75 – ontem: R$ 322,61
  • Mato Grosso: R$ 331,35 – anteriormente: R$ 330,61

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços acomodados para a carne bovina. O ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo, em linha com o bom escoamento da carne no decorrer da primeira quinzena de abril.

“Soma-se a isso o bom potencial de consumo para o feriado prolongado que se avizinha. Assim, é provável que diante de um acelerado escoamento da carne haja uma maior necessidade de compra dos frigoríficos na retomada das negociações durante a terça-feira”, assinalou Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 20,00 por quilo, o traseiro segue cotado a R$ 26,00 por quilo e a ponta de agulha, por sua vez, permanece a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,66%, sendo negociado a R$ 5,8905 para venda e a R$ 5,8885 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8335 e a máxima de R$ 5,9035.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do kiwi inicia para cultivares de polpa verde



Emater aponta baixa produção de kiwi em Caxias




Foto: Pixabay

A colheita das variedades de kiwi de polpa verde teve início na região de Caxias do Sul, conforme informações divulgadas na quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar. As cultivares de polpa amarela já foram colhidas, encerrando esse ciclo nas lavouras acompanhadas pela entidade.

Segundo o boletim, muitos pomares apresentaram produtividade abaixo da média esperada. Apesar disso, os frutos colhidos têm demonstrado bom calibre. Em algumas propriedades, a menor carga de frutas nos pés tem resultado em amadurecimento mais rápido. “A maturação está adiantada, o que pode ser indicativo de final da colheita antecipado”, relataram produtores à equipe técnica da Emater/RS-Ascar.

O preço pago ao produtor tem oscilado entre R$ 7,00 e R$ 9,00 por quilo, segundo os dados regionais do informativo.





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confira as cotações em Chicago e no Brasil


O mercado brasileiro de soja seguiu calmo nesta terça-feira (15), com os preços variando de estáveis a mais baixos, pressionados pela baixa na Bolsa de Chicago e pelo recuo nos prêmios.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o produtor, que já avançou bem na comercialização, agora segura um pouco mais, esperando uma possível alta nas cotações.

“A firmeza do dólar ajudou a puxar os prêmios para baixo, mesmo com a exportação aquecida, o que significa que o Brasil está abastecendo o mercado externo, principalmente com a China repondo estoques.”

Preços médios da soja (saca de 60kg)

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 134 para R$ 132
  • Santa Rosa (RS): baixou de R$ 135 para R$ 133
  • Porto de Rio Grande: caiu de R$ 141 para R$ 139,50
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 132 para R$ 131
  • Porto de Paranaguá (PR): diminuiu de R$ 138 para R$ 137
  • Rondonópolis (MT): seguiu em R$ 118
  • Dourados (MS): recuou de R$ 123 para R$ 122
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 118

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira mistos.

As primeiras posições recuaram e as mais distantes reagiram no final do dia. O dia foi de correção técnica, após as cotações terem atingido os maiores níveis em sete semanas.

Sinais de enfraquecimento da demanda pelo produto norte-americano, apreensão com a guerra comercial entre Estados Unidos e China e a ampla oferta do Brasil completaram o cenário baixista.

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa, na sigla em inglês) informou que o esmagamento de soja atingiu 194,551 milhões de bushels em março, ante 177,870 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 197,602 milhões. Em março de 2023, foram 196,406 milhões de bushels.
A entidade indicou ainda que os estoques de óleo de soja norte-americanos em março somaram 1,498 bilhão de libras, ante o esperado de 1,617 bilhão. No mês anterior, foram 1,503 bilhão de libras. Em março do passado, atingiram 1,851 bilhão de bushels.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução do plantio das lavouras de soja. Até 13 de abril, a área plantada estava estimada em 2%. Em igual período do ano passado, o número era de 3%. A média para os últimos cinco anos é de 2%.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicagocotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 5,75 centavos de dólar ou 0,55% a US$ 10,36 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,46 1/2 por bushel, perda de 3,75 centavos ou 0,35%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 2,40 ou 0,79% a US$ 301,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 47,84 centavos de dólar, com alta de 0,99 centavo ou 2,11%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,66%, sendo negociado a R$ 5,8905 para venda e a R$ 5,8885 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8335 e a máxima de R$ 5,9035.



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Cobra mais venenosa das Américas é vista ‘passeando’ em praça pública


Em uma praça do município de Alta Floresta, norte de Mato Grosso, aquela que é considerada a maior cobra peçonhenta de toda a América foi encontrada em praça pública, à vista de todos (veja o vídeo abaixo).

De coloração alaranjada e manchas escuras ao longo do corpo, a surucucu (Lachesis muta) apresenta em sua cauda escamas arrepiadas que remetem à casca de uma jaca – por isso, são popularmente conhecidas como surucucu-pico-de-jaca.

Essas espécies podem superar os três metros de comprimento e costumam viver em áreas de florestas tropicais do Panamá, da Costa Rica e Nicarágua. Na América do Sul, habitam matas no Brasil, Equador, leste do Peru, na Bolívia, nas Guianas, na Colômbia, em Trinidad e na Venezuela.

De acordo com o Instituto Butantan, o veneno da espécie é extremamente potente e ataca o sistema circulatório, ocasionando dor extrema e podendo levar à morte se a vítima não for tratada devidamente com um soro antibotrópico-laquético.

Quando a peçonha é inoculada na vítima, dá-se início a uma ação citotóxica, coagulante, hemorrágica e neurotóxica. Assim, a substância provoca reações como inchaço, dor local, necrose, problemas de coagulação, hipotensão, além de diarreia e diminuição do ritmo cardíaco.

Segundo o Instituto, entre as serpentes peçonhentas de todo o mundo, ela perde em tamanho apenas para cobra-rei (Ophiophagus hannah), que costuma superar os 5 metros.

Características e comportamento

surucucu pico-de-jaca - maior cobra venenosa das Américassurucucu pico-de-jaca - maior cobra venenosa das Américas
Surucucu. Foto: Divulgação Instituto Butantan

As surucucus possuem cabeça triangular, fosseta loreal e presa inoculadora de veneno. A espécie tem hábitos solitários e noturnos, geralmente ativas ao anoitecer ou depois de escurecer, como foi flagrada em Alta Floresta.

Ainda de acordo com o Instituto Butantan, a surucucu-pico-de-jaca rasteja na terra e, ao se sentir ameaçada, vibra sua cauda esbarrando nas folhas para produzir som na tentativa de espantar um possível predador.

O órgão destaca que esse tipo de serpente é carnívora e se alimenta, principalmente, de pequenos mamíferos, como roedores de pequeno e médio porte, tais como ratos, camundongos, pacas e cotias.

Ocorrência de picadas da cobra

Casos de picadas de surucucu em humanos não são muito comuns, assegura o Instituto Butantan. Isso justamente por essas cobras terem hábitos noturnos e se esconderem em matas fechadas.

Desta forma, estima-se que apenas em torno de 2% dos casos de picadas de serpentes registrados no Brasil sejam de surucucu.

Para se prevenir de uma picada é importante evitar locais de mata fechada já a partir do cair da noite, além de usar sempre botas de cano alto ou botinas ao caminhar.



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Exportações de soja devem ter alta de 7,5% em abril



As exportações brasileiras de soja em grão devem aumentar 7,5% em abril deste ano, somando 14,471 milhões de toneladas. No mesmo período de 2024, 13,452 milhões de toneladas da oleaginosa foram embarcadas.

Os dados provém de levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que mostram que na semana entre 6 e 12 de abril, 3,512 milhões de toneladas foram remetidas ao exterior.

Já na semana entre 13 e 19 de abril, estão previstos embarques de 4,181 milhões de toneladas. No acumulado do ano até aqui, os embarques de soja são estimados em 41,046 milhões de toneladas.

Para o farelo de soja, a previsão é de embarques de 2,384 milhões de toneladas em abril. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 2,097 milhões de toneladas.
Na semana entre 6 e 12 de abril, o Brasil embarcou 351,078 mil toneladas. Para a semana entre 13 e 19 de abril estão previstos embarques de 669,511 mil toneladas. No acumulado do ano, os embarques de farelo de soja são estimados em 7,699 milhões de toneladas.



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Chuva de 100 mm e ventos de 100 km/h devem atingir o país; saiba onde e quando



Chuva de até 100 mm acompanhada de rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h. Esse clima intenso, mais típico do verão e que chega em pleno outono, é previsto pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) entre esta terça (15) e quarta (16).

De acordo com o órgão, tais condições de clima mais severo devem atingir áreas de estados das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, mais precisamente o centro-leste e nordeste de Mato Grosso do Sul, áreas de Mato Grosso, Goiás, seguindo em direção a Minas Gerais, São Paulo e ao sul do Rio de Janeiro.

Segundo o Inmet, a promessa é que as precipitações se intensifiquem já na madrugada de quarta-feira, afetando, diretamente, quem precisa acordar cedo para atender os seus compromissos.

Outras partes do país também têm previsão de chuva mais moderada no decorrer desta terça-feira, segundo o aviso amarelo (perigo potencial) do Inmet. As áreas de maior atenção são Rondônia, Amazonas, Tocantins, o Distrito Federal e áreas do sul do Maranhão, do Piauí e da Bahia, chegando até o sudoeste do Paraná.

Nessas áreas, o volume esperado de chuvas é entre 30 mm e 50 mm, com rajadas de vento de até 60 km/h.



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Webinar sobre o mercado de soja e milho acontece em breve



Com foco na qualificação técnica e na atualização de informações para o setor do agro, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), em parceria com a consultoria Safras & Mercado, promove na próxima terça-feira, 22 de abril, às 19h, o segundo webinar gratuito de 2025. A temática central será “Cenário de oferta e demanda global: perspectivas de mercado de milho e soja”.

O webinar é aberto ao público, com foco especial em Sindicatos Rurais, produtores, lideranças do agro, técnicos e demais profissionais interessados em compreender os rumos do mercado agrícola. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site da Faesc. Clique aqui e participe!

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O evento contará com a participação do consultor-chefe da Safras & Mercado, Paulo Molinari, reconhecido como um dos maiores especialistas brasileiros em análise do mercado de grãos. Com uma carreira sólida e ampla experiência no setor, Molinari apresentará uma leitura estratégica sobre os fatores globais que influenciam diretamente a formação de preços, a oferta e a demanda do milho e da soja.

Para o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, a parceria com a Safras & Mercado tem sido decisiva na disseminação de conteúdo técnico e qualificado para o agronegócio. “O acesso a informações de mercado confiáveis e análises consistentes é fundamental em um setor cada vez mais dinâmico e competitivo. Essa iniciativa busca fortalecer o conhecimento e a capacidade de planejamento de quem atua no campo, nas entidades e nas empresas do setor”, destaca Pedrozo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do arroz no RS se aproxima da reta final, mas clima traz alerta



Colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo constante




Foto: Nadia Borges

A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo constante e já alcança 71,31% da área total semeada na safra atual. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Rio Grandense do arroz (Irga), o percentual equivale a 604.922 hectares já colhidos até a última quinta-feira (10).

A Planície Costeira Externa lidera os trabalhos no campo, com 87,14% da área colhida. Em seguida, aparecem a Fronteira Oeste (82,53%), a Planície Costeira Interna (77,67%) e a Campanha (63,72%). As regiões com menor avanço até o momento são a Zona Sul, com 56,01%, e a Região Central, com 53,75%.

Apesar do bom andamento, o clima voltou a ser motivo de preocupação. De acordo com Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga, as fortes chuvas e os ventos registrados nos últimos dias na Zona Sul e Região Central — justamente as áreas com maior volume de lavouras ainda a serem colhidas — podem comprometer o rendimento das colheitas nestas localidades.

As informações são obtidas por meio da plataforma Safra, do Irga, que reúne dados enviados pelos 37 escritórios regionais do instituto espalhados pelas zonas produtoras de arroz no estado. A atualização é feita semanalmente e oferece uma visão detalhada sobre o progresso das atividades de semeadura e colheita no Rio Grande do Sul.





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Negócios com EUA bate recorde, mas balança comercial favorece americanos



A balança comercial entre Brasil e Estados Unidos bateu recorde no primeiro trimestre de 2025, com a corrente de comércio atingindo 20 bilhões de dólares, alta de 6,6% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar do avanço, o Brasil registrou déficit de 654 milhões de dólares – compramos mais dos EUA do que vendemos. Os dados foram divulgados pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil.

Nos primeiros três meses de 2025, o Brasil exportou para os Estados Unidos um total de US$ 9,65 bilhões. Já as nossas importações somaram US$10,3 bilhões. O destaque ficou para o crescimento das exportações industriais brasileiras, especialmente sucos, com aumento de 74,4%, óleos combustíveis, com 42,1%, e café não torrado, com 34%.

A carne bovina passou a figurar entre os dez produtos mais exportados para os EUA, com alta expressiva de 111,8 %. Os números são referentes ao primeiro trimestre do ano, portanto ainda não refletem os efeitos das tarifas dos americanos contra o Brasil.

A pauta de importação do Brasil foi dominada por bens manufaturados (89,2%), com destaque para máquinas, medicamentos, petróleo e equipamentos de processamento de dados.

As compras de petróleo bruto aumentaram 78,3%, revertendo a tendência de queda anterior e impulsionando o setor energético. Já as importações de gás natural recuaram, refletindo a menor demanda no início do ano.



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