sábado, maio 23, 2026

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Aumento de 6°C nos termômetros até 2100 pode eliminar colmeias e alimentos, mostra Embrapa


Ondas de calor, secas e inundações, reflexos das mudanças climáticas, impactam colmeias de abelhas no Brasil e no mundo. Com isso, não apenas a produção de mel, mas a segurança alimentar global como um todo enfrenta riscos, mostra estudo da Embrapa.

O ponto central da crise é a dependência da polinização para a produção de alimentos. A pesquisadora Fabia Pereira, da Embrapa Meio-Norte, ressalta que apicultores de diversas partes do mundo já percebem os efeitos da mudança climática em suas atividades.

“A frequência e a intensidade de eventos climáticos extremos representam desafios significativos para a sobrevivência das colmeias e a produtividade da cadeia apícola”.

Para ela, é fundamental desenvolver e implementar medidas de mitigação e adaptação para garantir a resiliência desses sistemas produtivos diante dos eventos climáticos extremos.

Enchentes e incêndios ameaçam colmeias

Segundo a Federação Apícola e de Meliponicultura do Rio Grande do Sul (Fargs), durante as enchentes em 2024 no estado, entre 35 mil e 60 mil colmeias foram destruídas, causando impacto direto na apicultura, meliponicultura e produção de alimentos que dependem da polinização.

Anteriormente, em 2016, também houve registros de perdas de insumos e equipamentos de produtores na Argentina e em outros estados do Brasil.

Incêndios também têm prejudicado colmeias de vários países além do Brasil, como Portugal, Espanha, Austrália e Canadá. O fogo consome as colmeias e o pasto apícola, que é o conjunto de plantas que fornecem os recursos necessários para alimentação de abelhas e para a produção de mel, pólen, própolis e cera.

Municípios de São Paulo, do Pantanal Matogrossense e até da região amazônica têm sentido os efeitos dos incêndios. “As colmeias que não são afetadas pelo fogo sofrem com os efeitos da fumaça. Estudos demonstram que a qualidade do ar foi afetada a distâncias que variavam de 120 km a 300 km de distância. As queimadas que atingiram o Pantanal em 2020 afetaram dez estados brasileiros, chegando à região Sul do país”, afirma Fábia.

O futuro incerto até 2100

Cientistas projetam um cenário preocupante para o clima brasileiro até o ano de 2100, alertando para um aumento de até 6°C na temperatura caso as emissões de gases poluentes se mantenham elevadas.

As previsões indicam que todos os biomas do país serão afetados, com destaque para a Amazônia, que pode registrar um aumento de temperatura entre 1°C e 6°C, acompanhado por uma redução nas chuvas que varia de 10% a 45%.

No Pantanal, a temperatura deve subir de 1°C a 4,5°C, enquanto a diminuição das chuvas pode atingir entre 5% e 45%. Já no Pampa, a elevação da temperatura esperada é de 1°C a 3°C, com uma redução de 5% a 40% no volume de precipitações.

A Caatinga, por sua vez, pode sofrer um aumento térmico de 0,5°C a 4,5°C, e uma queda nas chuvas que varia de 10% a 50%. Para a porção nordeste da Mata Atlântica, a previsão é de um incremento na temperatura entre 0,5°C e 4°C, e uma redução de 10% a 35% nas chuvas.

No Cerrado, as temperaturas podem se elevar de 1°C a 5,5°C, com uma diminuição de 10% a 45% nas chuvas. Finalmente, a porção Sul/Sudeste da Mata Atlântica deve registrar um aumento de temperatura de 0,5°C a 3°C, e uma redução de 5% a 30% nas chuvas.

A pesquisadora da Embrapa reforça que essas projeções demonstram a urgência de ações para mitigar os impactos das mudanças climáticas no Brasil.

Adaptação e resiliência

Besouro das colmeias; abelhasBesouro das colmeias; abelhas
Foto: Jessica Louque, Smithers Viscient, Bugwood.org

Para Fábia é importante encarar a mudança climática não apenas como um problema ambiental, mas como uma ameaça direta à produção de alimentos e à subsistência de comunidades rurais.

A vulnerabilidade do setor apícola, evidenciada pelos impactos que tem sofrido, exige uma ação colaborativa entre cientistas, governos, associações de produtores e a sociedade em geral para garantir a proteção das abelhas e, consequentemente, a sustentabilidade da vida no planeta.

A promoção de tecnologias e práticas adaptativas é um caminho apontado para mitigar os impactos e assegurar o futuro da apicultura e meliponicultura.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Plantio de trigo avança, mas chuvas travam RS


A produção de trigo no Sul do Brasil deverá enfrentar ajustes importantes, segundo levantamento da TF Agroeconômica. No Rio Grande do Sul, o plantio segue em ritmo acelerado, devendo alcançar pelo menos 25% da área até amanhã, mas o retorno das chuvas no sábado (14/06) deve interromper os trabalhos. Apesar do esforço, cooperativas, cerealistas e sementeiros apontam que a área cultivada no estado não deve ultrapassar 1 milhão de hectares, sendo a menor desde 2020. No mercado disponível, as negociações seguem restritas, com valores variando de R\$ 1.300,00 a R\$ 1.400,00 a tonelada, dependendo da qualidade e da localização, enquanto os moinhos locais já têm praticamente todo julho coberto.

Em Santa Catarina, o cenário também é de retração. A Conab projeta uma queda de 6,3% na produção, mesmo com um leve aumento de 2% na área plantada, reflexo de uma redução de 8,1% na produtividade média. A venda de sementes caiu cerca de 20% em relação ao ano anterior, reforçando o indicativo de menor produção futura. No mercado, os preços pagos aos triticultores seguem estáveis: R\$ 78,00/saca em Canoinhas, R\$ 75,00 em Chapecó, R\$ 74,00 em Joaçaba, R\$ 78,00 em Rio do Sul, R\$ 78,25 em São Miguel do Oeste e R\$ 80,00 em Xanxerê.

No Paraná, ao contrário do esperado, a Conab surpreendeu ao projetar um aumento de 10,7% na produção de trigo, mesmo com redução de 20,5% na área plantada, acreditando em um expressivo ganho de 39,2% na produtividade — estimativa considerada otimista pelo mercado. A comercialização no estado segue travada: produtores querem no mínimo R\$ 1.550/t FOB, enquanto compradores oferecem até R\$ 1.500,00/t posto moinho. Para a safra nova, há intenção de compra a R\$ 1.400,00/t em outubro e R\$ 1.350,00/t em novembro, mas sem vendedores interessados.

Os preços médios na pedra do Paraná recuaram 0,21% na semana, fechando em R\$ 79,25/saca, enquanto o custo de produção, estimado pelo Deral em R\$ 73,53/saca, ainda garante lucro médio de 7,78% ao produtor, ligeiramente menor que os 8% anteriores. 

 





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entrada da safrinha pressiona preços e reduz ritmo de comercialização



Excesso de oferta e os problemas logísticos estão obrigando produtores a vender




Foto: Nadia Borges

A colheita da segunda safra de milho (safrinha) no Brasil começou e já pressiona os preços no mercado interno. Segundo o CEEMA, os valores médios no país variaram entre R$ 50,00 e R$ 63,00 por saca, enquanto no Rio Grande do Sul, que não cultiva a safrinha, a média subiu para R$ 64,44.

Apesar de certa estabilidade nas cotações, o excesso de oferta e os problemas logísticos estão obrigando muitos produtores a vender rapidamente, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. A falta de armazenagem adequada contribui para a tendência de baixa. Na Bolsa B3, os contratos futuros também refletem pressão: o vencimento para setembro/25 foi cotado a R$ 64,64.

A estimativa da Conab para a segunda safra foi revisada para cima, alcançando 101 milhões de toneladas. A produção total de milho na temporada 2024/25 deverá atingir 128,3 milhões de toneladas. No Mato Grosso, a colheita da safrinha começou com apenas 2,7% da área colhida, bem abaixo da média de 7,9% para esta época. A comercialização da safra no estado já atinge 51%, abaixo da média de 60,8%.

No cenário externo, os embarques dos EUA seguem firmes, com 1,66 milhão de toneladas exportadas na semana encerrada em 05/06. Já o Brasil enfrenta retração: apenas 39.920 toneladas de milho foram exportadas em maio, ante 413 mil no mesmo mês de 2024. A média diária exportada em junho caiu 99,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com os compradores retraídos e exportações fracas, a tendência é de maior pressão sobre os preços nos próximos meses. Produtores devem se preparar para um cenário mais desafiador, sobretudo se a demanda externa não reagir no segundo semestre.





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confira a previsão de hoje



O sábado inicia com clima intenso no Sul e Centro-Oeste do Brasil. Áreas de instabilidade vindas do Paraguai devem trazer tempestades e muita ventania aos estados das duas regiões. Destaque também para chuva forte no Norte e Nordeste. Confira a previsão completa:

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Sul

Áreas de instabilidades vindas do Paraguai provocam mudança no tempo no Sul do Brasil e, além da presença das baixas temperaturas, a chuva volta a ser destaque, com risco de temporal entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e cidades do Paraná. Tempestades são esperadas para Florianópolis e Curitiba; Porto Alegre volta a ficar em alerta. Além das precipitações, o risco de ventania aumenta, com rajadas que podem se aproximar dos 100 km/h.

Sudeste

Tempo mais aberto, apesar das temperaturas ainda baixas pela manhã entre São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, mas com a máxima subindo um pouco mais à tarde. Na capital paulista, a temperatura já volta a se aproximar dos 22°C e não chove. O tempo segue firme e seco no interior mineiro. Destaque para os termômetros subindo mais na cidade carioca, sem previsão de chuva. Tempo firme em Vitória.

Centro-Oeste

Risco de chuva aumenta em cidades do centro-sul de Mato Grosso do Sul pelas instabilidades do Paraguai. Sábado de sol entre nuvens e pancadas que podem ocorrer com força em municípios como Naviraí e Ponta Porã. Campo Grande pode receber chuva no final do dia e o tempo já fica um pouco mais instável pelas instabilidades que descem um pouco mais do extremo noroeste de Mato Grosso. Já Cuiabá, Goiânia e Brasília vão continuar com o início de fim de semana de tempo aberto, firme e até mais seco.

Nordeste

Chuva mais concentrada entre o litoral de Alagoas e do Sergipe, com alerta até mesmo para alguns temporais. A costa leste da Bahia segue mais instável. O dia será mais abafado, com predomínio de muitas nuvens e condição de pancadas moderadas. Já no interior do Nordeste, tempo firme e muito seco, com calorão entre a Bahia, o Piauí e Maranhão. Destaque para a umidade abaixo dos 30% e pouca chuva entre São Luís, Fortaleza e Natal.

Norte

Norte do Brasil com alerta entre Amazonas, Roraima e Amapá: pancadas de chuva podem vir com força, trazendo risco de tempestades em Macapá, Manaus, Boa Vista e Belém. A chance é de pouca chuva entre o Acre e Rondônia e o tempo segue firme, muito seco, com destaque para o calorão em todo o estado do Tocantins.



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Trigo: safra menor pressiona estoques



Dependência de importações no Brasil é ampliada




Foto: Divulgação

A produção brasileira de trigo deve cair de forma significativa em 2025. Segundo dados do CEEMA com base em estimativas da Conab, o país deve colher cerca de 8 milhões de toneladas, enquanto analistas privados apontam para apenas 7,69 milhões. Com isso, os estoques finais da safra 2025/26 devem despencar para 255 mil toneladas, queda de 44,3% frente à expectativa anterior.

O recuo na produção se deve principalmente à redução na área plantada, influenciada por fatores climáticos e baixa rentabilidade observada nas últimas safras. Mesmo com preços relativamente atrativos — R$ 70,00/saca no Rio Grande do Sul e R$ 80,00 no Paraná — os produtores se mantêm cautelosos.

A menor oferta interna reforça a dependência das importações. Nos primeiros cinco meses de 2025, o Brasil importou 3,09 milhões de toneladas de trigo, maior volume para o período desde 2001. No acumulado de 12 meses até maio, o total chega a quase 7 milhões de toneladas, o maior desde 2019.

Enquanto isso, no mercado internacional, a cotação em Chicago recuou para US$ 5,26/bushel. O relatório do USDA revelou estoques finais mundiais menores, projetados em 262,8 milhões de toneladas. A produção dos EUA foi estimada em 52,3 milhões de toneladas, e a da Argentina em 20 milhões.

Apesar da redução dos estoques globais, os moinhos brasileiros não demonstram urgência nas compras, já que ainda operam com estoques confortáveis, impulsionados pelas importações da Argentina. A expectativa é de que, no curto prazo, os preços se mantenham firmes, mas com risco de alta em caso de novos problemas climáticos na América do Sul.





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Tensões elevam trigo e soja nos mercados globais


Segundo a TF Agroeconômica (Abertura dos Mercados – 13/06/25), o trigo abriu o dia em alta na CBOT, com o contrato julho/25 cotado a US$ 531,25 (+4,75) e o dezembro/25 a US$ 567,75 (+4,25). No mercado interno, o CEPEA aponta queda: Paraná a R$ 1.503,06 (-0,86% no dia, -1,90% no mês) e Rio Grande do Sul a R$ 1.341,43 (-0,34% no dia, -1,61% no mês). O avanço reflete a reação do mercado à guerra no Oriente Médio, região altamente dependente de importações do cereal. 

Para a soja, os contratos em Chicago também registraram recuperação: julho/25 a US$ 531,25 (+4,75) e maio/26 a US$ 597,75 (+3,75). No Brasil, o CEPEA marcou leve retração, cotando a soja a R$ 134,26 (-0,09% no dia, -0,22% no mês). No Paraguai, o preço recuou 8,08%, fechando a US$ 350,98 em Assunção. O mercado reagiu ao ataque de Israel ao Irã, que elevou o petróleo e sustentou a alta do óleo bruto de soja, essencial para o biodiesel. Além disso, a EPA deve anunciar hoje cortes nos preços dos biocombustíveis nos EUA, enquanto na Argentina a colheita recorde limita ganhos: a Bolsa de Cereais de Buenos Aires revisou a produção para 50,30 milhões de toneladas, acima dos 49 milhões do USDA.

Já o milho opera em leve baixa em Chicago, cotado a US$ 435,50 (-3,0), enquanto na B3 o julho/25 fechou em R$ 63,10 (-0,63%) e o janeiro/26 em R$ 71,60 (-0,23%). O CEPEA aponta queda diária de 0,49%, para R$ 67,64. No Paraguai, os preços seguem estáveis entre US$ 165 (San Pedro) e US$ 195 (NE RS). A pressão negativa vem da expectativa de uma safra recorde nos EUA e da necessidade de clareza sobre tarifas comerciais. 

 





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estratégias integradas são chave para controle eficaz da planta daninha


A presença do caruru (Amaranthus spp.) nas lavouras de soja brasileiras tem se consolidado como um dos maiores desafios fitossanitários enfrentados pelos produtores. Com alto potencial competitivo, rápida capacidade de disseminação e resistência crescente a diversos mecanismos de ação de herbicidas, a planta daninha pode causar perdas superiores a 50% na produtividade se não for controlada de forma adequada.

O controle efetivo do caruru exige a adoção de um manejo integrado, que envolva práticas preventivas, culturais, mecânicas e químicas. Essa abordagem é fundamental para reduzir a pressão de seleção por resistência e manter a sustentabilidade da produção agrícola.

Rotação de culturas e plantas de cobertura no combate ao caruru

A rotação de culturas é uma das estratégias mais eficazes no controle do caruru. A alternância da soja com culturas como milho, trigo ou pastagens interrompe o ciclo de vida da planta daninha, reduzindo sua presença no solo. Além disso, o uso de plantas de cobertura, como o azevém durante o inverno, promove o sombreamento do solo e inibe a emergência de novas plantas.

O plantio consorciado, como milho com braquiária, e a antecipação da semeadura para períodos com menor emergência do caruru também são práticas que complementam o controle cultural da espécie.

Herbicidas: uso criterioso e atenção à resistência

O controle químico ainda é uma das principais ferramentas no manejo do caruru, sendo recomendado o uso combinado de herbicidas pré-emergentes e pós-emergentes. O sucesso da aplicação depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha — com maior eficácia em aplicações realizadas entre 2 e 4 folhas.

Entretanto, o uso contínuo de ingredientes ativos com o mesmo mecanismo de ação tem levado ao surgimento de populações resistentes. No Brasil, já há registro de resistência ao glifosato, inibidores da ALS, Protox e Fotossistema II em diferentes espécies de caruru. Por isso, a rotação e associação de mecanismos de ação são práticas indispensáveis para prolongar a vida útil dos herbicidas disponíveis no mercado.

Boas práticas agrícolas complementam o controle

Além do manejo químico e cultural, práticas como a limpeza de máquinas e implementos agrícolas são essenciais para evitar a introdução e disseminação de sementes de caruru entre talhões e propriedades. A utilização de sementes certificadas, a eliminação de plantas sobreviventes e o cuidado com a entrada de animais em áreas produtivas também integram o conjunto de medidas preventivas.

Manejo antecipado é fundamental para conter o avanço

A estratégia mais eficaz contra o caruru começa antes mesmo do plantio. A adoção de herbicidas residuais, associada a boas práticas agrícolas e culturais, oferece um controle mais duradouro e reduz a emergência de novas plantas durante o ciclo da cultura.

 





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Prestação de serviço em pulverização localizada gera oportunidade para pequenos produtores



Smart Sensing diversifica modelo de negócios para atingir outros públicos


Foto: Divulgação

A Smart Sensing, que comercializa no Brasi a tecnologia WEED-IT, de sensores que detectam as plantas daninhas e acionam válvulas para aplicação localizada de herbicidas, está ampliando a prestação de serviço para viabilizar também aos pequenos produtores uma pulverização de precisão e baixo custo. Somente com essa nova modalidade de negócios, a empresa espera faturar R$ 5 milhões ao ano.

A prestação de serviço atualmente conta com quatro máquinas em operação, duas em Mato Grosso, uma em Goiás e outra na Bahia. Segundo Marcos Ferraz, diretor comercial da Smart Sensing, o movimento de “servitização” da agricultura, onde ao invés de simplesmente vender os insumos as empresas oferecem o controle e a estratégia de manejo completa, está crescendo. “Dessa forma, o cliente ganha ao pagar pelo resultado e não pelo produto e ainda conta com profissionais mais capacitados, garantia de eficiência, menor investimento inicial, sendo que o próprio benefício gerado paga o investimento.”

Os clientes que utilizam a prestação de serviço para aplicação localizada de herbicidas com a tecnologia WEED-IT tiveram até abril deste ano uma economia média de R$115,40 por hectare ou 63,7% em relação à pulverização convencional.

Essa modalidade serve também para aumentar as vendas do sistema, a taxa de conversão para compra dos equipamentos, que atualmente é o foco principal da empresa, naqueles clientes que fizeram o serviço é de aproximadamente 50%. “Isso mostra a satisfação relacionada aos resultados obtidos. A prestação de serviços acaba funcionado como mais uma ferramenta de divulgação, mas o número de clientes a ser atendido neste modelo tende a aumentar conforme conseguimos ampliar nossa frota disponível, além da realização de parcerias com empresas locais. O serviço é muito mais fácil de vender já que o cliente não precisa desembolsar um valor alto e a própria economia gerada muitas vezes já paga o valor do serviço. Além de eliminar a desconfiança, pois ele só paga a partir da comprovação do resultado”, explica Ferraz.





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Bioestímulo e controle de pragas e doenças em maçã e uva são temas do Seminário Nacional de Fruticultura


Um dos principais encontros técnicos e científicos do setor frutícola, o Seminário Nacional de Fruticultura (Senafrut) terá sua 16ª edição entre os dias 10 e 12 de junho, na catarinense São Joaquim. O evento reúne produtores, consultores, pesquisadores e fornecedores de tecnologias. Na ocasião, a companhia Sipcam Nichino Brasil, com histórico de forte presença no mercado brasileiro de agroquímicos para HF, apresenta um portfólio robusto voltado à nutrição e ao controle de pragas e doenças das culturas de maçã e uva.

Recentemente, a Sipcam Nichino introduziu no país uma plataforma de bioestimulantes, formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde. Para a companhia, o ‘bioestímulo’ entrega aumento significativo em produtividade e sanidade da maçã e da uva.

“Comprovamos a potencialização do desenvolvimento das culturas, resultante de alterações em processos fisiológicos, como por exemplo maior capacidade fotossintética”, resume José de Freitas, engenheiro agrônomo, da área de desenvolvimento de mercado. “O uso correto dessas tecnologias de última geração traz melhor desenvolvimento vegetativo e reprodutivo às culturas de maçã e uva, com plantas e frutos mais sadios e produtivos, mesmo diante de entraves climáticos aos sistemas de produção.”

O controle de pragas e doenças também terá espaço destacado pela Sipcam Nichino no Senafrut. A companhia difundirá informações sobre resultados entregues aos produtores pelos fungicidas Academic®, Dodex®, Metiltiofan® e Zetanil® e o inseticida Trebon®.

De acordo com Freitas, as culturas de maçã e uva são estratégicas para o negócio da Sipcam Nichino Brasil. “A fruticultura da região Sul do país tem sido alvo de investimentos da companhia em pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas. O objetivo é auxiliar o produtor a enfrentar desafios fitossanitários e climáticos, assim produzir mais e melhor”, conclui José de Freitas.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.





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