quinta-feira, maio 21, 2026

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Preços dos itens juninos apresentam alta no Nordeste e queda no Norte



A festa junina é uma das mais tradicionais e aguardadas celebrações do calendário brasileiro. Além de valorizar a cultura local, o período tem grande importância para a economia regional, principalmente para o Norte e Nordeste, regiões que concentram as maiores comemorações do país.

Segundo a plataforma de inteligência de dados Scanntech, a cesta de alimentos com itens típicos da ocasião registrou alta de 2,5% no Norte e uma retração de -0,1% no Nordeste no mês de maio em comparação com abril. Além disso, outra curiosidade é que a pipoca e o doce de leite figuraram entre os produtos mais vendidos da cesta em todo o país.

Aumento de itens juninos no Nordeste

  • Amendoim: +3,6%
  • Bolo pronto: +1%
  • Coco ralado: +1,4%
  • Doce de leite: +0,9%
  • Doce industrializado pronto: +2,3%
  • Leite de coco: +9,2%
  • Milho: +7,6%
  • Milho para pipoca: -1,4%
  • Mistura para bolo: +0,3%
  • Pão de hot dog: +0,3%
  • Pipoca: queda de -4,6%
  • Salsicha: +1,8%

Baixa de preços no Norte

  • Amendoim: -0,5%
  • Bolo pronto: +4%
  • Coco ralado: -3%
  • Doce de leite: -2,9%
  • Doce industrializado pronto: +5,3%
  • Leite de coco: -0,4%
  • Milho: +6,9%
  • Milho para pipoca: -2,3%
  • Mistura para bolo: +1%
  • Pão de hot dog: -1,6%
  • Pipoca: -0,8%
  • Salsicha: +3,9%

Em relação ao volume de vendas, o leite de coco registrou a maior queda na região Nordeste e Norte, com recuo de -53,5% e -10,1%, respectivamente.

Já no Nordeste, o milho foi o produto que mais cresceu em vendas, enquanto no Norte o destaque ficou para o doce de leite.

Preços pelo país

Em análise dos dados gerais do Brasil, a Scanntech observou que as variações de preço são menores:

  • Amendoim: +1,4%
  • Bolo: +1,3%
  • Coco ralado: +1,2%
  • Doce industrializado pronto: +2,8%
  • Leite de coco: -5,6%
  • Milho: +0,6%
  • Milho para pipoca: +1,7%
  • Mistura em pó para bolo: +0,7%
  • Pão de hot dog: +0,3%
  • Pipoca: -0,2%
  • Salsicha: +2,6%
  • Doce de leite: preço estável (sem variação)

Em relação às vendas no cenário nacional, o leite de coco foi o que mais apresentou queda, com recuo de – 33,7% seguido pelo coco ralado com -5%.

Assim como na variação das regiões, pipoca e doce de leite foram os produtos com o maior aumento nas vendas pelo país.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Santa Catarina intensifica medidas de defesa sanitária após confirmação de…


Diante da confirmação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)  de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) de Santa Catarina e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) emitiram a Nota Técnica n.º 001/2025 com medidas sanitárias visando garantir a proteção do estado e dar segurança aos países importadores.

Por meio da Portaria Mapa n.º 795, de 15 de maio de 2025, foi declarado estado de emergência zoossanitária no município de Montenegro, no Estado do Rio Grande do Sul, por 60 dias, em função da detecção da infecção pelo vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em estabelecimento de aves comerciais.

Com isso, Santa Catarina emite Alerta Máximo para que a avicultura comercial reforce as medidas de biosseguridade. Além disso, o Estado intensifica as ações de defesa sanitária animal, entre elas estão a análise da movimentação e produtos de origem animal vindos da região do foco; o direcionamento da atividade de vigilância ativa em propriedades que receberam animais daquela região nos últimos 30 dias; e orientação aos Postos de Fiscalização Agropecuária (PFFs) da divisa sul para intensificar a inspeção documental e física de todas as cargas de aves e ovos férteis provenientes do Rio Grande do Sul.

Os médicos-veterinários da Cidasc também foram orientados a manter a avaliação criteriosa nos atendimentos de casos suspeitos de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN) e a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) é enquadrada. Além de intensificar as orientações durante as vigilâncias e certificações de rotina, tanto em plantéis de aves comerciais, quanto em aves de subsistência, sobre a importância da biosseguridade na prevenção das doenças das aves.

“Santa Catarina é o segundo maior exportador de carne de frango do Brasil, e isso se deve à implementação das normas de biosseguridade na avicultura e pelo trabalho da defesa sanitária, por meio da Cidasc. Seguindo as orientações do governador Jorginho Mello, estamos vigilantes e reforçando todas as medidas para impedir a entrada dessa doença em Santa Catarina. Precisamos que cada um faça sua parte”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

Secretaria e Cidasc alertam que o momento requer atenção máxima e, diante da importância econômica e social da avicultura para o Estado de Santa Catarina, a adoção dessas medidas é de extrema relevância. A depender da evolução do cenário epidemiológico, novas medidas poderão ser adotadas pela Cidasc para proteger a avicultura catarinense.

Os produtores devem reforçar as medidas de biosseguridade e proibir visitas de pessoas alheias ao sistema de produção. “Cabe à Cidasc, a todo o setor produtivo e à sociedade vigiar. Importante também avisar a Cidasc em caso de suspeita de doença nas aves ou de alta mortalidade, além de cuidar muito da biosseguridade de sua produção. Cuidados com a água, com a ração, com telas, calçados e roupas, não ter visitas para entrar no aviário. Fechar as aves de subsistência em um local telado, pois sabemos que o vírus está circulando e temos que manter as aves silvestres afastadas desses ambientes. Importante saber que a carne de aves e ovos não transmitem a doença ao ser humano, podem e devem ser consumidos normalmente”, pontua a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.

Aves mortas ou com sinais clínicos da doença não devem ser manipuladas. É de extrema importância a comunicação imediata à Cidasc em caso de aves de qualquer espécie apresentando sinais clínicos de Influenza Aviária (sinais respiratórios, neurológicos, tais como dificuldade respiratória, secreção ocular, andar cambaleante, torcicolo ou girando em seu próprio eixo, ou mortalidade alta e súbita). Essa comunicação pode ser realizada utilizando o sistema e-Sisbravet no link: bit.ly/notificarcidasc ou bit.ly/SISBRAVET, ou ainda, diretamente em um escritório local da Cidasc, contatos disponíveis no site cidasc.sc.gov.br/estrutura-organizacional.

Conforme o Mapa, esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil. Desde 2006, ocorre a circulação do vírus, principalmente na Ásia, África e no norte da Europa. A Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), é uma doença das aves causada por vírus. O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas).

Informamos que o consumo da carne de aves e ovos é seguro e não representa qualquer risco ao consumidor final.





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Marco regulatório dos defensivos agrícolas e nova taxa de registro são aprovados



O Congresso Nacional fez a apreciação de nove vetos do governo federal ao Projeto de Lei nº 1.459/2022, conhecido como “PL dos Agrotóxicos”.

A proposta, sancionada em dezembro de 2023 como Lei nº 14.785, atualiza o marco regulatório dos defensivos agrícolas no Brasil, que está em vigor desde 1989.

Para a CropLife Brasil, associação que representa a indústria de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de defensivos agrícolas, ao garantir maior modernização e segurança jurídica, a iniciativa representa um importante passo para atualização e modernização do setor agrícola.

Para o diretor-presidente da entidade, Eduardo Leão, a nova legislação equipara o Brasil aos grandes produtores agrícolas mundiais. Segundo ele, a regulamentação do marco legal fornecerá o ambiente jurídico necessário para que as empresas ofereçam inovação, ao mesmo tempo em que garantirá elevados padrões de proteção.

“A nova lei cria processos mais avançados e transparentes, sem renunciar aos rígidos critérios técnico-científicos de aprovação de novas moléculas. A lei beneficiará produtores e consumidores, que passarão a ter acesso a produtos mais sustentáveis, tecnológicos e eficazes. É mais tecnologia que se traduz em alimentos mais acessíveis e seguros à mesa das pessoas, sem a necessidade de expandir terras de cultivo e com menor utilização de recursos naturais,” considera Leão.

Taxa de avaliação e registro de defensivos

Entre os vetos derrubados pelo Congresso Nacional estão os relacionados à criação da Taxa de Avaliação e de Registro de pesticidas, aditivos e outros produtos relacionados a defensivos agrícolas (VET 47/2023 – itens 10 a 15).

A partir de agora, o governo poderá recolher a contribuição de produtos técnicos e equivalentes, produtos novos, produtos formulados, produtos genéricos, agrotóxicos, produtos de controle ambiental, registro especial temporário (RET), produto atípico ou idêntico e produto para agricultura orgânica. O valor arrecadado com a taxa será recolhido ao Fundo Federal Agropecuário (FFAP).

Para o diretor de Defensivos Químicos na CropLife, Arthur Gomes, a criação da tarifa é positiva. “O recurso deverá apoiar o Ministério da Agricultura e Pecuária no trabalho de fiscalização, além do fomento ao desenvolvimento de atividades fitossanitárias e promoção da inovação tecnológica do setor agrícola em sanidade vegetal.”

Já os vetos relacionados aos itens 9, 16 e 17 foram mantidos pelos deputados e senadores. Outros oito itens do veto (1 a 8) já haviam sido rejeitados na sessão de 9 de maio de 2024. O novo texto agora segue para promulgação do presidente Lula.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra pregão em baixa


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o pregão em baixa nesta sexta-feira, reflexo da realização de lucros nos Estados Unidos, informa a TF Agroeconômica. O contrato de soja para julho, referência para a safra brasileira, recuou -0,63%, ou \$ -6,75 cents/bushel, fechando em \$ 1068,00. Já a cotação de agosto caiu -0,49%, ou \$ -5,25 cents/bushel, para \$ 1071,50. No mercado de derivados, o farelo de soja para julho encerrou em queda de -0,28% (\$ -0,8/ton curta) a \$ 284,1, enquanto o óleo de soja para o mesmo mês recuou -0,55% (\$ -0,30/libra-peso) a \$ 54,47.

A pressão de baixa se estendeu a todo o complexo de grãos negociado em Chicago. O retorno do feriado nos EUA motivou os investidores a realizarem parte dos lucros acumulados nas últimas sessões. Além disso, o clima favorável para o desenvolvimento das lavouras norte-americanas, com o início oficial do verão neste final de semana, reforçou o movimento vendedor entre os operadores. 

Apesar de uma leve recuperação das vendas para exportação na semana, o mercado permanece atento à ausência de novas compras da China, principal cliente da soja dos EUA. O aumento das importações chinesas de soja do Brasil, que subiram 37,5% em maio na comparação anual, atingindo 12,1 milhões de toneladas, limita a competitividade do produto norte-americano. As compras chinesas de soja dos EUA também cresceram 28,3% em relação ao ano anterior, chegando a 1,63 milhão de toneladas, mas representaram apenas 11,7% do total adquirido pelo país asiático no mês. 

No acumulado da semana, a soja em Chicago fechou praticamente estável, com leve queda de -0,16% (\$ -1,75 cents/bushel). Já o farelo de soja apresentou perda mais expressiva de -2,67% (\$ -7,8/ton curta). O óleo de soja, por outro lado, contrariou a tendência e registrou alta de 7,63% (3,86/libra-peso), sustentado por fatores específicos de demanda e oferta no mercado de óleos vegetais.

   





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Geada negra ameaça lavouras no Sul em meio a frio intenso



O frio intenso que atinge o Sul do Brasil deve se intensificar nesta quarta-feira (25), com previsão de geada ampla nos três estados da região. Há, ainda, alerta para a ocorrência de geada negra, fenômeno extremamente prejudicial às lavouras, pois congela a seiva das plantas de dentro para fora, provocando danos severos e, muitas vezes, irreversíveis.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Diferentemente da geada comum, ou branca, na geada negra não há formação de gelo sobre as plantas e o solo. Em vez disso, como informa a Climatempo, a vegetação fica escurecida, com aspecto queimado.

O evento de geada negra mais “famoso” do Brasil ocorreu em 1975, no norte do Paraná. Os cafezais da região foram dizimados pela ação do fenômeno, levando a enormes perdas econômicas.

O pico da atual onda de frio está previsto para quarta, com temperaturas mínimas próximas de 0 °C nas Serras Gaúcha e Catarinense, e marcas de apenas 1 °C no centro do Rio Grande do Sul. No norte do Paraná, há risco de geada em áreas produtoras de café, exigindo atenção redobrada dos agricultores.

O cenário é provocado pela atuação de uma massa de ar polar seca, que reduz a nebulosidade e favorece a queda acentuada nas temperaturas. Segundo os meteorologistas, o frio começa a perder força a partir de quinta-feira (26), mas o fim de semana reserva novos desafios climáticos para o Sul.

A previsão indica a chegada de um novo sistema que trará chuvas significativas para o Rio Grande do Sul, com volumes que podem ultrapassar os 100 milímetros em áreas já impactadas por temporais recentes (veja o vídeo acima).

Diante desse cenário, produtores rurais devem ficar atentos aos alertas climáticos e tomar medidas para proteger as plantações, principalmente nas áreas mais vulneráveis à geada e às chuvas intensas.



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Sem seguro? Soja ‘em risco’ com o corte de R$ 445 milhões



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, nesta terça-feira (24), o bloqueio de R$ 445 milhões previstos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). A medida faz parte do esforço do governo federal para o cumprimento das metas fiscais. Embora o Mapa tenha classificado o corte como temporário, a decisão já provoca reações negativas no setor de soja.

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Segundo o consultor Vlamir Brandalizze, essas medidas são, em parte, necessárias para manter o orçamento sob controle e evitar desequilíbrios financeiros, como os registrados no passado. “No entanto, para o setor do agronegócio, o impacto é preocupante, especialmente diante dos desafios climáticos que já dificultam a produção”, acrescenta.

Brandalizze destaca que a redução dos recursos destinados ao seguro rural tende a tornar essa proteção mais escassa e mais cara para os produtores de soja. “Além disso, a diminuição dos recursos para a subvenção de juros pode comprometer a efetividade dos pacotes agrícolas anunciados que, sem apoio financeiro oficial, acabam se tornando, na prática, meras promessas”.

O consultor ressalta que essas medidas prejudicam principalmente os pequenos e médios produtores, já que os grandes contam com alternativas como o sistema barter (troca de produtos por insumos).

Por fim, ele alerta que, ao dificultar o crescimento do agronegócio, o governo impacta negativamente a economia nacional como um todo, uma vez que um setor produtivo fortalecido gera mais exportações, consumo, circulação de recursos e arrecadação tributária. Assim, o efeito dessas restrições pode ser contrário ao esperado nas políticas oficiais.



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Semana terá acumulado de chuva superior a 150 mm; confira onde


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou balanço com a previsão de chuva e temperaturas para esta semana e o início da próxima, abrangendo entre 23 e 30 de junho em todo o Brasil. Confira:

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Sul

mapa de chuva - Inmet
Foto: Reprodução

A semana começa com a passagem de uma frente fria, que deve provocar chuvas no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, com volumes que podem ultrapassar os 150 mm em alguns pontos (tons em rosa no mapa acima). Também há previsão de acumulados inferiores a 40 mm no oeste gaúcho e norte paranaense (verde e azul).

Sudeste

A semana começa com previsão de chuvas inferiores a 30 mm em áreas do sul de Minas Gerais e de São Paulo. A previsão é de tempo aberto no centro-norte de Minas Gerais e em parte do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Centro-Oeste

Assim como no Sudeste, os primeiros dias da semana serão de chuvas inferiores a 30 mm em áreas do sul dos estados de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. Contudo, o tempo será aberto, com poucas nuvens, no nordeste matp-grossense e norte goiano, assim como no Distrito Federal.

Nordeste

No interior do Nordeste não há previsão de chuva, com redução da umidade relativa do ar, principalmente no oeste da Bahia, além do sul do Piauí e do Maranhão. Em áreas do litoral nordestino, podem ocorrer chuvas acima de 20 mm (tons em verde), principalmente em Pernambuco e Alagoas.

Norte

Os maiores acumulados de chuva se concentrarão no centro-norte do Amazonas, de Roraima e do Amapá, com volumes que podem superar os 50 mm (tons em amarelo, laranja e vermelho). Em áreas pontuais do nordeste e oeste do Pará, são previstos volumes inferiores a 40 mm. No Acre, em Rondônia e no sul do Amazonas, as precipitações são inferiores a 20 mm. Em Tocantins e no sul do Pará, não há previsão de chuvas ao longo da semana.

Temperaturas da semana

Ao longo da semana, a previsão indica que as maiores temperaturas máximas do país acontecerão nas seguintes áreas:

  • Sul da Região Norte;
  • Norte da Região Centro-Oeste; e
  • Norte da Região Nordeste

Mais especificamente, no próximo domingo (29), os maiores valores devem ocorrer no sudeste do Amazonas, em Rondônia, no sul do Pará, norte de Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Piauí.

De acordo com o Inmet, no leste do Nordeste, assim como em parte da Região Sudeste e Paraná, as máximas devem ser inferiores a 28°C. Já no centro-sul do Rio Grande do Sul, são previstas temperaturas máximas inferiores a 18°C.

As temperaturas mínimas devem se manter acima dos 24 °C na Região Norte e no norte da Região Nordeste. No centro-sul do País, predominam mínimas inferiores a 18°C.

A queda de temperatura deverá ser sentida nesta quarta (25) na faixa sul de Goiás; no Triângulo Mineiro, Zona da Mata e sul de Minas Gerais; e em todo o estado do Rio de Janeiro, além do sul do Espírito Santo. Apesar do frio e da previsão de geada fraca a moderada no Sul nesse mesmo dia, a massa de ar frio começa a perder intensidade gradualmente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Armazenagem é o foco do mercado da soja


A produção frustrada de soja do Rio Grande do Sul acabou pressionando o mercado e reforçando o apelo por uma armazenagem descentralizada, segundo informações da TF Agroeconômica. “Não temos mais mercado indicando preços no JUNHO. A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 134,50 para 15/07 (entregas 20/06 a 10/07) e R$ 138,30 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 143,50 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça”, comenta.

Mercado travado e logística em alerta com fim da colheita em Santa Catarina. “O crescimento esperado para a safra de inverno, com destaque para a cevada, reforça a urgência de investimentos logísticos. Caso a estrutura não acompanhe esse avanço, gargalos poderão comprometer a fluidez do escoamento e os ganhos dos produtores. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,98 (+0,69%)”, completa.

Enquanto isso, a armazenagem ganha destaque com a colheita encerrada no Paraná. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 133,34 (-0,43%). Em Cascavel, o preço foi 118,14 (-0,96%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,66 (-1,45%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 121,13 (-0,93%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,70 (+0,33%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, indica.

Frete recua após colheita, mas armazenagem segue ponto de atenção em Mato Grosso do Sul. “Apesar da ausência de dados recentes sobre armazenagem, o tema permanece estratégico, especialmente diante da necessidade de escoamento eficiente e proteção dos estoques em um cenário de margens apertadas. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 118,23 (+1,03%), Campo Grande em R$ 118,23 (+1,03%), Maracaju em R$ 118,23 (+0,44%), Chapadão do Sul a R$ 111,34 (-2,08%), Sidrolândia a em R$ 118,23 (+0,44%)”, informa.

Para finalizar, o déficit de armazenagem em Mato Grosso contrasta com a safra recorde e fretes estáveis. “Preços praticados: Campo Verde: R$ 106,77 (-0,14%). Lucas do Rio Verde: R$ 107,87 (-1,08%), Nova Mutum: R$ 107,87 (-0,57%). Primavera do Leste: R$ 106,77 (-0,37%). Rondonópolis: R$ 106,77 (-0,14%). Sorriso: R$ 107,87 (-0,57%)

 





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