O Conselho Monetário Nacional (CMN) ajustou regras dos direcionamentos para crédito rural vinculadas ao Depósito Interfinanceiro Vinculado ao Crédito Rural (DIR) e ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).
As mudanças ocorrem no âmbito do Plano Agrícola e Pecuário 2025/26, que tem vigência a partir de 1º de julho. As medidas foram aprovadas em reunião ordinária do colegiado realizada na quinta-feira (26), e publicadas na resolução 5.227/2025.
Os ajustes redacionais feitos pelo CMN referem-se às mudanças feitas anteriormente no direcionamento de crédito rural, de 22 de maio.
Um dos pontos alterados diz respeito ao cumprimento da exigibilidade pelas confederações de cooperativas centrais de crédito, os bancos cooperativos, as cooperativas centrais de crédito e as cooperativas singulares de crédito.
A resolução estabeleceu também que a captação de recursos mediante Depósito Interfinanceiro Vinculado ao Crédito Rural (DIR) por sistemas cooperativos de crédito organizados em dois ou três níveis deve ser realizada pelo integrante de maior nível do sistema, admitida a transferência dos recursos às cooperativas de crédito filiadas, observadas as seguintes condições, enquanto o início da captação dos recursos deve ser previamente comunicado ao Banco Central.
A eventual transferência dos recursos captados às cooperativas de crédito filiadas deve ser efetuada por meio de repasse interfinanceiro, prevê a resolução, enquanto a responsabilidade pela comprovação do direcionamento dos recursos para o crédito rural é do integrante de maior nível do sistema. Outra alteração feita pelo CMN foi relacionada ao Proagro.
A resolução prevê que a soma dos valores das indenizações deferidas para o CPF/CNPJ ou para o Cadastro Ambiental Rural seja igual ou superior a 60% da soma dos valores enquadrados das operações com perdas deferidas.
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Foto: Divulgação
O trigo fechou a quinta-feira (26) cotado a US$ 5,21 por bushel em Chicago, acumulando forte recuo em relação à semana anterior, quando estava em US$ 5,74. O mercado sente os efeitos do avanço da colheita nos Estados Unidos e da forte presença russa nas exportações.
Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), a colheita do trigo de inverno nos EUA atingiu 19% até 22 de junho, enquanto 93% do trigo de primavera já estava germinado. Apesar disso, as condições das lavouras não são as ideais, com 19% avaliadas como ruins ou muito ruins.
Enquanto os EUA projetam exportar 22,4 milhões de toneladas em 2025/26, a Rússia estima um volume de 45 milhões de toneladas, mantendo-se como principal fornecedora global do cereal. O produto russo é o mais competitivo do mercado, com preços médios de US$ 225/tonelada, frente a US$ 252 nos EUA e US$ 236 na Argentina e França.
Na América do Sul, os preços continuam pressionados, e o mercado segue travado no Uruguai e Paraguai. Na Argentina, as cotações seguem baixas, refletindo a demanda fraca. O cenário global sugere manutenção da tendência de baixa no curto prazo, com os estoques globais em alta e a demanda internacional ainda enfraquecida.
A cidade de Santa Rita de Cássia, no Oeste da Bahia, será palco do 2º Encontro Técnico de Pecuaristas, neste sábado, 28 de junho, na Fazenda Camucá. O evento contará com uma programação técnica, que será iniciada a partir das 7h30, voltada para temas fundamentais da pecuária moderna.
De acordo com dados da Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE (2023), o município tem o maior rebanho de bovinos da Bahia com 13.290.719 cabeças.
Serão abordados temas como suplementação a pasto, novas cultivares forrageiras, e aspectos ambientais e legais da atividade agropecuária. Além disso, duas mesas-redondas reunirão especialistas, pesquisadores e produtores.
Entre os palestrantes confirmados estão Luiz Henrique Almeida (Grupo Matsuda), Marcelo Ayres (Embrapa Cerrados), Michael Pereira (Inema) e Lucas Rocha (GRS Advogados), com mediação do Prof. Dr. Andrei Fidelis, do CEUB.
Foto: Divulgação
Para facilitar o acesso do público ao local do encontro, será disponibilizado transporte gratuito entre a sede de Santa Rita de Cássia e a Fazenda Camucá.
Às 6h, três micro-ônibus sairão com os alunos da Escola Modelo, retornando imediatamente após a chegada. O público geral contará com duas saídas às 7h30, uma saída às 8h e outra às 13h. O retorno da fazenda para a cidade acontecerá em três horários: 17h, 17h15 e 17h30.
Realizado pelo Grupo Agro Santa Rita e pela Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Santa Rita de Cássia, o encontro promete movimentar a região e reforçar a importância da qualificação no campo, com foco na troca de conhecimentos, na valorização da produção local e no fortalecimento técnico do setor pecuário.
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Os próximos dias serão marcados por chuvas intensas e riscos de transtornos em várias regiões do Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), temporais devem atingir o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e parte do Mato Grosso do Sul, com acumulados que podem superar os 100 mm em curto período de tempo.
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O órgão alerta para possíveis alagamentos, deslizamentos e agravamento das condições hídricas, especialmente em áreas já vulneráveis na região Sul.
Nesta sexta-feira (27), as instabilidades mais significativas devem ocorrer no centro-sul de Mato Grosso do Sul e na faixa sul e litoral de São Paulo, podendo atingir a Região Metropolitana da capital paulista e grande parte do Paraná. Além disso, haverá chuvas mais isoladas na faixa norte e litoral norte de Santa Catarina.
Os volumes esperados podem variar de 20 a 60 mm, sendo que em algumas áreas isso pode ocorrer em curto intervalo de tempo.
No Rio Grande do Sul e região centro-sul de Santa Catarina haverá uma janela de tempo seco, com menor nebulosidade sobretudo no centro-sul gaúcho.
No sábado (28), as áreas de instabilidades voltam a se desenvolver a partir do sul de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul, deslocando-se para o centro, capital e litoral norte gaúchos, onde vão ganhando força progressivamente, com acumulados entre 50 e 110 mm.
De acordo com o Inmet, devido aos volumes de chuva já registrados e às condições de vulnerabilidade da região dos Vales do Taquari e do Rio Jacuí, da Serra Gaúcha e de algumas localidades de Região Metropolitana da capital gaucha, as condições hídricas podem se agravar. Recomenda-se atenção e acompanhamento diário de avisos meteorológicos, assim como os alertas da Defesa Civil.
Já nas primeiras horas do domingo (29), a formação de um novo sistema frontal reforçará as instabilidades sobre grande parte do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, com acumulados podendo exceder os 100 mm, alerta o instituto. Rajadas de vento e raios também estão previstos para toda a região.
No decorrer da noite, as instabilidades mais fortes devem atuar sobre Santa Catarina e Paraná, podendo chegar ao sul de Mato Grosso do Sul, já se distanciando do Rio Grande do Sul.
Na segunda-feira (30), as condições de chuva no território gaúcho já estarão bastante enfraquecidas, mas ainda persistem em áreas localizadas do Paraná e de Santa Catarina, sul de São Paulo e de Mato Grosso do Sul.
Novas instabilidades, contudo, poderão ocorrer no Rio Grande do Sul entre terça-feira (1°) e quarta-feira (2).
Os preços da laranja seguem em queda no mercado de mesa, refletindo a proximidade da nova safra e verificando-se também a maior oferta de frutas precoces. É isso o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Nesta semana, a laranja pera in natura atingiu à média de R$ 60,47 a caixa de 40,8 kg. Este valor está 4,1% abaixo do registrado no período anterior. Já para as variedades precoces, a hamlin foi comercializada a R$ 57,00/cx, queda de 12,3%.
Segundo pesquisadores do Cepea, o frio intenso chegou a atingir pomares de algumas regiões, mas os impactos foram pontuais.
Agentes consultados pelo centro de pesquisas relatam que as maiores preocupações estão relacionadas à lima ácida tahiti. Isso porque o tempo frio pode prejudicar a coloração da fruta justamente neste momento em que a oferta da tahiti está restrita
Segundo agentes do setor consultados pelo centro de pesquisas, a diminuição no ritmo de vendas se deu frente ao feriado de Corpus Christi, e ao período de fim de mês, quando a população tende a estar menos capitalizada.
No último dia 18, Ministério da Agricultura e Pecuária indicou que o estado de emergência zoossanitária no município de Montenegro (RS), chegou ao fim.
Dessa forma, o Brasil recupera novamente o status de livre da doença. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, até o momento, a retomada das importações dos produtos avícolas, incluindo ovos, não foi totalmente reestabelecida.
A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo destra sexta-feira (27) com preços mais altos para grão e cotações mais baixas para farelo e óleo.
Os contratos com vencimento em agosto de 2025 tinham preço de US$ 10,28 1/2 por bushel, alta de 0,75 centavo de dólar por bushel ou 0,07%.
A posição novembro de 2025 era cotada a US$ 10,19 por bushel, elevação de 2,50 centavos de dólar por bushel ou 0,24%.
No farelo, dezembro de 2025 tinha preço de US$ 286,50 por tonelada, desvalorização de US$ 0,60 por tonelada ou 0,20%.
A posição dezembro de 2025 do óleo era cotada a 52,61 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,24 centavo de dólar por libra-peso ou 0,55%.
Em sessão volátil, o mercado oscila entre os territórios positivo e negativo, dentro de pequenas margens. Um movimento de correção técnica é observado frente às perdas acumuladas na semana. De qualquer forma, o quadro de ampla oferta e o clima favorável às lavouras norte-americanas limitam o ímpeto comprador.
Além disso, os investidores se posicionam entre os relatórios de área plantada e estoques trimestrais, que saem na segunda-feira (30).
Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1° de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano anterior. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels.
Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de bushels. Em 1° de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels.
Os contratos com vencimento em agosto de 2025 tinham preço de US$ 10,28 1/2 por bushel, alta de 0,75 centavo de dólar por bushel ou 0,07%. A posição novembro de 2025 era cotada a US$ 10,19 por bushel, elevação de 2,50 centavos de dólar por bushel ou 0,24%. No farelo, dezembro de 2025 tinha preço de US$ 286,50 por tonelada, desvalorização de US$ 0,60 por tonelada ou 0,20%. Já a posição dezembro de 2025 do óleo era cotada a 52,61 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,24 centavo de dólar por libra-peso ou 0,55%.
Uma leve alta nas cotações da carne de frango e no animal vivo interrompeu o movimento de queda observado desde a última semana de maio. É isso o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esta queda acentuada se deu por conta das restrições às exportações impostas pelos parceiros comerciais do Brasil devido à gripe aviária.
No dia 18 de junho, após cumprir todos os protocolos internacionais, o Brasil recebeu novamente o certificado de livre da doença. Assim, pesquisadores apontam que o setor nacional está mais otimista. O Cepea já verifica leves reações nos valores da carne e do frango vivo em algumas praças e estabilidade em outras.
Mesmo com o enfraquecimento das vendas no final do mês, o avanço nos preços a maior competitividade da carne de frango frente às concorrentes sustentou os preços. Além disso, a retomada das exportações para 16 países que haviam suspendido temporariamente as compras da proteína brasileira também contribuiu positivamente para as cotações.
O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) completa 138 anos nesta sexta-feira (27), com muitos resultados inéditos. Nos últimos 12 meses, 20 novas cultivares de diversas espécies foram liberadas aos produtores rurais. Entre elas estão feijão, citros, cana-de-açúcar, batata, batata-doce, laranja, milho e painço, informa o IAC em comunicado.
“Esses materiais inéditos – somados aos pacotes tecnológicos com recomendações de cultivo que os acompanham, reafirmam o protagonismo do IAC como gerador de ciência e tecnologia e o mantém como um dos maiores centros de pesquisa agrícola da América Latina e um pilar estratégico para a agricultura brasileira”, diz o instituto.
“A atuação do Instituto Agronômico segue alinhada com as necessidades dos agricultores de diversos segmentos e as demandas dos mercados. Nossa excelência científica nos conecta com parceiros que reconhecem o IAC como gerador de soluções tecnológicas eficientes para o enfrentamento dos desafios atuais, com a experiência de quem conhece o panorama da agricultura nacional por tê-lo vivenciado ao longo de muitas décadas”, declara na nota o pesquisador e diretor-geral do IAC, Marcos Landell.
Entre os lançamentos estão duas novas cultivares copa de laranjas kawatta e majorca, que são produtivas, precoces e têm alta qualidade de suco. De acordo com a pesquisadora do IAC Marinês Bastianel, essas laranjas têm excelente qualidade físico-química, podendo ser destinadas para industrialização de suco e também para consumo in natura.
Novas cultivares copa de laranja do IAC. Foto: IAC/divulgação
As novas variedades copa de citros resultam de parceria entre o Centro de Citricultura “Sylvio Moreira” do IAC com a Embrapa e a Fundação Coopercitrus Credicitrus. Esses parceiros fizeram a avaliação das novas variedades em diversas condições paulistas, além das realizadas inicialmente pelo IAC nas coleções de campo.
Introduzidas pelo instituto, as duas variedades de copa citros estão presentes há cerca de 50 anos no Banco de Germoplasma do Centro de Citricultura do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Programa Cana IAC
O Programa Cana IAC apresenta duas novas variedades de cana-de-açúcar que serão liberadas em novembro de 2025. Com características de alta produtividade agroindustrial e fechamento rápido de entrelinhas, os dois novos materiais ampliam o portfólio de variedades IAC.
A IAC07-2361, selecionada na região de Ribeirão Preto, apresenta alto TCH e perfil de maturação de julho a outubro. A IAC09-6166 tem porte ereto, perfil de maturação de maio a outubro, ATR médio-alto e diâmetro dos colmos médio.
Feijão-carioca
Responsável pelo desenvolvimento do feijão-carioca – o tipo mais consumido no Brasil -, o Instituto Agronômico lançou este ano a 60ª nova cultivar do tipo carioca: a IAC 2560 Nelore, que tem alta tolerância à antracnose e ao escurecimento dos grãos. Essa característica agrada ao consumidor que não quer um feijão escuro, e favorece a cadeia produtiva, que pode armazená-lo por cerca de 12 meses, sem perder venda.
O novo material tem potencial produtivo de 70 sacas, por hectare. Testado e aprovado pela indústria, tem caldo espesso de alta qualidade, característica que resulta em excelente aceitação no mercado.
Batata-doce
Entre as batatas-doces mais plantadas no Brasil, a cultivar IAC Dom Pedro II apresenta 65 vezes mais carotenoides, compostos que podem ser convertidos em vitamina A. Além dessa característica altamente benéfica para o consumidor, a cultivar tem alta produtividade comercial – de 68 toneladas, por hectare -, precocidade e bom cozimento, atributos que atendem às necessidades do agricultor e demais elos da cadeia de produção.
A nova cultivar de batata-doce de polpa alaranjada escuro e com sabor agradável desenvolvida pelo IAC é destinada ao uso culinário com o diferencial de tornar o alimento mais nutritivo, graças à biofortificação obtida no processo de melhoramento genético convencional.
IAC foi fundado por D. Pedro II
Fundado em 1887, por D. Pedro II, que este ano completaria 200 anos, o IAC se tornou referência nacional e internacional por suas inovações tecnológicas, desenvolvimento de cultivares e soluções sustentáveis que revolucionaram diferentes cadeias do agronegócio.
Seus resultados causam impacto direto nas lavouras, empresas, cooperativas e milhões de produtores rurais em todo o país.
Os contratos do milho operam com preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta sexta-feria (27).
Impulsionado pelo bom desempenho do petróleo em Nova York e por um movimento de correção técnica, o mercado retoma o fôlego e opera em alta. Ainda assim, a posição setembro/25 acumula queda de 3,70% na semana até o momento.
Além disso, o mercado está em compasso de espera para os relatórios de área plantada e de estoques trimestrais na posição 1° de junho, que serão divulgados na segunda-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Para a área plantada de milho, a expectativa do mercado é de que ela possa ocupar 95,242 milhões de acres na safra 2025/26, volume que fica abaixo dos 95,326 milhões de acres estimados em março. A área, entretanto, deve ficar acima dos 90,954 milhões de acres cultivados na temporada 2024/25.
Nos estoques trimestrais na posição 1° de junho, o mercado espera que eles sejam indicados em 4,648 bilhões de bushels de milho, volume que fica abaixo dos 4,997 bilhões de bushels indicados na posição 1 de junho de 2024. Na posição 1° de março de 2025, os estoques haviam sido indicados em 8,151 bilhões de bushels. Os contratos com entrega em dezembro estão cotados a US$ 4,09 3/4 por bushel, alta de 5,75 centavos de dólar, ou 1,42%, em relação ao fechamento anterior.
Ontem (26), o milho fechou com baixa nos preços. Em dia volátil, o mercado acabou sendo pressionado pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, corroborando com a perspectiva de uma ampla oferta global do cereal. Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com baixa de 1 centavo, ou 0,24%, cotados a US$ 4,04 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com recuo de 1,50 centavo, ou 0,35%, cotados a US$ 4,21 por bushel.