terça-feira, maio 19, 2026

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Exportações de carne suína crescem 28% e batem recorde histórico em receita



As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 137,1 mil toneladas em junho, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado foi 28% superior ao mesmo período do ano passado, com 107,1 mil toneladas. É o segundo maior volume mensal já registrado na história do setor.

Ainda de acordo com a ABPA, as exportações geraram uma receita de US$ 341,6 milhões em junho deste ano, saldo 45,2% superior ao alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 235,3 milhões. O saldo obtido em junho de 2025 é o maior já registrado na história do setor.

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No semestre, as exportações acumuladas chegaram a 722 mil toneladas, volume 17,6% superior ao registrado entre janeiro e junho de 2024, com 613,7 mil toneladas. Em receita, a alta das exportações chegou a US$ 1,7 bilhão, saldo 32,6% maior em relação ao total obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 1,3 bilhão.

Principal destino das exportações de carne suína em junho, as Filipinas importaram 33,8 mil toneladas, volume 141,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão a China, com 15,4 mil toneladas (-6,2%), Japão, com 12,8 mil toneladas (+27,7%), Chile, com 11,3 mil toneladas (+55,3%) e Singapura, com 9,1 mil toneladas (+0,1).

Entre os principais estados exportadores, Santa Catarina liderou com 374,3 mil toneladas exportadas no primeiro semestre (+11% em relação ao mesmo período do ano passado), seguido pelo Rio Grande do Sul, com 158,9 mil toneladas (+21,29%), Paraná, com 111,3 mil toneladas (+38,81%), Mato Grosso, com 18,5 mil toneladas (+5,46%) e Minas Gerais, com 18,4 mil toneladas (+54,71%).

“Há um aumento em diversos mercados na demanda por carne suína do Brasil, incluindo mercados com elevado valor agregado. O comportamento do mercado global projeta resultados ainda mais positivos que as expectativas traçadas pelo setor produtivo em janeiro, indicando novos recordes em volume e receita”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.



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Maior oferta de tomate pressiona as cotações



Na última semana, os preços do tomate salada 3A caíram. É isso que apontam os levantamentos da equipe Hortifrúti/Cepea

No atacado de São Paulo, a média foi de R$ 102/caixa, queda de 17,4% em relação à do período anterior. No do Rio de Janeiro, Campinas (SP) e Belo Horizonte, os recuos foram de 25,8%, 17,7% e 11,5%, respectivamente, para R$ 105/cx, R$ 108/cx e R$ 102/cx.

Segundo pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, a pressão vem do aumento da oferta. As temperaturas um pouco mais altas nas regiões produtoras favoreceram a maturação do tomate, garantindo aos atacados uma maior disponibilidade de frutos de qualidade, com mais tomates “coloridos”. 

Além disso, como o ciclo das plantas avança, naturalmente os frutos se formam, mesmo que as condições de temperatura não sejam ideais. 

Ainda conforme levantamentos do Hortifrúti/Cepea, a região de Mogi Guaçu (SP) intensifica a oferta aos atacados neste mês (mais tardiamente), já que houve atraso em junho, em função do frio que retardou a maturação. 

Araguari (MG) está em plena colheita da safra de inverno e distribui sua produção aos principais atacados. A região de Linhares (ES), que iniciou a safra no mês passado, já está intensificando a colheita.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja fecha em queda em Chicago com novas tensões



Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo



Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo
Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo – Foto: USDA

Nesta segunda-feira (07), os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram o dia em forte baixa, pressionados por fatores políticos e cambiais. Segundo informações da TF Agroeconômica, o contrato de agosto, referência para a safra brasileira, recuou -1,81%, ou -24,00 cents por bushel, fechando a US$ 10,31. Já o vencimento de setembro caiu -2,67% (-27,75 cents/bushel), cotado a US$ 10,13.

Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo. O farelo de soja para agosto recuou -1,87%, cotado a US$ 272,20 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja fechou em baixa de -1,12%, a US$ 53,94 por libra-peso. A desvalorização generalizada foi motivada por decepções no discurso de Donald Trump, que, em evento em Iowa, não apresentou novas medidas de estímulo ao comércio internacional.

A ausência de anúncios sobre compras chinesas ou acordos bilaterais frustrou as expectativas dos investidores e levou fundos a realizarem lucros, acelerando as quedas. Além disso, a desvalorização do real frente ao dólar contribuiu para um aumento na oferta da soja brasileira, com produtores aproveitando o câmbio para escoar estoques e abrir espaço nos armazéns para a colheita do milho safrinha.

Apesar das expectativas de crescimento de 10% nas exportações da oleaginosa em 2025, as vendas para a China — principal compradora global — caíram mais de 40% recentemente. Esse cenário reforça preocupações quanto à demanda externa. Segundo o USDA, os embarques semanais somaram 389 mil toneladas, dentro do esperado, mas insuficientes para conter o pessimismo do mercado.

 





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ExpoAlmas pretende impulsionar o agronegócio no Sudeste do Tocantins



A ExpoAlmas, maior feira agropecuária da região Sudeste do Tocantins (TO), movimentará o município de Almas entre 10 e 12 de julho. Durante a feira, o Sebrae/TO oferecerá orientação, informação e acesso a serviços essenciais para pequenos negócios. Além disso, a instituição participará da programação técnica.

Produtores rurais, empresários, instituições financeiras e entidades do agro vão se reunir em um ambiente estratégico de geração de oportunidades. Com programação técnica diversificada, a feira também aposta em conteúdo de peso para fomentar o conhecimento e ampliar as competências dos produtores e empreendedores da região, além de contar com shows e rodeios.

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Destaques da ExpoAlmas

Um dos destaques da programação é a palestra do ex-ministro Aldo Rebelo, marcada para o dia 11 de julho, às 17h. Com o tema: ‘O Brasil na geopolítica ambiental’.

Já no dia 12 de julho, às 9h, a especialista Ceci Mota abordará o tema ‘Autoconfiança e resiliência para crescer’.

Segundo Rogério Ramos, diretor técnico do Sebrae/TO, as ações na feira estão alinhadas com a missão de impulsionar os pequenos negócios e promover desenvolvimento sustentável.

“Atuamos diretamente para impulsionar os pequenos negócios. A feira vai além de entretenimento com shows e rodeios, ela se consolida como um ambiente estratégico de geração de oportunidades, valorização do agronegócio e estímulo ao empreendedorismo que movimenta a economia do Tocantins”, afirma Ramos.



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Exportação de carne bovina cresce 23,7% em junho



As exportações brasileiras de carne bovina somaram US$ 1,428 bilhão em junho de 2025, um aumento de 50% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. O volume exportado no mês alcançou 271,2 mil toneladas, crescimento de 23,3%.

O desempenho de junho reforça a tendência positiva do setor, que vem registrando crescimento contínuo desde o início do ano. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

O produto in natura respondeu por 91,9% do valor exportado em junho, totalizando US$ 1,31
bilhão e 241 mil toneladas. As carnes industrializadas representaram 4,7% (US$ 67,8 milhões), seguidas por miúdos (2,4%), tripas (0,5%), gorduras (0,3%) e carnes salgadas (0,1%).

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Principal mercado

A China se manteve como principal destino da carne bovina brasileira, responsável por 52% da receita do mês (US$ 743,5 milhões) e 50,1% do volume (136 mil toneladas). O país aumentou suas compras em 84,4% em valor e 47,9% em volume em relação a junho de 2024. Os Estados Unidos ficaram na segunda posição, com 18,2 mil toneladas exportadas em junho e receita de US$ 123,6 milhões. O México veio em seguida, com 16,4 mil toneladas, alta de 341,2% frente ao mesmo mês de 2024, e US$ 89,8 milhões em faturamento. A União Europeia importou 8,7 mil toneladas, crescimento de 37,3%, somando US$ 73,5 milhões. O Chile gerou US$ 52,1 milhões, com embarques de 9,3 mil toneladas de carne bovina brasileira.

No acumulado do primeiro semestre de 2025, as exportações brasileiras totalizaram US$ 7,23
bilhões, crescimento de 27,1% em relação ao mesmo período de 2024 (US$ 5,68 bi). Foram
embarcadas 1,47 milhão de toneladas nos seis primeiros meses do ano, alta de 13,4%. A média mensal de embarques no semestre é de aproximadamente 245 mil toneladas.

Entre os principais mercados no semestre, a China liderou com 641,1 mil toneladas e US$ 3,22 bilhões em compras, um aumento de 28,2% em valor na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os Estados Unidos aparecem na sequência, com 181,5 mil toneladas e US$ 1,04 bilhão, alta de 102%. O Chile importou 58,9 mil toneladas, com receita de US$ 315,5 milhões (+37,4%). O México comprou 52 mil toneladas, totalizando US$ 276,3 milhões, crescimento expressivo de 235,7%.

Em termos de desempenho mensal, junho foi o melhor mês do ano até agora em valor absoluto, superando os embarques de maio



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ritmo de importação do cereal argentino cresce no Brasil



Moinhos brasileiros vêm intensificando, mês a mês, as importações de trigo da Argentina. Isso de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).  

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário reflete a baixa oferta doméstica e preocupações quanto à possível redução na área com cereal na atual temporada. 

Em junho, chegaram ao Brasil 487,04 mil toneladas de trigo. Desse montante, 94,1% tiveram como origem a Argentina, somando 458,18 mil toneladas. O restante do volume, apenas 5,9%, vieram do Paraguai  somando 28,85 mil toneladas, conforme dados da Secex analisados pelo Centro de Pesquisas. 

O volume importado no primeiro semestre de 2025 somou 3,58 milhões de toneladas, 6,3% acima do adquirido no mesmo período de 2024. 

Quanto aos preços domésticos, levantamento do Cepea mostra que o movimento continua de queda, influenciado pela pressão cambial e pela retração de agentes do mercado.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Açúcar: vendedores se mantém firmes nos preços pedidos


Foto: Reprodução/Canal Rural

Os preços médios do açúcar cristal no mercado spot de São Paulo vêm operando na casa dos R$ 116/saca de 50 kg neste início de julho. Isso de acordo com os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo o centro de pesquisas, representantes de vendas das usinas se mostram mais firmes em relação aos valores, mesmo com fundamentos baixistas, entre eles, as previsões de excedente mundial de açúcar para a atual e próxima safras.

As recentes quedas do cristal no mercado doméstico acenderam um sinal de alerta quanto ao custo de produção. Somente em junho, o Indicador Cepea/Esalq, cor Icumsa de 130-180, acumulou expressivo recuo de 12,71%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

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com queda de 40% vendas atingem o menor patamar da safra



O volume de etanol hidratado comercializado na primeira semana de julho em São Paulo foi o menor da safra 2025/26. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Foram quase 20 milhões de litros a menos deste combustível frente ao período anterior, ou redução de 40,4%. Segundo o instituto, os demandantes já estão abastecidos com compras realizadas em semanas anteriores, assim se mantiveram afastados do mercado spot paulista.

Agentes de usinas, por sua vez, seguiram firmes nos valores pedidos na maior parte dos casos, por conta dos estoques reduzidos de combustível neste atual momento da safra. 

Quanto aos preços, oscilaram pouco, conforme levantamentos do Cepea. De 30 de junho a 4 de julho, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,6055/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O valor representa queda de 0,17% frente ao do período anterior. 

Por outro lado, para o anidro, o Indicador Cepea/Esalq apresentou ligeiro avanço, operando a R$ 2,9996/litro valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). O valor representa uma alta de 0,11% em igual comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Incertezas sobre tarifas de Trump e clima bom nos EUA derrubam preço da soja na Bolsa de Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado mantém o viés negativo observado no pregão anterior, pressionado pelas dúvidas em relação à política tarifária de Donald Trump. A previsão de clima favorável no país e a continuidade da boa qualidade das lavouras por mais uma semana também reforçam o movimento de queda nas cotações.

Segundo a Reuters, a China, maior importadora da oleaginosa, alertou o governo Trump contra a reativação de tarifas sobre produtos chineses prevista para o próximo mês e ameaçou retaliar países que firmarem acordos com os EUA visando excluir a China de suas cadeias de suprimentos.

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 6 de julho, 66% estavam entre boas e excelentes condições, 27% em situação regular e 7% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 66%, 27% e 7%, respectivamente.
Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 10,18 1/2 por bushel, baixa de 2,50 centavos de dólar, ou 0,22%, em relação ao fechamento anterior. Na segunda-feira (07), a soja fechou com preços em baixa. A previsão de clima favorável nos Estados Unidos, as incertezas em torno das tarifas norte-americanas e a alta do dólar frente a outras
moedas pressionaram as cotações.
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 24,00 centavos de dólar ou 2,27% a US$ 10,31 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,20 3/4 por bushel, perda de 28,50 centavos ou 2,71%.



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Geadas queimam lavouras de milho, sorgo e cana-de-açucar



Geadas registradas na semana passada queimaram lavouras de milho, sorgo, cana-de-açúcar e outras em algumas áreas entre o norte e o noroeste do Paraná e o sul de São Paulo, segundo o alerta agroclimático da Rural Clima.

O agrometeorologista Marco Antonio dos Santos ressalta que houve registro de quebras nas lavouras entre Maringá, Campo Mourão e Londrina, embora localizadas, segundo relatos de fontes locais. As geadas atingiram também algumas áreas de trigo. No caso do milho, por estarem mais avançadas, é possível que ainda seja possível colher algumas áreas atingidas pelas geadas. Levantamentos indicam que as perdas em áreas de milho podem ter chegado a 15% nessas regiões.

Tempo aberto deve seguir predominando no Brasil

Santos comenta que, por conta da atuação de uma massa de ar polar, o tempo aberto deve
predominar no Brasil até o dia 17, quando há algum risco de precipitações. Mas será apenas no dia 20 que uma frente fria deve entrar no sul do Brasil, interrompendo a continuidade do tempo seco, disse.
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No Nordeste, as baixas temperaturas, com mínimas em torno de 15 graus, deverão seguir nos
próximos dias, com uma grande amplitude térmica. O frio será menos intenso nas próximas semanas, com o risco de geadas ficando restritas ao sul do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai.
O agrometeorologista informa que nos dias 22 a 23 as chuvas devem retornar com mais ênfase ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina, embora no Paraná deva haver poucas chuvas. Somente na primeira semana de agosto é que as chuvas devem voltar a ocorrer no Paraná, pontua.
Na segunda semana de agosto em diante, bons volumes de chuvas estão previstos nas regiões Sul e Sudeste e em parte do Centro-Oeste, até mesmo em Brasília. De modo geral, o mês de agosto será mais úmido e em setembro deve chover melhor também, comenta.

Estados Unidos

Santos disse que após as enchentes, muitas chuvas ainda estão previstas para o Sul dos Estados Unidos nos próximas dias. No Meio-Oeste dos Estados Unidos, as chuvas deverão seguir favorecendo as lavouras. De modo geral, o clima seguirá favorável no país ao longo dos próximos 45 dias. Pode haver um tempo um pouco mais seco entre o final de julho e o começo de agosto, o que pode trazer alguma volatilidade aos mercados, mas sem riscos para as lavouras, finaliza.
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