quinta-feira, abril 30, 2026

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LS Tractor eleva o nível tecnológico com o lançamento da nova série Plus PRO na Agrishow


Durante a feira, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, a multinacional irá expor seu portfólio completo de tratores preparados para gerar mais eficiência, economia e precisão, principalmente na citricultura e cafeicultura

A agricultura moderna enfrenta uma série de desafios que exigem cada vez mais eficiência, planejamento e tecnologia no campo. Custos de produção elevados, escassez de mão de obra e a necessidade de aumentar a produtividade sem ampliar áreas cultivadas pressionam produtores de todos os portes. Nesse cenário, a mecanização se torna um fator fundamental, especialmente para agricultores familiares e propriedades que ainda operam com equipamentos antigos, muitas vezes limitados em desempenho e eficiência.

No cultivo de citros e café, por exemplo, esses desafios se intensificam. As particularidades das culturas quanto à relevo, espaçamento e a necessidade de operações mais precisas, exigem soluções específicas e adaptadas à realidade de cada produtor. Atenta a essa necessidade, a LS Tractor apresenta na Agrishow 2026, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, sua linha completa de tratores desenvolvida para atender diferentes necessidades no campo, promovendo mais eficiência, economia e precisão.

Com o lançamento da nova série Plus PRO, a LS Tractor apresenta seus novos modelos de 80, 93 e 105 cv, que se destacam como uma solução completa para produtores das mais diferentes regiões do país e aplicações agrícolas que utilizam tratores nesta faixa de potência. Estes novos modelos entregam excelente torque e eficiência energética com menor consumo de combustível e sem sobrecarga. “Na prática, a motorização Perkins que equipa estes modelos, trabalha em uma faixa ideal de eficiência, sem sobrecarregar e sem esforço”, afirma o consultor de marketing da LS Tractor, Astor Kilpp.

Com transmissão LS 20×20, com reversor sincronizado e super redutor Creeper integrado, estes novos modelos ampliam a versatilidade no campo, possibilitando desde operações de alta precisão, como pulverizações, até atividades mais rápidas, sempre com ganho de produtividade e conforto operacional. “O super redutor integrado é um diferencial aos citricultores de alta performance, pois permite trabalhar em velocidades reduzidas com torque máximo. Já o reversor sincronizado elimina a perda de eficiência em manobras, maior agilidade para inverter a marcha, uma vantagem enorme em operações repetitivas entre as linhas de plantio”, explica o especialista.

Outro ponto forte destes novos equipamentos, segundo o especialista, é o foco em segurança e bem-estar do operador. Uma nova cabine original de fábrica vai entregar ainda mais conforto e o sistema de filtragem moderno cria um ambiente protegido contra defensivos agrícolas, significa segurança total para o operador, além de oferecer um excelente isolamento acústico e ergonomia operacional, reduzindo a fadiga em jornadas prolongadas.

Novas soluções

Melhorando o desempenho e a eficiência operacional, o novo modelo Plus 80 PRO se apresenta como uma opção equilibrada para médias propriedades, com potência no motor de 80 cv, traz economia e versatilidade com o novo sistema hidráulico que passa a oferecer em seu controle remoto uma das válvulas com ajuste de fluxo da vazão (0 à 50) litros/min. É mais performance em atividades agrícolas que exigem uma capacidade hidráulica robusta e com a tecnologia para atender implementos com acionamento por motor hidráulico, o modelo já é reconhecido pelo excelente custo-benefício e pela confiabilidade no dia a dia do campo, e a nova versão vem para confirmar a sua tecnologia.

Complementando a nova linha, o Plus 90 PRO e o Plus100 PRO atendem aqueles produtores que precisam de mais potência e capacidade operacional. O modelo Plus 100 PRO com 105 cv, é indicado para tarefas mais pesadas, entregando robustez e alto desempenho sem abrir mão da versatilidade e da eficiência que caracterizam a Série Plus PRO.

O novo protagonista na cafeicultura

O LS Tractor MT4.70 é um trator utilitário moderno que se destaca pela versatilidade, é considerado o SUV dos tratores, economia e alta eficiência operacional, especialmente na cafeicultura. Agora com potência de 70 cv com o novo motor LS de 4 cilindros, Turbo/Intercooler, com excelente torque em baixas rotações, o modelo oferece desempenho consistente nas atividades do dia a dia, mantendo baixo consumo de combustível.

Na prática, sua grande vantagem no café está na agilidade e precisão. O tamanho médio ideal aliado ao excelente raio de giro e à sua transmissão LS com 32 opções de marcha (incluindo super redutor), permite trabalhar com facilidade entre linhas de plantio do cafezal, realizar manobras rápidas e operar em velocidades ideais para tarefas como pulverização, adubação e manejo e limpeza do carreador.

Além disso, o novo sistema hidráulico eficiente oferece no controle remoto uma válvula com ajuste de fluxo (0 à 35 litros/min.), as diversas opções de rotação na TDP ampliam sua capacidade de uso com diferentes implementos, tornando-o um equipamento extremamente funcional dentro da propriedade. A possibilidade de versão com cabine original de fábrica com alto padrão de conforto e segurança operacional, também agrega ao operador uma melhor qualidade de vida, reduzindo a sua fadiga durante longas jornadas. “O MT4.70 é uma opção única no mercado, por combinar agilidade, conforto e capacidade de trabalho em diferentes operações”, diz o consultor.

Mais agilidade nos cafezais 

Quando a prioridade é agilidade nas operações em áreas com tráfego restrito e plantio adensado do café, onde as dificuldades nas manobras interferem nos custos operacionais, o modelo LS Tractor R65 se destaca como uma excelente escolha. Compacto e fácil de operar ideal para tarefas que não exigem alta potência, este modelo alia eficiência, agilidade, economia de combustível e desempenho na medida certa. 

Com estrutura leve, transmissão LS 32×16 e TDP com cinco opções de rotação, o R65, equipado com motor LS diesel de 4 cilindros de 65cv, entrega uma ótima relação custo-benefício para as atividades rotineiras da cafeicultura. Isso permite manter a operação produtiva sem sobrecarregar o equipamento, garantindo economia ao longo da safra.

Já para operações de colheita e pós-colheita, o R65 se mostra eficiente no reboque de carretas e no transporte do café dentro da propriedade. “Outro fator determinante é em relação ao combustível que pode apresentar até 25% de economia em comparação a tratores convencionais da mesma categoria. Isso graças à eficiência da transmissão e à maior disponibilidade de marchas são 28 opções dentro da principal faixa de operação (0 à 12km/h)”, detalha Kilpp.

Condições especiais durante a feira

Para os produtores que pretendem investir em mecanização durante a Agrishow, a LS Tractor prepara um pacote de condições comerciais atrativas. Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da companhia, um dos destaques é o Consórcio LS Tractor, que vem se consolidando como uma alternativa estratégica ao financiamento tradicional, além de contribuir para o planejamento financeiro do produtor. “Com o consórcio, é possível adquirir equipamentos sem juros, com prazo de até 120 meses, sem taxa de adesão e sem comprometer o crédito bancário, além de contar com flexibilidade nos lances. Isso amplia o acesso às nossas tecnologias no campo”, explica o executivo.

Além disso, a marca disponibiliza outras modalidades exclusivas para a feira:

Usado Vale Mais – Na troca de um trator LS usado por um modelo novo, o equipamento seminovo recebe valorização especial durante a feira.

Financiamento Cafeeiro – Condição com até 90% de financiamento, vencimento em 30/09/2026 e carência zero, válida para os modelos G40, J25, R50, R65, MT2, MT4, MT7, P80, P90 e P100.

Financiamento Taxa Zero – Opção com prazo de 12 meses e pagamentos semestrais, ou planos com pagamentos anuais: 24 meses (6,50%), 36 meses (8,50%) e 60 meses (10,50%), todos com até 90% financiado. “Também teremos tratores com bônus de fábrica, reunindo algumas das melhores condições comerciais do ano. É uma oportunidade única para o produtor renovar ou ampliar sua frota”, finaliza Vieira.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil desde 2013, com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com 84 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.





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Preço da arroba do boi gordo: veja como o mercado finalizou a semana


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Foto: Gilson Abreu/AEN

O mercado do boi gordo encerrou a semana com preços mais baixos para a arroba do boi gordo.

De acordo com o Centro de Estudos de Economia Aplicada (Cepea), o cenário segue marcado pela pressão da indústria frigorífica e pela resistência dos pecuaristas em aceitar preços menores.

O alongamento das escalas continua sendo um dos principais fatores de pressão sobre os preços. Em algumas regiões, como o Norte de Minas, as programações de abate já chegam a até 14 dias.

Além disso, a proximidade de maio também entra no radar do mercado. Historicamente, o período costuma registrar aumento da oferta de animais, devido à perda de qualidade das pastagens.

Confira as cotações médias desta sexta-feira (24) nas principais praças de comercialização do país, de acordo com o Indicador do Boi Datagro:

  • São Paulo: R$ 360,32
  • Bahia: R$ 326,62
  • Goiás: R$ 343,45
  • Minas Gerais: R$ 340,10
  • Mato Grosso do Sul: R$ 350,58
  • Mato Grosso: R$ 359,12
  • Pará: R$ 352,01
  • Rondônia: R$ 330,21
  • Tocantins: R$ 346,57

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Previsão do tempo favorece colheita de café em Minas Gerais


Produtores de café na região de Minas Gerais podem esperar condições climáticas favoráveis para a colheita nos próximos meses. A previsão indica que a chuva não deve atrapalhar as operações em campo, permitindo que a colheita ocorra sem grandes contratempos.

Condições climáticas para maio, junho e julho

De acordo com a análise do meteorologista Artur Miller, a previsão para os meses de maio, junho e julho é de que as chuvas sejam moderadas, com algumas precipitações na segunda quinzena de maio. Essas chuvas, no entanto, não devem ser volumosas, caracterizando-se como típicas do outono.

Temperaturas e impacto na colheita

  • Temperaturas máximas devem ficar em torno de 25 graus Celsius.
  • Temperaturas mínimas variando entre 15 e 18 graus Celsius.
  • Possibilidade de frio mais intenso no final de junho, com mínimas podendo chegar a 12 graus Celsius.

Com essas condições, os produtores de café em Minas Gerais não devem enfrentar problemas significativos para realizar a colheita, garantindo uma boa safra nos próximos meses.

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Exportações de carne bovina de Mato Grosso crescem mais de 50%


As exportações de carne bovina de Mato Grosso apresentaram um crescimento superior a 50%, destacando-se como um dos principais produtos do agronegócio brasileiro. Este aumento reflete a crescente demanda internacional e a competitividade do estado no setor.

Impactos da importação de alho

A importação de alho argentino gerou um excesso de produto no mercado, resultando em queda de preços e prejuízos para os agricultores brasileiros. A situação levanta preocupações sobre a sustentabilidade do setor agrícola nacional.

Proposta na Câmara dos Deputados

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados deu parecer favorável a uma proposta que visa acabar com a escala de dias de trabalho por um de descanso, o que pode impactar a rotina de trabalho no setor agropecuário.

Desoneração de insumos agropecuários

Tirso Meirelles, presidente da FAESP, alertou que o fim da desoneração do PIS e Cofins sobre insumos agropecuários poderá resultar em um aumento nos preços dos alimentos, afetando diretamente o consumidor final.

Norte Show em Sinop

A sétima edição da Norte Show, a maior vitrine do agronegócio do médio norte de Mato Grosso, começou com recordes de participação e expectativa de negócios, consolidando-se como um evento importante para o setor.

Tensões geopolíticas e clima

Novas ameaças de Donald Trump aumentam a tensão no Oriente Médio, elevando o preço do petróleo a 106 dólares o barril. Além disso, um forte temporal atingiu a região norte do Rio Grande do Sul, causando danos, como o tombamento de um caminhão na BR158.

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Frio intenso avança no Sul com risco de geada nas serras


Uma intensa onda de frio deve atingir a região Sul do Brasil, com temperaturas previstas para despencar no início da próxima semana. O fenômeno traz risco de geada, especialmente nas serras catarinense e gaúcha.

Previsão do tempo

De acordo com meteorologistas, a mínima nas regiões afetadas pode ficar abaixo dos 10ºC, com destaque para a terça-feira, quando áreas do Rio Grande do Sul, próximas à fronteira com o Uruguai, podem registrar temperaturas mínimas abaixo dos 5ºC.

Impactos nas lavouras

A previsão de geada é preocupante para os agricultores, pois pode afetar a produtividade das lavouras. Os principais pontos a serem destacados incluem:

  • Risco de geada na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense.
  • Temperaturas mínimas em Dom Pedrito, com amanhecer de 7ºC na segunda-feira.
  • Geada prevista para a terça-feira, afetando a colheita de grãos.

Condições climáticas nos EUA

Além do Sul do Brasil, a previsão do tempo também aponta para impactos negativos na safra de grãos nos Estados Unidos devido à chegada do fenômeno El Niño. As temperaturas devem ficar acima da média, com chuvas irregulares, o que pode prejudicar a produção de milho e algodão.

A partir de quarta-feira, as temperaturas na região Sul do Brasil devem começar a subir novamente, trazendo alívio após o frio intenso.

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CNA solicita suspensão das importações de pescados do Vietnã


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a suspensão das importações de pescados provenientes do Vietnã. A entidade argumenta que há evidências científicas da presença de enfermidades relevantes nesses produtos, sem a devida notificação à Organização Mundial de Saúde Animal.

Solicitação de restrições

Além do pedido de suspensão das importações do Vietnã, a CNA também defende que as limitações impostas às importações do Equador sejam mantidas. A entidade ressalta a importância de proteger a saúde animal e a segurança alimentar no Brasil.

Contexto das importações

A CNA, que representa os interesses dos produtores rurais e do setor agropecuário brasileiro, destaca a necessidade de medidas rigorosas para garantir a qualidade dos produtos que entram no país. A falta de notificação sobre as enfermidades pode representar riscos significativos para a saúde pública e a economia agrícola.

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Banco do Brasil projeta R$ 3 bilhões em financiamentos ao produtor durante Agrishow


carteira agro Banco do Brasil
Foto: Divulgação

O Banco do Brasil estima acolher R$ 3 bilhões em propostas de financiamento durante a 31ª edição da Agrishow, feira de agronegócios que será realizada entre os dias 26 de abril e 1º de maio em Ribeirão Preto, São Paulo.

Na edição passada, a instituição bateu o recorde em participação de crédito ao produtor, com R$ 4,75 bilhões.

A estimativa atual contempla propostas de investimento de diversos tipos, como máquinas, armazenagem, irrigação e tecnologia, entre outros.

Durante a feira, a instituição promete oferecer condições ajustadas ao perfil de cada cliente, com foco em investimentos que ampliem produtividade e segurança no campo, como irrigação, armazenagem e adoção de tecnologias. Para a aquisição de máquinas e implementos, destacam-se linhas de investimento do crédito rural, como Moderfrota, Pronamp Investimento e Pronaf Mais Alimentos.

Segundo o comunicado do banco, também serão disponibilizados recursos para a construção e ampliação de silos e armazéns por meio do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), além de linhas como Inovagro e RenovAgro, voltadas a investimentos em tecnologia, eficiência produtiva, implantação de plantio direto, recuperação de pastagens degradadas e outras iniciativas.

Em complemento às linhas de investimento, e em alinhamento com o período de tomada de decisão para o pré-custeio da safra 2026/27, o Banco do Brasil também informa que disponibilizará linhas de custeio com taxas do Plano Safra para a agricultura familiar, taxas a partir de 8% ao ano para médios produtores e a partir de 11% ao ano para a agricultura empresarial.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Apesar de forte queda do petróleo por Ormuz, soja e milho fecham 6ª feira…


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Após o movimento intenso e dramático das commodities agrícolas logo na sequência da notícia da reabertura do estreito de Ormuz pelo Irã, os ânimos se acalmaram e os futuros da soja e do milho fecharam o pregão desta sexta-feira (17) com estabilidade na Bolsa de Chicago. Farelo e óleo terminaram o dia no vermelho, porém, com perdas também menos intensas do que aquelas registradas mais cedo. 

E os pequenos ganhos na soja e no milho se deram mesmo com o petróleo terminando o dia com baixas de mais de 10% no WTI e de 8% no brent, com os barris de ambos abaixo dos US$ 90,00. Depois das informações – que ainda carregam fragilidade e incerteza – o WTI chegou a perder mais de 14% na Bolsa de Nova York. 

O trigo, por sua vez, manteve-se em campo negativo e terminou o dia com perdas de mais de 7 pontos nos principais vencimentos. 

A sexta-feira vai terminando, portanto, com a notícia de que o estreito foi reaberto, porém, ao mesmo tempo com a informação de que os EUA manterão sua força naval na região até que um acordo firme, definitivo e consistente seja alinhado. Do mesmo modo, em uma entrevista ao canal CBS dos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que neste final de semana as negociações continuarão entre as duas nações. 

Além disso, o noticiário internacional traz ainda que o Irã já ameaçou fechar novamente o estreito de Ormuz caso os EUA não desfaça o bloqueio e que navios que precisem passar pela rota terão de possuir uma autorização da Guarda Revolucionária do Irã. 

E assim, o mundo vive mais um daqueles momentos em que há mais perguntas do que respostas. Porém, até que elas cheguem, a volatilidade se mantém  e os mercados continuam trabalhando no modo especulativo e gerando impactos generalizados com o observado nesta última sessão da semana. 

As principais bolsas em todo o mundo terminaram o dia em alta, o dólar index cedeu levemente e o dólar comercial frente ao real terminou o dia em queda, com R$ 4,98. Mais cedo, porém, a divisa chegou a testar os R$ 4,96. 

COMPLEXO SOJA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago concluíram o pregão com pequenas altas de 0,50 a 3,50 pontos nos principais vencimentos, levando o maio a US$ 11,67 e o julho a US$ 11,83 por bushel. 

O óleo de soja, que perdeu quase 3% durante a sessão, amenizou o recuo e fechou a sexta-feira com baixas de pouco mais de 1% nos contratos mais negociados. O vencimento julho, assim, fica em 67,84 por libra-peso. Entre os futuros do farel, baixas de pouco mais de 0,3%. 

O complexo soja sentiu forte a pressão do petróleo – motivada pelo cenário externo da geopolítica – porém, também divide a energia com seus fundamentos. No radar, estão o clima nos EUA, o avanço do plantio – que será atualizado pelo USDA na segunda-feira – e as expectativas crescentes para a reunião entre Trump e Xi Jinping que acontece em maio, em Pequim. 

MILHO 

O milho negociado na Bolsa de Chicago também teve um dia de forte volatilidade, mas o fechamento foi de tímidas oscilações, do lado positivo da tabela. Mesmo com a queda do trigo, os futuros do cereal respiraram, também de olho em seus fundamentos. 

Os traders acompanham não só a semeadura do milho nos Estados Unidos – que até aqui se desenvolve bem e conta com condições climáticas favoráveis – mas também à safrinha do Brasil. 

“Falando em clima no Brasil, preocupações com a irregularidade no padrão de chuvas, clima seco e mais quente para os próximos dias começam a ganhar força em relação ao milho safrinha em 2026”, afirma a equipe de análises da Agrinvest Commodities.

Na B3, as cotações recuaram e terminaram o dia em queda nesta sexta-feira. As perdas nos principais vencimentos foram de 0,3% a 0,4% nos principais vencimentos, levando o maio a terminar a semana com R$ 65,70 e o julho com R$ 66,82 por saca. 

“O milho B3 finaliza a sexta-feira com queda de quase 4,5% no acumulado da semana no maio/26. Apesar das preocupações com o clima para a safrinha pelas próximas semanas, a pressão de estoques maiores e a entrada da colheita da safra de verão mantêm os compradores em uma postura de maior pressão”, complementa a Agrinvest Commodities. 

 





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Dois anos da maior enchente da história do Rio Grande do Sul


A maior enchente da história do Rio Grande do Sul completa dois anos, e o governo do estado realiza um balanço das ações tomadas após o fenômeno climático que devastou a região.

Balanço das ações

Em coletiva de imprensa, representantes do governo estadual apresentaram um panorama das medidas adotadas desde a enchente, que atingiu 478 municípios e afetou quase 2,5 milhões de pessoas. O evento resultou em 185 mortes e 23 desaparecidos.

  • Investimentos de R$ 3 bilhões em 227 projetos.
  • Obras em estradas, como a RS348, e estruturas para conter enchentes.
  • Desafios persistem, com muitos produtores abandonando propriedades.

Desafios na recuperação

Dois anos após a enchente, a recuperação ainda enfrenta dificuldades. Dados do programa Terraforte indicam que 80% das 5.000 propriedades visitadas apresentam problemas de erosão, e apenas 30% têm cobertura vegetal durante todo o ano.

  • Problemas de compactação e acidez do solo.
  • Dificuldades de sucessão e perda de renda entre os produtores.
  • Necessidade de renegociação das dívidas dos agricultores.

Previsões para o futuro

As autoridades destacam a previsão de um inverno chuvoso e a importância de estar preparado para possíveis novas enchentes. O estado está reforçando sua estrutura de proteção, embora não haja motivos para alarme excessivo, segundo especialistas.

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Exportações brasileiras de frutas crescem 25% no primeiro semestre de 2026


As exportações brasileiras de frutas registraram um crescimento significativo de 25% no primeiro semestre de 2026, totalizando uma receita superior a 350 milhões de dólares. Este aumento é impulsionado principalmente pela demanda internacional por produtos como manga e maçã.

Desempenho do setor

De acordo com dados da Abrafutas, o setor movimentou 351 milhões de dólares e embarcou 330 milhões de quilos de frutas, representando um aumento de 25% em valor e 13% em volume em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Destaques das exportações

  • A manga teve um aumento de 69% em valor e 40% em volume.
  • A maçã apresentou um crescimento histórico de 215% em valor e 228% em volume de embarques.
  • Outras frutas que também cresceram incluem abacate, melão e melancia.
  • A única exceção foi a uva, que enfrentou uma redução devido a questões climáticas.

Expectativas futuras

O desempenho positivo do setor é atribuído à qualidade dos produtos, regularidade de oferta e diversificação de destinos. A expectativa é que novos acordos comerciais sejam firmados em breve, aumentando a competitividade das frutas brasileiras no mercado internacional.

Uma comitiva de produtores brasileiros tem participado de feiras internacionais para intensificar a agenda comercial e buscar novas oportunidades de negócios.

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