domingo, março 29, 2026

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Chinesa conquista avanço em registro independente


Há poucos dias, a Sino-Agri Leading Biosciences (Sino-Agri) obteve conquista em registro independente de produtos no Brasil, onde quatro novas formulações de defensivos agrícolas foram registradas com sucesso, abrangendo inseticidas e herbicidas, incluindo produtos-chave que preenchem lacunas no mercado de controle de pragas das principais culturas brasileiras. A concessão do registro não apenas reflete a conquista primária da Sino-Agri em registro no Brasil, mas também demonstra as capacidades da empresa em registro independente e desenvolvimento de portfólio de produtos, aprofundando-se no importante mercado brasileiro para fornecer à agricultura local e global “soluções chinesas” eficientes e diversificadas.

Produto-chave preenchendo lacunas no controle de pragas

Entre os produtos que receberam registro, o inseticida acetamiprido 250 g/kg + bifentrina 250 g/kg WG, sem dúvida, torna-se foco de atenção no mercado. O produto integra a dupla ação do acetamiprido e da bifentrina, que possui efeito sinérgico de “sistemicidade + toxicidade de contato-estomacal”, possibilitando não apenas um aumento de eficiência 1+1>2, mas também adiando efetivamente o desenvolvimento de resistência de pragas desde a origem.

O amplo espectro da mistura de acetamiprido e bifentrina se ajusta perfeitamente às cinco culturas-chave no Brasil – soja, milho, algodão, trigo e citros, sendo eficaz no controle de uma variedade de pragas importantes, como lagarta-do-cartucho, bicudo, cigarrinha, lagarta-da-maçã e pulgão. A formulação WG é livre de poeira, fácil de embalar e armazenar, altamente suspensível, o que garante efeito estável e conveniência nas pulverizações.

Este produto é um enriquecimento do portfólio de defensivos agrícolas da Sino-Agri no Brasil, que consolida a gama de produtos de “cobertura total de pragas e plantas daninhas” da empresa, juntamente com as variedades de produtos existentes da Sino-Agri. Esta é uma resposta positiva às necessidades dos clientes locais de realizar compras de um “fornecedor único para múltiplas variedades de produtos”, o que aumenta a eficiência da aquisição.

 

Portfólio de produtos diversificado para atender requisitos de mercado segmentados

Os outros três registros de produtos desta vez também são produtos distintos, que fortalecem ainda mais a posição de mercado da Sino-Agri no Brasil.

 

  • 2,4-D 240g/L + picloram 64g/L SL: Esta mistura possui atividade herbicida de amplo espectro, com eficácia aprimorada e dosagem reduzida. No mercado brasileiro, onde o 2,4-D é amplamente utilizado, mas enfrenta problemas de deriva e resistência, este produto fornece uma solução otimizada para controle de plantas daninhas em canaviais e pastagens.

     



  • S-metolacloro 960 g/L EC: Um herbicida seletivo de pré-emergência, que pode efetivamente inibir a germinação e o crescimento de plantas daninhas. Em cultivos de grande escala, como lavouras de soja e milho no Brasil, desempenha papel fundamental no manejo integrado de plantas daninhas, sendo um herbicida de pré-emergência universal para grandes plantações e fazendas, bem como um importante ingrediente básico para misturas em tanque.

     

  • Clorimurom-etílico 250g/kg WG: Um herbicida do grupo das sulfonilureias, que é altamente eficaz no controle de plantas daninhas de folhas largas em lavouras de soja. Sua alta seletividade, boa sistemicidade e efeito duradouro fornecem aos produtores de soja brasileiros uma opção de controle de plantas daninhas segura e eficiente.


Matriz de produtos frutífera baseada em registro independente atende todas as necessidades-chave

Até o momento, a Sino-Agri obteve com sucesso 30 registros de ingredientes ativos e 26 registros de formulações de defensivos agrícolas no Brasil, tendo construído um sistema abrangente de produtos cobrindo quatro categorias-chave de defensivos: fungicidas, herbicidas, inseticidas e acaricidas. Esta distribuição de produtos é uma correspondência precisa com a exigência de controle em larga escala e intensivo do Brasil para culturas principais como soja, milho e algodão.

Em termos de fungicidas, produtos representados por azoxistrobina, mancozebe, ciproconazol, tebuconazol e clorotalonil tornaram-se fundamentais para o crescimento saudável garantido das principais culturas do Brasil, devido às suas características de controle de amplo espectro, proteção multissítio, sistemicidade e proteção de amplo espectro; no que diz respeito aos herbicidas, é evidente que glifosato, glufosinato, atrazina, nicossulfurom e S-metolacloro compõem uma combinação para enfrentar diferentes desafios de plantas daninhas e as necessidades do padrão de plantio; para inseticidas, há indoxacarbe, metoxifenozida e lambda-cialotrina para controle de precisão de pragas lepidópteras, bem como tiametoxam que visa o controle de insetos sugadores-picadores. Além disso, hexazinona e espirodifeno demonstraram potencial de crescimento para desenvolvimento de mercado segmentado, incluindo o mercado de cana-de-açúcar e fruticultura.

Desenvolvimento estratégico: Consolidação de recursos upstream-downstream para promover a implementação da estratégia “B+”

Os registros recém-concedidos não apenas demonstram o novo salto da Sino-Agri na operação de mercado e integração de recursos no mercado brasileiro, mas também revelam o progresso contínuo da estratégia “B+” da empresa. Contando com seu profundo entendimento do complexo sistema de administração de defensivos agrícolas do Brasil, a Sino-Agri é capaz de responder rapidamente às dinâmicas do mercado local e constantemente aprimorar sua matriz de produtos, a fim de amarrar ainda mais o negócio “B+” com a ecologia industrial regional para continuar a consolidação e expansão da participação de mercado no Brasil.

Olhando para o futuro, com base na frutífera operação do mercado brasileiro e na plataforma global da cadeia de valor, a Sino-Agri está prestes a consolidar seus recursos globais de registro, tecnologia, cadeia de suprimentos e canais. Ao aprofundar o processo de localização e fortalecer o serviço técnico no mercado brasileiro, a Sino-Agri dedica-se ao estabelecimento de uma cadeia completa upstream-downstream, a fim de construir sua ecologia de indústria agrícola sinérgica e simbiótica, que permitirá a realização de sinergia de valor agregado entre “produto + canal + recurso”.





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Exportações de soja batem recorde em outubro



Mato Grosso lidera crescimento



Foto: Divulgação

As exportações brasileiras de soja em grão alcançaram 6,73 milhões de toneladas em outubro de 2025, um recorde histórico para o mês. O impulso veio, principalmente, da China, que ampliou sua demanda em meio a tensões comerciais com os EUA.

De acordo com os dados divulgados pelo Imea, de janeiro a outubro de 2025, o Brasil exportou 100,60 milhões de toneladas de soja, um aumento de 6,73% em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Apenas em outubro, os embarques cresceram 42,84% frente ao mesmo mês de 2024.

A China, tradicional compradora da soja norte-americana nesta época do ano, foi responsável por 91,65% do total exportado pelo Brasil no mês. A mudança de rota nas compras do gigante asiático se deve às incertezas geopolíticas envolvendo as principais potências econômicas, favorecendo o produto brasileiro.

Mato Grosso, principal estado produtor, embarcou 1,04 milhão de toneladas de soja em outubro — alta de 17,77% frente a setembro — contrariando a tendência de queda nas exportações no segundo semestre. Este também foi o maior volume registrado para o mês desde o início da série histórica.

Com o cenário global ainda indefinido, especialmente no que diz respeito às relações comerciais entre China e EUA, a expectativa é de que novembro também registre um volume expressivo de envios. A manutenção da demanda externa posiciona o Brasil — e especialmente Mato Grosso — como fornecedor estratégico no mercado internacional de soja.

 





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‘Passou a hora de virar a página’, diz diretor do Cecafé sobre taxação de café brasileiro nos EUA



O presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos, disse estar torcendo para que os Estados Unidos retirem a tarifa sobre o café brasileiro. “Vamos torcer; estão todos cansados dessas tarifas. Passou da hora de virar essa página”, disse ele ao Broadcast Agro (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) após fala do secretário de Tesouro dos EUA, Scott Bessent, a respeito de “alívios tarifários sobre café, bananas e outras frutas e produtos nos próximos dias”.

Em comunicado, o Cecafé afirmou que houve uma movimentação importante das principais indústrias torrefadoras dos EUA. “Eles estão em diálogo permanente com o Departamento de Comércio, com o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e com os secretários, justamente abordando a questão da isenção ao café”, disse.

A entidade também afirmou que o Brasil tem tido “uma perda competitiva considerável” desde a ordem executiva do último dia 5 de setembro, visto que outros produtores de café do mundo ampliaram acesso ao mercado norte-americano com tarifas de apenas 10%.

“Seguimos com 50%, enquanto o consumidor dos EUA vai se adaptando a novos parâmetros. O Brasil, obviamente, não conseguirá reconquistar os espaços no blends se essa situação das tarifas se prolongar”, disse o Cecafé.

A entidade acrescenta, em nota, que está pedindo aos governos do Brasil e dos EUA que anunciem à sociedade e ao mercado que a negociação efetivamente começou para grandes e importantes produtos, como o café. “Precisamos ter um olhar de produto a produto”, disse. “É uma estratégia que pode destravar as negociações dado a esse cenário que estamos vendo de algumas resistências.”



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Ministério da Agricultura atualiza lista de pragas quarentenárias presentes no Brasil



O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou a portaria 1.443/2025 com mudanças na lista de pragas quarentenárias presentes no país. Em nota, a pasta informa que o município de Almeirim, no Pará, foi incluído como área com ocorrência da praga Rhizoctonia theobromae (Ceratobasidium theobromae), que afeta a cultura da mandioca, e o estado do Rio Grande do Norte como unidade da federação com ocorrência da praga Xanthomonas campestris pv. viticola, que incide sobre a cultura da videira.

“Ambas são classificadas como pragas quarentenárias presentes e já eram monitoradas pelo Mapa, com programas nacionais específicos de prevenção e controle”, disse a pasta.

Com a atualização, as novas áreas de ocorrência passam a seguir as regras de trânsito para vegetais hospedeiros dessas pragas, conforme as normas específicas de cada programa.



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Preço da soja sobe em MT



Ainda assim produtores estão segurando as vendas



Foto: Pixabay

Apesar do avanço nas vendas da safra 2025/26, a comercialização da soja em Mato Grosso segue abaixo da média histórica, refletindo a incerteza dos produtores diante de custos elevados e preços pouco atrativos.

Em outubro, as vendas da safra 2025/26 chegaram a 36,08% da produção prevista no estado, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). O avanço foi de 4,62 pontos percentuais em relação a setembro. No entanto, ainda está 2,27 p.p. atrás da safra anterior e 7,03 p.p. abaixo da média dos últimos anos.

A retração tem como pano de fundo os altos custos de produção, especialmente com insumos, e a oscilação dos preços no mercado internacional. A paridade de exportação para março de 2026 recuou 1,78% na semana analisada, com média de R$ 103,14/sc. Em contrapartida, o preço médio da soja negociada no estado em outubro subiu 1,49% e fechou em R$ 110,91/sc.

Para a safra atual (2024/25), a comercialização atingiu 97,12%, com valorização de 0,77% no preço médio, encerrando outubro em R$ 121,45/sc. O ritmo mais lento das vendas está associado também ao foco dos produtores na semeadura da nova safra, que já cobre 85,68% da área prevista.





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Quinta-feira tem alerta de temporais e pancadas de chuva em várias regiões do país



A atuação de uma área de baixa pressão no Paraguai, combinada com o avanço de uma frente fria, provoca instabilidade em várias regiões do Brasil nesta quinta-feira (13). Enquanto parte do país enfrenta pancadas de chuva e risco de temporais, outras áreas permanecem com tempo firme e temperaturas elevadas, segundo a Climatempo.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

No norte do Rio Grande do Sul, norte de Santa Catarina e Paraná, as pancadas de chuva persistem ao longo do dia, com possibilidade de forte intensidade e risco de temporais, especialmente no PR.

No restante do Rio Grande do Sul, o tempo volta a ficar mais estável. As temperaturas sobem em boa parte do estado e também no norte do Paraná, enquanto em Santa Catarina e na metade sul paranaense o clima fica mais ameno.

Sudeste

As instabilidades avançam pelo oeste e sul de São Paulo e sul e oeste de Minas Gerais desde a manhã, provocando chuvas de moderada a forte intensidade e risco de temporais no Triângulo Mineiro.

Na capital paulista, o sol aparece entre nuvens durante a manhã e há possibilidade de chuva à tarde. As temperaturas variam entre 17 °C e 30 °C. Já nas demais áreas do Sudeste, o tempo firme predomina, com sol e calor em grande parte da região.

Centro-Oeste

No Mato Grosso do Sul, sobretudo na metade sul, as pancadas de chuva ocorrem desde cedo, com risco de temporais e grandes volumes acumulados. As instabilidades se espalham para o restante do estado ao longo do dia.

No Mato Grosso, as chuvas ganham força à tarde, principalmente no oeste e sul. Já em Goiás, as instabilidades ficam restritas ao sul do estado, com tempo mais aberto nas demais áreas.

Nordeste

Entre Ilhéus e Salvador, há previsão de chuvas moderadas a fortes, com possibilidade de temporais. No interior e oeste da Bahia, Maranhão e entre Alagoas e Rio Grande do Norte, podem ocorrer chuvas fracas e isoladas.

Nas demais áreas, o tempo segue firme e seco, com umidade do ar baixa no interior, especialmente no Piauí, Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e norte da Bahia.

Norte

As instabilidades se formam desde cedo no Amazonas, Acre, Rondônia, oeste do Tocantins e oeste do Pará, e se intensificam ao longo do dia. No Amapá, o tempo permanece mais firme. As temperaturas seguem elevadas, deixando o clima abafado em toda a região Norte.



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São Paulo fecha com a maior cotação do dia



O Indicador do Boi Gordo Datagro segue em alta nesta quarta-feira (12). As principais praças pecuárias do país registraram variação positiva no preço médio da arroba.

Em São Paulo, a cotação fechou no maior valor do dia, a R$ 323,00 por arroba, representando alta de 0,33%. Na Bahia, o preço atingiu R$ 312,72, com variação de 1,19%, a maior elevação desta quarta-feira. Já em Rondônia, a arroba foi negociada a R$ 282,71, com alta de 0,29%, registrando a menor cotação entre as regiões acompanhadas.

Veja abaixo a cotação do boi gordo nas principais praças:

São Paulo: R$ 323,00

Goiás: R$ 317,29

Minas Gerais: R$ 308,75

Mato Grosso: R$ 307,03

Mato Grosso do Sul: R$ 320,01

Pará: R$ 303,76

Rondônia: R$ 287,18

Tocantins: R$ 302,85

Bahia: de 312,72

O Indicador do Boi Gordo Datagro é a referência utilizada pela B3 para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.



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Preços do boi gordo seguem em alta na maioria das regiões



O mercado físico do boi gordo voltou a registrar alta em grande parte das regiões produtoras ao longo desta semana. Estados como Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Minas Gerais apresentaram valorização consistente, reduzindo o diferencial de base entre os mercados.

Apesar de especulações sobre a China e o uso do Fluazuron, ainda não há informações concretas. As autoridades chinesas não divulgaram resultados da investigação iniciada no final do ano passado sobre o impacto das importações de carne na produção local, afirmou Fernando Henrique Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado.

Preços médios da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,58 (a prazo)
  • Goiás: R$ 320,54
  • Minas Gerais: R$ 315,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 327,50
  • Mato Grosso: R$ 308,31

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou preços em predominante acomodação nesta quarta-feira (12). Apesar disso, o ambiente de negócios sugere potencial de valorização no curto prazo, impulsionado pelo aumento do consumo no fim de ano, com o pagamento do décimo terceiro salário, criação de postos temporários e confraternizações típicas do período.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00/kg
  • Ponta de agulha: R$ 17,75/kg
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75/kg

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,35%, negociado a R$ 5,2921 para venda e R$ 5,2901 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,2661 e R$ 5,3021.

O fechamento positivo do mercado físico do boi gordo e a acomodação dos preços no atacado indicam uma perspectiva de valorização nos próximos dias, alinhada à alta demanda típica do fim de ano.



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cálculo da lotação conecta gestão financeira à produtividade; entenda



O cálculo da lotação é essencial para conectar a gestão financeira à produtividade na pecuária, definindo a real capacidade de suporte da fazenda.

Em mais um episódio da série “A Conta do Boi”, o zootecnista Gustavo Sartorello informa que a primeira etapa para realizar esse cálculo é a organização do rebanho em categorias simples e funcionais, como matrizes em reprodução, bezerros e machos de treze a vinte e quatro meses.

Ao cruzar o número de animais organizados por categoria com a área de pastagem disponível, o produtor pode calcular dois indicadores fundamentais de lotação. Sartorello afirma que a lotação da fazenda não é um indicador estático, mas sazonal.

Segundo ele, o pecuarista precisa monitorar esse indicador mês a mês para entender a relação entre o número de animais e o crescimento do capim, que é maior na chuva e menor na seca.

Confira:

Importância da gestão de lotação

Ignorar a sazonalidade e manter uma alta lotação na seca resulta em baixo desempenho e perda de peso. É durante esse período que a gestão de lotação se torna uma estratégia de antecipação. “Decidir antes é sempre mais barato do que apagar incêndio depois”, afirma o zootecnista.

Para que a lotação seja calculada com precisão, o pecuarista deve ter uma rotina de pesagens ao longo do ano. A pesagem regular é essencial para transformar a organização em resultado real para a fazenda. Pesar o gado de forma coordenada e consistente, aproveitando momentos como vacinação e desmama, é fundamental.

Atualizações e segurança alimentar

O site do Giro do Boi traz atualizações sobre as práticas na pecuária. Além disso, o programa CPF do Boi visa ampliar a segurança alimentar e ambiental da carne brasileira. Os produtores devem estar atentos às condições climáticas, como o frio e umidade no Paraná, e a chuva volumosa prevista para o sul de Mato Grosso do Sul.

Os especialistas também alertam sobre os riscos de animais 3/4 europeus em clima quente e confirmam o potencial de tricross para carcaça e programas de carne premium. Para mais informações sobre o tema, acesse o site do Giro do Boi.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Fórum Planeta Campo debate o papel do agro nas soluções climáticas



O Fórum Planeta Campo, realizado nesta terça-feira (11) em Belém, Pará, reuniu lideranças do agronegócio, da pesquisa e da sustentabilidade para debater o papel do agro nas soluções climáticas globais. O evento também premiou propriedades rurais que se destacam pela produção sustentável.

Na abertura, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, reforçou que inovação e tecnologia caminham lado a lado com a sustentabilidade. Representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e governos estaduais apresentaram estratégias de descarbonização e inventários de emissões de gases de efeito estufa.

“Estamos entregando hoje um relatório que tem a apuração das emissões com o inventário das emissões do gases de efeito estufa e os roteiros para descarbonização, incluindo o setor do agronegócio”, afirmou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, destacando o protagonismo do estado nas discussões rumo à COP30.

Durante o encontro, empresas privadas apresentaram iniciativas de incentivo à produção sustentável, como o programa Fazenda Nota 10, que reúne 500 propriedades em benchmarking e adoção de novas tecnologias.

“O produtor pode acessar o que tem de mais novo em termos de tecnologia para aplicar na sua propriedade e comparar qual a sua evolução em relação aos outros que estão aplicando as mesmas tecnologias”, disse o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni.

Superação de desafios

Durante o fórum, o CEO da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato, destacou que a sustentabilidade no campo é resultado de um processo contínuo de superação de desafios. Segundo ele, a primeira grande conquista foi o combate à degradação do solo, alcançado com o plantio direto, a cobertura vegetal e o manejo sustentável.

Em seguida, veio o controle de pragas e doenças com o uso racional de defensivos agrícolas. Agora, a nova etapa é voltada à reciclagem e ao aproveitamento de resíduos dentro das propriedades. “A economia circular, no caso da SLC, já implantamos em 11 fazendas. Estamos reciclando 100% dos registros gerados na fazenda, afirmou. 

Encerramento do evento

Encerrando o fórum, o painel “Rastreabilidade Total da Cadeia de Alimentos” destacou iniciativas que reforçam a transparência no campo. A cooperativa Cooxupé, que atua nas principais regiões produtoras de café do país, apresentou o protocolo “Gerações”, criado para apoiar os cafeicultores na adoção de práticas sustentáveis e de rastreabilidade.

Segundo a diretora de sustentabilidade JBS Brasil, Liège Correia, o Brasil tem tradição no controle de origem dos alimentos desde a década de 1990, com a Guia de Trânsito Animal (GTA). Agora, estados como Santa Catarina e Pará avançam com decretos que tornam obrigatória a rastreabilidade individual dos rebanhos bovinos, ampliando a confiança do consumidor e o valor agregado da produção.



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