quarta-feira, abril 15, 2026

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a logística como fator determinante à competitividade


Se a edição 2025 do Fórum Santa Catarina e o Agro 5.0, realizada em São Francisco do Sul/SC, na última semana (14/10), colocou o Porto como palco das discussões sobre logística, os debates realizados no evento transcenderam o cais para abordar um desafio maior: como Santa Catarina pode manter e ampliar sua liderança no agronegócio em um cenário de competitividade crescente e demandas por sustentabilidade. A iniciativa do Canal Rural, que mobilizou o setor produtivo e o governo catarinense, mostrou que a solução passa por uma visão integrada de infraestrutura, mercado e inovação.

A ferrovia como peça-chave

Apesar da importância do Porto de São Francisco do Sul, a visita dos participantes à indústria da Fecoagro e ao terminal portuário reforçou uma reflexão profunda sobre a dependência rodoviária do agronegócio catarinense. Em um dos painéis, feito por Arene Trevisan, membro do grupo de logística da ABPA,foi destacado que a falta de ferrovias eficientes compromete a competitividade do estado. Trevisan destacou que o milho vindo do Centro-Oeste brasileiro, por exemplo, pode ser mais competitivo na China, devido à malha ferroviária e hidroviária daquela região, do que o milho que chega aos portos catarinenses, que enfrentam longas distâncias rodoviárias. Essa dependência encarece a importação de grãos, matéria-prima essencial para a produção de carnes, uma das principais forças do agro local.

Carlos Chiodini, secretário de Agricultura e Pecuária de Santa Catarina, ressalta a importância do investimento em ferrovias: “Nós precisamos ter uma ferrovia que conecte o oeste de Santa Catarina o grande produtor nacional de proteína animal com os polos produtores de proteína vegetal”.

Já o secretário de Portos e Aeroportos do estado, Beto Martins, destacou que muita coisa está sendo feita neste setor: “Está aí a Bahia da Babitonga, já com obra de alargamento do canal de acesso, que vai assegurar que aqui seja o primeiro porto a receber um navio de container de 366 metros full”. Martins cita outras obras, defende que Santa Catarina está crescendo, mas admite que o tempo que se perdeu ainda deixa um estado de muita gravidade, sendo urgente a retomada.

Reprodução.

O desafio do milho e a oportunidade da inovação

A dependência de importação de milho é um ponto delicado para o estado, já que 50% do cereal para o setor de carnes precisa vir de fora. A discussão no Fórum revelou que a solução não está apenas em produzir mais internamente, mas em criar uma infraestrutura que facilite o abastecimento de forma competitiva. A logística ineficiente atinge diretamente o bolso do produtor e a balança comercial, comprometendo a capacidade de Santa Catarina de se manter como um dos maiores produtores de carnes do Brasil.

Sustentabilidade: da prática à vanguarda

O evento também ressaltou um diferencial catarinense: a produção sustentável em pequenas propriedades. O presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Mauro de Nadal, destacou que os produtores catarinenses já atuam com uma visão de sustentabilidade. Essa expertise pode se tornar um ativo estratégico para o estado, especialmente com a proximidade da COP30, servindo de modelo para outros eventos e regiões do país.

“Precisa ter um incentivo fiscal para quem está investindo nessas fontes renováveis de geração de energia. (…) Além disso, nós vamos trabalhar fortemente na indenização para o agricultor que está preservando, que ele seja indenizado pelo tamanho da área que ele preserva, como uma forma de incentivo”, explicou Nadal. O Fórum demonstrou que a sustentabilidade não é apenas uma exigência de mercado, mas uma oportunidade para o agro catarinense se posicionar como referência global.

A sinergia para um futuro mais forte

O Movimento Pró-Ferrovias, criados por diversas entidades representativas do setor produtivo do estado, trouxe ao Fórum um panorama geral das ferrovias hoje existentes no país e projetos em andamento. Lenoir Broch, do movimento, explicou que nenhum deles contemplam o Sul do país. “Em 1930 o Brasil tinha 30 mil quilômetros de ferrovia. Hoje são menos de 20 mil quilômetros. Estamos indo no sentido contrário ao desenvolvimento”, declarou.

O Fórum SC e o Agro 5.0 reforçou a necessidade de uma atuação conjunta entre o poder público, setor privado e entidades representativas do agro. A visão de futuro apresentada no evento aponta para a necessidade de políticas públicas que incentivem a inovação, melhorem a infraestrutura e valorizem a produção sustentável. Mais do que debater, o Fórum serviu para costurar parcerias e alinhar estratégias que impulsionem o agronegócio catarinense, garantindo que o sucesso do setor continue sendo a força motriz da economia do estado.

A 8ª edição do projeto Santa Catarina e o Agro 5.0 teve a realização do Canal Rural, Fecoagro (Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina), Ocesc (Organização das Cooperativas de Santa Catarina), Sistema Faesc (Federação da Agricultura de Santa Catarina), Acav, Sindicarne e Aincadesc, do setor de proteína animal, Sicoob (cooperativa de crédito), e Icasa (Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária; e ainda, com o apoio institucional da Secretaria Estadual de Agricultura, e o apoio dos Hotéis Villa Real.

Assista aqui o Fórum na íntegra.



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Demanda enfraquecida pressiona cotações do mamão



Levantamento realizado pelo Hortifrúti/Cepea mostra que os preços do mamão voltaram a cair na última semana. 

No Norte do Espírito Santo, o havaí 12-18 foi comercializado à média de R$ 1,14/kg, queda de 6% frente à do período anterior. No Sul da Bahia, o formosa se desvalorizou 54%, cotado a R$ 1,63/kg. 

Pesquisadores explicam que, mesmo com o volume estável de mamão nas roças, a baixa procura pelos frutos neste começo de segunda quinzena de mês pressionou os valores de comercialização. 

Para as próximas semanas, ainda conforme o Hortifrúti/Cepea, embora a perspectiva seja de diminuição na oferta das variedades, a possibilidade de demanda desaquecida nesta segunda metade de outubro tende a limitar possíveis avanços nas cotações.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

La Niña deve reduzir chuvas no Sul em dezembro


Os volumes de chuva na região Sul do Brasil devem ficar abaixo da média nos próximos meses, segundo avaliação da Ampere Consultoria. A La Niña, recentemente declarada pela agência norte-americana NOAA, tende a ser de fraca intensidade, com impactos mais perceptíveis a partir de meados de novembro.

Embora dezembro deva registrar déficit de precipitação, outros fatores atmosféricos podem amenizar o cenário. As chuvas serão menos frequentes, mas ainda devem ocorrer de forma pontual, influenciadas por diferentes mecanismos climáticos que modulam o regime pluviométrico da região. “A previsão é que os déficits de chuva se intensifiquem nos estados do Sul em dezembro. De qualquer forma, outras condições meteorológicas poderão provocar chuvas pontuais relativamente fortes, ou seja, a chuva será menos frequente, como é comum em anos de La Niña, mas não vai sumir totalmente”, afirma a agrometeorologista da Ampere Consultoria, Amanda Balbino.

A consultoria aponta diferenças regionais: no oeste do Paraná, próximo a Cascavel, as precipitações devem se manter próximas à média histórica em novembro, superando os 100 mm. Já no meio-oeste gaúcho, em áreas como Cruz Alta e São Luiz Gonzaga, as chuvas podem ficar até 80 mm abaixo do normal, afetando o desenvolvimento da soja. Na Argentina, as condições também devem variar entre médias e ligeiramente abaixo da média, com déficit mais acentuado em dezembro.

Apesar do alerta, a Ampere observa que o fenômeno ainda não está completamente instalado. O resfriamento atual do Pacífico está em -0,42 °C, enquanto o critério para confirmação da La Niña é de -0,5 °C por pelo menos três meses consecutivos. “De maneira geral, os produtores do Sul devem ficar muito atentos ao risco de períodos de estiagens, tempo seco e quente, que podem coincidir com os estágios mais sensíveis do desenvolvimento da soja”, conclui Amanda.

 





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Plantio de soja atinge 21,7% no Brasil; confira o andamento dos trabalhos por estado



O plantio da safra 2025/26 de soja no Brasil alcançou 21,7% da área total prevista, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, a semeadura da oleaginosa estava em 11,1%.

Na mesma data do ano passado, o plantio estava em 17,6%, o que representa um aumento de 23,3% no ritmo das atividades nesta temporada. Os dados deste levantamento foram contabilizados até o dia 18 de outubro.

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Plantio de soja pelo Brasil

O estado de São Paulo lidera os trabalhos com a oleaginosa, com 40% da área já semeada, seguido por Mato Grosso (39,8%), Paraná (39%), Mato Grosso do Sul (34%), Tocantins (7%), Bahia (6%), Minas Gerais (6%), Goiás (5%) e Santa Catarina (3%).



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Chuvas no PR deixam produtores de trigo em alerta



Chuvas registradas no Paraná começam a deixar produtores de trigo em alerta. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Apicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além de ocasionarem atrasos na colheita do cereal, as precipitações podem comprometer as lavouras que ainda estão no campo. 

Já no Rio Grande do Sul, as chuvas fracas vêm mantendo o potencial produtivo elevado. De acordo com a Emater/RS, a produtividade no estado deve crescer 17,26% em relação ao ano anterior, para 3,261 t/ha, resultando em produção de 3,721 milhões de toneladas, 0,57% acima da safra passada. 

O maior rendimento no RS e também em SC elevou a estimativa de produção e de produtividade brasileira para 2025, conforme relatório divulgado neste mês pela Conab. A safra agora é projetada em 7,698 milhões de toneladas, 2,2% acima do previsto em setembro, mas 2,4% menor que a de 2024. 

Quanto à produtividade, houve aumento de 2,1% frente ao relatório passado e é estimada para ser 21,8% maior que a da temporada anterior, a 3,142 t/ha. Com a expectativa de uma safra com boa produtividade, dólar enfraquecido e alta produção na Argentina, os  levantamentos mostram que as cotações no Brasil seguem pressionadas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Média do açúcar cristal cai no mercado spot paulista



Os preços médios do açúcar cristal branco voltaram a cair no mercado spot de São Paulo na última semana, com o Indicador Cepea/Esalq variando entre R$ 115 e R$ 116 por saca de 50 kg. 

No balanço de 13 a 17 de outubro, a média foi de R$ 116,17/sc de 50 kg, 1,01% abaixo da do intervalo anterior, de R$ 117,36/sc. 

Pesquisadores explicam que, entre os tipos de açúcar cristal negociados, apenas o Icumsa 150 manteve sustentação de preços. Para o Icumsa 180, os valores em queda refletem os estoques acumulados em algumas usinas. 

Além disso, conforme o Centro de Pesquisas, expectativas de excedente global do adoçante na safra 2025/26 reforçaram a pressão sobre as cotações internas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Crédito rural de R$ 12 bi parado expõe falhas estruturais no sistema financeiro do agro


O governo anunciou com alarde a liberação de R$ 12 bilhões para o crédito rural, prometendo impulsionar investimentos, custeio e inovação na nova safra. Na prática, porém, esses recursos seguem indisponíveis nas instituições financeiras, revelando uma contradição entre o discurso político e a realidade vivida pelos produtores.

Enquanto os comunicados oficiais falam em fomento e estabilidade, o produtor enfrenta fila, exigências desproporcionais e respostas demoradas dos bancos. O resultado é frustrante: o crédito existe no papel, mas não chega a quem realmente precisa plantar, produzir e pagar as contas.

O entrave começa na própria estrutura de repasse. Bancos e cooperativas alegam falta de definição sobre garantias, risco climático e inadimplência, além de travas operacionais para distribuir o dinheiro.

A burocracia é tanta que, em muitos casos, os prazos de análise ultrapassam o período ideal de plantio. Para o produtor, tempo é safra, e safra perdida não se recupera.

Além disso, a alta dos juros, o endividamento acumulado e o risco de preços internacionais mais baixos tornam o crédito rural menos atraente para o sistema financeiro, que prefere operar em segmentos de menor risco e retorno mais rápido.

Cada dia de atraso na liberação do crédito significa menos investimento em insumos, tecnologia e produtividade. O pequeno e o médio produtor, que dependem de financiamento para tocar a lavoura, ficam encurralados entre o custo alto e a falta de liquidez.

Sem acesso ao crédito, o agro perde eficiência, a inovação é adiada e o país arrisca colher uma safra menor — tanto em volume quanto em competitividade.

Em um momento de margens apertadas, câmbio instável e exigências ambientais crescentes, a falta de crédito age como uma trava silenciosa na economia rural.

Um sistema desenhado para não funcionar

O caso dos R$ 12 bilhões parados mostra que o problema não é de falta de dinheiro, e sim de arquitetura financeira mal calibrada. O modelo de crédito rural brasileiro continua preso à lógica de anúncios grandiosos e execução lenta, com pouco foco na eficiência operacional e na realidade de quem está na ponta.

Enquanto o produtor precisa de rapidez e previsibilidade, o sistema oferece burocracia e incerteza. É o oposto do que um país que se diz potência agroexportadora deveria fazer.

O crédito rural é a corrente sanguínea do agronegócio. Se ele não circula, o campo enfraquece e com ele, toda a economia.

Anunciar bilhões e não repassar ao produtor é o mesmo que prometer chuva e entregar nuvens secas. No Brasil, o problema não é a falta de recursos, e sim a incapacidade de fazê-los chegar ao solo onde o país realmente cresce: o campo.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Deral aponta plantio de soja em 52% no Paraná



O plantio da safra 2025/26 de soja no Paraná alcançou 52% da área prevista até 20 de outubro, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. A área total destinada ao grão é estimada em 5,77 milhões de hectares, praticamente estável em relação à temporada passada.

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Condições das lavouras de soja

As lavouras apresentam 98% em boas condições e 2% médias. Em termos de desenvolvimento, 30% estão em germinação e 70% em crescimento vegetativo. Na semana anterior, o plantio era de 39%, com 99% das lavouras em boas condições.

Projeção

Segundo dados do Deral, a produção da safra 2025/26 deve atingir 21,94 milhões de toneladas, alta de 4% frente às 21,19 milhões de toneladas da safra 2024/25. A produtividade estimada é de 3.802 kg/ha, acima dos 3.672 kg/ha da temporada anterior.



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Indicador do etanol hidratado volta a subir



O preço do etanol hidratado voltou a subir no estado de São Paulo após seis semanas em queda. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, além do aquecimento da demanda, com a participação de distribuidoras independentes e de maiores portes, a oferta esteve limitada, seja pelas chuvas, que paralisaram as atividades agrícolas e industriais, seja pela retração de vendedores, atentos aos estoques de produto nos tanques e apostando em valores mais altos.

Pesquisadores explicam, ainda, que outro fator que começa a dar mais suporte aos preços é a proximidade do fim da safra 2025/26 na região Centro-Sul.

Nesse cenário, entre 13 e 17 de outubro, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,7365/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), aumento de 0,77% em relação ao período anterior. Para o anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ caiu leve 0,15%, a R$ 3,1079/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Girolando elege novo presidente para o triênio 2026/28



O criador mineiro Alexandre Lopes Lacerda foi eleito presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando para o triênio 2026/2028. A eleição ocorreu na última sexta-feira (17), na sede da entidade, em Uberaba (MG), com chapa única e participação de associados de diferentes estados. A nova diretoria assume em janeiro do ano que vem.

Continuidade e fortalecimento da raça

Lacerda sucede Domício Arruda, que permanece no comando até dezembro. O atual presidente destacou o avanço da raça Girolando nos últimos anos, consolidada como principal base do leite brasileiro. “Hoje, o Girolando responde por cerca de 80% da produção nacional e vem ampliando presença na América Latina. O novo time dará sequência ao trabalho de expansão e valorização da raça”, afirmou Arruda.

O novo presidente atua há duas décadas na pecuária leiteira, com foco em genética e produção de leite na Fazenda Miraí, na Serra do Cipó (MG). Segundo ele, a prioridade da gestão será tornar a associação mais próxima dos criadores e ampliar o acesso de pequenos produtores às tecnologias de melhoramento genético.

“Queremos fortalecer o Programa de Fomento da Raça Girolando, para que mais produtores possam aumentar a rentabilidade do rebanho”, destacou Lacerda.

Novas metas e foco nos associados

Entre as metas da nova diretoria estão ampliar o número de associados, apoiar eventos regionais e estimular a participação dos criadores na Megaleite — uma das principais feiras do setor leiteiro. Lacerda também pretende reforçar o Programa de Melhoramento Genético da raça, que contribui para o aumento da produtividade e da qualidade do leite.

Além de produtor rural, Lacerda é contador, advogado tributarista e diretor de um escritório jurídico em Belo Horizonte. A diretoria eleita conta ainda com José Renato Chiari como vice-presidente e outros nove diretores responsáveis por áreas administrativas, financeiras, técnicas e institucionais.

A Associação

Criada em 1978, a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando reúne produtores de todo o país e administra o Serviço de Registro Genealógico e de Melhoramento Genético da raça. Com mais de 2,3 milhões de registros, é a maior base de dados entre as associações de raças leiteiras no Brasil. A entidade também foi pioneira na adoção da genômica em programas de melhoramento genético bovino nacional.



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