sábado, agosto 22, 2026

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Avicultura sem antibióticos: Estudo inovador


Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais



Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais
Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais – Foto: Canva

O uso de antibióticos promotores de crescimento (APCs) na produção animal está sendo cada vez mais limitado devido ao risco de desenvolvimento de resistência bacteriana, tanto em animais quanto em humanos. Seguindo orientações da Organização Mundial da Saúde, muitos países já proibiram o uso desses antibióticos, incentivando práticas mais seguras. A médica-veterinária Maria Carolina Toth, da MCassab Nutrição e Saúde Animal, destaca que essa mudança está direcionando o mercado de proteínas animais para a busca de alternativas mais seguras e sustentáveis.

Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais, como demonstrado em estudo da Universidade Brasil em parceria com a MCassab Nutrição e Saúde Animal. Segundo o médico-veterinário Cleber Mansano, esses compostos têm propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas, além de efeitos imunomoduladores e digestivos. O estudo também destacou a capacidade dos óleos essenciais de reduzir o estresse térmico nas aves, uma preocupação constante na avicultura.

A pesquisa, realizada com 480 pintos, avaliou o ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar até os 42 dias de vida. Os resultados foram promissores, com as aves alimentadas com dietas contendo óleos essenciais apresentando um ganho de peso superior a 100 g em relação à dieta controle, mantendo a produtividade sem o uso de APCs. Isso reforça o potencial dos óleos essenciais como uma solução viável na transição para uma produção mais sustentável.

Para apoiar os produtores nessa adaptação, a MCassab oferece o Bioessence, um óleo essencial que melhora a saúde intestinal das aves e promove melhor desempenho zootécnico. A médica-veterinária Mariana Rosetti afirma que o produto é composto por um blend de ativos sinérgicos que aumenta a eficiência produtiva e reduz custos, oferecendo soluções de qualidade para o produtor.
 





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JBS investe R$ 70 milhões em produção de embalagens metálicas



A JBS fará um investimento de R$70 milhões na Zempack, sua unidade de embalagens metálicas, que resultará em um crescimento significativo na capacidade produtiva da empresa. Na unidade de Lins (SP), a produção de embalagens para alimentos luncheon meat (proteínas pré-cozidas) aumentará em 180% até novembro. Já em Guaiçara (SP), a fabricação de latas de aerossóis já ganhou um incremento de 25% neste ano.

Os investimentos são destinados à compra de maquinário para incrementar as linhas de produção das plantas da Zempack. A unidade de Lins receberá um aporte de mais de R$ 35 milhões até novembro, enquanto na de Guaiçara foram alocados mais de R$ 35 milhões nos últimos meses.

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As plantas detêm tecnologia de ponta e foco na indústria 4.0. Inaugurada em 2021, a unidade de Guaiçara possui equipamentos importados da Europa, que permitem acesso remoto para manutenção e reparos, além de impressora dupla, o que traz maior agilidade de litografia nas embalagens.

Na linha alimentícia, a embalagem metálica possui o benefício de manter as propriedades naturais do produto inalteradas, protegendo os alimentos por mais de dois anos, em condições adversas de clima, transporte e manuseio.

“Os aportes nas duas unidades serão fundamentais para o nosso crescimento, pois nos ajudam a ampliar a oferta de soluções para segmentos estratégicos, como o de embalagens de aerossol para inseticida, industrial, higiene e limpeza e cosméticos na unidade de Guaiçara, e de latas de luncheon meat, em Lins”,destaca Marcelo Jorcovix, diretor da Zempack.

O investimento responde à crescente demanda por embalagens no Brasil e no exterior, especialmente no mercado de aerossóis, onde o país já se posiciona como o quarto maior consumidor global, com 1,32 bilhão de unidades consumidas em 2022, segundo dados da Associação Brasileira de Aerossóis (ABAS).

Com a previsão de um crescimento expressivo para o mercado global de latas de aerossol nos próximos anos, saltando de 19 bilhões de unidades em 2024 para mais de 22 bilhões até 2029, segundo levantamento da empresa de pesquisa Mordor Intelligence, o foco da Zempack está em atender essa demanda crescente com soluções que unam inovação e eficiência.

Com o investimento, a Zempack ampliará em 20% o quadro de funcionários na unidade de Guaiçara, reforçando a posição da JBS como um dos maiores empregadores em Lins e região, onde já conta com mais de 8.500 colaboradores.

Produção sustentável

A sustentabilidade permeia, de ponta a ponta, os processos de produção da Zempack, que busca sempre as melhores práticas do mercado.

Toda a energia utilizada nas fábricas é proveniente da Biolins, unidade de produção de energia elétrica da JBS, localizada em Lins (SP), e que utiliza 100% de matéria-prima de fontes renováveis, como bagaço de cana e cavaco de reflorestamento.

Além disso, todo o ciclo de produção das embalagens de aço segue o sistema de logística reversa e 100% do material descartado no processo produtivo é destinado para a JBS Ambiental, que o reinsere no setor por meio de siderúrgicas.

Dessa forma, garante que o aço não-utilizado seja reaproveitado dentro da própria cadeia. Vale ainda destacar que todas as embalagens produzidas pela empresa são 100% recicláveis.



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Brasil se prepara para mais uma semana quente



Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (10) em todas as regiões do Brasil:

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Sul

Condições de pancadas mais irregulares no litoral do Rio Grande do Sul e chuva fraca em Porto Alegre pela manhã. Todas as demais áreas do sul do país seguem ensolaradas, com temperaturas altas no norte gaúcho, em Santa Catarina e no Paraná. Centro-norte paranaense com umidade do ar em alerta.

Sudeste

Dia de sol, temperaturas bem altas e calor à tarde. Não há previsão de chuva, e as capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte continuam com umidade do ar baixa.

Centro-Oeste

Sem mudanças na condição de tempo. Terça-feira ensolarada, quase sem nuvens na região, com destaque para o tempo extremamente seco e o calor à tarde.

Nordeste

Chance de chuva passageira ainda na costa leste da região, mas com bastante sol ao longo do dia. O interior do nordeste continua com tempo firme e muito seco, com algumas rajadas de vento moderadas.

Norte

A chuva continua concentrada no noroeste e oeste do Amazonas e de maneira muito irregular no noroeste de Roraima e norte do Acre. Sol, muito calor, tempo firme e umidade baixa em Rondônia, Tocantins, centro-sul do Pará e extremo sul do Amazonas.



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Incêndio queima 10 mil hectares do Parque da Chapada dos Veadeiros


Um incêndio iniciado na última quinta-feira (5) destruiu 10 mil hectares do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. De acordo com a administração da unidade de preservação, a área atingida é ainda uma estimativa e fica entre o Paralelo 14 e a Cachoeira Simão Correia.

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Em nota divulgada ontem (7), a chefia do parque informou que ainda não sabia o que ou quem provocou o incêndio, o que sinaliza que a unidade de preservação entende que pode ter sido criminoso. Na mensagem, também destaca que, desde o começo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o PrevFogo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), escalaram efetivos para ajudar a debelar o incêndio, junto com o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás. A expectativa era de que hoje fossem enviadas à localidade duas aeronaves, o que a reportagem não conseguiu confirmar, já que não teve sucesso nas tentativas de contato.

Um grupo organizado pelo Polo de EcoCiências do Cerrado realizou hoje (8), pelo segundo dia consecutivo, um mutirão para avaliar as condições da Reserva Privada do Patrimônio Natural (RPPN) Campo Úmido Voshysias, em Alto Paraíso de Goiás, próxima ao Parque Nacional. Assim como a RPPN Murundu, visitada neste sábado (7) no mesmo município, o local foi afetado por um incêndio e precisou ser examinado mais de perto, demandando também a retirada de espécies de plantas exóticas invasoras.

A rede de combate às chamas conta, ainda, com a Rede Contrafogo, que articula brigadas de voluntários, e o Instituto Biorregional do Cerrado (IBC). Em um vídeo postado nas redes sociais, Ivan Anjo, da Rede Contrafogo, compartilha informações sobre outro ponto atingido por chamas, o lixão de Alto Paraíso de Goiás.

Todo ano é a mesma coisa. O lixão pega fogo sempre na mesma semana! Em 2021 foi no dia 7 de setembro, 2022 foi dia 4 de setembro, em 2023 não teve (oh glória) e esse ano, 6 de setembro iniciado perto das 22h, enquanto ainda cuidavam do fogo no Pouso Alto [também em Alto Paraíso]. Seria só coincidência? A prefeitura não se organiza pra fiscalizar, vigiar e muito menos pra combater. Parecem gostar que o lixão diminua seu volume todo ano pra ter menos o que administrar. Dezenas de famílias tiveram que abandonar suas casas ontem devido a essa incompetência. Ou seria maldade mesmo? O que você acha?“, diz o texto que acompanha o vídeo. Nos comentários da postagem, moradores da cidade concordam com o brigadista e fazem críticas à gestão municipal.

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é um dos locais de preservação do Cerrado, conhecido como “berço das águas” e que, apesar disso, pode perder cerca de 34% do fluxo dos rios até 2050. De acordo com monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), somente este ano, até ontem (7), foram detectados 48.966 focos de queimada no bioma, que só perde para a Amazônia (79.175).

A Agência Brasil tentou contato com o ICMBio, o Ibama e a prefeitura de Alto Paraíso de Goiás, mas não teve retorno até o fechamento desta matéria.



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Agronegócio terá um World Trade Center em Mato Grosso



O agronegócio brasileiro ganhará um World Trade Center (WTC). Um prédio comercial de 25 andares será construído no norte de Mato Grosso, em Sinop, um dos municípios mais relevantes para a economia do estado. Previsto para ser concluído em 2029, o empreendimento é liderado pela incorporadora Haacke, de Balneário Camboriú, e faz parte de um megaprojeto de prédios na cidade, que terá investimentos de R$ 1,5 bilhão.

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O projeto envolve a torre da grife WTC, um centro médico, torres residenciais e comerciais. Para uma cidade de prédios baixos, o WTC nascerá como um imponente centro de negócios. A Haacke foi para Sinop após identificar uma oportunidade imobiliária, uma vez que seus clientes de prédios residenciais em Balneário Camboriú eram de Mato Grosso.

O megaprojeto em Sinop é o maior da história da empresa, que tem 33 anos, e tem previsão de conclusão em 14 anos, se houver a demanda esperada pelos empreendimentos. “Em nossos estudos, observamos que Sinop estava reunindo os maiores produtores agro do Brasil. Então, Sinop já não é mais uma cidade agro, é uma cidade de serviços, cosmopolita e diferenciada”, diz Douglas Haacke, diretor comercial e filho do fundador Carlos Haacke.



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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca as divulgações de inflação no Brasil e nos Estados Unidos nesta semana. Por aqui, a projeção é de uma deflação de 0,01%, que leva o acumulado em 12 meses do teto da meta 4,5% para 4,25%. Lá fora, o consenso espera uma alta de 0,2% tanto para o CPI quanto para o núcleo.



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Buracos ameaçam agricultura na Turquia


Autoridades monitoram a situação



Esses sumidouros estão avançando para zonas cada vez mais críticas
Esses sumidouros estão avançando para zonas cada vez mais críticas – Foto: Nadia Borges

A planície de Konya, na Turquia, conhecida como “o celeiro do país”, está enfrentando uma grave ameaça devido ao surgimento de mais de 2.600 buracos na terra, conhecidos como sumidouros. Essas formações, que variam em tamanho, são causadas pela seca severa e pelo consumo excessivo das águas subterrâneas, colocando em risco tanto a agricultura quanto áreas residenciais da região. A ameaça vem crescendo, especialmente em distritos como Cihanbeyli, Yunak, Kulu, Sarayönü e Kadinhani, locais tradicionalmente reconhecidos pela alta produção de cereais, que agora veem suas atividades econômicas em perigo.

Esses sumidouros estão avançando para zonas cada vez mais críticas, aproximando-se de áreas densamente povoadas, locais de investimentos em energia e regiões com intensa atividade agrícola. Anteriormente, eles se formavam principalmente em áreas isoladas, mas agora surgem em locais onde a presença humana e a produção agrícola são intensas, aumentando significativamente os riscos tanto para a população quanto para a economia local. O avanço dessas formações expõe a relação direta entre a ação humana, o uso descontrolado dos recursos hídricos e o agravamento das condições naturais, resultando em uma crise ambiental que afeta toda a região.

As autoridades turcas, como a Autoridade de Gestão de Catástrofes e Emergências (AFAD) e o Centro de Investigação de Aplicação de Sumidouros da Universidade Técnica de Konya, estão monitorando de perto a situação. Elas trabalham para implementar medidas preventivas, na tentativa de conter o surgimento de novos sumidouros. No entanto, especialistas alertam que a solução para o problema é complexa. Os sumidouros, apesar de serem um fenômeno natural, têm seu número amplificado pelas atividades humanas, sobretudo pelo uso inadequado dos recursos subterrâneos. Essas informações são do portal Euronews, de Portugal.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Agro e Prosa Episódio 821 – Casa de Soluções, um ponto de apoio confiável…


Atenção: Esse conteúdo foi produzido pela equipe do canal Agro e Prosa e gentilmente cedido para republicação no site Notícias Agrícolas

A UPL, uma das líderes globais no setor agroquímico, vem consolidando sua posição no Brasil com uma estratégia focada em inovação e sustentabilidade. Luciano Scalabrin, diretor de negócios da UPL, compartilhou em entrevista ao programa Agro e Prosa as diretrizes que têm guiado a atuação da empresa, especialmente no que se refere ao desenvolvimento de soluções biológicas para o campo.

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AgroNewsPolítica & Agro

Preços globais de alimentos caem em agosto


Os preços globais dos alimentos apresentaram uma leve queda em agosto, conforme comunicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A diminuição nos valores do açúcar, carne e cereais compensou os aumentos observados nos óleos vegetais e laticínios. O Índice de Preços Alimentares da FAO, que monitora os preços internacionais de diversos alimentos, alcançou 120,7 pontos, uma pequena redução em comparação a julho e 1,1% abaixo do nível de agosto de 2023.

Em relação aos cereais, houve uma redução de 0,5% nos preços em agosto, puxada pela queda nos preços de exportação de trigo, resultado de uma oferta competitiva no Mar Negro e colheitas menores na Argentina e nos Estados Unidos. Por outro lado, o milho teve uma leve alta, influenciada pelas ondas de calor na Europa e EUA, enquanto o arroz subiu 0,6%, impulsionado pela valorização das moedas de países exportadores e pela oferta limitada de variedades não indica.

O índice referente aos óleos vegetais avançou 0,8%, alcançando seu maior patamar em 20 meses, graças ao aumento nos preços do óleo de palma, que superou a queda nas cotações de soja, colza e girassol. No setor de laticínios, a alta foi de 2,2%, refletindo o aumento no preço do leite em pó integral, causado pela maior demanda de importação, além da elevação nos preços de queijo e manteiga, influenciados pela incerteza sobre a oferta de leite na Europa Ocidental.

Já o índice de carnes caiu 0,7%, com retração nos preços da carne suína, de aves e ovina, devido à menor demanda de importação, enquanto a carne bovina teve uma leve valorização. O açúcar, por sua vez, registrou uma queda de 4,7%, atingindo seu menor nível desde outubro de 2022, favorecido por melhores previsões de colheitas na Índia e Tailândia e pela baixa nos preços do petróleo. No entanto, o preço subiu no final do mês, em resposta às preocupações com incêndios em áreas de cultivo no Brasil.
 





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AgroNewsPolítica & Agro

O futuro das culturas: IA e dados ambientais


Estudo ficou em segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields



Estudo ficou em segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields
Estudo ficou em segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields – Foto: Pixabay

Um novo modelo de aprendizado de máquina para prever o rendimento das culturas, usando dados ambientais e informações genéticas, pode transformar o desenvolvimento de novas variedades agrícolas com maior produtividade. 

Igor Fernandes, mestrando em estatística e análise na Universidade de Arkansas, trouxe sua experiência em ciência de dados e agronomia, adquirida como assistente de graduação na Embrapa, para criar uma abordagem inovadora. Com a orientação de Sam Fernandes, professor associado de estatística agrícola e genética quantitativa, Igor desenvolveu um modelo focado em dados ambientais que recentemente foi publicado na revista Theoretical and Applied Genetics. O estudo, intitulado “Usando aprendizado de máquina para combinar dados genéticos e ambientais para previsões de rendimento de grãos de milho em testes multiambientais,” destacou-se ao obter o segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields.

O trabalho demonstra que, apesar de a abordagem baseada apenas em dados ambientais ter superado as expectativas, existe potencial para aprimorar a comparação com modelos tradicionais de previsão genômica. O melhoramento genômico utiliza apenas o DNA para selecionar candidatos para testes de campo, economizando tempo e recursos. Segundo Sam Fernandes, a previsão genômica permite estimar o rendimento das plantas com base no DNA e em dados anteriores sem necessidade de plantio, otimizando o processo de desenvolvimento de novas variedades adaptadas a condições específicas, como a seca. Os coautores do estudo incluem Caio Vieira, professor associado de melhoramento de soja, e Kaio Dias, professor de biologia geral na Universidade Federal de Viçosa.





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