domingo, agosto 16, 2026

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Milho sobe na B3: Confira


O mercado de milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) subiu com Chicago e demanda interna, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em alta nesta segunda-feira (21). O milho na B3 subiu acompanhando a alta de Chicago (1,17%), sendo que a cotação, mesmo fechando em leve baixa, esteve alta boa parte do dia”, comenta.

“Mesmo com a retração das exportações de 53,68% nas exportações até o momento em outubro, o mercado interno está aquecido, com a indústria de ração e etanol consumindo boa parte do milho brasileiro. Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia: o vencimento de novembro/24foi de R$ 70,03, apresentando alta de R$ 0,77 no dia, alta de R$ 2,65 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 72,86, alta de R$ 0,99 no dia, baixa de R$ 2,03 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 73,99, alta de R$ 0,43, no dia e alta de R$ 1,38 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em alta com demanda aquecida pelo grão norte-americano. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,17% ou $ 4,75 cents/bushel a $ 409,50. A cotação para março25, fechou em alta de 1,01% ou $ 4,25 cents/bushel a $ 423,25”, indica.

“A grande demanda pelo grão americano está dando suporte às cotações. Somente nesta segunda-feira foram anunciadas 498.118 toneladas de milho vendidas para México, Coreia do Sul e outro destino não conhecido. O USDA tem anunciado com frequência vendas extras, acima de 100 mil toneladas, nas últimas semanas. Isso se refletiu nos embarques para exportação, que cresceram 97,35% no comparativo semanal”, conclui.
 





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Soja tem preços firmes e movimentações nesta terça-feira



O mercado brasileiro da soja teve um dia movimentado nos portos nesta terça-feira (22), com preços firmes impulsionados pela Bolsa de Chicago. As transações também refletiram um bom movimento em relação à safra nova. As informações são da Safras & Mercado.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Missões (RS): preço manteve-se estável em R$ 134,00
  • Porto de Rio Grande (RS): saca subiu de R$ 141,00 para R$ 143,00
  • Cascavel (PR): preço subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Porto de Paranaguá (PR): valor passou de R$ 143,00 para R$ 144,50
  • Rondonópolis (MT): saca aumentou de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 138,00 para R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): preço valorizou de R$ 132,50 para R$ 135,00.

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Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em alta, especialmente para o óleo, enquanto o farelo apresentou uma leve queda. A demanda robusta pela soja norte-americana, combinada com incertezas relacionadas à eleição presidencial nos Estados Unidos, que podem afetar as relações comerciais com a China, contribuíram para a valorização.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com entrega em novembro fecharam com um aumento de 10,75 centavos, ou 1,09%, cotados a US$ 9,91 3/4 por bushel. A posição para janeiro de 2025 foi cotada a US$ 10,00 1/2 por bushel, também com um ganho de 10,75 centavos.

Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo teve uma leve queda de US$ 0,60, ou 0,18%, fechando a US$ 317,70 por tonelada. Por outro lado, os contratos de óleo com vencimento em dezembro registraram uma alta de 1,30 centavo, ou 3,06%, fechando a 43,69 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com uma leve alta de 0,07%, negociado a R$ 5,6968 para venda e a R$ 5,6948 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,6742 e R$ 5,7176.



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BNDES disponibiliza mais R$ 2,2 bilhões para programas do Plano Safra 2024/25



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibiliza, nesta terça-feira (22), mais R$ 2,2 bilhões para operações de crédito no âmbito de programas do Plano Safra 2024/25.

Com a medida, o total de recursos ainda disponível nos diferentes Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF) a serem repassados pela instituição é de R$ 11,2 bilhões, com prazo de utilização até junho de 2025.

Os recursos poderão ser utilizados por produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares para custeio e investimento em diversas finalidades, incluindo ampliação da produção, aquisição de máquinas e equipamentos, armazenagem e inovação.

“O BNDES é um dos principais apoiadores do setor agropecuário brasileiro, financiando os investimentos tanto do agro empresarial quanto dos pequenos agricultores. Seguindo estratégia do governo federal, aumentamos em 73% o orçamento para esta safra, chegando ao maior orçamento já oferecido pelo Banco”, destaca o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Total disponibilizado pelo BNDES

No total, o BNDES está disponibilizando R$ 66,5 bilhões no Plano Safra 2024/2025 (foram R$ 38,4 bilhões na última safra), sendo que R$ 14,8 bilhões estão destinados a pequenos produtores da agricultura familiar, o que representa aumento de 28% em relação ao último ano-safra.

Neste Plano Safra 2024/25, o banco já aprovou R$ 17,1 bilhões e atendeu a solicitações de mais de 81 mil operações por meio de operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados.

O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, destaca que o BNDES é um grande parceiro da agropecuária brasileira e que está “atento às necessidades do setor e sempre buscando soluções para oferecer crédito para quem precisa investir, com linhas inovadoras, atendendo aos produtores e cooperativas e fomentando o desenvolvimento social”.

Além dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGFs), o BNDES também oferece soluções próprias para garantir a oferta de crédito ao setor agropecuário durante todo o ano, como o BNDES Crédito Rural. Na atual safra, o produto já soma R$ 1,9 bilhão em operações aprovadas.



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Área dedicada ao feijão diminui 45,5% em menos de cinco décadas


A área plantada com feijão tem sofrido queda significativa ao longo dos últimos anos no Brasil, perdendo lugar para culturas mais rentáveis, como a soja.

De acordo com a série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), entre a safra 1976/77 e a 2023/24, as lavouras dedicadas ao grão caíram de 1.582 milhão para 861 mil hectares, redução de 45,5% em 47 anos.

No entanto, mesmo com menos área, a produção da leguminosa mais presente no prato do brasileiro se manteve praticamente estável. Isso porque, no mesmo perído, a produtividade saltou 85%, partindo de 591 kg/ha para 1.094 kg/ha.

Tal resultado provém do emprego de tecnologia no campo. Exemplo disso é a irrigação por gotejamento, que tem como princípio o aprimoramento do uso da terra e dos recursos hídricos.

“A fertirrigação é capaz de fornecer nutrientes diretamente na raiz da planta, aproveitando cerca de 90% da água utilizada e otimizando o uso de fertilizantes. Isso tem sido essencial para melhorar a produtividade do feijão, especialmente em áreas onde a terra cultivada está diminuindo”, afirma o especialista agronômico da Netafim, Warlen Pires.

Produtividade do feijão

fertirrigação subterrânea lavoura de feijãofertirrigação subterrânea lavoura de feijão
Foto: Divulgação Netafim

No Brasil, a agricultura empresarial responde por 76,9% da produção total de feijão, de acordo com a Embrapa. Já a agricultura familiar atende ao restante, focada, especialmente, na produção de feijão verde e preto, com 55,6% e 41,8% de participação, respectivamente.

Segundo Pires, no Nordeste, onde a agricultura familiar é predominante, a produtividade da leguminosa atinge uma média de 480 kg/ha, enquanto no Centro-Oeste atinge média de 2.178 kg/ha e no Sudeste, chega a 1.795 kg/ha.

De acordo com ele, além do aumento de produtividade, a irrigação por gotejamento também ajuda a reduzir custos de produção.

“Com o uso da irrigação por gotejamento subterrâneo, é possível evitar doenças que prosperam em microclimas úmidos, o que reduz a necessidade de defensivos agrícolas”. Ele dá o exemplo de um produtor de Paraúna, Goiás, que alcançou média de 60 sacas por hectare e, de quebra, economizou na aplicação de fungicidas.



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a trajetória do produtor de soja que seguiu os passos do pai



Há cerca de um mês, os produtores de soja em Goiás puderam iniciar o plantio no estado. Charles Peeters, agrônomo e proprietário de uma fazenda entre Montividiu e Caiapônia, possui 17 anos de experiência na produção agrícola.

A gestão da propriedade se baseia na agricultura regenerativa, que busca restaurar e melhorar a saúde do solo, promovendo a biodiversidade e a ciclagem de nutrientes.

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Legado e plantio

O pai de Charles foi um dos pioneiros na adoção do plantio direto e da integração lavoura-pecuária na região. Hoje, o produtor mantém e promove essas práticas em sua propriedade. “O plantio direto já é uma realidade na nossa propriedade há 35 anos. Isso nos trouxe produtividade e a possibilidade de cuidar melhor do solo”, destaca.

Além disso, a propriedade é privilegiada por um clima e uma altitude que permitem a produção de duas safras por ano, englobando tanto soja quanto milho. No entanto, a temporada atual traz desafios. Embora a janela de plantio tenha sido aberta em 25 de setembro, Charles iniciou suas atividades apenas em 12 de outubro, enfrentando um atraso de 15 a 20 dias em comparação ao ano passado.

“Estamos com cerca de 50% da área de soja plantada. O clima tem sido um fator crítico, pois o plantio depende de chuvas adequadas”, afirma Charles, enfatizando a importância de uma abordagem cautelosa diante das incertezas climáticas.

E referente às práticas sustentáveis?

Peeters adota práticas agrícolas que demonstram seu compromisso com a sustentabilidade, como a implantação de um sistema de rotação de culturas e utiliza plantas de cobertura, além de integrar a pecuária em sua produção.

“Essa diversidade ajuda a manter a saúde do solo, tanto do ponto de vista químico, físico e biológico, aumentando a resiliência da propriedade frente a estresses hídricos e altas temperaturas”, explica.

A tecnologia digital é outra aliada na gestão da propriedade. Charles utiliza ferramentas e estações meteorológicas que facilitam a coleta e análise de dados. No entanto, ele observa que, apesar de acumular informações valiosas, as decisões nem sempre são tomadas com base nesses dados. “Estamos em constante evolução, mas ainda há um caminho a percorrer em termos de análise e aplicação de informações”, comenta.

Desafios

Os principais desafios enfrentados por ele incluem pragas e doenças de solo, como nematoides e fusário, que limitam a produtividade. “Buscamos sempre bater novos recordes de produtividade, mas precisamos saber gerenciar bem o uso de biológicos e produtos no solo”, ressalta. A combinação de práticas de manejo com um foco na saúde das lavouras ajuda a manter uma produção saudável.

Os riscos climáticos e o perfil do solo também são fatores críticos. O agrônomo realiza perfis de solo em profundidade e aplica correções, como calcário e gesso, para garantir um solo equilibrado. “Buscamos zerar o alumínio e ter um solo bem corrigido até um metro de profundidade, o que nos ajuda a gerenciar melhor os estresses climáticos”, explica.

“Estamos em um período de chuvas satisfatórias, e o capricho no plantio é fundamental. É preciso garantir qualidade na distribuição das sementes para uma lavoura uniforme e bem estabelecida”, completa.

Ele destaca que, apesar do uso de tecnologias e dados, a agricultura básica continua sendo fundamental. “Fazer o arroz com feijão bem feito, aplicar na hora certa, minimizar perdas e garantir uma operação eficiente são essenciais para o sucesso”, afirma Charles. Ele enfatiza ainda que a manutenção preventiva das máquinas e a eficiência operacional são importantes para evitar prejuízos no campo.



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a trajetória do produtor de soja que seguiu os passos do pai



Há cerca de um mês, os produtores de soja em Goiás puderam iniciar o plantio no estado. Charles Peeters, agrônomo e proprietário de uma fazenda entre Montividiu e Caiapônia, possui 17 anos de experiência na produção agrícola.

A gestão da propriedade se baseia na agricultura regenerativa, que busca restaurar e melhorar a saúde do solo, promovendo a biodiversidade e a ciclagem de nutrientes.

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Legado e plantio

O pai de Charles foi um dos pioneiros na adoção do plantio direto e da integração lavoura-pecuária na região. Hoje, o produtor mantém e promove essas práticas em sua propriedade. “O plantio direto já é uma realidade na nossa propriedade há 35 anos. Isso nos trouxe produtividade e a possibilidade de cuidar melhor do solo”, destaca.

Além disso, a propriedade é privilegiada por um clima e uma altitude que permitem a produção de duas safras por ano, englobando tanto soja quanto milho. No entanto, a temporada atual traz desafios. Embora a janela de plantio tenha sido aberta em 25 de setembro, Charles iniciou suas atividades apenas em 12 de outubro, enfrentando um atraso de 15 a 20 dias em comparação ao ano passado.

“Estamos com cerca de 50% da área de soja plantada. O clima tem sido um fator crítico, pois o plantio depende de chuvas adequadas”, afirma Charles, enfatizando a importância de uma abordagem cautelosa diante das incertezas climáticas.

E referente às práticas sustentáveis?

Peeters adota práticas agrícolas que demonstram seu compromisso com a sustentabilidade, como a implantação de um sistema de rotação de culturas e utiliza plantas de cobertura, além de integrar a pecuária em sua produção.

“Essa diversidade ajuda a manter a saúde do solo, tanto do ponto de vista químico, físico e biológico, aumentando a resiliência da propriedade frente a estresses hídricos e altas temperaturas”, explica.

A tecnologia digital é outra aliada na gestão da propriedade. Charles utiliza ferramentas e estações meteorológicas que facilitam a coleta e análise de dados. No entanto, ele observa que, apesar de acumular informações valiosas, as decisões nem sempre são tomadas com base nesses dados. “Estamos em constante evolução, mas ainda há um caminho a percorrer em termos de análise e aplicação de informações”, comenta.

Desafios

Os principais desafios enfrentados por ele incluem pragas e doenças de solo, como nematoides e fusário, que limitam a produtividade. “Buscamos sempre bater novos recordes de produtividade, mas precisamos saber gerenciar bem o uso de biológicos e produtos no solo”, ressalta. A combinação de práticas de manejo com um foco na saúde das lavouras ajuda a manter uma produção saudável.

Os riscos climáticos e o perfil do solo também são fatores críticos. O agrônomo realiza perfis de solo em profundidade e aplica correções, como calcário e gesso, para garantir um solo equilibrado. “Buscamos zerar o alumínio e ter um solo bem corrigido até um metro de profundidade, o que nos ajuda a gerenciar melhor os estresses climáticos”, explica.

“Estamos em um período de chuvas satisfatórias, e o capricho no plantio é fundamental. É preciso garantir qualidade na distribuição das sementes para uma lavoura uniforme e bem estabelecida”, completa.

Ele destaca que, apesar do uso de tecnologias e dados, a agricultura básica continua sendo fundamental. “Fazer o arroz com feijão bem feito, aplicar na hora certa, minimizar perdas e garantir uma operação eficiente são essenciais para o sucesso”, afirma Charles. Ele enfatiza ainda que a manutenção preventiva das máquinas e a eficiência operacional são importantes para evitar prejuízos no campo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como tem se comportado o mercado de milho?


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul permanece congelado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Santa Rosa a R$ 70,00; Não-Me-Toque a R$ 71,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 73,00. Vendedores a partir de R$ 72,00 no FOB interior e R$ 72,00 CIF fábricas. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, comenta.

Em Santa Catarina as compras ocorrem por parte dos frigoríficos. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos, em pelo menos 10 mil tons. Ao oeste, ao menos 5 mil tons também foram relatadas por nossos correspondentes, entre preços de 74/75/75,50, a depender do prazo. Estima-se, entre rumores, que por aqui tenham rodado hoje 30 mil toneladas”, completa.

Preços de R$ 65,00 a saca CIF no norte do estado do Paraná. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 64,00 (+1,00); Cascavel a R$ 61,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 65,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 54,00, e norte a R$ 57,00. Ao sudoeste, 3 mil tons saíram ao preço de R$ 57,00, na retirada imediata e pagamento em 30 dias, para uma fábrica de ração local”, indica.

O Mato Grosso do Sul registrou preço spot em R$ 61,00. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados a R$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 55,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 70,00”, conclui.
 





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Agro brasileiro provou ser capaz de gerar segurança alimentar e energética ao mundo, diz Arnaldo Jardim



O agronegócio brasileiro provou que é um dos principais responsáveis pela segurança alimentar do planeta e, em breve, também deve ser o protagonista da segurança energética. Essa é a opinião do deputado federal Arnaldo Jardim, presidente da Comissão Especial sobre Transição Energética e Produção de Hidrogênio Verde.

O parlamentar foi convidado do quadro Daoud Entrevista, conduzido pelo comentarista do Canal Rural Miguel Daoud. Assista abaixo:

Jardim é, também, autor da proposta que deu origem à Lei 14.130/2021, que institui os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro).

Ele lembra que há cerca de 20 anos, o Plano Safra era o único responsável pelo financiamento e custeio da produção agropecuária brasileira, mas, atualmente, responde por apenas 30% desta tarefa.

De acordo com o deputado, restante provém do próprio produtor através de operações como o barter que, muitas vezes, vem incutida de juros altos.

“Foi a partir daí que surgiu a ideia do Fiagro como um mecanismo de mercado porque, embora o ago seja responsável por 22%, 28% do PIB brasileiro, os números variam, na bolsa de valores, as empresas do agro são apenas 3%. Isso porque há um descasamento entre o mercado de capitais e o agro. Aproximar [os dois lados] significa mais recursos e menos dependência de governo, além de baratear o custo”.

Segurança energética e alimentar

O deputado também falou que o agronegócio brasileiro vem se destacando na produção de alimentos e de energia. “Quando nós começamos a debater isso […], uma parte do mundo, por desconfiança, outra por preconceito e uma terceira por interesse comercial, disse que o Brasil não poderia fazer isso porque ao começar a produzir energia, deixaria de produzir alimentos. Nós provamos o contrário”.

Segundo Jardim, o Brasil aumentou o cultivo de alimentos ao mesmo tempo em que as propriedades rurais passaram a contribuir para a produção energética. Conforme ele, tudo isso vem amparado, agora, pelo chamado Combustível do Futuro.

“O etanol deve continuar e deve aumentar a mistura [à gasolina], com o aumento da produção de cana. Mas agora também provém do milho, do triticale e do trigo”, diz.

Além disso, o aumento exponencial da mistura de biodiesel ao diesel convencional é outro destaque apontado por Jardim, assim como, mais recentemente, a aprovação de produção de biogás e biometano provindo de granjas de aves, suínos e também de produção bovina.



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Plantio da soja no Paraná: andamento, expectativas e projeções



O plantio da safra de soja 2024/25 no Paraná avançou para 62% da área total, conforme divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Estado. As informações foram compartilhadas pela Safras & Mercado.

Atualmente, 100% das lavouras estão em boas condições. Na semana anterior, essa mesma taxa foi confirmada, com as plantas apresentando um desenvolvimento saudável. No momento, as lavouras encontram-se nas fases de germinação (33%) e crescimento vegetativo (67%), mantendo a mesma proporção em relação à semana anterior.

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Projeções

A área total cultivada nesta safra deve alcançar 5,810 milhões de hectares, um aumento em relação aos 5,785 milhões de hectares cultivados na safra 2023/24.

Em relação à produção, a projeção para a safra 2024/25 é de 22,419 milhões de toneladas, representando um crescimento de 21% em relação ao ano anterior. A expectativa é que a produtividade atinja 3.858 quilos por hectare.



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entenda o cenário e o que esperar



Nos primeiros 15 dias de outubro, o indicador do boi gordo, segundo o Cepea, acumulou uma alta de 9,1%, com negociações que chegaram a R$ 310 à vista em São Paulo, descontado o Funrural. Na comparação com o mesmo período do ano passado, esse aumento ultrapassa os 20%.

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Segundo Hyberville Neto, diretor da HN Agro, esse movimento de alta nos preços está sendo sustentado pelo bom escoamento tanto no mercado interno quanto no internacional. “A partir de julho, o mercado tem subido. No início do movimento, foi uma puxada maior do consumo, tanto no escoamento internacional quanto no doméstico”, explica Hyberville. Ele também destaca o impacto da baixa taxa de desemprego, que ajuda a manter o consumo de carne em alta no curto prazo.

Outro fator importante é a forte demanda externa, especialmente da China. Hyberville aponta que “em setembro, tivemos o maior volume exportado da história e, em outubro, com dados parciais, estamos com a maior média diária da história”. Ele acrescenta que, caso o ritmo seja mantido, “pode ser mais um recorde quebrado”.

Sobre o futuro, Hyberville acredita que o mercado deve se manter firme até o final do ano, embora uma acomodação nos preços após a alta recente não seja descartada. “O mercado não deve voltar aos patamares anteriores, mas alguma acomodação nesses próximos meses não seria algo fora da curva”, afirma. Ele ressalta que, com a oferta restrita e exportações em alta, os fundamentos continuam favoráveis para um mercado firme.

Apesar do cenário positivo, a margem dos frigoríficos diminuiu, o que pode influenciar as negociações nos próximos meses. “A margem da indústria caiu, pois o preço no atacado subiu um pouco menos do que o boi gordo”, explica Hyberville. Ele ainda pondera que, mesmo com essa queda, “a margem ainda está num patamar historicamente positivo”.

Para os pecuaristas, o cenário é de atenção. Hyberville sugere que produtores que estão com gado em confinamento garantam um preço mínimo. “Agora não é hora de travar preço fixo, porque o mercado está positivo, mas alguma acomodação pode acontecer”, orienta. Ele destaca que garantir um valor mínimo é uma estratégia interessante para quem tem gado com data definida de venda.

A previsão é de que o ciclo pecuário entre em uma fase mais positiva. “Nós ainda estamos vendo um volume de oferta elevado, mas isso deve mudar em breve, com a redução da participação de fêmeas nos abates”, conclui Hyberville, destacando que essa fase de alta tende a beneficiar os pecuaristas, especialmente com a valorização dos bezerros.



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