domingo, agosto 16, 2026

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dia é marcado por clima severo



A semana permanece sendo marcada por chuva. Contudo, à medida que os dias passam, o tempo vai ficando mais severo.

A formação de um ciclone extratropical deve afetar a Região Sul e demais áreas do país em breve. Confira a previsão para esta quarta-feira (23):

Sul

O tempo fica mais instável em toda a região. Na Campanha Gaúcha, no litoral do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina, a chuva será acompanhada por trovoadas e raios. Nas demais áreas, ocorrem pancadas isoladas de chuva, concentradas à tarde.

Sudeste

O tempo permanece instável em todo o estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e nas regiões sul e oeste de Minas Gerais, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas por raios e trovoadas. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e nas demais áreas de Minas Gerais, o dia será ensolarado, com predomínio de sol.

Centro-Oeste

A condição de chuva isolada continua em Mato Grosso do Sul e Goiás. Em Mato Grosso, as pancadas de chuva são esperadas apenas no noroeste do estado. Nas demais áreas, o dia será ensolarado, mas com sensação de abafamento devido às altas temperaturas.

Nordeste

O tempo firme predomina em quase toda a região. Caso chova, será de forma isolada e passageira nos litorais da Bahia, do Sergipe, de Alagoas e Pernambuco.

Norte

A condição para pancadas de chuva e trovoadas continua nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e sudoeste do Pará. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens, sem previsão de chuva.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima úmido eleva riscos na produção de uvas


Produtores de uva intensificam controle de doenças fúngicas em meio a chuvas no RS





Foto: Arquivo Agrolink

No Rio Grande do Sul, os produtores de uva estão enfrentando desafios climáticos que ameaçam o desenvolvimento da safra. Na região administrativa de Caxias do Sul, as condições meteorológicas recentes, marcadas por dias seguidos de chuva, alta umidade e baixa insolação, não favoreceram o desenvolvimento adequado das vinhas, nem a manutenção da sanidade dos pomares, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (17) pela Emater/RS-Ascar.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Somente no final do período, houve melhora nas condições para que os viticultores pudessem realizar as práticas e os tratos culturais nos vinhedos. A fase atual é considerada delicada, especialmente porque muitas variedades estão em fase de antese, um momento extremamente sensível a condições climáticas adversas e crucial para o sucesso da vindima. Apesar das preocupações, as vinhas têm apresentado bom vigor e sanidade, além de uma boa diversidade de cachos, tanto em quantidade quanto em tamanho.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Na região de Santa Rosa, as videiras estão em plena brotação e fase reprodutiva, com as cultivares de ciclo precoce já em floração. O desenvolvimento das videiras é considerado adequado, porém, o clima úmido e chuvoso favoreceu o surgimento de doenças fúngicas e a baixa luminosidade prejudicou o crescimento das novas brotações. Para combater doenças como antracnose e escoriose, que são comuns neste período, os produtores intensificaram o manejo e o controle fitossanitário.

Na região de Soledade, as condições de alta umidade do ar combinadas com temperaturas elevadas aumentaram a incidência de míldio, doença fúngica que afeta o desenvolvimento das videiras. O vigoroso crescimento das brotações também exigiu que os produtores realizassem o amarrio das plantas para evitar a quebra dos ramos pelo vento.





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AgroNewsPolítica & Agro

Pancadas de chuva favorecem soja e milho, mas irregularidade preocupa


Maior parte do território nacional deve enfrentar pancadas de chuva isoladas





Foto: Pixabay

Nesta terça-feira, o clima no Brasil apresenta cenários variados. De acordo com Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, a maior parte do território nacional deve enfrentar pancadas de chuva isoladas e mal distribuídas. Regiões centrais como Mato Grosso, Goiás e o oeste de São Paulo estarão mais sujeitas às precipitações, com acumulados podendo ultrapassar 50 mm, o que é essencial para o avanço do plantio da soja e outras culturas

Por outro lado, áreas do Nordeste e do extremo norte permanecem fora dos corredores de umidade, com o plantio sob risco de atrasos devido à escassez de chuvas. A previsão destaca que as pancadas de hoje terão comportamento típico da primavera, originadas principalmente pela combinação de calor e umidade, mas sua irregularidade pode comprometer a umidade do solo e afetar a produtividade de culturas como milho e algodão

Para os próximos dias, o alerta de Rodrigues inclui a possibilidade de um ciclone extratropical se formando entre a Argentina e o Uruguai. Esse sistema pode influenciar o clima nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, trazendo chuvas mais intensas e ventos fortes, com rajadas que podem alcançar até 90 km/h. Essas condições são esperadas a partir de quarta-feira e podem impactar o manejo agrícola nas lavouras de trigo e cana-de-açúcar.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Demanda eleva preço da soja em Chicago


Essa alta foi sustentada pelas vendas significativas relatadas pelo USDA




Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71%
Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71% – Foto: Pixabay

De acordo com a TF Agroeconômica, a soja negociada em Chicago (CBOT) registrou uma alta nesta segunda-feira, impulsionada pela boa demanda pelo grão americano e pela valorização do óleo de soja. O contrato de novembro de 2024, referência para a safra brasileira, subiu 1,13%, encerrando o dia cotado a $ 981,00 por bushel. 

Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71%, fechando a $ 989,75 por bushel. O farelo de soja para dezembro também acompanhou a tendência de alta, com valorização de 0,86%, atingindo $ 318,30 por tonelada curta. O óleo de soja para dezembro, por sua vez, subiu 1,36%, sendo negociado a $ 42,39 por libra-peso.

Essa alta foi sustentada pelas vendas significativas relatadas pelo USDA, que anunciou duas transações adicionais no início da semana, totalizando 380 mil toneladas de soja para destinos não revelados. Além disso, o volume de embarques de exportação apresentou um aumento de 27,58% em relação à semana anterior, com 2.433.530 toneladas de soja inspecionadas para exportação. A China se destacou como o principal destino, recebendo 1,687 milhão de toneladas.

A crescente demanda pela soja americana está relacionada a vários fatores, incluindo o receio de uma nova guerra comercial entre China e Estados Unidos, os preços competitivos do grão americano e o grande volume disponível, favorecido pela rápida colheita nos EUA. No entanto, especialistas alertam que essa pressão sobre os preços pode se intensificar no curto e médio prazo, à medida que o plantio avança no Brasil e a safra americana continua a contribuir com um alto volume de oferta no mercado internacional.
 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Após recuar nos últimos pregões, milho abre a 4ªfeira com altas em Chicago


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A quarta-feira (09) começa com os preços futuros do milho operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 67,98 e R$ 72,66 por volta das 10h07 (horário de Brasília). 

O vencimento novembro/24 era cotado à R$ 67,98 com elevação de 0,32%, o janeiro/25 valia R$ 71,45 com alta de 0,22% e o março/25 era negociado por R$ 72,66 com ganho de 0,35%. 

Mercado Externo 

A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu as atividades desta quarta-feira contabilizando movimentações positivas para os preços internacionais do milho futuro, que avançavam por volta das 09h44 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/24 era cotado à US$ 4,22 com valorização de 2,00 pontos, o março/25 valia US$ 4,40 com alta de 2,00 pontos, o maio/25 era negociado por US$ 4,49 com elevação de 2,00 pontos e o julho/25 tinha valor de US$ 4,55 com ganho de 2,00 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros de milho conseguiram um pequeno salto durante a noite após cair na terça-feira pela terceira vez nas últimas quatro sessões.   

“Espera-se que os agricultores dos EUA colham 15,155 bilhões de bushels de milho a uma produtividade média de 183,4 bushels por acre, com base em uma pesquisa da Reuters com analistas antes do relatório de sexta-feira. Em setembro, o USDA previu a safra em 15,186 bilhões de bushels e uma produtividade média de 183,6 bushels por acre”, aponta Bruce Blythe analista da Farm Futures. 





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Trabalhadores portuários de todo o país fazem greve contra mudanças em lei do setor



Trabalhadores portuários de todo o Brasil entraram em greve por 12 horas nesta terça-feira (22). O objetivo da paralisação é apontar os problemas que poderão resultar das alterações na Lei dos Portos (Lei 12.815/2013).

Entre as principais queixas, estão a extinção do adicional noturno e o pagamento por adicional de risco, além de permitir a terceirização de atividades como o serviço de guarda portuária.

“A greve está sendo feita contra um relatório e um anteprojeto de lei que retira direitos de todos os trabalhadores portuários do Brasil, reduz o mercado de trabalho, extingue categorias de trabalhadores portuários reconhecidos por lei, restringe a participação dos nossos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho, e acaba com o direito à exclusividade dos trabalhadores reconhecidos por lei para contratação com vínculo empregatício, entre outros”, disse o presidente do Fenccovib, Mário Teixeira.

Segundo ele, uma comissão de juristas está elaborando, na Câmara dos Deputados, um relatório com uma proposta de projeto de lei para o setor. Teixeira critica a composição da comissão.

O presidente do Fenccovib disse que a categoria não concorda com a revogação da lei portuária atual, que envolveu todos os 151 sindicatos portuários brasileiros na mobilização, contando, ainda, com o apoio de entidades internacionais de trabalhadores.

A ação é coordenada pela Federação Nacional dos Portuários (FNP), Federação Nacional dos Estivadores (FNE) e Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, nas Atividades Portuárias (Fenccovib), que juntas representam mais de 50 mil funcionários que atuam nos principais portos do país.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como a soja iniciou a semana


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, neste momento, é pautado pelo plantio, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 141,50 para entrega outubro, e pagamento 30/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 30/10. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 30/10. R$ 133,00 Ijuí – Pagamento em 30/10. R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 30/10. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 121,00 a saca, para o produtor”, comenta.

As vendas para exportação devem diminuir no estado de Santa Catarina. “Em setembro o volume exportado foi de 129 mil toneladas. A China se constitui no maior destino das vendas, representa 78% do total exportado pelo estado, até o momento este mercado apresentou redução de 6%, enquanto que outros mercados apresentaram elevação significativa das exportações. O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná a semana começa com os preços em baixa. “No porto, houve apenas tentativas de negócios no Porto de Paranaguá, com compradores oferecendo R$ 141,50 por saca CIF, com entrega imediata e pagamento no fim de novembro, sem sucesso. No interior, em Cascavel, tradings indicavam R$ 142 por saca CIF, R$ 2 a mais na semana passada. No FOB, a saca estava cotada em R$ 138, sem saída, porém. Exportadores na região buscam o grão para fechar volumes até o fim do ano, mas o desajuste entre oferta e demanda impediu acordos. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,50”, indica.

No Mato Grosso do Sul o destaque ficou na elevação dos preços. “O preço da soja no spot subiu nesta segunda-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e pagamento em novembro, representando um aumento de R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Preços do dia: Dourados R$ 135,50. Campo Grande: R$ 135,50. Maracaju: R$ 135,00. Chapadão do Sul: R$ 130,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

O Mato Grosso reduziu a participação nas exportações. “Destaca-se ainda que, em setembro, as exportações de Mato Grosso atingiram o menor volume dos últimos sete anos para o mês, com 240,12 mil toneladas exportadas, queda de 60,57% em comparação ao ano anterior. Preços praticados: Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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Calculadora virtual ajuda produtores de leite a estimar valores a serem recebidos


Os produtores de leite do Rio Grande do Sul passam a contar com uma calculadora virtual que estima o preço que será recebido pelo produto.

A iniciativa tende a auxiliar pessoas que há décadas vivem da atividade leiteira, como os pecuaristas de Monte Negro, no Vale do Caí.

A fazenda de Gediel Griebeler possuia, no começo, apenas uma vaca e toda a produção do animal era comercializada. Não sobrava nenhuma gota para o café preto da família.

Hoje em dia, o local conta com 65 vacas em lactação e distribui cerca de 1.300 litros por dia. O trabalho árduo é feito dia a dia com o apoio das mulheres da família, que cuidam da ordenha. Mesmo com um rebanho com garantia de qualidade genética, Griebeler ainda sofre com o preço pago pelo litro.

“[O preço] reagiu agora, neste último mês. Deu 12 centavos de aumento. Até então a gente não tinha aumento ainda. E está bem defasado o preço em relação ao custo de produção. É muita diferença. Insumo, defensivo, tudo encareceu do ano passado para cá”, relata.

Em setembro, o preço pago pelo litro do leite no estado foi de R$ 2,53. A média Brasil calculada pelo Cepea está em R$ 2,76. O Rio Grande do Sul é a unidade da federação com a menor remuneração do país.

Calculadora virtual do leite

calculadora leite
Foto: Reprodução Canal Rural

Uma das maiores dificuldades da atividade leiteira é o planejamento dos investimentos. O produtor entrega o produto para a cooperativa e só fica sabendo o valor exato de quanto foi pago pelo litro em 15 dias.

Agora, uma nova ferramenta validada pelo Conseleite pretende ajudar a mensurar essa remuneração de forma prévia, dando ideia de quanto o alimento vai render ao produtor.

A calculadora do leite foi elaborada em uma parceria que envolve produtores, indústrias e a Universidade de Passo Fundo.

Para ter uma perspectiva do preço pago por litro, basta acessar de forma gratuita o site da Conseleite, onde o pecuarista precisa inserir alguns dados da sua produção e consegue obter a média dos valores que podem ser recebidos.

O presidente do Conseleite, Allan Tormen, conta que a função da ferramenta é mostrar ao produtor como está a posição do produto dele referente a preço em comparação à realidade do mercado.

“Divulgamos um valor de referência que é médio. A gente vai ter produtor que entrega com 2,5% de gordura e produtor com 4,5%, assim como produtor de 200 litros e produtor de dois mil litros. Tentamos contemplar todas as variáveis dentro da realidade do estado”.

Plataforma não expõe dados

A calculadora é segura porque não expõe e também não salva os dados inseridos, garante o Conseleite.

Com essa alternativa, o produtor pode ter uma base de comparação com valor de referência, o que ajuda na organização das contas, já que o leite é pago no mês, mas o ciclo da cultura é anual, como na produção de silagem, por exemplo, feita por safra.



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Arroba do boi gordo ultrapassa R$ 300 em mais estados; confira


O mercado físico do boi gordo segue apresentando alta em seus preços. O movimento acontece de maneira mais contundente no Centro-Norte do país, de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

Grande parte dos estados brasileiros passaram a operar perto dos R$ 300 para a arroba, com importante encurtamento do diferencial de base em relação ao mercado paulista.

“No geral as escalas de abate de boi permanecem encurtadas, em um ambiente ainda pautado por exportações bastante representativas, e o Brasil caminha a passos largos para um recorde histórico de embarques”, disse o analista da empresa, Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 307,95

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista apresenta alta em seus preços no decorrer da semana. Segundo a Safras, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma elevação dos preços no curto prazo, em linha com o baixo nível de produto em estoque.

“Nesse ambiente, o mais provável é que as demais proteínas de origem animal ganhem competitividade em relação a carne bovina, em particular a carne de frango”, pontuou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,20 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,20 por quilo. A ponta de agulha apresentou alta de R$ 0,05 e foi precificada a R$ 17,30 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,6968 para venda e a R$ 5,6948 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6742 e a máxima de R$ 5,7176.



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Ciclone não deve afetar apenas o Sul do país; veja prováveis impactos



A noite da próxima quarta (23) e a madrugada de quinta (24) devem ser marcadas pela formação de um ciclone extratropical a se formar entre o Uruguai e o estado do Rio Grande do Sul, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Assim, as áreas de instabilidade provocadas pelo calor e umidade associada ao sistema de baixa pressão provocarão pancadas de chuvas no oeste do Paraná e centro-oeste do Planalto Sul de Santa Catarina.

O órgão alerta que à medida em que o ciclone se forma, deve provocar volumes significativos de chuva e, também, ventos fortes. “O sol aparece por alguns momentos e o tempo fica calmo, mas, em seguida, o céu fica encoberto, com chuvas e ventos moderados a fortes”, diz a nota do Inmet.

Impactos do ciclone no Rio Grande do Sul

Na quinta-feira, o ciclone ganha força no Uruguai e norte da Argentina e continuará a avançar pelo Rio Grande do Sul, causando fortes instabilidades no oeste e parte do centro e sul do estado.

As áreas mais atingidas pelos volumes de chuva e pelas rajadas de vento serão as regiões brasileiras próximas do Uruguai, norte da Argentina e no Paraguai. “Nas demais regiões, incluindo Porto Alegre, também haverá ventania, mas com chuva mais fraca se comparada às demais regiões do território gaúcho”.

De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o ciclone também deve atingir a Região Centro-Oeste na forma de temporais e rajadas de vento intensas que podem ultrapassar os 70 km/h.

“Porém, o sistema não será forte o suficiente para levar chuva às áreas produtoras do Matopiba. Nestas áreas ao Nordeste, o conselho para o produtor é que segure a semeadura da safra porque a tendência para a chuva voltar é a partir da segunda quinzena de novembro. Apenas sul da Bahia e algumas áreas do Tocantins devem receber as precipitações”.

Na sexta-feira (25), o ciclone deverá estar em alto-mar e o tempo seco com a presença do sol começa a predominar no Sul do país. À exceção será o norte do Paraná, que ainda terá instabilidades.

Apesar desse cenário, o Inmet destaca que o ciclone ainda poderá provocar ventos moderados a fortes na faixa litorânea dos três estados do Sul.



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