segunda-feira, agosto 10, 2026

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Confira como o mercado da soja se comportou



O mercado da soja se comportou de forma volátil após o anúncio de cortes fiscais e isenção de IR para rendas até R$5 mil, que intensificaram os receios sobre o déficit público, fazendo o dólar alcançar R$6,11 na última semana.

Segundo a plataforma Grão Direto, o movimento impactou o cenário financeiro, mas também gerou uma reação no mercado de soja, com um equilíbrio entre as condições de safra no Brasil e na Argentina, que ajudaram a conter as pressões altistas, apesar da alta da moeda americana.

Apesar da valorização do dólar, as expectativas para a safra brasileira e a estabilização das condições de cultivo em áreas-chave, como no Brasil e na Argentina, ajudaram a conter pressões altistas. A safra se desenvolve em ritmo constante, proporcionando equilíbrio no mercado interno.

Guerra na Ucrânia

O conflito entre Rússia e Ucrânia ganhou novos contornos na última semana, com sinais de que a tensão pode se expandir para uma maior participação de países da OTAN. Esse cenário geopolítico continuou a afetar a volatilidade no mercado internacional de grãos.

Chicago

Em Chicago, o contrato de soja para janeiro de 2025 fechou a US$ 9,91 por bushel, com uma alta de 0,61% na semana. No Brasil, o dólar subiu 3,27%, alcançando R$6,00. Contudo, o mercado físico de soja não apresentou grandes variações, com alguns registros de queda de preços nas regiões produtoras, devido à falta de suporte nos valores.

O que esperar do mercado?

O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras em grande parte do país, com exceção de áreas como o centro-sul de Mato Grosso do Sul, que enfrentaram dificuldades devido à falta de chuva. A Conab destaca que, em geral, as condições são favoráveis para o avanço da safra. Para os próximos dias, espera-se chuvas regulares nas principais regiões produtoras, exceto em Mato Grosso do Sul e na Bahia, que podem sofrer com o déficit hídrico.

Com a colheita nos EUA finalizada, as cotações em Chicago mantiveram-se abaixo de US$ 10,00 por bushel, refletindo o grande volume de soja da safra norte-americana e a redução da demanda internacional.

Com a colheita brasileira se aproximando, um clima favorável pode pressionar as cotações para baixo, mesmo que ainda abaixo de US$ 9,00 por bushel. Esse cenário sugere que produtores brasileiros devem se preparar para uma possível pressão sobre os preços, o que pode influenciar suas estratégias de venda.

Em relação ao dólar, a instabilidade fiscal e os movimentos políticos internos levaram o dólar a atingir R$6,00, com um impacto direto sobre a curva de juros futuros. Embora um dólar mais forte possa beneficiar a competitividade da soja brasileira no exterior, ele também pressiona para baixo os preços internacionais, devido ao aumento da oferta global.

O cenário cria um dilema para os produtores: enquanto o dólar alto aumenta a rentabilidade em reais, a pressão externa pode limitar os ganhos. A recomendação é que os produtores acompanhem de perto os prêmios regionais e a dinâmica do mercado global para identificar boas oportunidades de comercialização.

Expectativas para a semana

Diante das boas perspectivas climáticas, espera-se que a semana no mercado internacional de soja seja desafiadora, com uma tendência de queda nos preços em Chicago e, possivelmente, no dólar. A recomendação para os produtores é se manter atentos a esses desenvolvimentos e avaliar com cautela suas estratégias de venda.



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AgroNewsPolítica & Agro

queda no preço do limão tahiti lidera desvalorização de frutas


O último levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) revelou aumento nos preços de frutas comercializadas no entreposto de Contagem, da CeasaMinas, os preços médios das principais frutas comercializadas apresentaram variações entre as semanas de 18 a 22 e de 25 a 29 de novembro, conforme levantamento divulgado. Apenas abacaxi, maçã e uva registraram estabilidade nos valores, enquanto outras frutas oscilaram devido a fatores como oferta, clima e exportações.

A banana, coco verde, manga e melancia apresentaram elevação nos valores:

Banana: A colheita foi prejudicada pelas chuvas no Norte de Minas, limitando a oferta. O preço médio da banana prata subiu 4,2%, de R$ 4,00 para R$ 4,17/kg.

Manga: As exportações aquecidas impulsionaram o preço da manga tommy, que variou positivamente em 3,7%, de R$ 2,50 para R$ 2,59/kg.

Melancia: O clima quente e seco favoreceu o tamanho e a qualidade dos frutos, resultando em uma alta média de 2,5%, atingindo R$ 1,37/kg.

Coco verde: O preço subiu 8%, de R$ 2,50 para R$ 2,70/unidade, devido ao aumento na demanda.

Frutas com Queda de Preços

Laranja, limão e mamão sofreram desvalorização durante o período:

Laranja: A oferta ampliada pelas chuvas pressionou os preços, com queda média de 6,7%, de R$ 5,00 para R$ 4,67/kg.

Limão: O limão tahiti teve a maior redução, com queda de 26,7%, passando de R$ 7,50 para R$ 5,50/kg.

Mamão formosa: A alta produção local reduziu os preços em 2,2%, de R$ 4,16 para R$ 4,07/kg.

Estabilidade nos Preços

Abacaxi: Apesar de oscilações pontuais, o preço médio do abacaxi pérola permaneceu em R$ 78,33 a dúzia.

Maçã e uva: A maçã gala e a uva Itália não registraram variação, com preços de R$ 9,16/kg e R$ 15,62/kg, respectivamente.

Os resultados refletem o impacto direto de fatores climáticos, como chuvas e altas temperaturas, e de variáveis econômicas, como exportações e volume de produção. Com a chegada do verão, a demanda pode se intensificar, especialmente por frutas de maior aceitação sazonal, como melancia e manga.





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região pode receber até 200 mm de chuva; veja quando



A próxima semana será marcada por chuvas volumosas e tempo severo na região Sul do Brasil. O meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, alerta para acumulados de até 200 mm entre os dias 8 e 12 de dezembro no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Com o solo já saturado pela umidade, o risco de alagamentos e deslizamentos de terra é elevado.

Antes disso, nesta sexta-feira (6), o Rio Grande do Sul já enfrentará rajadas de vento acima de 100 km/h e queda de granizo, devido à presença de um cavado.

A partir do dia 13, a formação de um sistema de baixa pressão pode dar origem a um ciclone, trazendo mais chuvas intensas em um curto período de tempo, o que reforça a necessidade de os produtores adiantarem os trabalhos no campo.

Temporais se espalham pelo Brasil

No Nordeste, um vórtice ciclônico de altos níveis (VCAN) está espalhando chuvas em áreas que enfrentavam estiagem, como Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e norte do Piauí. Essas chuvas, que começaram no início desta semana, podem ocorrer na forma de temporais.

Já no Centro-Sul, o alerta é para ventos intensos e granizo. Na quarta-feira (6), o norte do Paraná, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul estarão sob risco de rajadas de vento que podem ultrapassar 70 km/h, enquanto acumulados de chuva acima de 100 mm em cinco dias são esperados no litoral norte de São Paulo. Isso eleva o risco de alagamentos e deslizamentos na região.

Clima favorece produtores em algumas regiões

Embora o tempo severo preocupe no Sul e Sudeste, os próximos dias trarão volumes de chuva moderados que beneficiarão produtores em áreas como Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. No Pará, acumulados de 50 a 80 mm em cinco dias devem favorecer a agricultura no centro-norte do estado, especialmente em Altamira, Santarém e Paragominas.

Entre os dias 8 e 12 de dezembro, o tempo será mais firme em grande parte do Centro-Oeste, Sudeste e Matopiba, com acumulados de até 20 mm em cinco dias, proporcionando boas condições para o avanço dos trabalhos no campo.



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Motorista com 10,8 toneladas de queijo tem metade da carga apreendida por fiscais



Fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) em Carajás, na Rodovia BR-230 (Transamazônica), em São João do Araguaia, município do sudeste paraense, apreenderam uma carga de queijo muçarela sem nota fiscal.

O caminhão foi parado pelos profissionais no sábado (30) e o condutor apresentou documento fiscal referente a 4.320 quilos de produto, procedentes de Água Azul do Norte, no sudeste do Pará, com destino a Soure, no Marajó.

“Ao verificarem a carga, os fiscais notaram que, na verdade, havia 10.800 quilos de queijo, uma diferença de 5.680 quilos sem documento fiscal”, informou o coordenador da unidade fazendária, Rafael Brasil.

A mercadoria sem documento fiscal foi avaliada em R$ 213.840,00. Foi emitido um Termo de Apreensão e Depósito (TAD), no valor de R$ 56.881,44, referente ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria (ICMS) e à multa.



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Durante Fenagro governo anuncia novo concurso público da Adab


Um novo concurso público da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), foi anunciado pelo governador Jerônimo Rodrigues na noite deste domingo (2), durante abertura da 33ª edição da Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro), em Salvador (BA).

De acordo com a Adab, ao todo, serão 200 novas vagas para a contratação de 80 médicos veterinários, 80 engenheiros agrônomos e 40 técnicos em fiscalização agropecuária.

Ainda durante o evento no Parque de Exposições de Salvador, o chefe do Executivo estadual autorizou a publicação do Edital de Processo Seletivo para contratação de 241 técnicos de nível médio em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e a aquisição de 14 novos veículos para reforçar o trabalho da defesa agropecuária baiana.

O governador também deu posse aos 13 candidatos aprovados no concurso público realizado em junho deste ano pela Agência.

Novo concurso público da Adab é lançado na Fenagro; edital ainda não foi disponibilizado pelo governo da Bahia
Foto: Divulgação/Adab

Foram 120 vagas disponíveis para Fiscal Estadual Agropecuário (FEA) e 40 para Técnico em Fiscalização Agropecuária.

A data oficial para publicação do edital do novo certame ainda não foi definida, no entanto, a Adab informou que já discute essa questão.

Fenagro

Oficialmente aberta na tarde deste domingo (1º), no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador, a 33ª edição da Fenagro promete atrair, até 8 de dezembro, mais de 100 mil visitantes.

Exposição de animais e produtos agropecuários, leilões, shows, espaço infantil e mais de 25 estandes com serviços gratuitos disponibilizados pelo Governo do Estado fazem parte da programação. 


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Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 91% da área, diz AgRural



A área plantada com soja na safra 2024/25 estava em 91% da área estimada no Brasil até quinta-feira passada (28), de acordo com levantamento da AgRural

Há uma semana, o índice era de 86% e em mesmo período do ano passado, o progresso de semeadura nas lavouras dedicadas à cultura era apontado em 85%.

“Embora os 91% plantados no país sejam o percentual mais alto para esta época do ano desde 2018, o plantio perdeu um pouco do fôlego no Rio Grande do Sul em virtude da falta de chuva”, destacou a AgRural.

Por outro lado, em pontos do leste de Mato Grosso e do Triângulo Mineiro, o excesso de umidade tornou os trabalhos mais lentos.

“Porém, de um modo geral, o plantio caminha sem maiores problemas nos estados que ainda têm máquinas em campo e as lavouras têm ótimo potencial produtivo na maior parte do Brasil”, ressaltou.

No Paraná, chuvas muito bem-vindas levaram alívio aos produtores do oeste e do norte a partir do último dia 8. Assim, a expectativa é de recuperação das áreas que vinham sofrendo com a irregularidade das precipitações, já que há mais chuva nas previsões.

Entretanto, o problema persiste no sul de Mato Grosso do Sul, onde um padrão mais seco e quente ainda predomina.

Milho verão

A área estimada para a safra 2024/25 de milho verão (primeira safra) estava 94% plantada no Centro-Sul do Brasil até quinta passada, em comparação com 93% uma semana antes e 91% no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da AgRural.

De modo geral, as condições das lavouras são favoráveis, mas até a semana passada havia preocupação em áreas mais adiantadas do Rio Grande do Sul por causa da falta de chuva.

“É importante que os volumes previstos para esta semana se confirmem para que o estado não passe a registrar perdas mais significativas de produtividade”, concluiu.



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Confira a estimativa da produção de soja em Mato Grosso



A semeadura da soja para a safra 2024/25 foi finalizada em Mato Grosso na última sexta-feira (29). O início da temporada foi marcado por atrasos nas chuvas, ocorrendo logo após o fim do vazio sanitário no estado, o que fez com que o ritmo de cultivo ganhasse velocidade apenas na segunda quinzena de outubro.

Por outro lado…

Apesar disso, as condições das lavouras de soja em Mato Grosso estão dentro das expectativas, na maioria. Algumas regiões apresentaram uma ligeira maior incidência de pragas, o que exigiu intensificação nos tratos culturais.

Números da soja em Mato Grosso

De acordo com o levantamento do Imea realizado em novembro, a área cultivada para a safra 2024/25 de soja em Mato Grosso será de 12,66 milhões de hectares, o que representa um aumento de 1,47% em relação à área plantada na safra anterior. Esse crescimento na área cultivada reflete a confiança dos produtores na rentabilidade da cultura e o potencial de expansão das lavouras no estado. A produtividade projetada é de 57,97 sacas por hectare, o que representa uma elevação de 11,15% em comparação com a safra passada.

O aumento na produtividade está diretamente ligado a um bom desenvolvimento das lavouras, apesar dos desafios climáticos iniciais e a necessidade de controle de pragas em algumas regiões. Com o aumento da área e da produtividade, a produção total de soja para a safra 2024/25 em Mato Grosso é estimada em 44,04 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 12,78% em relação à produção da safra anterior.



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condições favoráveis no plantio deixam preços em baixa, mas isso deve mudar



Os contratos futuros do milho apresentaram baixas sucessivas na última semana com a boa expectativa sobre a janela de plantio para a segunda safra no Brasil.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou em 58,7% a área semeada no país. Entre os principais produtores, apenas o Rio Grande do Sul não teve condições favoráveis ao desenvolvimento da cultura pela redução nas chuvas e as altas temperaturas.

O milho encerrou a semana sendo cotado a US$ 4,23 por bushel (-0,7%) em Chicago. No Brasil, na B3, o contrato do cereal para janeiro de 2025 recuou 0,65%, encerrando a R$ 71,65 por saca. Reflexo dessas retrações, o mercado físico também apresentou baixas.

Veja, agora, a análise da plataforma Grão Direto sobre o que está por vir no mercado do milho nos próximos dias.

O que esperar do mercado do milho?

  • Avanço do plantio: o milho verão segue avançando de forma consistente, com o Sul do Brasil liderando a produção da primeira safra, seguido pela Região Sudeste. “As condições climáticas continuam muito favoráveis, permitindo o progresso no plantio e no desenvolvimento das lavouras”. Ainda nesta semana, a Conab deve anunciar o encerramento do plantio nos estados do Sul, assim como em São Paulo. Em Minas Gerais, a estimativa é de 85% de avanço. Esses progressos reforçam o cenário positivo para a safra de verão, oferecendo boas perspectivas para produtores dessas regiões.
  • Janela de plantio: embora se discuta uma possível redução na área de milho segunda safra devido aos preços mais baixos, na visão da Grão Direto os últimos acontecimentos indicam um cenário diferente. “Baixas nos preços futuros não trouxeram impactos significativos ao mercado físico, em que os preços do milho disponível sofreram mais do que os contratos futuros. A boa safra de soja e a janela de plantio favorável aumentam o otimismo em relação ao milho segunda safra e tende a movimentar os preços até essa consolidação”.
  • Boi gordo: o aumento na arroba do boi gordo impulsionou as cotações do milho no mercado físico e na B3. “Apesar disso, a melhora nas margens dos pecuaristas ainda não foi plenamente refletida, pois o impacto financeiro do rally de alta da carne bovina demanda tempo para se consolidar. Esse movimento deve ganhar força após o período das águas, por volta de abril, quando os pecuaristas estão mais capitalizados e precisarão de milho devido à escassez de pasto”, considera a Grão Direto. Com isso, o aumento na demanda coincidirá com a entrada do milho segunda safra no mercado, gerando um cenário de maior pressão sobre os preços do grão.

Em um cenário mais estável, o milho pode não ter uma semana tão significativa, com preços seguindo a tendência do final da última semana e recuperando parte das recentes perdas.



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Chuva intensa atinge várias áreas do país; confira região por região



A Climatempo indica que esta terça-feira (3) terá chuvas intensas em boa parte do país e períodos de tempo firme em algumas áreas específicas. Enquanto a frente fria mantém o Sudeste sob condições de chuva e temperaturas mais baixas, o Rio Grande do Sul desfrutará de tempo estável.

No Norte e Centro-Oeste, a umidade persiste, trazendo temporais localizados, enquanto o Nordeste apresenta variabilidade entre chuva e tempo seco em diferentes sub-regiões.

Confira como ficam as condições em todas as regiões do país.

Sul

A previsão indica tempo nublado e com chuva a qualquer momento do dia no Paraná, especialmente na faixa norte, onde podem ocorrer temporais localizados. Na faixa leste do estado, o transporte de umidade do oceano em direção ao continente mantém a condição de chuva constante.

Enquanto isso, no leste de Santa Catarina a chuva será mais isolada. No Rio Grande do Sul, por sua vez, o tempo firme predomina.

Sudeste

A frente fria segue atuando na costa da região, canalizando a umidade da Amazônia. O tempo será nublado, com chuva a qualquer momento em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Não está descartada chuva forte e temporais.

As temperaturas ficarão mais baixas na faixa leste de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, por influência de uma massa de ar polar que avança atrás da frente fria.

Centro-Oeste

A frente fria mantém a umidade concentrada no Brasil central, com temporais previstos em Mato Grosso, Goiás e norte e leste de Mato Grosso do Sul.

O tempo fica firma apenas no oeste de Mato Grosso do Sul, com variação de nebulosidade. O clima seguirá abafado em todos os estados.

Nordeste

O tempo será nublado, com chuva a qualquer momento, no Maranhão, centro-sul do Piauí e oeste da Bahia. No leste e norte do Piauí e no centro-norte do Ceará, pancadas isoladas poderão ocorrer, algumas com trovoadas.

Entre o Rio Grande do Norte e Sergipe, há previsão de chuva isolada. No centro-leste da Bahia, o tempo será firme.

Norte

Há previsão de pancadas de chuva a qualquer momento do dia, com forte intensidade em áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins.

No centro-norte e sudoeste de Roraima, haverá pancadas com trovoadas, assim como no norte do Pará.



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