sábado, agosto 8, 2026

News

News

mitigação passa pelo uso inteligente do solo



As mudanças de uso do solo realizadas pela atividade agrícola são algumas das maiores responsáveis pelas emissões de gases do efeito estufa na atmosfera.

Como plantas e solo estocam carbono e um solo não balanceado em nutrientes gera mais emissões, nos últimos anos, a agricultura entrou para o cardápio das soluções para mitigação das mudanças climáticas. Em 2009 surgiu o termo climate-smart agriculture (“agricultura inteligente em termos climáticos”, numa tradução livre), durante um evento da agência da Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura (FAO).

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

“Não que a agricultura tenha sido, até agora, climaticamente agnóstica, ignorante ou neutra. Ela sempre dependeu do clima”, disse a diretora do Center for Global Food Security, da Purdue University, Sylvie Brouder, em palestra na Escola Interdisciplinar Fapesp 2024.

Brouder contou que o que caracteriza a climate-smart agriculture não é diferente do que se chamava até então de conservation agriculture. “É o que no Brasil chamamos de agricultura de baixo carbono”, explicou o mediador da palestra e professor da Faculdade de Ciências Agronômicas de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (FCA-Unesp Ciro Rosolem à Agência Fapesp.

Segundo Brouder, a mudança de nome foi uma forma de pôr as ciências agronômicas em evidência para o financiamento de pesquisas. Pelo menos nos Estados Unidos. “Queriam chamar a atenção de quem tem o dinheiro, falando de mitigação e adaptação climática. Basta lembrar que o financiamento à pesquisa em agricultura [nos Estados Unidos] tende a ser pouco quando comparado às outras áreas”, contou.

A pesquisadora apresentou números da literatura científica sobre mudanças climáticas, “reflexo do que a ciência está pautando em termos de políticas públicas”. Em 2015, segundo a base de dados Scopus, quase todos os estudos publicados eram sobre biologia, geofísica, meteorologia ou clima. E os dez artigos mais citados eram sobre sistemas naturais, hábitats, extinção etc. “Não sobre agricultura. Isso quando a mudança climática está obviamente afetando a agricultura”, apontou.

O papel do nitrogênio

A agricultura tem papel fundamental no balanço de nitrogênio no solo. Ao mesmo tempo que é um nutriente essencial, o excesso gera emissões de gases como o óxido nitroso. Este é um dos mais potentes causadores do efeito estufa.

Em sua experiência com produtores norte-americanos, ela conta que o temor de que suas plantações não rendam a colheita esperada faz com que muitos apliquem mais nutrientes no solo do que o necessário.

As consequências podem ser tanto econômicas, com gastos excessivos em fertilizantes, até ambientais, com poluição de rios e mares pelo excesso de nitrogênio e o aumento das emissões de gases de efeito estufa.

“Não há dúvida de que nitrogênio, fósforo e enxofre no solo são necessários para sequestrar o carbono. Mas é preciso saber a dose certa, ou o excedente vai gerar emissões indiretas, água de baixa qualidade, entre outros problemas”, explicou.

Brouder disse que foca no nitrogênio, pois, ao comparar as emissões de óxido nitroso nos Estados Unidos, a região conhecida como Cinturão do Milho é uma das grandes emissoras. Isso porque os fertilizantes são aplicados em quantidade muito maior do que a necessária.

“As razões pelas quais as pessoas fazem isso são socioculturais. É o que sempre aplicaram e elas querem colheitas ainda maiores, o que leva a crer que precisam aplicar ainda mais. Somado a isso, até recentemente os fertilizantes nitrogenados eram relativamente baratos”, notou.

O pensamento é uma herança direta da chamada Revolução Verde, conjunto de inovações que levaram a uma explosão de produtividade em diversas culturas no pós-guerra. “Muitos pensam na Revolução Verde apenas em termos de genética e sementes, mas foi um conjunto de fatores, incluindo irrigação, maquinário, fertilizantes químicos, este último agora associado como uma consequência ruim daquele momento”, lembrou.

É preciso lembrar, disse, que houve também investimentos em infraestrutura social, pesquisa, crédito para os produtores. Essa confluência proporcionou o aumento massivo de produtividade.

Mas nem todos se beneficiaram da Revolução Verde, o que suscitou nos anos 1980 a noção de segurança e insegurança alimentar. Os desafios agora se somam com os fatores climáticos, gerando pressão na produção de alimentos por conta de disponibilidade de água, mudanças no regime de chuvas e aumento das temperaturas médias, entre outras consequências das mudanças climáticas globais.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de trigo no Brasil cai para 7,7 milhões de toneladas em 2024, aponta CEEMA



Além da menor quantidade, a qualidade dos grãos colhidos preocupa




Foto: Canva

A queda nos preços do trigo no Brasil está desafiando as expectativas do mercado, especialmente diante da redução na produção e do câmbio desfavorável para importações. Segundo dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), a média de preços no Rio Grande do Sul fechou a semana em R$ 65,27 por saco, enquanto o Paraná manteve valores em R$ 72,00 por saco em algumas regiões.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Rio Grande do Sul registrava R$ 63,00 por saco, e o Paraná, R$ 67,00, demonstrando uma tendência de retração nos valores, mesmo em um cenário de menor oferta.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta para uma produção nacional de 8,1 milhões de toneladas em 2024, mas análises do setor privado indicam um ajuste para 7,7 milhões de toneladas, sendo 3,7 milhões no Rio Grande do Sul – abaixo das 4,1 milhões inicialmente estimadas.

Além da menor quantidade, a qualidade dos grãos colhidos preocupa. “É surpreendente que os preços do trigo de qualidade superior não tenham apresentado alta significativa, considerando a menor oferta e o impacto cambial nas importações”, destaca o relatório da CEEMA.

No entanto, o mercado permanece com baixa liquidez e os preços, no mercado FOB, atingiram os menores níveis desde abril/maio deste ano. Apesar disso, analistas esperam uma recuperação dos preços para fevereiro e março de 2025, quando a oferta no mercado interno pode diminuir ainda mais.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Agricultores recebem kits de irrigação e maquinários na Bahia



Agricultura familiar ganha reforço com kits de irrigação no oeste da Bahia




Foto: Nadia Borges

A Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa) encerrou as ações de 2024 do projeto “Apoio aos Pequenos Agricultores Familiares” com a entrega de 40 kits de irrigação no município de Cocos, localizado na região oeste da Bahia. A iniciativa reforça o compromisso da entidade com o desenvolvimento da agricultura familiar, conforme as informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri).

Dos kits entregues, 25 foram doados pela própria Abapa, enquanto os outros 15 vieram da empresa Santa Colomba, representada pelos diretores Douglas Orth e Miguel Prado. Essa parceria segue as diretrizes do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro), uma iniciativa do Governo da Bahia, através da Secretaria da Agricultura (Seagri), que utiliza a renúncia fiscal para fortalecer a cadeia produtiva do algodão no estado.

Neste ano, Cocos passou a integrar o grupo de 12 municípios do oeste baiano contemplados pelo programa, que visa capacitar pequenos agricultores das comunidades rurais para aumentar a produção com maior eficiência e qualidade. Segundo Wallison Tum, secretário da Agricultura da Bahia, a ação em Cocos simboliza o avanço do programa e sua contribuição para a agricultura familiar.

De acordo com o Seagri, o projeto contou ainda com a parceria da Agência de Defesa Agropecuária do Estado da Bahia (Adab) e da prefeitura de Cocos, responsáveis por prestar assistência técnica aos agricultores, garantindo o uso eficiente dos equipamentos.

Além da entrega em Cocos, a Abapa promoveu uma ação em Canabrava, no município de Malhada, sudoeste baiano, onde o programa teve início em 2014. Na ocasião, foram entregues uma plantadeira, um pulverizador e sementes de algodão à Associação dos Produtores de Canabrava (Aspruc).





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Silagem de milho registra alto rendimento



O bom desempenho se deve ao estado geral das plantas no RS




Foto: Agrolink

A colheita do milho para silagem segue em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul, com elevado rendimento e qualidade do material ensilado, segundo o último Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19). O bom desempenho se deve ao estado geral das plantas, mantidas até o corte com colmos verdes e enchimento adequado de grãos.

As condições climáticas, com alta radiação solar e temperaturas elevadas durante o dia, aliadas a noites amenas e chuvas intercaladas, têm favorecido o desenvolvimento das lavouras que não sofreram impacto do déficit hídrico registrado em novembro.

A Emater/RS-Ascar projeta para a safra 2024/2025 o cultivo de 357.311 hectares de milho no Estado, com produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

Na região administrativa de Erechim, cerca de 50% das lavouras estão em floração, 40% em enchimento de grãos e 10% já colhidas. A produtividade média está em níveis elevados, chegando a 60 mil kg/ha, com a silagem cotada a R$ 180,00 por tonelada na propriedade de origem.Em Frederico Westphalen, 20% das lavouras estão em floração e 80% em enchimento de grãos. A produtividade média esperada é de 41 mil kg/ha.

Na região de Pelotas, o plantio atingiu 75% do esperado, e a maioria das áreas se encontra em estádio vegetativo. Já em Santa Maria, a colheita foi iniciada, e a silagem apresenta resultados expressivos, com alta produtividade e qualidade.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cotação do trigo aponta recuperação tímida em Chicago



Na Rússia, a estimativa para a safra de trigo de 2025 sofreu novo corte




Foto: Pixabay

As cotações do trigo apresentaram leve recuperação nesta semana na Bolsa de Chicago, mas sem conseguir manter o fôlego. Segundo dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), após atingir US$ 5,50 por bushel no dia 16, os preços recuaram, fechando a quinta-feira (19) em US$ 5,33, abaixo dos US$ 5,38 registrados na semana anterior. Em comparação com o mesmo período de 2023, quando o cereal era negociado a US$ 6,22 por bushel, a queda permanece significativa.

A França, tradicional exportadora de trigo macio, confirmou que as vendas externas do cereal para fora da União Europeia em 2024 serão as mais baixas em 24 anos. A redução é explicada pela menor produção desde a década de 1980 e pela retração da demanda de grandes mercados como o norte da África e a China. Além disso, o trigo russo tem se destacado como um concorrente feroz, mesmo enfrentando dificuldades internas. A projeção para as exportações francesas é de apenas 3,5 milhões de toneladas, um recuo de 66% em relação ao ano anterior.

Na Rússia, a estimativa para a safra de trigo de 2025 sofreu novo corte, agora projetada em 78,7 milhões de toneladas. Caso confirmada, será a menor colheita desde 2021. O trigo de inverno, em particular, deverá alcançar 50,7 milhões de toneladas, com uma redução de 3,6 milhões em relação às previsões anteriores. De acordo com a consultoria Sovecon, as condições para exportação de trigo russo são as mais desfavoráveis em décadas, destaca o relatório da CEEMA.





Source link

News

como ficou o mercado do grão?



A soja na América do Sul segue seu avanço com bom desempenho nas lavouras, especialmente no Brasil e na Argentina. Com o plantio praticamente finalizado no Brasil e 80% da área cultivada na Argentina, as perspectivas para uma safra cheia nos dois países são cada vez mais concretas. O avanço nas lavouras sul-americanas tem dominado as tendências de preços na Bolsa de Chicago, onde os contratos de soja caíram aos menores níveis em quatro anos.

A pressão da oferta, com o ritmo acelerado do plantio, somada à diminuição da demanda chinesa, tem gerado um cenário desafiador para os preços no mercado internacional. Fatores como a desaceleração econômica na China, que reduz a necessidade de importações, e o deslocamento da demanda para a soja sul-americana, têm impactado a formação dos preços.

Além disso, a decisão do governo dos Estados Unidos de não oferecer incentivos à produção de biodiesel e uma maior aversão ao risco nos mercados financeiros, especialmente após o Federal Reserve sinalizar cortes mais lentos na taxa de juros para 2025, contribuíram para a pressão baixista sobre os preços.

Lavouras de soja no Brasil

O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), projetou que a produção de soja no estado para a safra 2024/25 deve alcançar 22,18 milhões de toneladas, um aumento de 20% em relação à safra anterior. A área plantada deverá ficar em 5,774 milhões de hectares, com um aumento modesto em relação aos 5,784 milhões do ciclo 2023/24. A produtividade média está estimada em 3.841 quilos por hectare, um avanço em relação aos 3.200 quilos registrados no ano passado.

No Mato Grosso, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) prevê que a área de soja para a safra 2024/25 será de 12,66 milhões de hectares, o que representa um aumento de 1,47% em comparação com o ciclo anterior. A produtividade no estado deve alcançar 57,97 sacas por hectare, com uma alta de 11,15%. A produção total prevista é de 44,04 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 12,78% em relação à safra passada.

No Rio Grande do Sul, o plantio alcançou 94% da área prevista até o momento, superando a média dos últimos cinco anos, que é de 90%. As condições das lavouras são satisfatórias, com boa germinação e desenvolvimento vegetativo, especialmente em áreas plantadas mais cedo. A previsão de área cultivada no estado é de 6,81 milhões de hectares, com produtividade média estimada em 3.179 kg/ha.

Avanço na Argentina

Na Argentina, o Ministério da Agricultura estimou que a área plantada com soja na safra 2024/25 será de 18 milhões de hectares, um aumento de 0,6% em relação à estimativa anterior. A produção na temporada passada foi de 48,2 milhões de toneladas. O plantio de soja na Argentina atingiu 77% da área prevista, um avanço significativo em relação aos 54% da semana anterior e aos 71% registrados no mesmo período do ano passado. A estimativa de área plantada na Argentina é 8,4% superior à safra anterior.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Pecuária se beneficia de pastagens abundantes



O mercado segue aquecido em várias regiões




Foto: Sheila Flores

O último Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19), trouxe boas notícias para os pecuaristas gaúchos. Com uma oferta abundante de pastagens, muitos produtores estão conseguindo alimentar o rebanho exclusivamente com pasto e sal mineral, enquanto o mercado registra alta em diversas categorias de bovinos, impulsionada pela valorização do boi gordo e pelo aquecimento das exportações de terneiros.

Nas regiões monitoradas pela Emater, as condições climáticas têm favorecido o desempenho dos rebanhos e permitido práticas sanitárias mais rigorosas. Em Bagé, os trabalhos de inseminação artificial e entoure prosseguem, com altas expectativas de prenhez devido à boa condição corporal dos animais e ao clima ameno. Já em Caxias do Sul, o gado de corte apresenta excelente estado corporal, com muitos animais sendo comercializados para atender à demanda elevada por carne no final do ano.

Em Erechim, os campos nativos mostram bom desempenho, reduzindo a necessidade de volumosos conservados e rações, enquanto em Frederico Westphalen, as ações de controle contra ectoparasitas permanecem intensificadas. Na região de Passo Fundo, a vacinação em dia reflete a organização dos pecuaristas, que observam alta no mercado e maior valorização dos animais.

O mercado segue aquecido em várias regiões. Em Pelotas, houve redução na oferta de animais, o que resultou em alta nos preços nas feiras. Na região de Porto Alegre, os resultados da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) superaram as expectativas de anos anteriores, indicando avanços no manejo reprodutivo.

Em Santa Maria, o rebanho apresenta melhoria na condição corporal, com vacas em fase de parição sendo bem nutridas para garantir o desmame de terneiros no outono. Por outro lado, em Santa Rosa, casos de raiva herbívora foram registrados, levando à intensificação do monitoramento de morcegos hematófagos. Já em Soledade, o aumento na atividade de larvas de carrapato exige maior vigilância e ações preventivas.





Source link

News

termômetros podem alcançar os 40 graus neste domingo



O segundo dia de verão será de tempo úmido em boa parte do centro-sul do Brasil. A faixa leste do estado de São Paulo segue com o tempo instável devido à passagem de uma frente fria no oceano. Não há expectativa de temporal. O céu fica nublado a parcialmente nublado, com períodos de chuva fraca a moderada. No interior da Bahia, o tempo segue seco e com temperaturas elevadas. Veja como fica o tempo pelo país.

Região Sul

No Sul, com o avanço das instabilidades para o Sudeste, o tempo volta a ficar firme em boa parte dos estados, com sol entre nuvens. A chuva será rápida e isolada, principalmente nas Serras Gaúcha e Catarinense. Em Porto Alegre, o dia será ensolarado, enquanto Curitiba e Florianópolis poderão registrar chuvas passageiras.

Região Sudeste

As chuvas ganham destaque, especialmente no norte de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e na metade sul do Espírito Santo, onde os acumulados serão mais significativos. Capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória podem enfrentar temporais, enquanto a região metropolitana de São Paulo terá sol intercalado com pancadas isoladas.

Região Centro-Oeste

As chuvas persistem em todos os estados, acompanhadas de alertas para temporais com ventos que podem alcançar 90 km/h. Apenas o extremo sul do Mato Grosso do Sul deve ter tempo firme.

Região Nordeste

O sertão segue seco, enquanto chuvas moderadas se concentram no litoral e nas áreas entre Piauí, Maranhão e Bahia. As temperaturas permanecem elevadas, com valores que podem ultrapassar os 40°C em algumas localidades.

Região Norte

O domingo terá chuvas isoladas no Acre, Rondônia e Tocantins. No Amazonas, as precipitações serão pontuais e intercaladas com sol. Já no sul do Pará, a chuva será isolada, enquanto o norte do estado, o Amapá e Roraima terão predomínio de sol.



Source link

News

SP bate recorde de quase meio bilhão em crédito para o agro em 2023 e 2024



O Governo de São Paulo liberou R$ 490 milhões em recursos para produtores rurais em 2024. O dinheiro foi liberado por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), em linhas de crédito e subvenções nos últimos dois anos. Segundo a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), o maior volume aplicado desde o início da série histórica, em 1993. Os recursos foram destinados para ações voltadas para a produtividade no campo e a mitigação dos impactos de adversidades climáticas.

Nesse pacote de investimento estão seguro rural, pagamento por serviços ambientais, créditos emergenciais e subvenção do projeto Pró-trator e implementos agrícolas.

O produtor de café José Malaguti é um dos 115 beneficiários da linha do Feap SP – Pró-trator e Implementos. Essa linha disponibilizou, neste ano, R$ 60 milhões em subvenção, sendo contratados  mais de R$ 20,88 milhões. O produtor de café foi contemplado durante a última edição da Agrishow, em abril deste ano. 

“Nós trabalhávamos braçal e o serviço não rendia muito. Então, esse trator era mais do que esperado, veio na hora certa para nós, pequenos produtores”, comemora José Malaguti, produtor de café. 

Este ano, a SAA criou novas linhas de apoio aos produtores paulistas, como o Projeto de Apoio ao Combate do Greening (R$ 10 milhões) e o Mulher Agro SP (R$12 milhões). Anunciou ainda crédito emergencial para ‘Recuperação de áreas atingidas por incêndios’ (R$10 milhões), que já colaborou com a reconstrução de mais de 130 propriedades afetadas pelas queimadas em todo o estado, durante os meses de agosto e setembro. A pasta também informou que socorreu produtores de batata doce e mandioca (R$ 5 milhões), fortemente afetados pela escassez hídrica.

Mulher Agro

O projeto, destinado às mulheres do campo, teve um resultado acima do esperado. Inicialmente, foram liberados R$ 10 milhões via Fundo de Expansão do Agro Paulista, mas devido a demanda, recebeu um aditivo de R$ 12 milhões, o que viabilizou a liberação de mais de R$ 10,28 milhões, beneficiando mais de 439 mulheres. 

“Mais do que resultados econômicos positivos, como as demais linhas, o Feap Agro Mulher SP está transformando a vida de centenas de produtoras rurais”, ressaltou Guilherme Piai, secretário de Agricultura de São Paulo.

O governo destaca que o sucesso dessa linha de crédito é decorrente de dois fatores: o aumento de mulheres à frente dos negócios no campo e, principalmente, pela dificuldade de aprovação de crédito junto às instituições financeiras. Muitas mulheres não têm como comprovar renda e não possuem bens, como terras ou propriedades, que possam ser oferecidas como garantia.



Source link

News

Danilo Gentili e amigos na mira da Justiça por causa do vinho “Putos”



Os humoristas Danilo Gentili, Oscar Filho e Diogo Portugal causaram polêmica essa semana. A trupe é responsável pelo vinho “Putos”, produzido em Portugal, e que teve a comercialização suspensa pela Justiça de São Paulo. A notícia bombou nas redes sociais!

O motivo: satirizar o rótulo do Château Petrus, bebida francesa cuja garrafa custa mais de R$ 40 mil no Brasil. Para as empresas responsáveis pela distribuição da bebida, a Porto a Porto e Casa Flora, a marca criada pelo trio possui elementos originais, incluindo caricaturas dos humoristas, o que torna impossível a associação indevida por parte dos consumidores, não havendo, assim, concorrência desleal.  



Source link