sábado, julho 18, 2026

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Qual é o maior desafio na gestão do seu negócio rural?


A interação com micro e pequenos produtores rurais faz parte do DNA do projeto Porteira Aberta Empreender. É por meio do engajamento com agricultores e pecuaristas de todas as regiões do país que podemos trazer soluções práticas para os desafios diários daqueles que impulsionam o agronegócio e alimentam milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

Pensando nisso, todas as quintas-feiras, às 17h, o Porteira Aberta Empreender publica enquete na comunidade do Canal Rural, no YouTube. As opções mais votadas se tornam pautas, trazendo oportunidades aos desafios. 

O Porteira Aberta perguntou e vocês responderam:

O maior desafio na gestão do negócio é o planejamento, segundo 43% dos respondentes. Em seguida, 28% destacaram o controle das finanças, enquanto 18% mencionaram o gerenciamento da propriedade. Definir estratégias foi citadoa por 11% dos participantes.

Dentre os comentários, destaca-se:

Essas sugestões reforçam a importância de buscar estratégias eficientes para garantir a sustentabilidade financeira dos negócios rurais.

Faça um plano de negócios

De acordo com o Sebrae, o planejamento é o principal fator para se obter êxito na agricultura familiar e em todos os outros investimentos.

A instituição afirma que planejar é conhecer o negócio a ponto de viabilizar os caminhos para conseguir recursos e viabilizar melhorias.

Além disso, identificar quais setores são importantes e definir estratégias são pontos fundamentais para que cada etapa siga de forma fluida. Produção, gestão e finanças são alguns exemplos. Buscar inovação constante a fim de prever futuros riscos também entra no escopo.

Em artigo publicado pelo Sebrae, um especialista elenca as principais ações a serem adotadas para um plano de negócio fácil e simples

A entidade ainda oferece curso gratuito sobre “Como elaborar um plano de negócio”, com duração de 2 horas.

Um terceiro caminho é a plataforma PNBOX Sebrae. Projetada para criar planos de negócios de forma digital. São 14 ferramentas disponíveis para construir um plano completo.



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Estoques de suco de laranja atingem menor nível da série histórica



Os estoques globais de suco de laranja brasileiro, convertidos em suco concentrado congelado (FCOJ Equivalente), atingiram 351.483 toneladas em 31 de dezembro de 2024, segundo levantamento da Associação Nacional de Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

Esse volume representa uma queda de 24,2% em relação ao mesmo período de 2023, quando os estoques somavam 463.940 toneladas, e é o menor já registrado na série histórica.

A CitrusBR reúne as principais empresas produtoras e exportadoras brasileiros de sucos cítricos e seus produtos, e realiza o levantamento por meio de auditorias independentes junto às suas empresas associadas, consolidando os dados de forma sigilosa com uma auditoria externa.

Oferta restrita impacta estoques de suco de laranja

“A safra 2024/25 foi a menor em mais de 30 anos, o que gerou um alto nível de restrição de oferta, refletindo diretamente nos números atuais”, afirmou o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

A nova estimativa da safra 2025/26 de laranja será divulgada pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) em maio, quando um novo ciclo produtivo terá início.

Confira a evolução dos estoques, em toneladas, de suco de laranja (FCOJ Equivalente) entre 2012 e 2024.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra semana de forma mista em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou a sexta-feira de forma mista, encerrando a semana com leves perdas, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, caiu 0,22%, fechando a US$ 1025,00 por bushel, enquanto o contrato de julho recuou 0,07%, para US$ 1038,75. O farelo de soja para maio teve leve baixa de 0,16%, cotado a US$ 304,40 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,58%, encerrando a US$ 43,42 por libra-peso.  

A volatilidade marcou a semana, com cotações oscilando entre altas e baixas ao longo dos pregões. A principal pressão sobre os preços veio da guerra tarifária entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais. A China, antecipando-se às tarifas impostas, importou 13,61 milhões de toneladas de soja nos primeiros dois meses de 2025, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, o governo chinês elevou em 10% as tarifas sobre a soja americana e bloqueou importações de três empresas dos EUA, intensificando o conflito comercial.  

Esse cenário pode favorecer as exportações brasileiras, já que o país está em plena colheita e, sazonalmente, o mercado global direciona suas compras para o Brasil nesta época do ano. Com as restrições impostas à soja americana, a China pode reduzir drasticamente suas aquisições nos EUA, impulsionando a demanda pelos grãos brasileiros.  No acumulado da semana, a soja caiu 0,07%, enquanto o farelo subiu 1,40% e o óleo de soja recuou 1,59%. O mercado segue atento aos desdobramentos da disputa comercial, que pode continuar influenciando os preços nos próximos dias.

 





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FPA quer incluir Plano Safra nas despesas obrigatórias do Orçamento



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende a inclusão do Plano Safra e do Seguro Rural entre os programas orçamentários que não podem sofrer limitações de repasses. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025 (Lei 15.080/24), houve uma tentativa de incluir quatro tipos de subsídios agrícolas entre as despesas obrigatórias, mas os itens foram vetados pelo Executivo.

Em entrevista à Rádio Câmara, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), vice-presidente da FPA na Câmara, afirmou que o setor agropecuário não pode ter uma quebra na previsibilidade dos recursos como aconteceu com o Plano Safra deste ano, e como o Orçamento de 2025 (PLN 26/24) não foi votado, o Executivo teve que suspender os repasses e, mais tarde, editou uma medida provisória (MP 1289/25) para liberar recursos de forma emergencial.

“Nós sempre defendemos isso com relação ao Plano Safra e aos recursos para o Seguro Rural também: que não possam ser contingenciados por conta dessa possibilidade do agro não postergar decisões”, disse Jardim.

O governo justificou os vetos, afirmando que o aumento das despesas obrigatórias no Orçamento reduz a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas despesas.

Segundo o deputado, o custeio da safra brasileira é de R$ 1,2 trilhão e, ainda que apenas R$ 18 bilhões sejam de recursos orçamentários, essa parcela é essencial. “Tem linhas (de crédito) que têm juros abaixo do juro que as instituições financeiras recebem, porque uma parte dos juros é paga pelo Orçamento, disse.

Para 2025, a FPA quer discutir mudanças no Seguro Rural e um Plano Safra que ultrapasse o orçamento anual, ou seja, que tenha um horizonte de mais longo prazo. Ele explicou, por exemplo, que a safra de grãos chega a 370 milhões de toneladas e o país tem armazenamento para apenas 100 milhões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como a soja encerrou a semana


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, o destaque é o rendimento abaixo do esperado na colheita, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Porto a R$ 140,00 Indicações no porto, para entrega em março, pagamento abril na casa de R$ 136,00. No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 126,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 126,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 126,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 127,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 125,00 por saca para o produtor”, comenta.

Enquanto isso, a falta de umidade prejudica a colheita em Santa Catarina, com perdas na soja e seca intensa no oeste. “No porto de São Francisco, os preços da soja apresentam variações, com cotação de R$133,44 por saca em junho. Esse cenário reflete as incertezas climáticas e os impactos na produção”, completa.

A safra de soja no Paraná tem preços em alta, impulsionados pela desvalorização do real. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 135,80. Em Ponta Grossa foi de R$ 129,26 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 125,11. Em Maringá, o preço foi de R$ 125,19 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,26 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,44”, indica.

No Mato Grosso do Sul, Campo Grande lidera o valor de produção agrícola no país e projeta crescimento com mudanças tributárias. “Paralelamente, o plantio do milho segunda safra avança, com a região Sul liderando (48,2%), seguida pela Norte (40,8%) e centro (35,1%), totalizando 936 mil hectares plantados até o momento. Em Dourados, o spot da soja ficou em 118,89, Campo Grande a 118,69, Maracaju a 118,89, Chapadão do Sul a 112,48 e Sidrolândia a 118,69”, informa.

Chuvas atrasam a colheita no Mato Grosso, mas a produtividade da soja segue estável. A seca severa reduziu a produtividade para 51,7 sc/ha, levando produtores a investir em manejo e diversificação de culturas. A Embrapa criou um protetor solar para plantas, e um acordo Brasil-China busca ampliar a produção sustentável. Preços da soja variam entre R$ 107,83 e R$ 114,93 no estado.





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Congresso e Judiciário retomam sessões após feriado de Carnaval



O Congresso e o Judiciário retomam nesta semana os trabalhos dos plenários e comissões após o feriado de Carnaval. Com a retomada das votações, os parlamentares devem destravar a tramitação do Orçamento de 2025, que ainda não foi votado por causa de divergências políticas.

Na terça-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional começará a discutir o relatório final do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano. A lei deveria ter sido aprovada em dezembro do ano passado, mas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo a suspensão do pagamento das emendas parlamentares travaram a tramitação da proposta.

No final do mês passado, o ministro do STF, Flávio Dino, e a cúpula do Congresso chegaram a um acordo para garantir a transparência e a rastreabilidade na aplicação dos recursos das emendas.

Com o acordo aprovado pela Corte, a partir do exercício financeiro deste ano, não será mais possível empenhar emendas sem a identificação de parlamentar que fez a indicação dos recursos e da entidade que vai receber o dinheiro.

Judiciário

Na terça-feira (11), a ministra do Superior Tribunal Militar (STM) Maria Elizabeth Rocha será empossada na presidência da Corte.

A ministra compõe o STM desde 2007, quando foi indicada durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela é a primeira mulher nomeada para o tribunal militar em 216 anos de funcionamento do órgão.

Também nesta semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve se manifestar sobre os argumentos apresentados pelos advogados dos denunciados pela tentativa de golpe durante o governo de Jair Bolsonaro.

O Supremo já recebeu as defesas de 28 dos 34 denunciados. A procuradoria tem até sexta-feira (14) para se manifestar sobre as questões apontadas pelos advogados dos acusados.

Após receber as manifestações da PGR, o julgamento deve ser marcado pela Primeira Turma da Corte, colegiado que será responsável pelo julgamento que vai decidir se Bolsonaro e dos demais acusados vão se tornar réus.



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Semana começa com mercado de olho no dólar e no IPCA: ouça o Diário Econômico


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a atividade econômica brasileira dá sinais de fraqueza, impactando juros e câmbio. Nos EUA, a política comercial e os dados do Payroll aumentam as incertezas.

A China mantém sua meta de crescimento, e a Europa vê alta nos juros soberanos. O foco da semana está nos dados de inflação e emprego.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10)


A 25ª edição da Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10) em Não-Me-Toque (RS), trazendo uma ampla programação voltada ao agronegócio. O evento, que ocorre até o dia 14 de março, reúne especialistas, produtores, empresários e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater desafios, inovações e oportunidades do setor. O Portal Agrolink estará presente para a cobertura completa do evento.

A cerimônia oficial de abertura será realizada no Auditório Central para convidados e imprensa. Na ocasião, a tradicional Calçada da Fama do Agro homenageará Claudio Bier, presidente do Sistema Fiergs. À tarde, será entregue o Troféu Semente de Ouro a Jânio Stefanello, presidente da Coprel, em reconhecimento à sua contribuição para o setor.

A feira conta com eventos técnicos e fóruns sobre temas relevantes para o agronegócio. Na terça-feira (11), o 35º Fórum Nacional da soja discutirá o impacto da influência chinesa no setor e as perspectivas para os mercados de soja e milho na safra 2024/2025. Na quarta-feira (12), acontece o 10º Encontro de Empresárias Rurais, e na quinta-feira (13), o Summit do Jovem Cooperativista.

Além disso, a Expodireto Cotrijal reafirma sua importância como espaço de reivindicações políticas. Na sexta-feira (14), será realizada uma Audiência Pública do Senado Federal para debater a securitização de operações de crédito rural, buscando alternativas para produtores afetados por eventos climáticos extremos.

Diversos fóruns serão promovidos ao longo da feira, em parceria com instituições de pesquisa e cooperativas. O 16º Fórum do Milho abre a programação na segunda-feira (10), seguido pelo 9º Fórum Estadual de Conservação do Solo e da Água e pelo 3º Fórum da Carne na terça-feira (11). Na quarta-feira (12), ocorrem o 20º Fórum Estadual do Leite, o 10º Fórum do Trigo e o 4º Fórum Estadual dos Gestores Municipais do Agro. O 17º Fórum Florestal, que discute créditos de carbono na produção de erva-mate, acontece na quinta-feira (13).

Na área de produção vegetal, o Momento Especialistas do Agro trará pesquisadores para abordar desafios como clima, manejo de solo e controle de doenças. Já a produção animal terá dois pavilhões dedicados à exposição de animais e empresas do setor pecuário. A Fábrica de Rações Cotrijal apresentará seu processo produtivo e promoverá workshops para universidades.

A Arena Agrodigital será o centro de debates sobre inovação, com o tema “O Agro do Amanhã”. O espaço reunirá mais de 30 empresas, startups e hubs de tecnologia, além de oferecer serviços como a emissão de certificado digital para produtores rurais pelo aplicativo Smart Coop. Destaques da programação incluem palestras de Paulo Herrmann (Fiergs) sobre inovação industrial e de Clovis Tramontina (Tramontina) sobre empreendedorismo.

O Pavilhão Internacional receberá representantes de mais de 70 países, registrando um recorde de empresas estrangeiras expositoras. A Índia participa pela primeira vez com um estande próprio na Área Internacional da Câmara de Comércio e Indústria Indo Brasil (CCIIB). O local também sediará o “6º Seminário China – Brasil da Cadeia de Suprimentos da Agricultura, Pecuária e Alimentação”.

O Espaço da Natureza contará com a exposição “Mundo dos Répteis”, além da área Bosques Gaúchos, que representa biomas do Rio Grande do Sul. O projeto Papagaio Charão, da Universidade de Passo Fundo (UPF), promoverá ações de conscientização ambiental. O Anfiteatro da Natureza apresentará a peça teatral “A Mulher do Agro” duas vezes ao dia.

Com uma programação abrangente e foco em inovação e sustentabilidade, a Expodireto Cotrijal se consolida como um evento estratégico para o agronegócio. O Portal de Agrolink trará cobertura em tempo real, destacando as principais novidades e tendências do setor.





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AgroNewsPolítica & Agro

Onda de calor prejudica lavouras de feijão-de-vagem



Altas temperaturas provocaram abortamento de vagens




Foto: Pixabay

A onda de calor registrada nas últimas semanas impactou a produção de feijão-de-vagem na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, especialmente no município de Bom Princípio. Segundo o boletim conjuntural da entidade, divulgado nesta quinta-feira (6), as altas temperaturas provocaram abortamento de vagens e queimaduras nas plantas, reduzindo a produtividade da cultura.

Diante das adversidades climáticas, muitos produtores optaram por liberar a lavoura para o preparo do solo e o plantio de um novo ciclo da cultura ou de cultivos típicos do outono-inverno.

A queda na oferta refletiu diretamente no mercado, elevando os preços do feijão-de-vagem, que agora é comercializado entre R$ 80 e R$ 100 por saca de 10 kg.





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AgroNewsPolítica & Agro

preços do boi gordo recuam em fevereiro



A tendência de baixa pode continuar no curto prazo




Foto: Sheila Flores

Os contratos futuros da arroba do boi gordo encerraram fevereiro em queda, refletindo a maior oferta de animais para abate e a cautela dos investidores. De acordo com dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), os contratos com vencimento em abril e maio de 2025 registraram retrações mensais de 4,86% e 5,20%, respectivamente.

A cotação média da arroba para abril ficou em R$ 305,94, enquanto para maio foi de R$ 305,37, uma queda aproximada de R$ 17 em relação aos valores praticados em janeiro. No mercado físico, as escalas de abate voltaram a se alongar, fechando o mês com uma média de 9,03 dias úteis, indicando que os frigoríficos estão mais abastecidos.

A tendência de baixa pode continuar no curto prazo, especialmente devido à maior oferta de fêmeas para abate em Mato Grosso, fator que deve seguir pressionando as cotações tanto no mercado futuro quanto no físico.





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