quinta-feira, março 12, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Clima impulsiona desenvolvimento da mandioca



Umidade favorece lavouras de mandioca no Estado



Foto: Canva

A cultura da mandioca apresenta retomada do desenvolvimento em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1). As condições climáticas recentes, especialmente a maior umidade do solo, favoreceram o crescimento vegetativo das lavouras, embora haja impactos no calendário de colheita em algumas localidades.

Na região administrativa de Soledade, o relatório aponta incremento no desenvolvimento da cultura nas últimas semanas. No entanto, a colheita da mandioca de ano tende a sofrer atraso nesta safra, em razão das temperaturas mais baixas registradas durante a primavera. Nesse mercado, o preço pago ao produtor varia entre R$ 20,00 e R$ 25,00 por caixa de 22 quilos.

Já na região de Santa Rosa, a área cultivada com mandioca soma 6.329 hectares, com estimativa de produtividade de 17 mil quilos por hectare. De acordo com a Emater/RS-Ascar, a cultura retomou o crescimento vegetativo e o engrossamento das raízes, beneficiada pela elevada umidade do solo, o que sinaliza bom potencial produtivo. O preço do quilo da mandioca congelada oscila entre R$ 5,50 e R$ 8,00.





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Feriados nacionais e pontos facultativos de 2026: veja o calendário oficial


calendário
Foto: Freepik

O governo federal publicou a portaria que define os feriados nacionais e os pontos facultativos de 2026. Do total de dez feriados nacionais, apenas um cai no fim de semana.

A norma foi divulgada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e vale para os órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Os serviços considerados essenciais devem ser mantidos.

Apenas um feriado no fim de semana

Segundo a portaria, dos dez feriados nacionais previstos para 2026, apenas o da Proclamação da República, em 15 de novembro, será em um domingo. As demais datas caem em dias úteis.

Além dos feriados nacionais, o calendário inclui nove pontos facultativos. Entre eles estão o Carnaval, a Quarta-Feira de Cinzas, o Corpus Christi e as vésperas de Natal e Ano Novo.

Regras para estados e municípios

O texto também prevê a observância de feriados estaduais, como a data magna de cada estado, e municipais, como o início ou término do ano do centenário de fundação da cidade, desde que estejam previstos em lei local.

Por outro lado, a portaria proíbe a antecipação de pontos facultativos fora do que está definido no calendário federal. Também não será permitido adotar pontos facultativos criados por estados ou municípios, exceto nos casos de feriados estaduais.

Calendário de feriados e pontos facultativos de 2026

  • 1º de janeiro – Confraternização Universal (feriado nacional)
  • 16 de fevereiro – Carnaval (ponto facultativo)
  • 17 de fevereiro – Carnaval (ponto facultativo)
  • 18 de fevereiro – Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h)
  • 3 de abril – Paixão de Cristo (feriado nacional)
  • 20 de abril – ponto facultativo
  • 21 de abril – Tiradentes (feriado nacional)
  • 1º de maio – Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)
  • 4 de junho – Corpus Christi (ponto facultativo)
  • 5 de junho – ponto facultativo
  • 7 de setembro – Independência do Brasil (feriado nacional)
  • 12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
  • 28 de outubro – Dia do Servidor Público federal (ponto facultativo)
  • 2 de novembro – Finados (feriado nacional)
  • 15 de novembro – Proclamação da República (feriado nacional)
  • 20 de novembro – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional)
  • 24 de dezembro – Véspera de Natal (ponto facultativo após as 13h)
  • 25 de dezembro – Natal (feriado nacional)
  • 31 de dezembro – Véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 13h)

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Feriados nacionais e pontos facultativos de 2026: veja o calendário oficial


calendário
Foto: Freepik

O governo federal publicou a portaria que define os feriados nacionais e os pontos facultativos de 2026. Do total de dez feriados nacionais, apenas um cai no fim de semana.

A norma foi divulgada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e vale para os órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Os serviços considerados essenciais devem ser mantidos.

Apenas um feriado no fim de semana

Segundo a portaria, dos dez feriados nacionais previstos para 2026, apenas o da Proclamação da República, em 15 de novembro, será em um domingo. As demais datas caem em dias úteis.

Além dos feriados nacionais, o calendário inclui nove pontos facultativos. Entre eles estão o Carnaval, a Quarta-Feira de Cinzas, o Corpus Christi e as vésperas de Natal e Ano Novo.

Regras para estados e municípios

O texto também prevê a observância de feriados estaduais, como a data magna de cada estado, e municipais, como o início ou término do ano do centenário de fundação da cidade, desde que estejam previstos em lei local.

Por outro lado, a portaria proíbe a antecipação de pontos facultativos fora do que está definido no calendário federal. Também não será permitido adotar pontos facultativos criados por estados ou municípios, exceto nos casos de feriados estaduais.

Calendário de feriados e pontos facultativos de 2026

  • 1º de janeiro – Confraternização Universal (feriado nacional)
  • 16 de fevereiro – Carnaval (ponto facultativo)
  • 17 de fevereiro – Carnaval (ponto facultativo)
  • 18 de fevereiro – Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h)
  • 3 de abril – Paixão de Cristo (feriado nacional)
  • 20 de abril – ponto facultativo
  • 21 de abril – Tiradentes (feriado nacional)
  • 1º de maio – Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)
  • 4 de junho – Corpus Christi (ponto facultativo)
  • 5 de junho – ponto facultativo
  • 7 de setembro – Independência do Brasil (feriado nacional)
  • 12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
  • 28 de outubro – Dia do Servidor Público federal (ponto facultativo)
  • 2 de novembro – Finados (feriado nacional)
  • 15 de novembro – Proclamação da República (feriado nacional)
  • 20 de novembro – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional)
  • 24 de dezembro – Véspera de Natal (ponto facultativo após as 13h)
  • 25 de dezembro – Natal (feriado nacional)
  • 31 de dezembro – Véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 13h)

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Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo


auxílio, dívida, dinheiro, valores esquecidos
Foto: USP

A reforma do Imposto de Renda entra em vigor a partir desta quinta-feira (1º) e amplia a faixa de isenção para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil por mês. A mudança altera o desconto em folha já nos salários pagos neste início de ano e também redefine a tributação para contribuintes de alta renda e para quem recebe dividendos.

Sancionadas em novembro, as novas regras alcançam cerca de 15 milhões de brasileiros, segundo o governo. Para compensar a perda de arrecadação, a reforma cria mecanismos de tributação mínima para rendas mais elevadas, além de impor imposto sobre dividendos acima de determinados valores.

Ampliação da isenção e alívio no salário

Com a nova regra, ficam totalmente isentos do Imposto de Renda os trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. Antes, a isenção alcançava apenas quem ganhava até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 3.036. A estimativa oficial é de uma renúncia fiscal de R$ 25,4 bilhões.

Entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 por mês, passa a valer um desconto parcial no imposto. O abatimento diminui gradualmente conforme a renda sobe, evitando aumentos abruptos na tributação com pequenos reajustes salariais. Acima desse valor, não há mudanças na tabela progressiva atual.

Na prática, a redução do imposto já aparece na retenção do salário de janeiro. Mesmo assim, quem ficar isento em 2026 ainda precisará declarar o Imposto de Renda no próximo ano, pois a declaração se refere ao ano-base 2025.

Imposto mínimo para alta renda

A reforma também institui o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo, voltado a contribuintes com renda anual acima de R$ 600 mil, o equivalente a R$ 50 mil por mês. A alíquota efetiva pode chegar a 10% para quem recebe mais de R$ 1,2 milhão por ano.

Entram no cálculo salários, lucros, dividendos e rendimentos financeiros tributáveis. Já aplicações incentivadas, como poupança, LCI, LCA, fundos imobiliários e Fiagro, ficam fora, assim como heranças, doações e indenizações por doença grave. O imposto mínimo será apurado apenas na declaração de 2027.

Segundo o governo, cerca de 141 mil contribuintes devem ser impactados por essa regra.

Tributação de dividendos

Outra mudança relevante é a tributação de dividendos. Passa a haver retenção de 10% na fonte quando os valores superarem R$ 50 mil por mês, pagos por uma mesma empresa à pessoa física. A medida atinge principalmente empresários e sócios que recebiam grandes volumes de lucros isentos.

Especialistas alertam para possíveis disputas judiciais envolvendo dividendos de lucros apurados até 2025, caso a distribuição não tenha sido aprovada até o fim do ano passado. Apesar disso, o governo avalia que o impacto será concentrado em um número restrito de contribuintes.

As novas regras redesenham a tributação da renda no país. Parte dos efeitos já é sentida no salário, enquanto os ajustes completos aparecem apenas nas próximas declarações do Imposto de Renda.

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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores recorrem a controle biológico na erva-mate



Bioinsumos são usados no controle da erva-mate



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1), a cultura da erva-mate enfrenta alta infestação de ampola na região administrativa de Soledade. Também há registros de ocorrência de broca-da-erva-mate, o que tem exigido ações de manejo por parte dos produtores.

Segundo o levantamento, produtos à base de bioinsumos vêm apresentando resultados positivos no controle das pragas. A Emater/RS-Ascar informa que também estão sendo utilizados insumos formulados com Beauveria bassiana, fungo empregado no controle biológico. Para o enfrentamento da ampola, há testes em andamento com produtos à base de azaractina.

No mercado, os valores pagos ao produtor permanecem dentro da faixa registrada pelo informativo. O preço da erva-mate entregue à indústria varia entre “R$ 14,00 e R$ 16,00 por arroba”, enquanto o custo cobrado pelos tarefeiros fica em torno de “R$ 6,00 a R$ 8,00 por arroba”.





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Chuva forte, temporais e vento de até 70 km/h marcam o 1º dia de 2026


temporais na previsão do tempo
Foto: Pixabay

A quinta-feira (1º) segue marcada por chuva em grande parte do país, segundo a Climatempo. O transporte de calor e umidade mantém o risco de pancadas fortes, temporais e rajadas de vento em várias regiões.

Apesar da chuva, o calor ainda predomina em boa parte do Brasil neste primeiro dia do ano. Confira a previsão do tempo em cada região:

Sul

Nesta quinta-feira, o transporte de calor e umidade segue favorecendo as pancadas de chuva pela região. Durante as primeiras horas do dia, chove de maneira moderada a forte em áreas do norte gaúcho, boa parte de Santa Catarina, além do oeste e sudoeste paranaense.

A partir do início da manhã, as instabilidades se espalham mais pela metade norte gaúcha, Santa Catarina e pelo Paraná. A partir do início da tarde, as pancadas de chuva ganham força na região, chove de maneira mais forte e há chance de temporais pelo Paraná e pelo estado catarinense.

Já no restante do Rio Grande do Sul, o tempo segue mais firme ao longo do dia. Entre o fim da tarde e o início da noite, a aproximação de uma nova frente fria oceânica favorece pancadas de chuva moderadas a fortes, no sul e sudeste do estado gaúcho.

O calor segue predominando na maior parte da região, com temperaturas elevadas, enquanto no norte do Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e áreas da serra gaúcha e catarinense, o dia segue com tempo mais ameno.

As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h em grande parte do Paraná e de Santa Catarina, além do norte e litoral sul gaúcho.

Sudeste

As instabilidades seguem ocorrendo em boa parte do Triângulo, oeste e norte de Minas Gerais, de maneira moderada e pontualmente mais forte, além de áreas do oeste, norte, noroeste e interior de São Paulo desde o começo do dia.

Ao longo da manhã, chove de maneira fraca a moderada e pontualmente mais forte em alguns pontos do litoral do estado paulista, além do noroeste de Minas Gerais e boa parte do Rio de Janeiro.

A presença de calor e umidade segue favorecendo as pancadas de chuva ao longo do dia, que ganham força. Chove de maneira moderada a forte intensidade neste primeiro dia do ano pelo estado de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro e metade sul do Espírito Santo, com chance de temporais e trovoadas.

Há risco de temporais na maior parte do estado paulista, centro-sul e Triângulo de Minas, além do sul, interior, serra e noroeste fluminense. Já no restante do Espírito Santo e nordeste de Minas, o tempo deve seguir mais firme, e em Vitória há chance de pancada isolada no fim do dia.

O mar deve seguir mais agitado no Espírito Santo e há aviso de ressaca entre o Rio de Janeiro e Arraial do Cabo, durante a madrugada e início da manhã. As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h em grande parte de São Paulo, sul de Minas, além do Espírito Santo e norte fluminense, podendo chegar a 70 km/h no litoral norte do Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

As pancadas de chuva seguem ocorrendo em pontos isolados do norte de Mato Grosso, além do sul e leste de Mato Grosso do Sul, desde as primeiras horas do dia, ganhando força ainda pela manhã nessas áreas, além do norte e sul de Goiás.

Entre o fim do período da manhã e o início da tarde, as instabilidades ganham mais força com a presença do fluxo de calor e umidade e de perturbações em níveis mais elevados da atmosfera.

As pancadas de chuva podem ocorrer de maneira mais forte nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, com chance de temporais no sul e faixa leste sul-mato-grossense, além do sul e sudeste de Goiás.

Até o fim da noite, o tempo melhora em boa parte dos estados, mas ainda chove de maneira isolada em áreas do noroeste, oeste, sul e interior de Mato Grosso, além do leste de Mato Grosso do Sul e do sul e leste de Goiás.

O calor segue predominando na região e as temperaturas permanecem elevadas. As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h na metade sul de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

Chove de maneira mais fraca em áreas do interior e sul do Piauí e do Maranhão, além do oeste e noroeste da Bahia, desde as primeiras horas do dia.

O tempo segue mais firme pela manhã em boa parte da região, até o fim do período, quando novas instabilidades voltam a ganhar força na metade oeste da Bahia, metade sul do Maranhão e do Piauí, devido à atuação de um VCAN (Vórtice Ciclônico de Altos Níveis).

Há risco de temporais entre o oeste do Piauí e o leste do Maranhão. No litoral baiano, norte do Ceará e do Rio Grande do Norte, as chuvas ocorrem de maneira mais fraca.

Nas demais áreas, o tempo segue mais firme ao longo do dia e as temperaturas permanecem elevadas. Ao longo da faixa litorânea e no leste da região, as rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h.

A umidade do ar segue mais baixa em áreas do interior, como norte da Bahia, oeste de Sergipe, Alagoas, interior de Pernambuco e do Ceará e norte do Piauí, podendo ficar abaixo dos 20% no oeste da Paraíba, sul e oeste do Rio Grande do Norte e leste do Ceará.

Norte

As instabilidades seguem ocorrendo de maneira moderada a forte no Amazonas, Rondônia, Acre e Tocantins, com risco de temporais no oeste do Amazonas.

No norte do Amapá e oeste de Roraima, também pode chover de maneira mais forte, enquanto nas demais áreas desses estados o tempo segue mais aberto, com chance de chuva fraca em alguns pontos.

No Pará, as instabilidades diminuem, mas ainda há chance de chuva moderada a forte no oeste e metade sul do estado. Nas demais áreas, o tempo segue mais firme e o calor continua predominando.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

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Você viu? Ibama resgata mais de 40 animais silvestres em churrascaria


animais silvestres Ibama
Foto: Ibama/PI

Uma operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resultou no resgate de 41 animais silvestres mantidos ilegalmente em cativeiro no município de São João da Fronteira, no norte do Piauí. O caso ganhou grande repercussão nacional e o conteúdo, publicado no site do Canal Rural em agosto deste ano, tornou-se um dos mais lidos de 2025.

A ação foi realizada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Batalhão Especial de Policiamento do Interior (Bepi), da Polícia Militar do Piauí. A fiscalização ocorreu no distrito de Alto Alegre, às margens da BR-222, após denúncia de que uma churrascaria operava ao lado de um criadouro ilegal de animais silvestres.

No local, os agentes encontraram 18 caititus (Pecari tajacu), popularmente conhecidos como porco-do-mato, e 23 cutias (Dasyprocta sp.). De acordo com o Ibama, os animais eram abatidos para a comercialização de carne de caça, prática considerada crime ambiental pela legislação brasileira.

Segundo o analista ambiental e médico veterinário do Ibama, Fabiano Pessoa, além da infração ambiental, a atividade representa um grave risco à saúde pública. “É importante destacar o risco de saúde para quem mantém esses animais silvestres em cativeiro ilegal e também para quem consome a carne. As condições de manutenção e manejo não passam por nenhum controle sanitário ou veterinário, o que favorece a transmissão de doenças, além de caracterizar crime ambiental”, afirmou.

Após o resgate, os animais passaram por avaliação clínica ainda no local da operação. Em seguida, foram encaminhados para a unidade do Ibama em Teresina, onde seguem sob acompanhamento técnico. As equipes ambientais avaliam agora a possibilidade de formação de grupos para futura soltura em Áreas de Soltura de Animais Silvestres (Asas), respeitando critérios sanitários e ambientais.

A ampla repercussão do caso reforçou o debate sobre a captura ilegal, o tráfico de animais silvestres e os riscos associados ao consumo de carne de origem irregular.

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AgroNewsPolítica & Agro

Milho silagem se recupera após retorno das chuvas



Produtividade do milho silagem melhora no Estado



Foto: Agrolink

A cultura do milho destinado à silagem apresenta recuperação no Rio Grande do Sul após o retorno das chuvas, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1). De acordo com a entidade, “as perdas de produtividade causadas no início do mês vão sendo atenuadas pela recuperação da umidade do solo em virtude das chuvas regulares”, cenário observado na maioria das regiões produtoras.

A exceção ocorre na Fronteira Noroeste, onde o corte do milho permanece paralisado em razão do elevado volume de precipitações e da alta umidade do solo. Nas demais áreas, a Emater/RS-Ascar informa que as condições das lavouras são consideradas adequadas, com expectativa positiva de produtividade. A estimativa da entidade aponta que a área destinada ao milho para silagem deve alcançar 366.067 hectares, com produtividade média prevista de 38.338 quilos por hectare.

Na região administrativa de Erechim, as lavouras destinadas à produção de silagem apresentam condições fitossanitárias e de crescimento consideradas satisfatórias. Conforme a Emater/RS-Ascar, a expectativa é de rendimentos em torno de 50 toneladas por hectare.

Em Ijuí, a boa umidade do solo favoreceu a aplicação de fertilizantes em cobertura, especialmente a ureia, utilizada como fonte de nitrogênio e aplicada de forma parcelada para melhor aproveitamento. O milho para silagem está em início de corte e, segundo o informativo, houve redução no volume de massa produzida, embora a quantidade de grãos seja considerada razoável.

Na região de Pelotas, as lavouras que haviam sido afetadas pelo déficit hídrico já se recuperaram e devem retomar o crescimento, enquanto os produtores seguem com a implantação de novas áreas. Já em Santa Rosa, a persistência de chuvas intensas interrompeu as operações de ensilagem. A Emater/RS-Ascar relata que “o excesso de umidade na massa vegetal compromete a obtenção do teor ideal de matéria seca para ensilagem”, o que afeta a compactação, o processo fermentativo e a qualidade final do produto. Diante desse cenário, os produtores aguardam períodos mais secos para retomar os trabalhos.





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Novo modelo de nota fiscal já está em vigor; veja o que muda para o produtor rural


Nota Fiscal de Produtor, bloco do produtor
Foto: Prefeitura de Faxinal do Soturno/ RS

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) alerta os produtores rurais para mudanças no modelo de emissão de notas fiscais, que passam a valer em 1º de janeiro de 2026. A alteração faz parte da reforma tributária e exigirá adequações nos sistemas utilizados pelo setor.

Segundo a entidade, produtores que utilizam sistemas próprios para emitir notas fiscais eletrônicas precisam solicitar, até o fim de 2025, a atualização para o novo padrão definido pela Receita Federal. A medida é necessária para evitar problemas operacionais e fiscais no início do próximo ano.

Ainda de acordo com a CNA, a transição marca o início do novo modelo de tributação sobre o consumo no país, com impactos diretos na rotina administrativa das propriedades rurais.

Adequação dos sistemas e riscos operacionais

Renato Conchon, coordenador do Núcleo Econômico da CNA, explica que a falta de adaptação pode gerar entraves já nos primeiros dias de 2026. Ele destaca que o novo modelo será obrigatório para a emissão de documentos fiscais a partir dessa data.

Além disso, Conchon orienta que os produtores procurem seus fornecedores de sistemas de nota fiscal ainda em 2025. A atualização antecipada reduz riscos de falhas, atrasos e inconsistências na emissão dos documentos fiscais exigidos pelo Fisco.

A CNA reforça que a mudança afeta tanto produtores pessoas físicas quanto jurídicas que utilizam sistemas próprios, exigindo atenção redobrada na fase final de 2025.

Reforma tributária e período de transição

A reforma tributária prevê a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), modelo adotado em vários países. No Brasil, o sistema será implementado por meio do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

Esses tributos vão substituir, de forma gradual, os impostos atuais sobre o consumo. Durante o ano de 2026, o setor rural entrará em um período de transição. Nesse intervalo, as notas fiscais já seguirão o novo padrão, com destaque de uma alíquota de 1%.

Segundo Conchon, essa alíquota terá caráter de teste e não representará pagamento efetivo. O objetivo é permitir que os órgãos responsáveis ajustem as alíquotas definitivas ao longo do ano.

Planejamento e impactos para o agro

A CNA recomenda que a adaptação seja feita de forma planejada, envolvendo áreas como contabilidade, jurídico, financeiro, comercial, recursos humanos e tecnologia da informação. A integração entre essas áreas é considerada essencial para uma transição sem contratempos.

Além dos ajustes operacionais, a entidade aponta benefícios previstos para o agro, como redução de 60% nas alíquotas, regime opcional para produtores com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, tratamento diferenciado para cooperativas e biocombustíveis e ausência do imposto seletivo sobre produtos agropecuários.

A CNA também destaca que o novo modelo tende a reduzir a cumulatividade de tributos, com reflexos no preço final dos alimentos ao consumidor. Para auxiliar os produtores, a entidade disponibiliza uma página especial com conteúdos explicativos sobre a reforma tributária.

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AgroNewsPolítica & Agro

Goiás pode bater recorde histórico da soja em 2025


De acordo com a edição de dezembro do informativo Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Goiás encerrou o período de janeiro a outubro de 2025 com 14,3 milhões de toneladas exportadas do complexo soja. O volume é o segundo maior da série histórica, ficando atrás apenas das 14,4 milhões de toneladas embarcadas em 2023, diferença de 64,4 mil toneladas.

A Seapa informou que o resultado “sinaliza forte possibilidade de superação do recorde ainda em 2025, caso o ritmo de embarques seja mantido”. O estado mantém avanços na infraestrutura logística e na capacidade de armazenagem, reforçando sua posição como o segundo maior exportador nacional.

Conforme o Boletim da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura da soja atingiu 65% da área até 15 de novembro de 2025, abaixo dos 80% registrados no mesmo período da safra anterior. A diferença é atribuída à irregularidade das chuvas em outubro, que comprometeu a emergência e o desenvolvimento inicial das lavouras, resultando em baixa uniformidade e replantios pontuais.

Na região Sudoeste, os produtores intensificaram a semeadura apostando no retorno das precipitações e recorreram a profundidades maiores para aproveitar a umidade residual do solo, estratégia que, segundo o informativo, “evidencia o risco climático do início do ciclo”.

As cotações da soja seguem firmes, mas com margens de rentabilidade pressionadas. A Seapa destaca que, em novembro, a média de preço alcançou R$ 140,47 por saca, alta de 1,9% no mês, conforme dados do Cepea/Esalq. Ainda assim, o aumento dos custos de insumos e da logística tem reduzido a rentabilidade dos produtores.

O Boletim Logístico da Conab indica que Goiás registrou baixa demanda por fretes no período, reflexo da entressafra e da comercialização superior a 90% da safra 2024/25. Mesmo assim, houve ajustes de preços nas rotas para a Baixada Santista e Paranaguá, elevando o custo de escoamento.

Além disso, o informativo ressalta que “os insumos da cadeia da soja têm forte dependência de importações brasileiras de fertilizantes”, o que mantém os gastos de adubação elevados e impacta diretamente o custo de produção no estado.





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