quinta-feira, abril 23, 2026

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Colheita de soja 25/26 chega a 90,3% de área no Brasill, aponta consultoria


Colheita da soja no oeste da Bahia
Foto: Jefferson Aleffe/Marca Comunicação

A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 atingiu 90,3% da área plantada até o dia 17 de abril, segundo levantamento da Safras & Mercado. O avanço representa um ganho significativo em relação à semana anterior, quando os trabalhos estavam em 86%.

Apesar da evolução consistente, o ritmo segue ligeiramente abaixo do observado no mesmo período da safra passada, quando 91,8% da área já havia sido colhida. Ainda assim, o índice atual está praticamente alinhado à média histórica para o período, estimada em 90,9%.

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AgroNewsPolítica & Agro

Limitantes de solo no milho exigem diagnóstico correto para evitar perdas na lavoura


A produtividade do milho começa no solo. Quando há restrições químicas ou físicas no perfil, a cultura perde capacidade de enraizamento, reduz a absorção de água e nutrientes e fica mais vulnerável a períodos de estiagem. Por isso, identificar os principais limitantes de solo é passo decisivo para o produtor planejar correções e evitar prejuízos recorrentes no campo.

O milho é uma cultura altamente responsiva às condições do ambiente. Em solos com boa fertilidade, estrutura adequada e ausência de toxidez, a planta consegue expressar melhor seu potencial produtivo. Já em áreas com acidez elevada, alumínio tóxico, compactação, baixa capacidade de troca de cátions (CTC), deficiência de nutrientes e, em situações específicas, salinidade, o desempenho da lavoura tende a cair.

Entre os principais entraves está a acidez do solo. Em ambientes muito ácidos, o alumínio se torna mais disponível em níveis tóxicos para as raízes. Na prática, isso limita o alongamento radicular e reduz a capacidade de a planta explorar água e nutrientes em profundidade. O reflexo aparece em lavouras desuniformes, plantas menores e menor resposta ao uso de fertilizantes.

Outro problema frequente é a compactação, causada principalmente pelo tráfego excessivo de máquinas, preparo inadequado do solo, baixa presença de matéria orgânica e ausência de plantas de cobertura com raízes mais agressivas. Quando há camadas adensadas, as raízes do milho ficam restritas à superfície, a infiltração de água é prejudicada e a cultura se torna mais suscetível à estiagem e ao acamamento.

A baixa CTC e o baixo teor de matéria orgânica também estão entre os fatores que comprometem o desempenho da cultura. Solos com essas características, comuns em áreas arenosas, têm menor capacidade de reter nutrientes e menor efeito tampão frente à adubação. Isso aumenta o risco de lixiviação, reduz a eficiência dos fertilizantes e exige manejo mais criterioso ao longo da safra. Para o milho, que demanda nutrição constante, essa limitação pesa diretamente no resultado final.

As deficiências e os desequilíbrios de nutrientes completam a lista dos principais limitantes. Fósforo, nitrogênio e potássio estão entre os elementos mais exigidos pela cultura. Quando o fósforo está baixo, por exemplo, o produtor pode observar crescimento lento e coloração arroxeada nas folhas nas fases iniciais. Já desequilíbrios entre cálcio, magnésio e potássio afetam o desenvolvimento radicular e a eficiência de absorção de nutrientes.

Em áreas irrigadas ou com material de origem salino-sódico, a salinidade e a sodicidade também merecem atenção. Nesses casos, o excesso de sais dificulta a absorção de água pelas raízes, enquanto o sódio pode comprometer a estrutura do solo. O resultado aparece em germinação prejudicada, plântulas fracas e queda de produtividade.

O diagnóstico desses problemas não deve se basear apenas na observação visual da lavoura. A análise de solo segue como principal ferramenta para identificar limitações químicas, enquanto a avaliação física, com abertura de trincheiras e uso de penetrômetro, ajuda a detectar camadas compactadas. Em campo, sinais como desuniformidade no talhão, plantas de menor porte em manchas específicas, raízes curtas e pouco ramificadas e redução de estande podem indicar que o problema está no solo.

A recomendação técnica é que a correção desses limitantes seja pensada além da safra imediata. O planejamento deve considerar análise de solo em diferentes profundidades, correção da acidez, manejo da fertilidade, uso de plantas de cobertura, rotação de culturas e melhoria gradual da matéria orgânica. A lógica é sair do improviso safra a safra e construir um ambiente mais equilibrado para o milho ao longo dos anos.

 





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Safra de cana cai 0,5%, mas etanol e açúcar avançam


colheita de cana-de-açúcar
Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

A safra brasileira de cana-de-açúcar 2025/26 deve somar 673,2 milhões de toneladas, queda de 0,5% na comparação anual, segundo o 4º levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar da retração, o país caminha para a maior produção de etanol da série histórica e a segunda maior de açúcar.

Mesmo com o recuo, esta é a terceira maior safra já registrada, atrás apenas dos ciclos 2022/23 e 2024/25.

Etanol cresce puxado pelo milho

A produção total de etanol, considerando cana e milho, está estimada em 37,5 bilhões de litros, alta de 0,8% sobre a safra passada.

O avanço é sustentado pelo etanol de milho, que deve atingir 10,17 bilhões de litros — aumento de 29,8% e participação de pouco mais de 27% na oferta total.

Já o etanol de cana está projetado em 27,33 bilhões de litros, queda de 6,9% na comparação anual.

Açúcar tem leve alta

A fabricação de açúcar deve alcançar 44,2 milhões de toneladas, crescimento de 0,1% frente ao ciclo anterior.

Segundo a Conab, a menor disponibilidade de matéria-prima limitou um avanço mais expressivo, ainda que o volume projetado seja o segundo maior da série histórica, atrás apenas de 2023/24.

Clima reduz produtividade

A queda na produção de cana é explicada pela redução de 2,6% na produtividade média nacional, estimada em 75.184 quilos por hectare.

O desempenho reflete condições climáticas adversas durante o desenvolvimento das lavouras após a colheita de 2024, especialmente no Centro-Sul.

A área colhida, por outro lado, cresceu 2,1%, para 8,95 milhões de hectares, o que ajudou a compensar parte das perdas.

Sudeste puxa queda; Centro-Oeste avança

Principal região produtora, o Sudeste deve colher 430,1 milhões de toneladas, recuo de 2,2%, impactado por estiagem, altas temperaturas e incêndios em 2024.

No Norte, a produção está estimada em 3,8 milhões de toneladas, queda de 7,1%, enquanto o Nordeste deve produzir 53,3 milhões de toneladas, redução de 2%.

Na contramão, o Centro-Oeste deve crescer 3,4%, para 150,2 milhões de toneladas, impulsionado pela expansão da área. No Sul, a produção deve atingir 36 milhões de toneladas, alta de 1,9%, com recuperação da produtividade.

Mercado segue ajustado

Na safra 2025/26, houve maior direcionamento da cana para a produção de açúcar, o que ajudou a sustentar a oferta do adoçante.

No etanol, a queda na produção a partir da cana foi parcialmente compensada pelo avanço do milho.

No curto prazo, a transição entre safras tende a manter o mercado de etanol sustentado, especialmente no segmento anidro. Para o açúcar, a maior oferta global limita altas mais consistentes, embora ainda haja suporte pontual com prêmios de exportação e incertezas externas.

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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de arroz avança e entra em fase decisiva



Neste momento, porém, o foco deixa de ser o volume já colhido


Neste momento, porém, o foco deixa de ser o volume já colhido
Neste momento, porém, o foco deixa de ser o volume já colhido – Foto: Divulgação

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul avança em ritmo consistente e entra em uma fase decisiva para a consolidação dos resultados da safra. As informações foram apresentadas por Sergio Cardoso, diretor de operações na Itaobi Representações.

De acordo com os dados mais recentes, os trabalhos já alcançam 79,3% da área cultivada no estado. O percentual indica um progresso relevante, impulsionado principalmente pelas regiões que iniciaram a colheita mais cedo e conseguiram manter maior regularidade nas operações.

Neste momento, porém, o foco deixa de ser o volume já colhido e passa a ser a forma como a safra será concluída. As áreas restantes concentram maior complexidade operacional, com condições de campo mais desafiadoras e influência direta de fatores climáticos, especialmente a ocorrência de chuvas que tende a desacelerar o ritmo das máquinas.

Esse cenário é considerado esperado dentro do ciclo produtivo, mas exige atenção redobrada em pontos específicos. Entre eles, destacam-se as lavouras acamadas, que apresentam risco direto de perdas econômicas. Nesses casos, há impacto na produtividade, maior dificuldade na colheita e possibilidade de redução na qualidade dos grãos.

A etapa final da colheita ganha, assim, um peso estratégico. Com a safra praticamente definida em termos de potencial, o resultado financeiro ainda depende da condução dessa reta final. A gestão eficiente das áreas mais sensíveis pode ser determinante para garantir melhor desempenho, reforçando que, neste estágio, detalhes operacionais passam a influenciar diretamente o resultado no campo.

 





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Petróleo despenca e dólar recua com reabertura de Ormuz


Fed, dólar
Foto: Pixabay

O anúncio do Irã sobre a reabertura do Estreito de Ormuz provocou uma forte reação nos mercados globais. O preço do petróleo caiu 10,4%, sendo negociado a US$ 89 por barril, enquanto o dólar também recuou frente ao real.

A decisão de permitir novamente o trânsito de embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de escoamento de petróleo , foi determinante para a queda da commodity.

No mercado de câmbio, o dólar acompanhou o movimento e registra queda de 0,6%, sendo cotado na faixa dos R$ 4,96.

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Produtores de leite de MG discutem custos e impactos da guerra


Em Uberaba, produtores de leite de 12 regiões de Minas Gerais se reuniram para discutir o atual momento do setor, com foco nos desafios enfrentados devido à guerra no Oriente Médio. O encontro, que marcou o primeiro presencial do ano, abordou principalmente o aumento dos custos de frete e a necessidade de medidas antidumping para proteger a produção local.

Custos e desafios do setor

Os participantes destacaram que os custos de frete têm encarecido o preço do litro de leite, impactando diretamente a rentabilidade dos produtores. Além disso, foi discutido o plano de diretrizes da Comissão Técnica de Pecuária de Leite, que visa enfrentar os desafios impostos pela concorrência desleal de produtos importados.

Medidas antidumping

O conceito de dumping foi explicado como a prática de exportar produtos a preços inferiores ao custo de produção. Os produtores expressaram a expectativa de que o governo brasileiro, através do Ministério da Indústria e Comércio, tome medidas para coibir essa prática, especialmente em relação ao leite em pó importado da Argentina e do Uruguai.

Visitas técnicas e troca de experiências

Durante o encontro, os representantes também realizaram visitas a fazendas no Triângulo Mineiro, onde puderam trocar experiências e discutir práticas de sustentabilidade e sucessão familiar. O presidente do Sindicato Rural de Uberaba ressaltou a importância da união entre os produtores para fortalecer o setor.

  • Encontro presencial em Uberaba reúne 12 regiões de MG.
  • Custos de frete e dumping foram temas centrais da discussão.
  • Expectativa de medidas antidumping para proteger a produção local.
  • Visitas a fazendas promovem troca de experiências entre produtores.
  • União entre produtores é fundamental para enfrentar desafios.

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‘O desafio desta safra não é apenas colher , mas fechar as contas’, diz vice-presidente da Aprosoja MT


A colheita de soja já chegou a 100% em Mato Grosso, enquanto no Brasil atinge cerca de 85,7% da área, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar do avanço, o cenário da segunda safra acende um alerta, especialmente para o milho, que enfrenta desafios produtivos e financeiros.

O vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, conversou com o time do Soja Brasil e destacou que houve aumento na área destinada ao milho neste ciclo. “O produtor aumentou a área, hoje são 7,39 milhões de hectares, maior do que no ano passado. Porém, a produção total estimada deve ser menor”, afirmou. A estimativa atual é de 52 milhões de toneladas, abaixo das 55,4 milhões da safra anterior.

Segundo ele, o atraso no plantio da soja teve impacto direto no desempenho do milho. “Temos um milho no estado em vários estágios fenológicos, com áreas prontas para colher e outras ainda em desenvolvimento. Esse atraso teve um impacto significativo”, explicou. A produtividade média esperada é de 116 sacas por hectare, contra 127 sacas por hectare no ano passado.

O cenário também exige cautela por parte do produtor. “O milho sempre foi uma esperança de rentabilidade a mais, mas esse ano a conta deve apertar”, disse Bier. Entre os principais fatores está o aumento no custo do diesel, que impacta tanto a colheita quanto o transporte. “Tivemos uma elevação significativa do óleo diesel, o que impacta na colheita e também na formação de preços, principalmente no frete, que deve estar mais alto”, completou.

Diante desse contexto, o dirigente reforça que o foco da safra mudou. “O objetivo desta safra não é só colher bem, mas também fechar as contas”, afirmou. Segundo ele, a tendência é de margens reduzidas. “A do milho deve ter margem baixa ou até negativa”, concluiu.

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Virada do ciclo pecuário não impede alta nos abates no 1º trimestre


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Foto: Gilson Abreu/AEN

O abate de bovinos deve aumentar 0,7% no primeiro trimestre deste ano na comparação com 2025. O dado preliminar é do coordenador de mercados da Safras & Mercado, Fernando Iglesias. “O que aconteceu foi uma ‘super’ demanda por parte da China”, afirma. “Por conta disso, a indústria teve que trabalhar com uma capacidade ociosa muito baixa”, completa.

A divulgação dos dados oficiais de abate pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente ao primeiro trimestre de 2026, está prevista para ocorrer após a segunda metade de maio.

O analista explica que o movimento ocorreu diante da cota de 1,1 milhão de toneladas imposta pelo país asiático, em vigência desde o começo do ano. Segundo ele, isso fez com que os patamares da arroba do boi gordo atingissem níveis recordes.

Nas principais praças pelo país, os preços giram em torno de R$ 355 e R$ 368 — em Goiás e São Paulo, respectivamente (fechamento de 16 de abril).

Esgotamento da cota deve segurar preços da arroba

Entre janeiro e fevereiro, o Brasil embarcou 372,08 mil toneladas de carne bovina para China, o que significa ocupação de 33,64% da cota total, conforme a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Diante da demanda aquecida, Iglesias aponta que a tendência agora é de desaceleração nos preços da arroba do boi gordo. “Com o esgotamento da cota chinesa, essa mesma indústria que acelerou os abates já sinaliza para uma redução na capacidade”, diz.

Virada no ciclo pecuário e menor disponibilidade de animais

Após um período de maior descarte de fêmeas, o ciclo pecuário agora reflete uma menor disponibilidade de gado nas fazendas. Em 2025, o abate da categoria apresentou alta pelo quarto ano consecutivo, com um crescimento de 18,2% em comparação com 2024.

Se por um lado o mercado de reposição acompanha a alta da arroba, com a cotação do bezerro também em patamar recorde, os preços maiores pelos animais terminados garantem a rentabilidade do pecuarista.

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Ciclone e frente fria avançam no fim de semana provocando chuva em várias regiões do país


ciclone chuva tempestade
Foto: Motion Array

A atuação de um ciclone extratropical no Sul e o avanço de uma frente fria pelo oceano devem influenciar o clima em várias regiões do Brasil neste fim de semana. Enquanto algumas áreas terão alívio com tempo firme, outras seguem com chuva frequente e risco de temporais.

Sul

A sexta-feira (17) ainda é marcada pela influência do ciclone extratropical, que já se afasta, mas mantém instabilidades. Chove de forma fraca a moderada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com pontos de maior intensidade no Paraná.

O vento ganha destaque, com rajadas entre 40 e 70 km/h no litoral gaúcho, além de mar agitado.

No sábado (18) e domingo (19), o tempo se estabiliza na maior parte da região. A chuva perde força e fica mais restrita ao litoral do Paraná. Nas demais áreas, o sol aparece entre nuvens e as temperaturas sobem durante o dia.

Sudeste

A sexta-feira ainda será de tempo mais aberto na maior parte do Sudeste. Há apenas chuva fraca no litoral do Espírito Santo e no extremo sul de São Paulo.

No sábado, o avanço de uma frente fria pelo oceano muda o cenário. A chuva retorna, principalmente em São Paulo, sul de Minas Gerais e áreas do Rio de Janeiro. Na capital paulista, há previsão de pancadas moderadas a fortes, com trovoadas.

No domingo, a instabilidade continua, especialmente no Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de Minas. Já em São Paulo, o tempo volta a ficar mais estável, com possibilidade de chuva fraca e passageira.

A umidade do ar segue em atenção no interior paulista e em Minas Gerais, com índices abaixo de 30% em alguns pontos.

Centro-Oeste

Na sexta-feira, o tempo segue firme em boa parte da região, mas há pancadas de chuva no Mato Grosso e em áreas de Goiás, com risco de temporais isolados.

No sábado e domingo, o padrão se mantém. A chuva continua mais frequente no Mato Grosso, enquanto Goiás e Mato Grosso do Sul registram pancadas mais isoladas.

As temperaturas permanecem elevadas ao longo de todo o período, com sensação de abafamento.

Nordeste

A sexta-feira já começa com chuva em áreas do litoral e no norte da região, por influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

No sábado e domingo, as instabilidades aumentam. Há previsão de chuva moderada a forte no Maranhão, Piauí, Ceará e Bahia, com risco de temporais, principalmente no centro-norte da região.

Nas demais áreas, a chuva ocorre de forma mais irregular, enquanto o calor segue predominando.

Norte

A presença de muita umidade mantém o tempo instável na Região Norte desde a sexta-feira. Estados como Amazonas, Pará, Acre e Rondônia registram chuva moderada a forte, com risco de temporais.

A atuação da ZCIT reforça ainda mais a instabilidade no Amapá e no norte do Pará.

No sábado e domingo, o cenário pouco muda. As pancadas continuam frequentes e podem ocorrer com intensidade elevada, acompanhadas de trovoadas.

O calor e a sensação de abafamento seguem predominando em toda a região.

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Feriado esfria mercado do boi gordo, mas preços seguem firmes


boi gordo
Foto: Lorran Lima/Idaf

O mercado do boi gordo encerra a semana em ritmo mais lento nas principais praças do país. Segundo análise do Centro de Estudo Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a proximidade do feriado reduziu a intensidade das negociações, mas os preços da arroba seguem sustentados diante da resistência dos pecuaristas.

O cenário reflete um momento de equilíbrio entre oferta e demanda, com frigoríficos tentando pressionar as cotações para baixo, enquanto produtores evitam vender diante da percepção de oferta limitada.

Disputa entre compradores e vendedores trava negociações

Ao longo da semana, frigoríficos demonstraram interesse em reduzir os preços pagos pela arroba. Por outro lado, pecuaristas resistem, sustentados por um cenário de oferta ainda restrita.

Com a aproximação do feriado, parte dos compradores se afastou do mercado após conseguir alongar as escalas de abate, o que contribuiu para a desaceleração dos negócios.

As escalas, que vinham mais curtas, passaram a variar entre 6 e 12 dias em algumas regiões.

Cuiabá

Em Cuiabá, a combinação de boa condição das pastagens e menor oferta de animais prontos para abate contribuiu para a estabilidade das cotações.

As negociações do boi gordo ocorreram entre R$ 355 e R$ 365 por arroba. Segundo agentes de mercado, a escassez de oferta levou frigoríficos a reduzir diferenciações de bonificação, com pagamento uniforme para machos.

Além disso, as chuvas favorecem a retenção de animais no campo, permitindo ao produtor postergar a venda.

Goiás

Nas praças de Goiânia e Rio Verde, o mercado esteve mais travado ao longo da semana.

Frigoríficos que já alongaram as escalas, entre 7 e 15 dias, reduziram a atuação nas compras. Com isso, os preços se mantiveram estáveis, na faixa de R$ 340 a R$ 350 por arroba.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, as chuvas constantes seguem impactando o ritmo das negociações.

A oferta reduzida tem levado frigoríficos a fechar escalas de forma gradual, com compras de pequenos lotes. As escalas de abate permanecem curtas, entre 2 e 7 dias.

O preço médio do boi gordo gira em torno de R$ 24,40 por quilo morto.

São Paulo

Em São Paulo, a liquidez do mercado foi menor nos últimos dias.

Compradores estiveram mais retraídos, enquanto pecuaristas mantiveram resistência em negociar nos preços ofertados, o que contribuiu para o travamento das negociações.

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