sexta-feira, abril 24, 2026

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Como uma missão à Lua pode ajudar o produtor rural? Entenda o papel da Artemis II


agricultura espacial
Foto: Freepik

Avanços desenvolvidos para a missão Artemis II, que levou astronautas a um sobrevoo lunar, começam a mostrar potencial de aplicação no campo. Soluções criadas para ambientes extremos, como o espaço, podem contribuir para uma agricultura mais eficiente, resiliente e sustentável no Brasil.

A conexão entre o setor espacial e o agro está no desafio comum de produzir mais com menos recursos. Tecnologias pensadas para garantir a sobrevivência e a produção de alimentos em condições adversas, como na Lua, podem ser adaptadas para regiões agrícolas com limitações climáticas.

Inovação do espaço para o campo

Parcerias entre instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Agência Espacial Brasileira já buscam desenvolver soluções agrícolas voltadas para missões espaciais. O conhecimento gerado, no entanto, tende a retornar à Terra em forma de inovação para o campo.

“Todo esse desenvolvimento que estamos trazendo para a estação lunar, vai poder ser, trazido aqui pro Brasil”, destaca o consultor da Piera consultoria de inovação, Daniel Rodrigues.

Entre as tecnologias com potencial de aplicação estão o cultivo vertical, a agricultura de precisão e o melhoramento genético de plantas, capazes de aumentar a produtividade mesmo em ambientes adversos.

“Entender como que a gente pode trazer uma melhoria genética para sementes, para que a gente consiga cultivar esse alimento num ambiente muito extremo, seja ele na Lua ou aqui no Brasil”, explica Rodrigues.

Uso eficiente de recursos

Um dos principais ganhos está na otimização do uso de água, energia e insumos. No ambiente espacial, cada recurso é limitado, o que exige sistemas altamente eficientes e circulares.

Segundo Rodrigues, essas soluções incluem o uso de energia solar, reaproveitamento de água e aplicação precisa de nutrientes, garantindo que cada planta receba apenas o necessário. Na prática, isso pode reduzir custos e impactos ambientais na produção agrícola.

Adaptação às mudanças climáticas

As tecnologias também podem ajudar o agro a enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Ferramentas como inteligência artificial preditiva e imagens de alta precisão por satélite permitem antecipar problemas, como variações climáticas e ataques de pragas.

“São essas tecnologias que estão sendo utilizadas nas missões espaciais que vão ajudar muito a entender o solo, as regiões mais vulneráveis e trazer uma decisão mais assertiva, por parte do produtor para que ele tenha uma chance maior de sucesso na sua na sua colheita”. destaca Rodrigues.

Com isso, o produtor pode tomar decisões mais assertivas, direcionando investimentos e manejos para áreas com maior potencial produtivo.

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Tocantins registra aumento de 39,2% no rebanho bovino em 10 anos, segundo levantamento


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O Tocantins registrou um crescimento de 39,2% em seu rebanho bovino nos últimos dez anos, totalizando 11,6 milhões de cabeças. O estado ocupa atualmente a 9ª posição no ranking nacional da pecuária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Durante o mesmo período, o rebanho brasileiro cresceu de 212,3 milhões para 238,2 milhões de cabeças, representando um avanço de 12,2%. Esse crescimento foi mais acentuado nas regiões Norte e Nordeste do país.

Crescimento da produção e práticas de manejo

A produção pecuária no Tocantins passou por significativas mudanças, com a redução do ciclo produtivo de quatro anos para cerca de dois anos e meio. Entre as práticas adotadas estão o manejo de solo, rotação de pastagens e sistemas integrados, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), visando aumentar a produção por área.

A integração com a agricultura tem avançado especialmente na região do Matopiba, onde há uma atuação conjunta entre a pecuária e a produção de grãos.

Exportações e abate de bovinos no Tocantins

As exportações de carne bovina do Brasil cresceram 135% na última década, com o Tocantins contribuindo com 102 mil toneladas, o que representa 18% da pauta exportadora do estado. Araguaína é responsável por cerca de 30% dessas exportações, atendendo mercados como os estados Unidos.

O estado realiza cerca de 1,3 milhão de abates por ano, com uma média de oito cabeças por habitante. O ciclo de abate foi reduzido para cerca de 24 meses, devido a técnicas de manejo e alimentação mais eficientes.

Os dados foram apresentados pela Federação da Agricultura e Pecuária do estado do Tocantins (FAET), que monitora o desempenho do setor no estado.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Empresário condenado à prisão por golpes em 120 produtores terá de pagar multa milionária


Celso Fruet - preso por golpes em produtores
Foto: Divulgação Polícia Civil Francisco Beltrão

O Ministério Público do Paraná (MPPR) condenou a 16 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão em regime inicial fechado Celso Antônio Fruet, um empresário de 72 anos do ramo de cereais. Ele é acusado de ter aplicado golpes contra pelo menos 120 produtores rurais no munícipio de Campo Bonito, oeste paranaense.

O acusado terá de pagar uma multa equivalente a 592 salários mínimos e de R$ 23,8 milhões às vítimas pelos danos a elas causados, somando, ao todo, quase R$ 25 milhões. O réu está preso desde novembro de 2025, após ficar foragido por quatro meses.

Como funcionava o golpe?

Conforme noticiado pelo Canal Rural em 13 de outubro de 2025, o golpista era proprietário de uma empresa cerealista. Mesmo após vender o seu negócio para uma cooperativa da região, continuou negociando grãos com diversos agricultores, adquirindo e recebendo mercadorias sem realizar os pagamentos. Ao todo, Fruet lucrou ilicitamente R$ 20,3 milhões.

De acordo com as investigações, o réu possuía o negócio há cerca de 30 anos e atuava no ramo armazenando nos silos de sua propriedade sacas de soja e trigo de agricultores.

Os produtos eram comercializados por ele, com os pagamentos feitos posteriormente aos produtores rurais.

Entretanto, em 6 de junho do ano passado, ele assinou contrato de venda de sua empresa para uma cooperativa, mas sem comunicar a transação aos produtores dos grãos.

Vida de luxo e prejuízos para as vítimas

A promotora Ana Carolina Lacerda Schneider detalha que Fruet ostentava uma vida de luxo. “Os extratos bancários revelaram que, enquanto as vítimas enfrentavam prejuízos econômicos, ele mantinha um padrão de vida elevado, incompatível, inclusive, com quem queria pagar os credores, havendo gastos em centros de estética, tecnologia e de lazer, inclusive, no período em que esteve foragido”, afirma.

As vítimas descobriram o golpe no mês seguinte, quando, ao se deslocarem até o estabelecimento comercial do denunciado, descobriram que ele havia encerrado as atividades da empresa e vendido o local.

O réu, agora condenado, estava preso preventivamente e teve a prisão mantida na sentença condenatória.

*Sob supervisão de Victor Faverin

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AgroNewsPolítica & Agro

Estiagem piora safra de milho no Paraná



Clima impacta produção de milho no estado



Foto: Pixabay

O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), informou em boletim divulgado na quinta-feira (9) que a irregularidade das chuvas tem afetado as lavouras de milho da segunda safra 2025/26 no Paraná. Segundo o órgão, houve nova piora nas condições das plantações ao longo da última semana.

De acordo com o levantamento, a proporção de áreas em boas condições caiu de 91% para 85% dos 2,8 milhões de hectares previstos para o ciclo. “A falta de chuvas regulares no estado vem impactando, semana a semana, as condições das lavouras da segunda safra de milho 2025/26”, aponta o boletim.

O cenário de estiagem levou 16 municípios paranaenses a decretarem situação de emergência. Nessas localidades, foram cultivados 208 mil hectares de milho na segunda safra de 2024, e a expectativa é de área semelhante neste ciclo.

Ainda conforme o Deral, outras regiões do estado também enfrentam irregularidade nas precipitações, o que pode comprometer o desempenho da safra. “Podemos conjecturar que esta safra possivelmente não será cheia e que haverá alguma redução na produção final”, informa o documento.

Apesar do quadro, o órgão destaca que ainda não é possível consolidar estimativas de produção. “Ainda é muito cedo para realizar estimativas concretas, pois um retorno das chuvas pode trazer uma recuperação relevante para as lavouras”, conclui o boletim.





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Pesquisador da Embrapa Soja alerta para avanço do caruru-roxo, uma das plantas daninhas mais agressivas


Planta daninha Caruru Roxo em uma lavoura
Caruru Roxo – Crédito: Rafael Mendes

O avanço das plantas daninhas tem intensificado a preocupação no campo brasileiro, diante do aumento da pressão sobre as lavouras nas últimas safras. O tema ganhou destaque no dia 13 de abril, durante a ExpoLondrina, no painel sobre desafios no manejo de espécies de difícil controle, promovido pela Embrapa Soja em parceria com as cooperativas Cocamar, Coamo e Integrada.

Entre os principais focos de atenção está o caruru-roxo, considerado atualmente uma das espécies mais agressivas nas áreas agrícolas. Com crescimento acelerado, alta competitividade e grande capacidade de dispersão, a planta tem ampliado sua presença e já impacta diretamente o potencial produtivo das lavouras.

De acordo com o pesquisador Rafael Romero Mendes, da Embrapa Soja, a infestação da espécie cresceu de forma consistente nas últimas quatro safras. Ele destaca que o enfrentamento exige manejo integrado, com ações como limpeza de máquinas, manutenção de palhada, uso de cultivares com novas biotecnologias e adoção de herbicidas pré-emergentes, sobretudo em áreas com resistência ao glifosato.

O pesquisador ressalta que o uso desses produtos demanda atenção às condições de solo, clima e à cultivar utilizada, para evitar fitotoxicidade. Esse problema pode comprometer o estande das lavouras e provocar emergência irregular das plantas.

Já Lucas Pastre Dill, da cooperativa Integrada, aponta que a redução de práticas tradicionais contribuiu para o cenário atual. Segundo ele, a adoção de cultivares tolerantes ao glifosato levou parte dos produtores a abandonar estratégias como rotação de culturas, alternância de mecanismos de ação e controle cultural e mecânico.

Esse contexto, somado às condições tropicais, favorece a proliferação de plantas daninhas com alto potencial reprodutivo. Nesse sentido, a formação de palhada volta a ganhar protagonismo como ferramenta importante para reduzir a germinação dessas espécies.

As cooperativas têm reforçado o trabalho de orientação técnica junto aos produtores. Conforme explica Bruno Lopes Paes, da Coamo, treinamentos e capacitações vêm sendo intensificados, com foco no uso correto de herbicidas, manejo integrado e atenção às plantas daninhas quarentenárias, consideradas uma ameaça crescente.

Para o pesquisador Dionísio Gazziero, o país já dispõe de conhecimento e tecnologia suficientes para enfrentar grande parte das infestações. No entanto, a adesão às práticas recomendadas ainda é limitada. Ele também destaca que fatores climáticos podem influenciar a dinâmica das plantas daninhas, prolongando períodos de emergência.

A recomendação é tratar o controle como parte de um sistema contínuo de produção. A rotação de culturas, especialmente no inverno, aliada ao manejo do banco de sementes no solo, é essencial para reduzir a pressão das infestantes. Sem essas medidas, a tendência é de aumento das infestações, maior custo de produção e perdas crescentes de produtividade.

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Brasil abre investigação sobre dumping de proteínas de soja da China


China importação soja
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), abriu investigação para apurar a prática de dumping nas exportações de proteínas de soja da China para o Brasil.

A medida está formalizada em circular publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (14). A investigação busca verificar se produtores chineses estariam vendendo proteínas de soja no mercado brasileiro a preços inferiores aos praticados em seu próprio mercado ou abaixo do custo de produção, prática que pode prejudicar a indústria nacional.

Os produtos investigados estão classificados em diferentes códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). De acordo com a Secex, há indícios suficientes de dumping e de dano à indústria doméstica brasileira, o que motivou a abertura do processo.

A análise considerará dados de exportações entre julho de 2024 e junho de 2025, enquanto o impacto sobre a indústria nacional será avaliado com base no período de julho de 2020 a junho de 2025.

Caso sejam confirmadas as práticas de dumping e o prejuízo à indústria nacional, o Brasil poderá aplicar medidas antidumping, como tarifas adicionais sobre as importações do produto investigado.

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Safra de soja deve atingir novo recorde e chegar a 179,2 milhões de t no Brasil, aponta Conab


Foto: Abiove

A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 pode atingir 356,344 milhões de toneladas, de acordo com o 7º Levantamento divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento. O volume representa aumento de 4,1 milhões de toneladas em relação à temporada anterior e avanço de 2,9 milhões frente ao levantamento de março. Caso se confirme, será um novo recorde na série histórica.

Soja

Nesse cenário, a soja se destaca como principal cultura e motor do crescimento. A Conab projeta uma produção recorde de 179,2 milhões de toneladas, consolidando a oleaginosa como protagonista da safra brasileira. O desempenho é favorecido pelo avanço da colheita, que já alcança 85,7% da área, beneficiada pela redução das chuvas em março, o que melhorou as condições de campo.

Mesmo com alguns estados produtores registrando produtividade inferior à safra passada, o rendimento médio nacional da soja surpreende positivamente. A produtividade está estimada em 3.696 quilos por hectare, o melhor resultado já registrado pela Conab para a cultura.

No panorama geral, a área plantada com grãos deve crescer 2%, chegando a 83,3 milhões de hectares. Já a produtividade média nacional total apresenta leve recuo de 0,8%, passando de 4.310 kg/ha para 4.276 kg/ha, ainda assim configurando o segundo melhor desempenho da história.

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AgroNewsPolítica & Agro

Grãos disparam com tensão global e petróleo em alta



A soja apresenta comportamento mais estável


A soja apresenta comportamento mais estável
A soja apresenta comportamento mais estável – Foto: Abiove

O mercado de grãos inicia a semana com sinais de maior volatilidade, influenciado por fatores geopolíticos e climáticos que alteram as expectativas de oferta e demanda no cenário internacional. Segundo a TF Agroeconômica, o fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã e o anúncio de bloqueio naval no Estreito de Ormuz elevaram os riscos para o fornecimento global de energia.

O impacto foi imediato no petróleo, que subiu entre 7% e 8%, com o WTI próximo de US$ 105 e o Brent acima de US$ 102 por barril, trazendo reflexos diretos para as commodities agrícolas. No trigo, os contratos em Chicago registraram alta, com o vencimento maio/26 a US$ 583,50 por bushel. O cenário combina o retorno do prêmio geopolítico com preocupações climáticas nas Grandes Planícies dos Estados Unidos, onde a previsão de chuvas pode não ser suficiente para reverter o déficit hídrico das lavouras de inverno.

A soja apresenta comportamento mais estável, com leve recuo nos preços. O contrato maio/26 opera a US$ 1.174,75 por bushel, pressionado pela expectativa de chuvas no Meio-Oeste, que podem favorecer a próxima safra. Ainda assim, a alta do petróleo sustentou o óleo de soja, limitando perdas mais expressivas no complexo, enquanto o farelo recuou após ganhos recentes.

No milho, os preços iniciam a semana em recuperação na Bolsa de Chicago, com o contrato maio/26 a US$ 444,75 por bushel. O movimento ocorre após quatro semanas consecutivas de queda e é impulsionado tanto pela valorização do petróleo quanto pela entrada de compradores no mercado. Apesar disso, os elevados estoques nos Estados Unidos seguem como fator de pressão, e a previsão de chuvas no Meio-Oeste pode restringir avanços adicionais.

 





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Brasil trabalha para alcançar autossuficiência na produção de diesel, diz ministro


ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira
Foto: Tauan Alencar/MME

O governo federal anunciou nesta terça-feira (14) novas medidas para enfrentar os impactos da alta do petróleo e da guerra no Oriente Médio sobre o setor de combustíveis no Brasil.

Durante coletiva no auditório térreo do Ministério de Minas e Energia, em Brasília, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que o país trabalha para alcançar a autossuficiência na produção de óleo diesel. A dependência atual das importações é de 30%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o ministro, o planejamento para reduzir essa dependência já existia, mas ganhou urgência com a escalada dos conflitos internacionais, que pressionaram os preços globais. Ele também buscou tranquilizar o mercado ao afirmar que a oferta de diesel está garantida no curto prazo.

“Para acalmar o setor, já afirmo que a oferta de diesel para os próximos 60 dias está 25% acima da demanda. O abastecimento está garantido”, disse.

Na mesma linha, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, determinou que o governo adote todas as medidas necessárias para evitar que os efeitos da guerra entre Estados Unidos e Irã atinjam a população brasileira.

Segundo ele, o Brasil segue tendência internacional, alinhando-se a mais de 40 países que têm implementado políticas fiscais para conter os impactos nos combustíveis.

Entre as ações já adotadas pelo governo estão a zeragem de tributos federais (PIS/Cofins), a criação de subsídios diretos a produtores e importadores, condicionados ao repasse ao consumidor, além da instituição de imposto sobre a exportação de petróleo bruto para compensar perdas de arrecadação.

O pacote também incluiu o reforço na fiscalização da cadeia de distribuição e articulação com Estados para redução do ICMS. Em 6 de abril, essas medidas foram ampliadas com um pacote mais robusto, que elevou as subvenções ao diesel, com incentivos diferenciados para produto nacional e importado, além de zerar tributos sobre o biodiesel.

As iniciativas passaram a contemplar também o querosene de aviação, com desoneração e oferta de crédito ao setor aéreo, e o gás de cozinha (GLP), que recebeu subsídios diretos.

Silveira também anunciou um reajuste orçamentário no programa Gás do Povo, voltado a famílias de baixa renda. Segundo ele, cerca de 15 milhões de famílias já são atendidas pelo programa, considerado essencial neste momento de pressão sobre os preços.

De acordo com o ministro, a medida permitirá manter o atendimento atual e ampliar a cobertura para proteger a população mais vulnerável.

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