sexta-feira, março 27, 2026

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Precisão no campo eleva eficiência das aplicações



Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão


Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão
Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão – Foto: Sheila Flores

A adoção de soluções que aprimoram o uso de insumos tem avançado no campo brasileiro, impulsionando eficiência e sustentabilidade. Segundo a Embrapa, práticas como mapeamento de solo, pulverização localizada e aplicação em taxa variável já fazem parte de mais de um terço das propriedades de médio e grande porte, com expansão consistente.

Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão ao direcionar cada insumo ao alvo certo, na dose adequada e no momento oportuno. A integração com adjuvantes eleva ainda mais o desempenho ao aprimorar a eficácia das soluções e a performance de fertilizantes especiais, defensivos e bioinsumos.

De acordo com Bruno Neves, gerente técnico da BRQ Brasilquímica, a eficiência produtiva depende da capacidade de otimizar cada gota aplicada, levando em conta o avanço das máquinas e a escolha dos bicos, que definem o tamanho das gotas e influenciam a qualidade final da operação. Ele destaca que os adjuvantes reduzem perdas por deriva, aumentam aderência e espalhamento, favorecem a absorção e fortalecem a ação de produtos biológicos.

No aspecto econômico, contribuem para evitar reaplicações e ampliar o retorno do investimento, promovendo uso racional dos recursos e menor risco de impacto ambiental. Bruno reforça que o emprego desses insumos deve estar alinhado às boas práticas agrícolas, com atenção à calibração de equipamentos, às condições climáticas e ao manejo fitossanitário e nutricional.

“A agricultura brasileira está cada vez mais eficiente. Os adjuvantes são aliados indispensáveis paa unir produtividade, rentabilidade e responsabilidade ambiental em favor do agro e da sociedade, sendo um elo essencial para a eficiência agronômica nos sistemas de produção”, ressalta Bruno Neves.

 





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AgriZone define o apoio do agro na luta contra as mudanças climáticas, diz ex ministro



O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues definiu a Agrizone, espaço temático coordenado pela Embrapa na COP30, como a iniciativa do evento que melhor define a contribuição do agro no enfrentamento das mudanças climáticas.

Entre os destaques do local estão as vitrines demonstrativas a campo em que os visitantes podem conhecer, de perto, sobre intensificação sustentável e diversificação de sistemas produtivos, além de entender as iniciativas da Embrapa para desenvolvimento dos protocolos de agropecuária de baixo carbono e ainda as vitrines tecnológicas para agricultura familiar.

A AgriZone fica localizada na Embrapa Amazônia Oriental, na Travessa Dr. Enéas Pinheiro, no bairro Marco, em Belém, a aproximadamente 1,8 km da Blue Zone. O espaço estará aberto ao público de 10 a 21 de novembro, das 10h às 18h. A entrada é gratuita, com inscrição prévia ou realizada no local.

Com uma programação dinâmica, composta por exposições imersivas, painéis interativos, pavilhões com vitrines vivas, cinco auditórios para 400 atividades (palestras, workshops e painéis), espaços para alimentação, apresentações culturais, experiências gastronômicas, lançamentos de tecnologias e publicações, a AgriZone convida o público da COP30 a conhecer de perto as soluções desenvolvidas pela Embrapa em parceria com governos, empresas e produtores.

A programação foi montada a partir de uma chamada pública feita pela Embrapa em que organizações relacionadas, direta ou indiretamente, à agricultura, à segurança alimentar e à mudança do clima, submeteram propostas para a organização de eventos e iniciativas dentro da AgriZone.

As 450 propostas recebidas passaram por análise de grupo de trabalho específico composto por pesquisadores e técnicos de diferentes áreas, resultando em uma programação plural e inclusiva, abrigando diversos setores, desde organizações não governamentais e entidades da agricultura familiar até instituições financeiras, ministérios, representações do agronegócio e organismos internacionais.



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Governo anuncia publicação de 10 portarias de demarcação indígena



A ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara, anunciou nesta segunda-feira (17) a assinatura de dez novas portarias declaratórias de demarcação de terras indígenas pelo Ministério da Justiça nos próximos dias.

Os documentos envolvem os seguintes territórios:

  1. TI Vista Alegre (AM – Mura)
  2. TI Tupinambá de Olivença (BA – Tupinambá)
  3. TI Comexatibá (BA – Pataxó)
  4. TI Ypoí Triunfo (MS – Guarani)
  5. TI Sawré Ba’pim (PA – Munduruku)
  6. TI Pankará da Serra do Arapuá (PE – Pankara)
  7. TI Sambaqui (PR – Guarani)
  8. TI Ka’aguy Hovy (SP – Guarani)
  9. TI Pakurity (SP – Guarani)
  10. TI Ka’aguy Mirim (SP – Guarani)

“Como parte do nosso compromisso, o Brasil anuncia a regularização e proteção de 63 milhões de hectares de terras indígenas e quilombolas até 2030”, declarou a ministra durante anúncio de iniciativa global dedicada a garantir os direitos territoriais de povos indígenas, afrodescendentes e comunidades tradicionais, com a meta coletiva de proteger 160 milhões de hectares. Ao todo, 15 países apoiaram a iniciativa.

Segundo a ministra, desse total, 4 milhões de hectares são em territórios quilombolas e os outros 59 milhões são territórios distribuídos em dez territórios indígenas com processos na câmaras de destinação de áreas pública que serão incorporados pelo Plano Integrado de Implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).



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Brasil conquista 50 medalhas em concurso mundial de queijos



O Brasil voltou a se destacar no World Cheese Awards 2025 (WCA), realizado na Suíça, trazendo para casa 50 medalhas em meio a mais de 5 mil queijos inscritos de mais de 50 países. Entre os premiados, três produtos desenvolvidos em Toledo, no Oeste do Paraná.

O World Cheese Awards é reconhecido como a maior competição dedicada exclusivamente aos queijos, reunindo desde grandes indústrias até pequenos produtores artesanais.

Nesta edição, 265 especialistas compuseram o júri, as avaliações foram realizadas às cegas, considerando critérios como sabor, aparência, aroma, corpo e textura. O evento reúne queijeiros, varejistas, compradores e alimentos de diversos países para julgar mais de 5 mil queijos provenientes de mais de 40 nações.

Medalhas brasileiras

O Brasil marcou presença entre os premiados do World Cheese Awards, com cinco queijos classificados como ouro, 19 como prata e 26 como bronze. As distinções contemplam produtores de diferentes regiões, incluindo São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Paraná

Entre os queijos do Paraná, os destaques foram Abaporu, Saint Marcellin e Garoa Tropical. O Abaporu, de massa mole e casca lavada, recebeu medalha de prata ao impressionar os jurados com notas de baunilha, amêndoas e especiarias como canela e cravo. O queijo já havia conquistado ouro no Mondial du Fromage, na França.

O Saint Marcellin, também prata, é um produto comercial da queijaria Flor da Terra e já acumula diversos reconhecimentos, entre eles, estar entre os dez melhores queijos do Brasil em 2023 e garantir prata no Mondial du Fromage 2025.

Fechando a lista, o Garoa Tropical recebeu bronze. Inspirado nas antigas técnicas que utilizavam frutas cítricas para coagulação do leite, o queijo se destaca pelo sabor diferenciado e pela textura singular resultante de enzimas naturais dessas frutas.

Vencedor

O grande vencedor do World Cheese Awards 2025 foi o Gruyère AOP Vorderfultigen Spezial, produzido pela queijaria suíça Bergkäserei Vorderfultigen. Reconhecido pelo equilíbrio entre textura, maturação e um sabor marcante típico dos queijos alpinos, o rótulo superou mais de 5 mil concorrentes de mais de 40 países.



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Clima favorável derruba preços do trigo no mercado global



Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas


Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas
Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas – Foto: Agrolink

As principais regiões produtoras de trigo no mundo atravessam um período de clima amplamente favorável, cenário que tem contribuído diretamente para a queda dos preços futuros do grão. Após anos marcados por eventos de La Niña prolongados, a recuperação das condições climáticas eliminou boa parte das limitações de produtividade. No Hemisfério Sul, a colheita avança em ambiente positivo, com destaque para Austrália, Brasil, África do Sul e Argentina, onde chuvas oportunas e ausência de geadas favoreceram rendimentos acima da média.

Na Austrália, estados como Nova Gales do Sul e Victoria registram safra quase ideal, enquanto a Argentina saiu de um longo período de seca e mostra bom potencial, apesar do risco de geadas tardias em Buenos Aires e La Pampa. Já no Hemisfério Norte, o ano começou irregular, mas houve melhora importante na Europa e no Canadá ao longo do segundo semestre, permitindo bom avanço do plantio de inverno.

França e região do Mar Negro, inicialmente afetadas por seca, receberam chuvas recentes que aliviaram as preocupações, especialmente na Ucrânia e no sul da Rússia. A Índia também vive momento positivo, com forte umidade no solo ao fim das monções e ótimas perspectivas para a safra de inverno. Apenas a China enfrentou excesso de chuvas no plantio, mas a estabilização recente do clima reduz parte do risco.

Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas, e a influência limitada da La Niña deve permitir bom estabelecimento das lavouras. Diante de grande oferta global e demanda enfraquecida, a tendência é de continuidade da pressão baixista sobre os preços até a primavera de 2026. As informações são do world-grain.com.

 





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Arroba do boi gordo começa a dar sinais de queda; confira as cotações



O mercado físico do boi gordo abriu a semana com tentativas esporádicas de compra em patamares mais baixos.

“O cenário no geral ainda é turbulento, com grandes especulações em torno da China e nas eventuais salvaguardas que podem ser anunciadas até o dia 26″, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a demanda doméstica permanece aquecida, considerando o auge do consumo interno, com a incidência do 13º salário, criação de postos temporários de emprego e confraternizações do período.

Preço médio da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 326,33
  • Goiás: R$ 320,32
  • Minas Gerais: R$ 318,82
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,20
  • Mato Grosso: R$ 307,00

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços acomodados no decorrer da segunda-feira.

  • Quarto traseiro: segue a R$ 26,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo
  • Ponta de agulha: se mantém a R$ 19,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,3317 para venda e a R$ 5,3297 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2949 e a máxima de R$ 5,3324.



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Manejo correto do pasto no período chuvoso garante produtividade na fazenda



O manejo correto do pasto no período chuvoso é essencial para garantir uma alta produtividade nas fazendas e reduzir o tempo de engorda do gado no confinamento.

Ao programa Giro do Boi, o zootecnista e consultor Maurício Scoton alerta que um dos erros mais comuns entre os pecuaristas é a ansiedade em soltar o gado logo após as primeiras chuvas, o que pode prejudicar a planta e comprometer o desempenho da pastagem na estação.

Segundo Scoton, a primeira arrancada do capim exige muita energia do sistema radicular. “Se o gado for solto antes do tempo, o produtor não permite que a planta produza nova energia via fotossíntese e reponha essa poupança na raiz”, explica. Esse manejo inadequado pode resultar em raízes mais fracas e superficiais, dificultando o crescimento da pastagem.

Confira:

O principal cuidado no período chuvoso é respeitar a fisiologia do capim, especialmente a altura de entrada e saída do gado. O consultor utiliza o capim mombaça como exemplo prático. O gado deve entrar no piquete quando o capim atingir, no mínimo, oitenta centímetros. A faixa ideal para uma máxima qualidade e melhor desempenho é entre noventa centímetros e um metro.

Scoton ainda ressalta que não se deve deixar o capim crescer além de um metro e dez centímetros. “Se o pasto ultrapassar essa altura, a qualidade do capim cai drasticamente”, afirma. O manejo deve garantir que o gado saia do piquete na altura mínima de cinquenta e cinco centímetros, para assegurar um rebrote vigoroso.

Importância do manejo de precisão

O manejo de precisão, que respeita o intervalo entre a altura máxima de entrada e a altura mínima de saída, é fundamental para garantir uma alta produção de pastagem. Isso se traduz em arroba barata produzida no pasto. O acompanhamento adequado das condições do pasto durante o período chuvoso é, portanto, um fator determinante para o sucesso da pecuária.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Arroba do boi gordo cai em São Paulo, mas não abandona patamar de R$ 320



A arroba do boi gordo apresentou queda na praça-base São Paulo nesta segunda-feira (17), sendo cotada a R$ 320,27 em média, ante R$ 322,02 da última sexta-feira (14), queda de 0,5%.

O dado parte do Indicador do Boi Datagro, adotado pela B3 como referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.

Na média dos últimos cinco dias, a indicação da arroba ficou em R$ 321,97 em território paulista, descolando de Mato Grosso do Sul, que vinha se aproximando dos valores negociados em São Paulo. O estado do Centro-Oeste fechou esta segunda a uma média de R$ 318,87.

Veja os preços desta segunda nas principais praças de comercialização:

  • São Paulo: R$ 320,27
  • Bahia: R$ 311,16
  • Goiás: R$ 316,51
  • Minas Gerais: R$ 311,32
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,87
  • Mato Grosso: R$ 308,28
  • Pará: R$ 305,65
  • Roraima: R$ 278,78
  • Tocantins: R$ 302,85



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Saiba como ficaram as cotações de soja no início da semana



O mercado brasileiro de soja registrou um dia de cotações mais firmes no físico nesta segunda-feira (17), acompanhando a alta em Chicago. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, mesmo com preços melhores, não houve reporte de grandes ofertas, e o mercado acabou ficando travado.

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Silveira explica que os prêmios recuaram um pouco, enquanto o dólar subiu, o que acabou resultando em melhores indicações no físico. Ainda assim, o movimento não se traduziu em grandes volumes negociados. Na safra nova, algumas fixações ocorreram, mas de forma limitada.

China-EUA

Os preços da soja foram impulsionados principalmente pelo otimismo com a retomada das compras chinesas de soja americana, após declarações do presidente dos EUA sobre a retomada de negociações. Esse movimento nos futuros em Chicago refletiu no mercado físico brasileiro, contribuindo para a valorização das cotações, apesar da falta de grandes ofertas no mercado local.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 137,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 136,00 para R$ 138,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 126,00 para R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 125,50 para R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 125,00 para R$ 128,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 140,00 para R$ 142,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 140,50 para R$ 142,00

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em forte alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi impulsionado pelo sentimento de recuperação da demanda chinesa pelo produto americano e pelos números acima do esperado de esmagamento nos Estados Unidos em outubro.

Na sexta, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a China vai voltar a comprar soja e outros produtos agrícolas norte-americanos. Foi o suficiente para elevar os preços, após uma sessão anterior de decepção com o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e com a recapitulação das vendas diárias durante a paralisação do governo dos EUA.

Dados da Nopa

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) informou que o esmagamento de soja atingiu 227,647 milhões de bushels em outubro, ante 197,863 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 209,522 milhões. Em outubro de 2024, foram 199,943 milhões de bushels.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.176.307 toneladas na semana encerrada no dia 17 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.124.668 toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 32,75 centavos de dólar, ou 2,91%, a US$ 11,57 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,63 1/4 por bushel, com avanço de 27,25 centavos de dólar ou 2,39%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 8,30 ou 2,57%, a US$ 330,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,14 centavos de dólar, com ganho de 0,99 centavos ou 1,97%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,3317 para venda e a R$ 5,3297 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2949 e a máxima de R$ 5,332.



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Estado mantém alerta para temporais nesta terça-feira; saiba qual


Áreas do Paraná e de Mato Grosso do Sul registraram fortes pancadas de chuva nesta segunda-feira (17) com a passagem de uma nova frente fria. Em vários pontos, os temporais vieram acompanhados de rajadas intensas de vento.

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Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Laguna Carapã (MS) teve rajada de 104 km/h, enquanto no domingo à noite Planalto (PR) registrou 85 km/h.

Os volumes de chuva também chamaram atenção. Em Mato Grosso do Sul, entre 16h de domingo (16) e 16h de segunda-feira (17), choveu:

  • 79,8 mm em Caarapó
  • 78,0 mm em Ivinhema
  • 65,4 mm em Sete Lagoas
  • 62,4 mm em Laguna Carapã

No Paraná, no mesmo período, o Simepar registrou:

  • 74,8 mm em Altônia
  • 65,4 mm em Apucarana
  • 61,6 mm em Cianorte
  • 58,8 mm em Londrina

Leste do Paraná segue em alerta nesta terça

Mesmo com o afastamento da frente fria, o leste do Paraná permanece em alerta para chuva forte e volumosa nesta terça-feira (18), de acordo com a Climatempo.

A Grande Curitiba e o litoral concentram o maior risco de temporais. No sudoeste — incluindo Foz do Iguaçu — e em áreas do sul, centro e norte do estado, ainda podem ocorrer pancadas moderadas a fortes, intercaladas com aberturas de sol.

O centro-oeste paranaense terá tempo firme e sem expectativa de chuva.
Entre quarta e sexta-feira, o ar seco volta a predominar, garantindo dias ensolarados, madrugadas amenas e tardes progressivamente mais quentes.

MS terá trégua da chuva e volta do calor

Em Mato Grosso do Sul, a terça-feira será marcada por tempo mais firme. Com o afastamento da frente fria e mudanças na circulação de ventos em vários níveis da atmosfera, as nuvens carregadas se dissipam.

O sol aparece desde cedo em Campo Grande e na maior parte do estado. Ainda pode chover de forma rápida na madrugada ou no início da manhã em áreas próximas a Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

Entre quarta (19) e sexta-feira (21), o tempo firme predomina. As tardes ficam muito quentes, e os índices de umidade relativa do ar devem cair, podendo atingir cerca de 30% nas horas mais quentes — nível considerado de atenção.



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