quarta-feira, julho 29, 2026

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Veja a situação da colheita da safra 2024/25 do arroz, milho e da soja



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou relatório com dados obtidos até o último domingo (23) sobre a colheita da safra 2024/25 da soja, milho e arroz. De acordo com a entidade, a colheita de soja atinge 36,4% da área no Brasil, conforme o relatório da entidade.

Na semana passada os trabalhos atingiam 25,5% da área e, no mesmo período do ano passado, a ceifa estava completa em 38,0% da área.

Semeadura da soja

Já o plantio da safra de soja estava completo em 100% da área até o dia 23 de fevereiro. Na semana passada a semeadura atingia 99,7% da área. Em igual período do ano passado, os trabalhos de plantio atingiam 100% da área.

Safra do milho

A colheita de milho 1° safra 2024/25 atingiu 20,9% da área estimada no Brasil, até o dia 23 de fevereiro, segundo a Conab. Na semana anterior, a colheita atingia 17,3% da área. No mesmo período do ano passado, a ceifa estava completa em 24,9% da área.

O plantio de milho 1° safra 2024/25 avançou para 99,6% da área. Na semana anterior, a semeadura estava em 98,1%. Em igual período do ano passado, o número era de 99,5%.

O plantio de milho 2° safra atingiu 53,6%. Na semana anterior, a semeadura atingia 35,7% da área. Em igual período do ano passado, os trabalhos de plantio haviam sido concluídos em 59% da área.

Safra do arroz

A colheita de arroz avançou para 11,7% da área estimada para a temporada 2024/25 nos seis principais estados produtores do Brasil (Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que representam 88% do total), conforme levantamento da Conab.

Na semana anterior, a colheita da safra estava em 7,1%. Em igual período do ano passado, o número era de 5,9%.



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Preço do trigo segue em alta no Brasil com escassez de produto de qualidade



Compradores enfrentam dificuldades para encontrar lotes com bom padrão




Foto: Canva

Os preços do trigo em grão continuam em alta no Brasil, impulsionados pela escassez de produto de qualidade no mercado interno. De acordo com o boletim informativo do Cepea, compradores enfrentam dificuldades para encontrar lotes com bom padrão, o que tem levado à priorização das importações.

Por outro lado, vendedores, com estoques reduzidos, evitam fechar novos negócios à espera de cotações ainda mais elevadas nos próximos meses, em plena entressafra nacional. Segundo o Cepea, a comercialização do trigo com PH igual ou superior a 78 está restrita a lotes pontuais, reforçando a limitação da oferta interna.

Enquanto isso, os produtores já começam a se planejar para a próxima safra. Dados oficiais apontam uma redução de 2,1% na área plantada no Brasil, mas a expectativa de aumento na produtividade deve garantir uma oferta maior em 2025 na comparação com o ano anterior.





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Governo publica MP que abre crédito extra de R$ 4,178 bi para Plano Safra



O governo federal publicou na noite desta segunda-feira (24), a Medida Provisória 1.289/2025, que abre crédito extraordinário de R$ 4,178 bilhões para as operações oficiais de crédito rural equalizadas pelo Tesouro Nacional no âmbito do Plano Safra.

A medida visa atender as linhas de crédito subsidiado do Plano Safra, com taxas de juros equalizadas pelo Tesouro, com contratações suspensas pelo Tesouro Nacional desde a última sexta-feira (21). A MP, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entra em vigor hoje e foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Do montante total, R$ 2,752 bilhões serão destinados à subvenção econômica de operações de investimento rural e agroindustrial, R$ 763,519 milhões vão para subvenção econômica de operações de custeio agropecuário e R$ 17,002 milhões para equalização de operações de comercialização nas linhas voltadas a médios e grandes produtores.



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o impacto das questões fiscais e geopolíticas nos mercados


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das questões fiscais e geopolíticas nos mercados. O Ibovespa caiu para 125 mil pontos após declarações do presidente Lula, que reforçaram preocupações fiscais. O dólar fechou em alta, atingindo R$ 5,75, enquanto a curva de juros ganhou inclinação.

No exterior, investidores acompanham possíveis negociações de paz na Ucrânia. Commodities avançaram, com ouro em máxima histórica e petróleo pressionado por preocupações de oferta. Hoje, o foco fica no IPCA-15 e na agenda geopolítica.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Aproximação de frente fria traz chuva com raios, mas calor persiste



A Região Sul será impactada pela aproximação de uma frente fria. No Sudeste, temporais localizados em algumas áreas, o que se repete no Centro-Oeste. Veja a previsão para as cinco regiões do país:

Sul

A aproximação de uma nova frente fria provoca pancadas de chuva com raios na metade sul do Rio Grande do Sul a partir da tarde. Entre Paraná e Santa Catarina, chove isolado, enquanto no norte gaúcho o sol predominará ao longo do dia. O calor segue intenso em toda a região.

Sudeste

Tempo instável, com pancadas de chuva em São Paulo, no sul e no Triângulo Mineiro. A chuva pode vir acompanhada de raios e na forma de temporais localizados. Entre o Rio de Janeiro, o Espírito Santo e o norte de Minas Gerais, o predomínio é de sol, com algumas variações de nebulosidade.

Centro-Oeste

Dia com mais nuvens e chuva que pode ocorrer ao longo do dia no norte de Mato Grosso do Sul, em Goiás e em Mato Grosso, onde há risco de temporais. Na metade sul do território sul-matogrossense, as pancadas vêm acompanhadas de raios, especialmente no período da tarde.

Nordeste

Tempo instável, com chuva a qualquer hora no Maranhão. Entre o Piauí e o Ceará, há pancadas com trovoadas. Na costa leste, a infiltração marítima contribui para chuva isolada, mas com trovoadas. No sertão nordestino, o sol predominará. As temperaturas seguem elevadas por toda a região.

Norte

O calor e a alta umidade continuarão favorecendo as pancadas de chuva, que ocorrem alternadas com períodos de sol. Há risco de temporais entre o Amazonas, Pará e Tocantins. No norte paraense e no Amapá, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a condição para chuva com trovoadas.



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Fixação na B3 é alternativa diante de mercado fraco


A TF Agroeconômica destaca que as safras de milho ainda não estão definidas tanto nos EUA quanto no Brasil, e o mercado segue incerto. Nos EUA, há intenção de ampliação do plantio, mas os números exatos ainda precisam ser confirmados. No Brasil, o atraso da Safrinha pode impactar a produção da segunda safra, influenciando os preços. Atualmente, as cotações do milho na B3 atingiram o pico do ano passado e recuaram, mas ainda há espaço para uma alta de R$ 3 a R$ 5 por saca, segundo análise do CEPEA. No mercado físico, os preços seguem abaixo do custo na maioria das regiões, com perdas de até 13,59% no PR, GO, MT e MS e 3,51% no RS, SC e MG.

Entre os fatores de alta, as vendas de milho 2024/2025 nos EUA somaram 1,45 milhão de toneladas, uma queda de 12% em relação à semana anterior, mas ainda dentro das expectativas do mercado. No Brasil, a demanda interna segue aquecida, impulsionada pelos preços das carnes e do etanol de milho, o que tem reduzido os negócios de exportação no último mês. Além disso, a possibilidade de menor exportação brasileira beneficia as cotações da CBOT, pois pode aumentar a demanda pelo milho dos EUA, especialmente considerando a seca que afeta a produção argentina.

Por outro lado, há fatores de baixa no horizonte. A previsão do CoBank para a safra 2025/2026 nos EUA indica um aumento de 4,42% na área plantada, chegando a 38,28 milhões de hectares. No Brasil, o plantio avança, com o Imea reportando um progresso semanal de 22,2 pontos percentuais no Mato Grosso, atingindo 67,15% da área prevista, contra 80,38% no mesmo período de 2024 e a média de 70,27% dos últimos cinco anos.

Diante desse cenário, a recomendação da TF Agroeconômica é evitar vendas no mercado físico, onde os preços seguem baixos, e optar pela fixação de preços na B3. A Bolsa pode apresentar uma tendência de alta no curto prazo, mas a possibilidade de baixa futura reforça a necessidade de cautela e estratégia para otimizar os ganhos.





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Milho fecha em alta na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho voltou a patamares de 2023 e fechou o dia e a semana em alta, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As cotações da B3 voltaram a subir, os fatores internos ainda são os mesmos. A dificuldade de escoar a primeira safra, com fretes em alta e logística de transporte e armazéns voltados para a soja”, comenta. 

“A proximidade do vencimento de março estimula a alta para outros vencimentos. Maio e junho subiram substancialmente. Mesmo com o avanço do plantio do milho safrinha, nem todos apostam que os produtores conseguirão semear a área pretendida até o fim da janela ideal”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 80,06 apresentando alta de R$ 2,34 no dia, alta de R$ 4,31 na semana; maio/25 fechou a R$ 80,15, alta de R$ 1,55 no dia, alta e R$ 2,97 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 74,28, alta de R$ 0,82 no dia e alta de R$ 1,19 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou o dia e a semana em baixa com perspectiva de aumento de área nos EUA. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou em baixa de -1,41 % ou $ -6,75 cents/bushel a $ 491,00. A cotação para maio, fechou em baixa de -1,51 % ou $ -7,75 cents/bushel a $ 505,00”, informa.

“O milho negociado em Chicago fechou o dia e a semana em baixa. O mercado realizou lucros nesta semana mais curta de negociação. Após as cotações baterem a máxima de 18 meses, os operadores de mercado viram espaço para realizar lucros. O avanço do plantio da safrinha no Brasil e a perspectiva de aumento de área nos EUA foram a pressão para a baixa”, conclui.

 





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Confira como o milho encerrou a semana


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul tornou-se mais atrativo para as indústrias locais do que a exportação. As cotações para a indústria variam entre R$ 71,00 e R$ 75,00, dependendo da região. Enquanto isso, a exportação ofereceu R$ 78,50 por saca para entrega entre fevereiro e março, mas a demanda interna manteve os estoques fluindo para as indústrias locais. O porto de Rio Grande embarcou 133,3 mil toneladas na primeira quinzena de fevereiro, com mais 475,7 mil toneladas previstas até 9 de março, totalizando uma exportação projetada de 750 mil toneladas.  

Em Santa Catarina, o custo para trazer milho de fora do estado aumentou, segundo relatório da Epagri. Apesar da leve retração nos preços internos em janeiro de 2025, o mercado futuro aponta para alta em março. A demanda das agroindústrias de aves e suínos no Oeste catarinense fez com que a valorização anual do milho atingisse 13% nessa região, a maior do estado. No mercado físico, cooperativas pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, enquanto os valores no porto variam de R$ 72,50 a R$ 73,50 para entregas entre agosto e outubro.  

No Paraná, a atenção está voltada para a safrinha, com indústrias e exportadores disputando estoques. O milho spot tem sido negociado a cerca de R$ 70,00 no interior. No porto de Paranaguá, compradores oferecem entre R$ 72,70 e R$ 74,80 por saca, dependendo da data de entrega. Já no Mato Grosso do Sul, a Aprosoja reporta um avanço de 24,2% no plantio do milho safrinha, favorecido pelo clima. Chapadão do Sul, Costa Rica e São Gabriel do Oeste registram boas chuvas, enquanto produtores mantêm monitoramento constante das lavouras. Os preços recuaram 1,52% em Campo Grande (R$ 65,00), mas subiram em outras regiões, com destaque para Chapadão (+7,81%, R$ 69,00) e Dourados (+4,59%, R$ 70,00).

 





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Estudo revela planta nativa resistente à cigarrinha-das-pastagens



Pesquisadores brasileiros identificaram uma planta forrageira nativa do Brasil, a Paspalum regnellii, conhecida em algumas áreas do Sul do país como macega-do-banhado, que apresenta resistência natural à cigarrinha-das-pastagens (Mahanarva spectabilis).

A descoberta pode impulsionar novas estratégias de melhoramento genético, contribuindo para um manejo mais sustentável das pastagens tropicais.

O estudo, conduzido pela Embrapa Pecuária Sudeste e publicado na revista Plant Molecular Biology Reporter, analisou a resposta de dois genótipos da planta, BGP 248 e BGP 344, à infestação da cigarrinha. Os resultados mostraram que o BGP 344 tem uma resposta mais rápida, aumentando a taxa de mortalidade das ninfas nos primeiros 21 dias de ataque.

Esse genótipo demonstrou maior lignificação das raízes, dificultando a alimentação dos insetos e ativando vias metabólicas responsáveis pela produção de compostos defensivos. Já o BGP 248, embora também resistente, apresentou uma defesa mais lenta.

Prejuízos da cigarrinha-das-pastagens

A cigarrinha-das-pastagens causa severos danos aos pastos tropicais, resultando em prejuízos bilionários ao agronegócio brasileiro.

A identificação de uma planta nativa com resistência natural pode representar um avanço significativo no controle dessa praga, reduzindo a dependência de defensivos químicos, que apresentam desafios ecológicos e econômicos para grandes áreas de pastagens.

Potencial para o melhoramento genético

A pesquisa indica que a Paspalum regnellii pode ser utilizada como base para cruzamentos genéticos que resultem em forrageiras mais produtivas e resistentes.

“Nosso objetivo não é lançar essa planta como cultivar, mas utilizá-la como genitora em cruzamentos para obter materiais de maior qualidade nutricional e resistência à cigarrinha Mahanarva”, afirma a pesquisadora Bianca Vigna, da Embrapa Pecuária Sudeste.

Segundo Vigna, embora existam gramíneas resistentes a outras espécies de cigarrinhas, a Mahanarva spectabilis tem se tornado uma praga relevante nas pastagens, além de afetar culturas como milho e cana-de-açúcar. Assim, a identificação de mecanismos de defesa naturais é fundamental para reduzir os danos e melhorar a produtividade das áreas de pasto.

Além disso, o estudo sugere que características moleculares e anatômicas da planta podem ser usadas como marcadores para seleção de cultivares mais resistentes. A pesquisa também abre caminho para o uso de técnicas de biotecnologia, como a edição gênica, tanto para o Paspalum quanto para outras gramíneas forrageiras suscetíveis, como as braquiárias.

Impacto na pecuária e na sustentabilidade

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de carne bovina, e a qualidade das pastagens é essencial para a sustentabilidade da pecuária. Com a crescente preocupação ambiental e as restrições ao uso de defensivos químicos, o desenvolvimento de plantas mais resistentes se torna um fator chave para garantir a produtividade e reduzir os impactos ambientais.

Espécies nativas como o Paspalum regnellii já demonstram maior resistência às cigarrinhas-das-pastagens, além de boa produção de biomassa e alto potencial forrageiro. A Embrapa Pecuária Sudeste mantém um Banco de Germoplasma de Paspalum, que servirá de base para futuros programas de melhoramento genético.

O próximo passo da pesquisa será aprofundar o estudo dos microRNAs envolvidos no processo de resistência do BGP 344, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A expectativa é que esse conhecimento leve ao desenvolvimento de cultivares mais adaptadas às adversidades, beneficiando o setor agropecuário de forma sustentável.

A pesquisa foi financiada por diversas instituições, incluindo a Embrapa, Capes, CNPq, Fapesp e Unipasto, demonstrando a relevância científica e econômica do estudo. O conhecimento gerado pode contribuir significativamente para a pecuária nacional, promovendo um manejo mais eficiente e reduzindo as perdas causadas pela cigarrinha-das-pastagens.



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nova campanha do Fundecitrus fortalece orientação para o controle do psilídeo



Para a incidência ser zero, o controle precisa ser dez


Foto: Fundecitrus

“Para a incidência ser zero, o controle precisa ser dez”. Esse é o lema da nova campanha do Fundecitrus para a mitigação da incidência de greening em pomares de citros no cinturão citrícola do estado de São Paulo e Triângulo Sudoeste Mineiro e nas áreas de expansão.

Lançada nesta segunda-feira, 17, a campanha ressalta a necessidade de um controle rigoroso do psilídeo, especialmente em novas regiões de avanço da citricultura, como nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e outras regiões mineiras. Diante da alta incidência do greening em algumas regiões do cinturão, a ampliação dos pomares para novas áreas livres ou com baixos níveis da doença tem sido uma medida adotada por alguns citricultores. Entretanto, é importante que os profissionais reforcem as medidas de controle tanto para o greening quanto para outras doenças da citricultura.

Para o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, o aumento de pomares comerciais na região é fator preponderante para a dispersão natural do psilídeo, o que agrava a disseminação da doença. “Por esse motivo, colocar em prática o manejo já conhecido é tarefa constante para as novas áreas. Rotação dos modos de ação dos inseticidas, frequência adequada de pulverização, qualidade de aplicação, escolha de produtos eficazes e eliminação de plantas doentes são as principais diretrizes de manejo que não devem faltar”, alerta.

Essas medidas devem constar no manejo, pois o surgimento de doenças é inerente ao crescimento da citricultura. A vigilância deve ser constante, desde o começo, para que nessas áreas não se cometa os mesmos erros que permitiram a doença crescer a níveis alarmantes em algumas regiões do estado de São Paulo.

Ocorrências

Levantamentos recentes realizados pela Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro/MS) e Agrodefesa (GO), por meio de busca ativa em propriedades com a presença de citros, já registram a presença da bactéria do greening em mais de 30 municípios do Mato Grosso do Sul, assim como em Campo Limpo de Goiás e Quirinópolis, em Goiás. “Essas ocorrências de greening reforçam a necessidade de atenção e cuidado redobrado por parte do citricultor”, finaliza Ayres.





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