terça-feira, julho 28, 2026

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Durante evento, governador autoriza obras para melhorar logística no Oeste da Bahia


Durante uma feira de tecnologia agrícola, no distrito de Rosário, em Correntina, no Oeste da Bahia, ao lado de lideranças do agro, o governador do estado, Jerônimo Rodrigues, fez anúncios de obras importantes para melhorar a logística e escoamento da safra de grãos na região.

O evento que chegou a 12ª edição, chama a atenção todos os anos, de produtores, empresários, pesquisadores e investidores, para rosário, distrito de correntina, que concentra cerca de 15% da produção de grãos do Oeste baiano, de acordo com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Agrorosário 2025, Correntina, Oeste da BahiaAgrorosário 2025, Correntina, Oeste da Bahia
Imagem: Guilherme Soares/ Canal Rural BA

Na ocasião, o governo do estado anunciou a pavimentação do trecho da BA-592, que conecta o entroncamento da BR-349 à estrada da Linha de Produção, no entroncamento Fazenda Novo México, e o KM 37,09 ao KM 50,09, da Fazenda Novo México.

A obra, executada pela Seinfra, terá R$ 19,9 milhões do governo estadual. Além disso, foi realizada a entrega de uma ponte sobre o Rio Pratudão, no município de Jaborandi, que vai beneficiar também 500 famílias da agricultura familiar.

“Com isso nós vamos é melhorar o escoamento da produção local, é soja, milho e tal, e também a água, indústria que está se formando aqui na região”, disse Saulo Pontes, superintendende da Secretaria de Infraestrutura da Bahia.

Além da oferta de energia elétrica, o escoamento da produção agropecuária  ainda é um dos principais gargalos na região Oeste da Bahia. Diante desse cenário, outro assunto que têm sido discutido pelos produtores é o andamento das obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), que promete ser uma nova aliada da logística na região.

Imagem: Guilherme Soares/ Canal Rural BA

O governador Jerônimo Rodrigues afirmou que o desejo do governo que o modal logístico vá de encontro aos portos baianos.

A Fiol que corta esses municípios aqui do oeste, trazendo insumos, a exemplo de fertilizantes, que nós não temos o suficiente nessa região, mas fazendo com que seja transportado até o porto, que é o desejo nosso, do Porto Sul e dali pegar outros estados do Brasil, mas também outras fronteiras internacionais“, disse.

Mudanças na Fiol

Rodrigues também falou sobre mudanças no projeto da Fiol, que recentemente, o Ministério dos Transportes, alterou o traçado do trecho 3 que ligaria Barreiras, no Oeste da Bahia, a Figueirópolis, no Tocantins, para Correntina (BA) – Mara Rosa, em Goiás, além das supostas alterações no porto seco que beneficiaria os municípios de São Desidério, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães.

“O destino nosso, inclusive com recurso no PAC, é Mara Rosa para que a gente possa fortalecer para que outros estados possam, inclusive é o que o empresário rural quer, um transporte de segurança, qualidade e curto para para ganhar na rentabilidade do transporte, tanto na chegada de insumos como na saída do produto e Mara Rosa, tanto para o estado do Mato Grosso, Tocantins, com certeza, é a própria parte do Maranhão terão, viabilidade por conta da proximidade desse porto. Mara Rosa é, de fato, o caminho. Quanto ao porto seco, não é só um. Nós havíamos discutido com o ministério a possibilidade de dentro do estado da Bahia, por exemplo, você pode ter ali entre Brumado, Guanambi, Caetité e Jequié, ter alguma coisa também.”, disse o chefe do executivo baiano.

Nova biorrefinaria

Uma biorrefinaria de etanol à base de milho também foi anunciada no evento. Para que as operações com previsão para 2027 tenham início, é necessário que os investimentos em infraestrutura na região sejam concluídos.

É o que espera o empresário e presidente do empreendimento Emílio Rietmann. Segundo ele, na primeira fase, serão 700 empregos diretos e entre 1.500 e 2.000 indiretos, com produção de 300 mil m³ de etanol.

“Vai fabricar aproximadamente ração suficiente para alimentar 450.000 animais ano”, disse o presidente do fábrica.

“Só que sem infraestrutura, sem estrada, eu não consigo fazer nada. Como é que eu chego com tudo? São mais de 5.000 toneladas de equipamentos que precisam ir para lá e depois tem que sair todo ano um volume enorme de produção que precisa ser escoado”, pontuou Rietmann.

Conforme informado pelo Canal Rural Bahia, o Ministério dos Transportes informou que a mudança de Figueirópolis (TO) para Mara Rosa (GO) foi realizada com base em estudos a fim de otimizar o corredor, considerando que o projeto está em fase de estudos e em audiência pública. O governo do Tocantins foi procurado, mas não respondeu ao nosso contato.


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Plano de escoamento da safra 24/25 é tópico abordado no Soja Brasil



No último episódio do Soja Brasil, foi abordado o recente lançamento do Plano de Escoamento da Safra 2024/2025, anunciado pelo Governo Federal. Esse plano prevê um investimento de R$4,5 bilhões em obras estruturantes com o intuito de melhorar a logística e reduzir os custos do transporte de grãos no Brasil.

A proposta gerou amplas discussões entre especialistas do setor, que destacaram a importância da medida em um momento de crescimento expressivo da produção de grãos. A expectativa é de que as ações ajudem a aliviar os gargalos logísticos, impactando diretamente a competitividade e a eficiência do agronegócio brasileiro.

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Em entrevista ao Canal Rural, Edeon Vaz Ferreira, diretor-executivo do Movimento Pró Logística, de Mato Grosso, comentou sobre as ações do Governo. Ele afirmou que as medidas anunciadas são importantes e preparatórias para o próximo ano, incluindo melhorias em rodovias e a realização de leilões para otimizar os corredores rodoviários e ferroviários. Contudo, Ferreira alertou que ainda é cedo para avaliar se essas ações serão suficientes para resolver de forma definitiva os desafios logísticos que o Brasil enfrenta.

Uma das principais ações do plano é a concessão de rodovias à iniciativa privada. A estratégia visa transferir para o setor privado a responsabilidade pela manutenção e melhorias de rodovias importantes, como a duplicação de trechos e a construção de terceiras faixas, o que permitiria um escoamento mais eficiente da produção. No entanto, ele destacou um ponto crítico: a cobrança de pedágios, que pode aumentar os custos do frete, impactando diretamente a rentabilidade dos produtores.

Além das questões logísticas, o setor agropecuário também enfrenta desafios climáticos. O Paraná, um dos maiores produtores de soja do Brasil, revisou para baixo sua estimativa de produção, reduzindo a projeção de 22,3 milhões de toneladas para 21,3 milhões de toneladas, uma queda de 4%.

A estiagem prolongada entre dezembro e janeiro foi a principal responsável por essa revisão, afetando principalmente as regiões norte e noroeste do estado. Esses fatores evidenciam a vulnerabilidade do setor agropecuário às condições climáticas, que, embora imprevisíveis, têm um impacto direto na produção e nos resultados do agronegócio.



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com R$ 6 mi de prejuízo, exportadores sofrem com atrasos em embarques



Os elevados índices de atrasos e alterações regulares nas escalas dos navios para exportação de café, além de rolagens de cargas constantes, fizeram com que o país acumulasse 672.113 sacas de 60 kg (2.037 contêineres) não embarcadas, nos portos, em janeiro de 2025. O levantamento é do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) com 23 empresas associadas, que representam 65% dos embarques totais do Brasil.

Segundo o conselho, os gargalos logísticos nos portos brasileiros fazem com que os exportadores de café continuem acumulando prejuízos da ordem de R$ 6,134 milhões no primeiro mês deste ano e de R$ 57,7 milhões no acumulado dos últimos oito meses – junho de 2024, quando o Cecafé iniciou o levantamento, a janeiro de 2025 – por causa de gastos extras relacionados a armazenagens adicionais, detentions, pré-stacking e antecipação de gates.

Frete do café

Considerando o preço médio Free on Board (FOB) de exportação de US$ 336,33 por saca (café verde) e um dólar médio de R$ 6,0212 em janeiro, o não embarque do café implica que o Brasil deixou de receber, no mês passado, cerca de US$ 226,05 milhões, ou R$ 1,361 bilhão, nas transações comerciais do país, levando ao menor repasse de receita para os produtores.

Segundo o diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, do volume total acumulado de 1,8 milhão de sacas de café que estava represado nos portos até dezembro de 2024, cerca de 1,2 milhão foi embarcado no mês passado, o que justifica o bom volume de 3,9 milhões de sacas que o Brasil exportou em janeiro.

Entressafra do café ajuda

“O (café) que estava parado nos portos até dezembro vem saindo aos poucos, pois o Brasil está em período de entressafra e com menor oferta disponível, lembrando que o país bateu um recorde anual de 50,5 milhões de sacas exportadas em 2024. Contudo, nossos associados informaram que o cenário logístico, apesar de apresentar melhoras em janeiro por conta da oferta reduzida, permanece desafiador, com muitos entraves e despesas adicionais elevadas, não previstas, e que essa pseudo sensação de melhoria deve permanecer até a chegada da nova safra”, explicou.

Ele completa que, apesar dos investimentos anunciados nos portos serem importantes para o comércio exterior brasileiro, o reflexo dessas medidas será sentido somente mais a frente e o agronegócio nacional precisa de “ações céleres e urgentes” para evitar a continuidade dos prejuízos logísticos.



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O que esperar do mercado da soja? Confira a análise detalhada



O mercado da soja vive uma semana de transição marcada por mudanças nas políticas de crédito e logística, além de desafios na precificação e movimentação do grão no mercado interno. Confira a análise da plataforma Grão Direito:

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Plano Safra

No dia 21 de fevereiro, o Governo Federal anunciou o encerramento dos subsídios do Tesouro Nacional para as linhas de crédito rural do Plano Safra 2024/2025. A medida põe fim a um ciclo de financiamento agrícola com juros reduzidos, deixando os produtores com o acesso limitado ao crédito subsidiado. A única linha ainda disponível é o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), voltado para propriedades de pequeno porte.

Com isso, os agricultores terão que se adaptar às taxas de juros de mercado, que estão em 13,25%, mais o spread bancário, que pode ultrapassar 4%. Essa mudança pode gerar impactos no custo de produção e na área plantada, o que pressiona os preços futuros da soja.

Desafios para o grão

A alta nos custos de frete e as filas nos portos têm pressionado os preços da soja no interior do Brasil, em um cenário de alta produtividade e estimativas de safra recorde. Com a colheita acelerada, o Brasil deve registrar uma safra de até 170 milhões de toneladas.

Porém, a logística apertada pode gerar um efeito negativo sobre os preços no mercado interno. Os prêmios continuam em queda, refletindo a alta oferta e os custos adicionais de transporte.

Biodiesel e os impactos no mercado

A decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de manter a mistura de biodiesel em 14%, adiando o aumento para 15%, tem efeitos diretos sobre a demanda de soja no setor energético.

A expectativa inicial era que a elevação para 15% gerasse uma demanda de até 2 milhões de toneladas do grão, porém, a medida visa conter a inflação do diesel, afetando o volume de soja processado.

Quais as projeções para a soja?

O mercado da soja no Brasil segue um caminho de alta oferta e custos logísticos apertados, o que pode levar a uma semana de preços mais baixos e reduções nos prêmios. A previsão para a exportação brasileira de soja é de 105,5 milhões de toneladas, com um aumento de 1,33 milhão de toneladas em relação ao ano passado, segundo estimativas do USDA.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da soja ainda garante lucro, mas alerta para riscos


A soja enfrenta um cenário de fundamentos predominantemente baixistas, conforme análise da TF Agroeconômica. O mercado segue pressionado pelo aumento da oferta em relação à demanda, enquanto fatores geoeconômicos e geopolíticos geram incertezas. 

A recomendação da consultoria é de venda, uma vez que os preços atuais ainda garantem margens de lucro significativas, variando de 10,90% no Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia, até 25,91% para operações na Bolsa de Chicago. Além disso, o adiamento da entrada do B15 e a suspensão dos financiamentos agrícolas no Brasil adicionam incertezas ao setor.  

Entre os fatores altistas, destaca-se a substituição da soja pelo milho nos Estados Unidos, com projeção de redução de 3,57% na área plantada para 2025/2026. Além disso, as produções de Argentina e Paraguai foram revisadas para baixo, com estimativas de 47,5 milhões de toneladas e 10,7 milhões de toneladas, respectivamente. No Brasil, a demanda por óleo de soja para biodiesel sustenta os preços do produto 14,22% acima do final de 2024. No entanto, a baixa demanda pelo farelo de soja limita a valorização do grão.  

Por outro lado, os fatores de baixa incluem a realização de lucros sobre o óleo de soja, a entrada da safra brasileira no mercado e a fraqueza das exportações dos EUA. Chicago registrou perdas, com o óleo de soja recuando US$ 9,92 na posição de março, atingindo US$ 1.031,96 por tonelada. Além disso, as exportações americanas continuam fracas, com 480,3 mil toneladas vendidas na última semana, um aumento em relação ao período anterior, mas ainda 23% abaixo da média das últimas quatro semanas. A colheita no Brasil também avança, com Mato Grosso atingindo 66,16%, pressionando os preços.  

No Brasil, a decisão de adiar o B15 adiciona 2,5 milhões de toneladas ao mercado, reduzindo a necessidade de esmagamento industrial. Além disso, a suspensão do financiamento agrícola para a safra 2025/2026 gera preocupações quanto ao plantio e à formação de preços. A alta taxa de juros e a falta de garantias para compradores internacionais contribuem para um ambiente de incerteza, aumentando a pressão baixista sobre a soja.

 





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Déficit primário de 2025 e 2026 seguem em 0,60% do PIB



A mediana do relatório Focus para o déficit primário do setor público consolidado em 2025 continuou em 0,60% do Produto Interno Bruto (PIB) pela nona semana consecutiva. A meta fiscal é de déficit zero nas contas do governo federal este ano, com tolerância de 0,25 ponto porcentual do PIB para mais ou para menos.

A estimativa intermediária para o déficit primário do setor público em 2026 permaneceu em 0,60% do PIB pela quarta semana seguida. O alvo do ano que vem é de um superávit de 0,25% do PIB para o governo, também com tolerância de 0,25 ponto para mais ou para menos.

Déficit nominal do PIB

A estimativa intermediária do Focus para o déficit nominal de 2025 passou de 8,97% para 8,96% do PIB. Um mês antes, era de 8,72%. A mediana para o rombo nominal de 2026 passou de 8,50% para 8,43%, contra 8,33% quatro semanas atrás.

O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. O resultado nominal reflete o saldo após o gasto com juros e outras despesas financeiras.

A mediana para a dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB em 2025 caiu de 66,10% para 65,95%. Um mês antes, era de 66,40%. A estimativa intermediária para 2026 passou de 70,73% para 70,50%. Quatro semanas atrás, estava em 70,80%.



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Perdeu o último Programa Soja Brasil? Vem assistir!



Perdeu o novo episódio do programa Soja Brasil? Não se preocupe, você pode assistir agora mesmo! Saiba tudo sobre a colheita da soja em Mato Grosso, que foi destaque no episódio. Nossa equipe acompanhou de perto a situação dos produtores, que estão otimistas com o desempenho das lavouras, mas enfrentam desafios devido ao excesso de chuvas e à falta de infraestrutura para armazenagem.

Assista:

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A umidade excessiva tem prejudicado o ritmo da colheita e comprometido a qualidade dos grãos. Além disso, a falta de armazéns na região tem causado congestionamentos, com muitas empresas fechando suas portas e dificultando a entrega dos grãos.

As condições climáticas têm sido um obstáculo contínuo para os produtores, com chuvas constantes desde outubro, fazendo com que a soja brotasse antes de ser colhida. Isso impactou a produtividade e gerou perdas. No entanto, em municípios como Feliz Natal e Vera, os resultados têm sido mais positivos, e os produtores já se preparam para a segunda safra de milho. A colheita da soja segue em andamento, com o clima sendo um fator determinante para o ritmo dos trabalhos.

Previsão do tempo para a soja

A previsão do tempo apresentada pelo meteorologista Arthur Müller indica que as regiões Norte e Oeste de Mato Grosso continuarão enfrentando chuvas intensas, o que pode prolongar a colheita. Por outro lado, o Centro-Sul do Brasil não deve ser tão impactado. No Nordeste e no Matopiba, as chuvas também podem atrasar o ritmo das colheitas, destacando a complexidade da situação climática em várias regiões produtoras de soja.

Logística

O episódio também abordou a logística da soja, destacando um plano do governo federal para melhorar o escoamento da safra, com investimentos em rodovias e ferrovias. No entanto, os desafios logísticos imediatos ainda persistem, como os altos custos de transporte. A concessão de rodovias pode ajudar, mas a execução será fundamental.

Tocantins: uma nova potência agrícola

O estado de Tocantins tem se destacado como uma nova potência agrícola, com grande crescimento na produção de soja. A região tem atraído investidores, impulsionada por boas condições climáticas e inovações tecnológicas, além de feiras que promovem novos negócios e aproximam produtores.



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Onda de calor deixa termômetros 5°C acima da média nos próximos dias; confira onde


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou hoje (24) um aviso de Perigo Potencial, por causa da onda de calor, em áreas da região Sul do Brasil, com leve risco à saúde, e com os termômetros 5ºC acima da média nos próximos três dias.

As regiões mais afetadas serão o Oeste catarinense e quase a totalidade do estado do Rio Grande do Sul, incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre. O Inmet pede que, em caso de emergência, a população contate a Defesa Civil através do telefone 199.

Onda de calor atinge o BrasilOnda de calor atinge o Brasil
Foto: reprodução/ Inmet

ZCIT provoca chuvas alivia o calor pelo país

A semana será marcada por pancadas de chuva e muito calor na faixa norte do país, abrangendo áreas desde o Amapá até o Ceará, além de partes das regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste.

Destaque para áreas do Acre, Amazonas, Pará e Amapá, além de uma faixa que vai de Rondônia até o Tocantins, passando por Mato Grosso e Goiás, com precipitações que podem chegar a 100 milímetros e ventos de até 100 km/h até amanhã (25).

Tudo isso ocorre devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), com precipitações que podem atingir 50 mm.

Além das regiões mencionadas, há previsão de calor e chuvas – que podem ser fortes – em áreas do Espírito Santo e do Rio de Janeiro até amanhã (25). As precipitações podem alcançar 50 mm, com ventos de até 60 km.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra semana com leve alta


A soja fechou em baixa nesta sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT), mas encerrou a semana com saldo positivo, conforme dados da TF Agroeconômica. O contrato para março, referência para a safra brasileira, caiu 0,57%, fechando a US$ 1039,50 por bushel. O contrato de maio recuou 0,54%, para US$ 1057,25 por bushel. 

O farelo de soja para março teve queda de 0,41%, cotado a US$ 294,8 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu 0,95%, fechando a US$ 46,81 por libra-peso. “A soja negociada em Chicago fechou o dia em baixa, mas a semana terminou com saldo positivo. Em uma semana mais curta, o relatório de vendas para exportação foi divulgado nesta sexta-feira”, comenta.

A pressão de baixa veio do relatório semanal de vendas para exportação, divulgado nesta sexta-feira, que, apesar de melhor que o anterior, mostrou uma queda de 32% em relação à média das últimas quatro semanas. Além disso, o Brasil está avançando na colheita e compensando rapidamente os atrasos do plantio, colocando novos volumes no mercado internacional, o que também influencia os preços.  

Apesar da queda diária, o saldo da semana foi positivo para a soja, que acumulou alta de 0,34% ou US$ 3,50 cents/bushel. Já o farelo de soja recuou 0,37%, perdendo US$ 1,1 por tonelada curta. O óleo de soja, por outro lado, registrou valorização de 1,61%, subindo US$ 0,74 por libra-peso.  

O mercado segue atento aos movimentos do Brasil e às condições climáticas, que podem impactar a oferta global. A evolução da demanda chinesa e os próximos relatórios de exportação serão fundamentais para definir a tendência dos preços na CBOT nos próximos dias.

 





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