sexta-feira, julho 24, 2026

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Produção de grãos na safra 2024/25 é de 328,3 milhões de toneladas, aponta Conab



A estimativa para a produção de grãos na safra 2024/25 foi atualizada e está em 328,3 milhões de toneladas, aumento de 10,3% em comparação com o volume obtido no ciclo anterior, representando um acréscimo de 30,6 milhões de toneladas a serem colhidas.

Os dados são do 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na manhã desta quinta-feira (13).

Segundo a Companhia, o resultado reflete um aumento na área plantada, estimada em 81,6 milhões de hectares, como na recuperação na produtividade média das lavouras, projetada em 4.023 quilos por hectare. Caso o panorama se confirme, este será um novo recorde para a produção na série histórica.

Soja

A 1° safra de soja tem estimativa de produção de 167,4 milhões de toneladas, 13,3% superior à safra passada. Após o início de colheita mais lento, devido a atrasos no plantio e excesso de chuvas em janeiro, a redução das precipitações em fevereiro propiciou um grande avanço na área colhida.

De acordo com a Conab, nesta semana, a colheita se encontra em 60,9% da área, superior ao registrado no mesmo período na temporada anterior, dentro da média dos últimos 5 anos, como indica o Progresso de Safra publicado pela Companhia.

Os rendimentos obtidos até o momento têm superado as expectativas iniciais em estados produtores, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Por outro lado, no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso do Sul, a irregularidade e a ausência de precipitações já afetou o potencial produtivo da cultura em quase todo o estado.

Milho

O plantio do milho 2ª safra atinge 83,1% da área prevista. O índice está abaixo do registrado no último ciclo em período semelhante, porém mais alto do que a média dos últimos 5 anos. A expectativa da Conab é que haja um crescimento da área da 2ª safra do cereal em 1,9%, chegando a aproximadamente 16,75 milhões de hectares.

As condições climáticas até o momento são favoráveis e se estima uma recuperação na produtividade média nas lavouras, estimada em 5.703 quilos por hectares. Com isso, a produção na 2ª safra do grão está projetada em 95,5 milhões de toneladas, aumento de 5,8% em relação à 2023/24. Este bom desempenho influencia na estimativa esperada para a produção total de milho de 122,8 milhões de toneladas, crescimento de 6,1%.

Arroz

A Conab verifica um aumento na área plantada em 6,5%, chegando a 1,7 milhão de hectares. As boas condições climáticas vêm favorecendo as lavouras, permitindo uma recuperação de 7,3% na produtividade média das lavouras, estimada em 7.063 quilos por hectare. Mantendo-se as condições atuais, a estimativa para a produção neste levantamento passa para 12,1 milhões de toneladas.

Os índices de colheita se apresentam superiores ao mesmo período da safra passada em quase todos os principais estados produtores, apenas Tocantins o ritmo de colheita se encontra em percentual um pouco abaixo do ciclo passado.

Mercado de arroz

A entrada da safra no mercado mantém a tendência de baixa nos preços pagos aos produtores. O aumento de produção estimado pela Companhia garante o abastecimento interno e possibilita uma recuperação nos estoques de passagem do produto mesmo com a expectativa de aumento nas exportações do grão.

Estima-se que as vendas de arroz brasileiro ao mercado externo cheguem a 2 milhões de toneladas, e que o estoque de passagem ao final da safra 2024/25 apresente recuperação, com um volume estimado de 1,4 milhão de toneladas ao final de fevereiro de 2026.

Feijão

A leguminosa deverá registrar um ligeiro aumento na produção total de 1,5% na safra 2024/25, estimada em 3,29 milhões de toneladas. O resultado é influenciado principalmente pela expectativa de uma leve melhora na produtividade média das lavouras, uma vez que a área destinada para o feijão se mantém praticamente estável.

Algodão

A expectativa da Conab é de aumento na área semeada, em cerca de 2 milhões de hectares, incrementando a produção. A perspectiva é de uma boa produtividade média nas lavouras, podendo ser a terceira maior já registrada na série histórica perdendo apenas para os últimos dois ciclos. Caso o cenário se confirme, a estimativa é que se colha 3,82 milhões de toneladas da pluma, um novo recorde para o país.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cuiabá tem fevereiro mais quente e seco que o normal



Chuvas ficam 20% abaixo da média em Cuiabá no mês




Foto: Pixabay

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o balanço climático de fevereiro de 2025 para a capital mato-grossense, apontando um volume de chuvas 20% abaixo da média histórica e temperaturas levemente acima do esperado para o período.

Ao longo do mês, Cuiabá registrou precipitações em 18 dias, totalizando 209,6 mm de chuva, enquanto a média climatológica para o período (1961-1990) é de 261,9 mm. O maior volume diário ocorreu no dia 3 de fevereiro, com 73 mm acumulados.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

As temperaturas seguiram uma tendência de elevação. A média geral do mês foi de 27,5°C, ficando 0,5°C acima da média histórica de 27°C. A temperatura máxima média atingiu 33,3°C, também 0,5°C superior à normal climatológica (32,8°C). Já a temperatura mínima média ficou em torno do esperado, registrando 23,9°C, contra a média histórica de 23,6°C.

Entre os extremos registrados, a temperatura mais alta do mês foi de 35,8°C, no dia 23 de fevereiro, enquanto a mais baixa foi de 28,2°C, no dia 1º de fevereiro. Já as mínimas variaram entre 22,1°C, no dia 2, e 26,2°C, no dia 24.

O cenário indica um fevereiro com chuvas irregulares e temperaturas acima da normalidade, reforçando a tendência de períodos mais secos e quentes na região.





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projeções apontam para queda de 1,4% na cana-de-açúcar



A safra 2025/26 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil deverá processar 612 milhões de toneladas de cana e produzir 42,35 milhões de toneladas do adoçante, além de 12,76 bilhões de litros de etanol anidro e 21,95 bilhões de litros do biocombustível hidratado. O mix açucareiro deverá ficar em 51%.

A projeção foi divulgada pelo presidente da Datagro, Plinio Nastari, durante a 9ª edição do Datagro Abertura de Safra Cana Açúcar e Etanol, em Ribeirão Preto (SP).

Se confirmada as projeções, haverá uma queda de 1,4% no processamento de cana em relação a temporada 2024/25, quando foram esmagadas 621 milhões de toneladas. “Foi uma safra muito impactada por incêndios e seca, que consumiram 450 mil hectares”, pontuou Nastari.

A consultoria aponta ainda que a produção de açúcar na temporada passada totalizou 39,81 milhões de toneladas, queda de 5,6% em relação a 2023/24. Por outro lado, a fabricação de etanol cresceu 3,7%, para 33,57 bilhões de litros, sendo 12,2 bilhões de litros de etanol anidro (-5,8%) e 21,4 bilhões de litros de etanol hidratado (+10,0%).

A temporada 2025/26 tem início oficialmente em abril, todavia, algumas usinas já iniciaram a moagem de cana. “Apesar de em janeiro e fevereiro chover menos, o acumulado desde outubro garante um abastecimento hídrico maior para a safra 2025/26 que está por vir. Mas as precipitações de março e abril serão determinantes para a oferta de cana”, afirmou Nastari.

Condições para produção de cana

De acordo com a consultoria, a precipitação acumulada entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025 no Centro-Sul do Brasil, meses que antecedem a nova temporada, somou 1.003 mm, ante 686 mm no mesmo período da safra anterior e 935 mm na média dos últimos cinco anos.

Sobre as condições gerais dos canaviais na região, a expectativa é de um aumento na área de corte pela redução de 0,5 ponto percentual na intenção de plantio (de 15,8% para 15,3%). Projeta-se ainda expansão sobre áreas de Citrus, Pastagens e Seringueiras, sobretudo nos estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Quanto à qualidade da cana, espera-se uma maior infestação de plantas daninhas, podendo elevar impurezas, mas menor infestação de pragas, como a broca de cana, e redução de inóculo de doenças devido ao aumento de incêndios em 2024.



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Carne suína tem desvalorização na 1ª quinzena de março



Após atingirem as máximas nominais para um mês de fevereiro, os preços do suíno vivo e da carne têm acumulado queda nesta primeira quinzena de março. Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) explicam que a pressão vem do fato de compradores terem reduzido a aquisição de novos lotes de animais, devido à baixa liquidez nas vendas da carne.

Ontem (13), o indicador do suíno vivo Cepea/Esalq – preço recebido pelo produtor (reais por quilo), à vista, em Minas Gerais, foi cotado a R$ 8,65, queda de 5,15% em relação ao mês passado.

Quanto às exportações brasileiras de carne suína (considerando-se produtos in natura e processados), o volume escoado e a receita obtida atingiram recordes para fevereiro, de acordo com a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997.

Números das exportações de carne suína

Segundo dados da Secex compilados pelo Cepea, nos 20 dias úteis do último mês, o setor suinícola nacional embarcou 113,1 mil toneladas de carne, 8,1% a mais que em janeiro/25 e 16,8% acima da quantidade enviada em fevereiro/24.

Trabalho do Cepea

O Cepea é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP).

Suas atividades consistem no desenvolvimento de pesquisas aplicadas, na realização de trabalhos inéditos com teor econômico-administrativo e na divulgação ampla dos resultados que obtêm.



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FPA critica decisão do governo de zerar alíquota de importação de sardinhas



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) criticou, em nota, a decisão do governo federal de zerar a alíquota de importação de sardinhas, medida tomada pelo Planalto na semana passada, como forma de tentar frear a inflação dos alimentos.

No comunicado, a FPA disse que há risco de se desestruturar a cadeia produtiva e fechar fábricas, a exemplo de experiências anteriores, ocorridas entre 2010 e 2014. A principal ameaça, na visão da FPA, é a “entrada massiva” de sardinhas importadas, sobretudo da Ásia, o que criaria uma “concorrência desleal”.

Atualmente, a alíquota de importação da sardinha em conserva é de 32%, cita a FPA, o que “protege a produção nacional sem impacto nos preços: em 2024, a inflação do produto foi de apenas 1,12%, abaixo da média nacional de 4,83% (IBGE)”, comenta.

Na visão da FPA, zerar o imposto de importação “vai desestimular investimentos, forçar indústrias a importar produtos acabados de fora e comprometer a segurança alimentar”.

Diminuir o valor da sardinha

Na mesma nota, a frente parlamentar sugere três medidas para baratear o custo da sardinha no curto prazo:

  • manter a alíquota de 32% para sardinhas em conserva na Lista de Exceção da Tarifa Externa Comum (Letec);
  • incluir a sardinha em conserva na cesta básica da reforma tributária, reduzindo custos para a indústria e consumidores
  • manter a alíquota zero para sardinha congelada (matéria-prima), beneficiando produtores nacionais.

“A preservação das condições atuais é essencial para garantir empregos, desenvolvimento regional e concorrência justa no mercado brasileiro”, conclui.

Importação exportações

No ano passado, conforme dados do Agrostat, do Ministério da Agricultura, o Brasil importou 11,56 mil toneladas de sardinhas, entre congeladas, em conservas e outras preparações, desembolsando US$ 12,98 milhões. Este volume foi 57,95% menor em relação a 2023, quando as importações de sardinha alcançaram 27,49 mil toneladas, ao custo de US$ 29,04 milhões.

Já em exportações de sardinhas (tanto congeladas quanto processadas), o País exportou, em 2024, 932 toneladas, faturando US$ 2,88 milhões, volume 5% menor do que as 981 toneladas de 2023 e 1,4% maior do que os US$ 2,84 milhões faturados há dois anos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Drones detectam pragas e otimizam produção da soja



O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço, tornando-se uma ferramenta essencial no monitoramento das lavouras de soja. Com tecnologia avançada, esses equipamentos ajudam os produtores a identificar pragas, doenças e áreas com necessidade de irrigação, otimizando a produtividade e reduzindo custos.

Pesquisas demonstram que o uso de drones melhora a eficiência na detecção de problemas na plantação, permitindo intervenções mais rápidas e assertivas. Sensores térmicos e câmeras multiespectrais acopladas aos dispositivos possibilitam a avaliação detalhada da saúde das plantas, ajudando a evitar perdas e a otimizar o uso de insumos.

Empresas especializadas em tecnologia agrícola já oferecem soluções voltadas à agricultura de precisão, permitindo que produtores tenham um controle mais detalhado de suas lavouras.

Além de melhorar a produtividade, o uso dessa tecnologia contribui para um manejo mais sustentável, reduzindo o desperdício de água e o uso excessivo de defensivos agrícolas. Com os avanços constantes, os drones devem se consolidar como aliados indispensáveis para a sojicultura nos próximos anos.





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ouça os destaques do dia



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a inflação de fevereiro, que veio dentro das expectativas, mas ainda preocupa pela pressão nos preços de serviços.

Nos Estados Unidos, o CPI mostrou desaceleração, mas alguns componentes seguem pressionados, o que pode levar o Fed a manter juros altos por mais tempo. O Ibovespa avançou 0,23%, fechando nos 123 mil pontos, enquanto o dólar ficou estável em R$ 5,80. Hoje, o foco está nos dados de atividade no Brasil e na inflação ao produtor norte-americano.



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veja a previsão de hoje para todo o país



O clima volta a se estabilizar na Região Sul do país, mas as chuvas se espalham mais pelo Sudeste. No Centro-Oeste, as precipitações chegam com força. Veja a previsão para todo o país:

Sul

O tempo volta a ficar firme com predomínio de sol em grande parte do Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e do Paraná. Pode chover em áreas do centro-norte e leste paranaense, centro-leste catarinense e na faixa litorânea gaúcha. As temperaturas ficam mais agradáveis pelo estado gaúcho.

Sudeste

A chuva se espalha por São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro com condição para pancadas fortes e com raios. No Espírito Santo e norte de Minas Gerais o predomínio é de tempo firme. O calor diminui especialmente no território paulista.

Centro-Oeste

O dia começa com chuva em pontos isolados de Mato Grosso e do noroeste de Goiás. A partir da tarde a chuva se espalha por todos os estados da Região e pode cair forte. Somente no leste goiano, as pancadas são mais isoladas e de menor intensidade.

Nordeste

Dia de sol e calor pelo interior da Bahia, centro-sul do Piauí e do Ceará e no sertão. Chove isolado de Salvador até Natal, e na costa norte as instabilidades atuam de forma mais frequente, provocando chuva forte no Maranhão e norte do Piauí.

Norte

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a condição de mais nuvens e chuva moderada a forte entre o Pará e o Amapá. No Acre, em Rondônia, Amazonas e Roraima, pancadas alternadas com períodos de melhoria, mas não se descartam temporais. Enquanto isso, no Tocantins a chuva é mais isolada e ocorre no período da tarde.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de bioinsumos cresce 15% no Brasil



Novo bioinsumo combate cigarrinha e outras pragas




Foto: Canva

Segundo pesquisa divulgada pela CropLife Brasil, o mercado de bioinsumos no Brasil segue em forte expansão, registrando um crescimento de 15% na safra 2023/2024 em relação ao ciclo anterior. Nos últimos três anos, o setor evoluiu a uma taxa média anual de 21%, ritmo quatro vezes superior à média global, evidenciando a crescente adoção de soluções biológicas pelos agricultores.

O avanço reflete a busca do setor agrícola por alternativas que combinem tecnologias químicas e biológicas, promovendo ganhos em produtividade e sustentabilidade. Dentro desse cenário, a Syngenta anunciou o lançamento do NETURE™, um inseticida biológico voltado ao controle de pragas que impactam culturas como soja e milho. “Eficiente desde a primeira aplicação, atende às necessidades dos agricultores, que têm sentido cada vez mais a evolução da eficiência do manejo advinda da combinação de soluções químicas e biológicas, que potencializam a sustentabilidade e rentabilidade das lavouras. A rapidez de ação e a compatibilidade do produto com defensivos químicos representam avanços significativos para o manejo de pragas de difícil controle”, afirmou Rafael P. Oliveira, Gerente de Marketing de Biológicos e Seedcare da Syngenta.

O produto se destaca pela eficiência e efeito residual prolongado contra cigarrinha-do-milho, percevejos, mosca-branca e cigarrinha-da-cana-de-açúcar. Desenvolvido com as bactérias Pseudomonas chlororaphis e Pseudomonas fluorescens, o bioinsumo atua de diversas formas, afetando o sistema digestivo e nervoso dos insetos, promovendo repelência e fortalecendo as plantas contra estresses ambientais.

Outro diferencial do produto é a compatibilidade com defensivos químicos, permitindo sua aplicação ao longo de todo o ciclo da cultura sem necessidade de armazenamento refrigerado. A novidade reforça o avanço do controle biológico no Brasil, consolidando o país como um dos líderes mundiais no uso de bioinsumos para a agricultura.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Volume médio exportado de café não torrado ficou em 100,7 milhões de…


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Dados divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (17) apontam que a média diária exportada do café não torrado durante os dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 foi de 10,072 toneladas, registrando uma baixa de 11,6% se comparado com o embarcado no mês inteiro de fevereiro/24 que teve uma média de 11,395 toneladas. O  volume total exportado nos dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 ficou em 100,723 milhões de toneladas, e no mês inteiro de fevereiro do ano passado foi de 216,518 milhões de toneladas. 

O faturamento total das exportações do produto nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 595,701 milhões, comparados a US$ 750,778 milhões registrados nos 19 dias de fevereiro de 2024. Já o faturamento diário ficou em US$ 59,570 milhões nos dez dias úteis de fevereiro/25, registrando um aumento de 50,8% comparado ao mês inteiro de fevereiro de 2024, onde a média foi de US$ 39.514 milhões. 

Já sobre o valor negociado para o grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 houve um avanço de 70,6% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24. A média ficou em US$ 5.914 (dez dias úteis de fevereiro/25), comparado a US$ 3.467,50 (fevereiro/24).  

Café torrado, extratos, essências e concentrados

O faturamento com as exportações para o café torrado, extratos, essências e concentrados nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 46,461 milhões, sendo que no mês inteiro de fevereiro de 2024 a receita total ficou em US$ 61,361 milhões. A média diária do faturamento foi de US$ 4,646 milhões nos dez primeiros dias de fevereiro/25, e registrou um avanço de 43,9% frente a média diária do mês inteiro de fevereiro/24 que ficou em US$ 3,229 milhões.

O volume embarcado do grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 atingiu 3,802 toneladas, comparado a 7,136 toneladas dos 19 dias do mês de fevereiro/24. A média diária foi de 380 toneladas (dez dias úteis de fevereiro/25), registrando um aumento de 1,2% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24 que foi de 375 toneladas. 

Com relação ao preço médio, nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 o produto foi negociado a US$ 12.219,20 e teve uma valorização de 42,1% frente ao preço médio negociado durante todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 8.598,10. 
 





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