quinta-feira, março 26, 2026

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Milho segue com lentidão


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue em ritmo lento e pouca disposição para novos negócios, segundo informações da TF Agroeconômica. “Os preços variam entre R$ 59,00 e R$ 72,00, enquanto a média estadual subiu 0,34%, alcançando R$ 62,52, diante dos R$ 62,31 da semana passada. Mesmo com esse ajuste positivo, a liquidez permanece baixa e o mercado continua travado. No porto, o contrato futuro para fevereiro/26 segue estável em R$ 69,00/saca. Mesmo com ajustes pontuais, a dinâmica de negócios segue limitada no estado”, comenta.

O mercado de milho permanece parado em Santa Catarina, com liquidez muito baixa. “As pedidas seguem próximas de R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas continuam ao redor de R$ 70,00/saca, sem sinais de aproximação. Com isso, o mercado spot segue estagnado e sem impulso para retomada. No Planalto Norte, os negócios continuam apenas pontuais, entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, sem avanço relevante. A falta de consenso entre vendedores e compradores continua travando totalmente o mercado”, completa.

Mercado travado, semeadura concluída e em bom desenvolvimento no Paraná. “As pedidas seguem próximas de R$ 75,00/saca, enquanto as ofertas continuam ao redor de R$ 70,00 CIF, deixando o spot praticamente parado. A distância entre preços pedidos e ofertados continua sendo o principal fator que bloqueia o andamento das negociações”, indica.

O mercado de milho em Mato Grosso do Sul segue com pouca movimentação, reflexo da ampla oferta e da postura cautelosa de vendedores e compradores. “As referências continuam estáveis entre R$ 51,00 e R$ 54,00/saca, com Maracaju mantendo as maiores indicações e Chapadão do Sul registrando altas pontuais durante a semana. A demanda externa segue fraca, o que restringe novos negócios e deixa o ritmo das negociações apenas moderado. Mesmo com ajustes regionais, a liquidez permanece baixa em todo o estado”, conclui.

 





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Alta moderada marca início do dia nos grãos



A soja também opera em leve recuperação na bolsa norte-americana


A soja também opera em leve recuperação na bolsa norte-americana
A soja também opera em leve recuperação na bolsa norte-americana – Foto: Pixabay

Os mercados agrícolas iniciam o dia com movimentos moderados e ritmo influenciado por fatores externos e pela dinâmica de oferta e demanda internacional. A TF Agroeconômica relatou avanços leves nas bolsas e estabilidade no físico em algumas praças, com atenção concentrada no comportamento de fundos e nas novas sinalizações regulatórias e comerciais.

No trigo, a alta discreta observada em Chicago reflete o retorno de compradores especulativos após a realização de lucros da véspera. O interesse renovado é sustentado por rumores de demanda chinesa, enquanto a oferta global permanece confortável e o avanço das colheitas no Hemisfério Sul limita ganhos mais amplos. No físico, os preços registraram pequena valorização no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul, enquanto origens da Argentina e do Paraguai mantiveram indicações próximas às da véspera.

A soja também opera em leve recuperação na bolsa norte-americana, após duas sessões de queda. O foco voltou-se para o regulamento europeu de desmatamento, cuja implementação foi ajustada para o fim de 2026, ainda dependente de aval parlamentar. A medida deve afetar diretamente cadeias de importação de derivados vegetais. No Brasil, os preços subiram tanto no interior do Paraná quanto no porto. A demanda chinesa reapareceu, com compras em torno de 2 milhões de toneladas, ainda distantes dos volumes inicialmente previstos no acordo bilateral.

O milho acompanha o movimento altista em Chicago, apoiado por compras de oportunidade e pelo bom desempenho dos embarques semanais de ração animal dos Estados Unidos. A sustentação convive com o peso de uma safra recorde, cujo volume exigirá consumo interno e externo mais robusto para evitar acúmulo de estoques, projetados próximo aos maiores níveis desde 2018/2019. No Brasil, o físico registrou leve ganho, enquanto os contratos da B3 recuaram.

 





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Acesso negado à COP 11 gera reação de comitiva brasileira



“Todas as decisões têm força recomendatória”


“Todas as decisões têm força recomendatória"
“Todas as decisões têm força recomendatória” – Foto: Agência Brasil

A restrição de acesso à COP 11 provocou intensa reação dentro e fora das delegações que acompanham o encontro em Genebra. Desde o início das discussões, representantes brasileiros formados por parlamentares, prefeitos, entidades do setor produtivo do tabaco, autoridades estaduais e imprensa foram barrados pelo Secretariado da Convenção, que aplicou o artigo 5.3 da CQCT ao veto.

A medida, adotada no primeiro dia do evento organizado pela Organização Mundial da Saúde, afetou inclusive parlamentares e profissionais de imprensa, gerando notas de repúdio divulgadas no Sul do país. Integrantes da comitiva afirmam que a decisão fere o direito à transparência e à participação pública previsto no Acordo de San José da Costa Rica.

Diante da exclusão, a Comissão Permanente do Brasil na ONU passou a intermediar reuniões com o grupo. Dois encontros ocorreram na terça e na quarta-feira, conduzidos pelo embaixador Tovar Nunes, e um terceiro foi marcado para esta quinta-feira. No diálogo, o embaixador explicou que o país levou propostas sobre controle de novos produtos de nicotina e alternativas econômicas aos produtores, ressaltando que decisões da conferência têm caráter recomendatório.

“Todas as decisões têm força recomendatória, são opções não vinculantes. Países como o Brasil, produtores de tabaco, não vão aceitar práticas não conformes a sua realidade”, relatou ao grupo.

“Levando em consideração que chegamos aqui e fomos, mais uma vez, impedidos de participar, a abertura da embaixada brasileira é positiva. Inicia-se um processo de diálogo com quem não teve acesso, bem como com a comitiva representada pela CONICQ. Entendemos que diálogo e transparência são essenciais quando tratamos de um tema que impacta milhares de famílias brasileiras”, avalia Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco.

 





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Crédito rural exige cautela diante de juros abusivos


O acesso ao crédito rural tem se tornado um desafio crescente, ampliando a tensão entre necessidade de financiamento e risco de contratação. Com instituições mais seletivas e recursos oficiais limitados, muitos produtores recorrem a alternativas que parecem simples, mas escondem condições capazes de comprometer a saúde financeira da propriedade.

A partir desse ambiente, consultorias jurídicas apontam que a Cédula de Crédito Bancário vem sendo utilizada por algumas instituições como forma de mascarar operações que, na essência, têm destinação rural. Isso eleva artificialmente os juros, que chegam a patamares muito acima do permitido para crédito agrícola. Especialistas lembram que contratos desse tipo podem violar normas que regem o setor e impor custos incompatíveis com a atividade.

“A legislação é inequívoca: finalidade rural exige contrato rural. Contudo, bancos, cientes de sua superioridade negocial e da vulnerabilidade do produtor na busca por financiamento, impõem CCBs com taxas muito superiores ao limite de 12% ao ano, desconsiderando completamente os parâmetros legais”, destaca Marcos Vinícius Souza de Oliveira, especialista em questões contratuais aplicadas ao agronegócio, e membro do escritório Álvaro Santos Advocacia e Consultoria no Agro.

O alerta envolve situações em que a taxa real aplicada supera o limite legal, criando impacto direto sobre fluxo de caixa, margem e capacidade de pagamento. Ainda que o contrato seja apresentado como bancário, a legislação determina que prevalece a finalidade dos recursos, o que obriga o enquadramento como operação rural. Há relatos de que muitos produtores desconhecem esse direito e aceitam condições que ampliam o endividamento.

O tema inclui também cobranças de juros moratórios e multas fora dos parâmetros previstos para o segmento. Por isso, orienta-se maior cautela na contratação e análise técnica de cédulas quitadas, ativas ou em atraso. Caso haja taxas excessivas, é possível buscar revisão judicial para adequação ao regime correto. “Nosso trabalho consiste justamente em auxiliar os produtores rurais a evitar armadilhas contratuais, identificar cláusulas abusivas e, quando necessário, promover a renegociação ou revisão judicial dos contratos firmados”, finaliza o especialista.

 





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Trump retira tarifa de 40% sobre café, carnes e frutas do Brasil



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou comunicado nesta quinta-feira (20) retirando a tarifa de 40% que incidia sobre produtos brasileiros desde 30 de julho.

A decisão publicada pela Casa Branca inclui carne bovina in natura e processada, café, tomate fresco e refrigerado, além de frutas como manga, abacaxi, mamão, abacate, goiaba e outros produtos agrícolas.

“Após considerar as informações e recomendações que me foram fornecidas por funcionários e o andamento das negociações com o governo do Brasil, entre outros fatores, determinei que é necessário e apropriado modificar o escopo dos produtos sujeitos à alíquota adicional ad valorem imposta pelo Decreto Executivo 14323″, diz Trump em trecho do comunicado.

Ao contrário da ordem de semana passada, que retirava tarifa adicional de 10% a todos os países que haviam sido taxados, a decisão de agora é endereçada exclusivamente ao Brasil.

A decisão também estabelece que as isenções serão retroativas e válidas a partir do último dia 13 de novembro, data da reunião entre o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. Além disso, o documento cita que as taxas de importação pagas por exportadores brasileiros serão reembolsadas pelo governo de Trump.

“Em 6 de outubro de 2025, participei de uma conversa telefônica com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, durante a qual concordamos em iniciar negociações para abordar as preocupações identificadas no Decreto Executivo 14323. Essas negociações estão em andamento”, diz outro trecho do documento assinado por Trump.

Em nota enviada ao G1, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, disse que a decisão desta quinta é uma “excelente notícia” para o Brasil, que agora volta a ter acesso competitivo ao mercado dos Estados Unidos.

Setor do café comemora

Abordado pela imprensa ao voltar da COP30, em Belém, o diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos, disse que agora o setor tem o desafio imediato de reconquistar espaços perdidos no mercado norte-americano e que a suspensão do tarifaço foi um “presente de Natal antecipado”.

Segundo ele, o setor brasileiro estava vendo a sua participação nos Estados Unidos, maior mercado consumidor do mundo, ser ocupado por outros fornecedores, notadamente Colômbia e Vietnã.

Abiec celebra

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) divulgou nota em que celebra a decisão dos Estados Unidos de retirar as tarifas sobre a proteína bovina.

“A medida demonstra a efetividade do diálogo técnico e das negociações conduzidas pelo governo brasileiro, que contribuíram para um desfecho construtivo e positivo”, destaca.



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Trump retira tarifa de 40% sobre café, carnes e frutas do Brasil



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou comunicado nesta quinta-feira (20) retirando a tarifa de 40% que incidia sobre produtos brasileiros desde 30 de julho.

A decisão publicada pela Casa Branca inclui carne bovina in natura e processada, café, tomate fresco e refrigerado, além de frutas como manga, abacaxi, mamão, abacate, goiaba e outros produtos agrícolas.

Em alguns casos, a decisão é válida somente para produtos que entraram no mercado norte-americano a partir de 13 de novembro.

“Após considerar as informações e recomendações que me foram fornecidas por funcionários e o andamento das negociações com o governo do Brasil, entre outros fatores, determinei que é necessário e apropriado modificar o escopo dos produtos sujeitos à alíquota adicional ad valorem imposta pelo Decreto Executivo 14323″, diz Trump em trecho do comunicado.

Em atualização



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Aplicação aérea exige ajustes para evitar perdas



A técnica, porém, exige atenção


A técnica, porém, exige atenção
A técnica, porém, exige atenção – Foto: Anderson Wolf

O avanço da pulverização com Drones tem alterado a rotina no campo e ampliado alternativas para manejo em áreas onde o relevo dificulta a entrada de máquinas terrestres. Dados apresentados na Droneshow 2025 mostram que o uso desses equipamentos passou de pouco mais de 3 mil unidades em 2021 para 35 mil em 2025, movimento que reforça a busca por maior eficiência operacional.

Consultorias e especialistas apontam como um dos principais ganhos o fim do amassamento da lavoura, responsável por perdas de 2% a 5% em culturas como soja, milho e trigo. O recurso também tem sido adotado por produtores que não dispõem de pulverizadores autopropelidos, especialmente em aplicações de fungicidas no milho, quando a altura das plantas dificulta o acesso de equipamentos menores. “Quando se elimina o amassamento, há um ganho direto de produtividade”, explica o gerente de Tecnologia de Aplicação e Adjuvantes da Fortgreen, André Pazinato.

A técnica, porém, exige atenção. Em baixas taxas de aplicação, cresce o risco de incompatibilidades e deriva, o que torna essenciais ajustes de altura de voo, faixa aplicada, tamanho de gotas e condições climáticas. O preparo da calda é considerado determinante para manter estabilidade e evitar perdas.

O uso de adjuvantes ganha peso nesse cenário ao melhorar emulsificação, dispersão, compatibilidade e aderência das gotas, além de reduzir deriva e uniformizar tamanhos. Não há produto específico para drones; a escolha depende das características desejadas na calda e das ações necessárias para garantir desempenho em volumes reduzidos. “Os adjuvantes garantem uma mistura estável e homogênea, melhorando a qualidade da calda ao atuar como emulsificantes, dispersantes e compatibilizantes, além de reduzir perdas durante a aplicação”, explica Pazinato.

 





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Brasil pode ter aumento de até 4,5 °C em relação à temperatura pré-industrial, diz pesquisador



O mundo está próximo de superar o limite de 1,5 °C de aquecimento global médio e segue rumo a perigosos 2,8 °C. No Brasil, por estar em uma região tropical e continental, os impactos tendem a ser os mais severos: o país pode enfrentar uma elevação de 4 °C a 4,5 °C em relação ao período pré-industrial.

Para frear essa trajetória, seria necessária a eliminação da exploração e uso de combustíveis fósseis a curto prazo em uma transição justa e factível. Por isso, a COP30, realizada em Belém, é vista como uma oportunidade crucial para que os países definam um roteiro claro de substituição do uso de petróleo, gás e carvão.

O alerta foi feito pelo físico e climatologista, Paulo Artaxo, durante apresentação realizada no estande da Finlândia, na Zona Azul da COP30.

O limite de 1,5 °C foi estabelecido no Acordo de Paris, em 2015, e é tratado pela comunidade científica como um patamar razoavelmente seguro para impedir impactos ainda mais severos da crise climática.

“Para evitar esse cenário, é preciso adotar técnicas como a chamada carbon dioxide removal, ou seja, remover dióxido de carbono [CO2] que já foi emitido para a atmosfera nas últimas décadas. Há algumas potenciais maneiras de fazer isso, sendo uma delas a recuperação ecológica em larga escala, ou seja, recuperar áreas de florestas, replantando o que desmatamos”, afirmou Artaxo.

“O problema é que nenhuma técnica existente hoje efetivamente funciona na escala necessária e com um preço que possa ser pago. A melhor solução é atacar o problema pela raiz, fazendo uma transição energética justa e rápida e acabando com a exploração de combustíveis fósseis”, explica.

Artaxo é um dos nove cientistas internacionais que apresentaram uma declaração com um aviso semelhante, destacando a importância de dados e ciência para a tomada de decisões. A “declaração sobre o estado atual das negociações da COP” foi divulgada no Pavilhão de Ciências Planetárias, o primeiro desse tipo em conferências do clima das Nações Unidas.

Soluções

Artaxo citou que projetos de restauração ecológica são importantes para revitalizar serviços ecossistêmicos essenciais, como a manutenção do regime de chuvas, mas que a escala das iniciativas não consegue compensar a continuidade do uso de combustíveis fósseis. “Não vai ser possível plantar árvores suficientes na superfície da Terra para sequestrar CO se continuarmos emitindo como hoje”, disse.

O pesquisador destacou a proposta de produzir um “mapa do caminho” (road map) para a descarbonização de todos os setores da economia. “O que fizermos hoje determina o que as próximas gerações terão de limpar daqui a 20, 30 ou 100 anos”, afirmou Artaxo. 

Nos bastidores, o Brasil tem se mobilizado para oficializar um roadmap de abandono dos combustíveis fósseis na agenda da COP30, que entra nesta semana na reta final de negociações, com previsão de terminar na sexta-feira (21). A proposta já teve a adesão de vários países europeus e em desenvolvimento.



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CNA critica organização da COP30 após incêndio



O incêndio registrado nesta quinta-feira (20) em uma área da Blue Zone da COP30, em Belém (PA), provocou reação imediata de representante do setor agropecuário brasileiro. O vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Comissão de Meio Ambiente da entidade, Muni Lourenço, lamentou o episódio e criticou a falta de organização na área oficial do evento, destinada às negociações entre países.

Em vídeo divulgado após o ocorrido, Lourenço afirmou que o incidente “reflete uma imagem que o povo brasileiro não merece”. Segundo ele, a população amazônica e os visitantes internacionais foram expostos a uma situação que poderia ter sido evitada com melhor planejamento.

“Lamentamos profundamente esse ocorrido. O povo brasileiro não merece essa imagem, assim como os habitantes da Amazônia não merecem ser expostos dessa forma diante do mundo”, declarou.

O dirigente destacou que esteve diversas vezes na Blue Zone e constatou, segundo suas palavras, “desorganização, falta de estrutura e ausência de profissionalismo” no espaço administrado pelo governo brasileiro durante a conferência.

Lourenço fez um contraponto direto com a AgriZone, área temática dedicada ao agronegócio e à agricultura sustentável. Ele classificou o ambiente como um exemplo positivo dentro da COP30.

“A realidade foi completamente diferente aqui na AgriZone, um ambiente construído graças à parceria sólida entre a Embrapa, o Sistema CNA/Senar e o setor privado. Foi um espaço onde o governo não interferiu, permitindo organização, bom funcionamento e debate qualificado”, afirmou.

O vice-presidente da CNA destacou ainda que, na AgriZone, prevaleceram diálogo, responsabilidade e ordem — características que, segundo ele, não foram observadas na Blue Zone e em outros setores da conferência.

Lourenço encerrou sua manifestação prestando solidariedade aos brasileiros, aos moradores da Amazônia e aos participantes do evento que presenciaram o episódio. As causas do incêndio ainda estão sendo apuradas pelas autoridades.



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Frente fria muda o tempo no país e espalha instabilidades; saiba onde chove



Uma frente fria avança pelo Brasil nesta sexta-feira (21) e reorganiza o padrão do tempo em várias regiões. Enquanto o Sul enfrenta chuva forte, rajadas de vento e queda de temperatura, o Sudeste e o Centro-Oeste seguem com calor intenso e baixa umidade. Já Norte e Nordeste têm risco de temporais em vários estados, segundo análise da Climatempo.

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Região Sul

Uma frente fria chega ao Rio Grande do Sul nas primeiras horas do dia e provoca pancadas de chuva no litoral sul e no sul gaúcho entre a manhã e o início da tarde. Ao longo do dia, o sistema avança e causa chuva moderada a forte, com raios e rajadas de vento entre 40 e 50 km/h, podendo atingir 70 km/h no litoral.

As instabilidades seguem para o nordeste do estado e o sul de Santa Catarina. No restante do Rrio Grande do Sul e da Região Sul, o tempo fica firme, com sol e temperaturas elevadas — exceto no extremo sul gaúcho, onde o clima fica mais ameno.

O vento também ganha força no noroeste do Paraná, no sul e interior catarinense e em todo o litoral do Paraná e de Santa . A umidade pode ficar abaixo de 30% no norte de Santa Catarina e em grande parte do Paraná.

Região Sudeste

O tempo permanece firme em quase todo o Sudeste, com sol forte em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e grande parte de Minas Gerais.

No norte, nordeste e noroeste mineiros, porém, há previsão de pancadas fracas a moderadas por causa da frente fria que atua na altura do sul da Bahia. No noroeste de Minas Gerais, as pancadas podem ser mais fortes.

O calor segue intenso e a umidade cai bastante. No norte e oeste paulista e no Triângulo Mineiro, os índices podem atingir menos de 20%, nível de alerta.

Rajadas de vento variam ao longo do dia no oeste mineiro, em boa parte de SP e no litoral entre São Paulo e sul do Espírito Santo. No Triângulo Mineiro, as rajadas podem chegar a 70 km/h.

Região Centro-Oeste

Calor, umidade e a influência da frente fria na Bahia formam áreas de instabilidade no Norte de Mato Grosso e Goiás. A chuva também avança para o oeste do Mato Grosso.

À tarde, as instabilidades ganham força no oeste de Mato Grosso do Sul e no sudoeste de Mato Grosso, com risco de temporais, reforçados por uma área de baixa pressão no Paraguai.

O tempo firme predomina no restante de Mato Grosso do Sul, no sudeste de Mato Grosso e na metade sul de Goiás. A umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 20% no leste e sul sul-mato-grossenses, no sul goiano e no extremo sudeste mato-grossense.

Região Nordeste

A frente fria mantém o cenário de chuva forte e risco de temporais no sul da Bahia, com acumulados elevados e situação de alerta no Recôncavo Baiano.

Instabilidades também atuam na metade sul de Maranhão e Piauí, além do oeste de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, onde há possibilidade de temporais.

No restante do Nordeste, o tempo é firme e quente. Em áreas do norte do Piauí, interior do Ceará, oeste do Rio Grande do Norte e da Paraíba, a umidade pode ficar abaixo de 30%. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h atingem o litoral e boa parte da Bahia.

Região Norte

As pancadas diminuem em Amazonas e em Roraima, mas ainda ocorrem com moderada intensidade. Acre e Rondônia seguem com chuva ao longo do dia.

No Pará, a instabilidade é mais forte, com risco de temporais no interior e no sul do estado. O Tocantins também deve registrar temporais. No Amapá, há chance de chuva na metade oeste.



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