quarta-feira, março 25, 2026

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KUHN do Brasil permite que o produtor escolha a tecnologia para seu pulverizador


O mercado de agricultura de precisão na América do Sul, liderado pelo Brasil, está projetado para registrar uma das maiores taxas de crescimento anual composto (CAGR) do mundo até 2028, com 9,88%, segundo dados da Triton Market Research. Esse avanço, no entanto, expôs um grande desafio para médios e grandes produtores: a ineficiência causada pelo “aprisionamento tecnológico”, onde cada máquina exige um monitor de sua própria marca, resultando em cabines com múltiplos terminais, custos redundantes e operações complexas.

Essa falta de padronização é uma lacuna para a eficiência. A solução que se consolidou globalmente é o protocolo ISOBUS (ISO 11783), uma norma universal que permite a comunicação entre máquinas e monitores de diferentes fabricantes. A crescente lista de produtos certificados pela Agricultural Industry Electronics Foundation (AEF) demonstra que a compatibilidade se tornou uma exigência do produtor tecnificado.

Atenta a essa demanda por flexibilidade e eficiência, a KUHN, oferecendo ao produtor rural a liberdade de escolher qual tecnologia utilizar em seus pulverizadores. A empresa garante total compatibilidade de suas máquinas com três opções de monitores de alto desempenho, desenvolvidos por líderes globais do setor.

Personalização e eficiência: a escolha na mão do produtor

Com as soluções da KUHN do Brasil, o agricultor tem a autonomia para decidir qual tela utilizar no campo, com três opções que garantem tecnologia de ponta e facilidade de uso:

Trimble GFX-1060: Tela de 10 polegadas e sistema Android. Sua plataforma Precision-IQ oferece uma interface intuitiva. O uso da licença NextSwath (vendida separadamente) traz um grande avanço na automação de manobras de cabeceira.

AGRES Agronave 12: Tela de 12 com GPS agrícola inteligente com suporte para linhas AB, curvas, mapas de orientação e taxa variável. O modo de visualização vertical permite uma interface compacta e intuitiva.

John Deere G5: A KUHN oferece total integração com a tecnologia da John Deere. A máquina é entregue preparada para receber o Pacote essencial de tecnologia JD (monitor G5 ou G5 Plus e a antena StarFire 7500 (adquiridos separadamente). A instalação é plug- and-play e integra recursos avançados como AutoTrac e Controle de Seção, além do acesso ao JD Operation Center.

A partir de fevereiro, todas essas funcionalidades estarão disponíveis como opções para os pulverizadores KUHN Fighter e Stronger, bem como para os distribuidores de fertilizantes Accura 8.0 HD.

Compatibilidade sem complicação

“A escolha de um pulverizador autopropelido vai muito além de uma simples aquisição – é uma decisão estratégica que impacta diretamente a produtividade e a rentabilidade no campo. O produtor moderno busca máquinas que entreguem alta performance agronômica, mas também valoriza a inteligência embarcada, conectividade e o conforto operacional. Ter uma cabine equipada com tecnologia e flexibilidade é essencial para enfrentar os desafios da agricultura de precisão e garantir resultados consistentes em cada safra”, afirma Luis Guilherme Lemes, Especialista de Produto da KUHN do Brasil.

“Nossa filosofia é respeitar o ecossistema tecnológico do cliente. Garantimos a integração total dos principais monitores do mercado às nossas máquinas, sem perda de desempenho, conforme o padrão ISOBUS. A tecnologia precisa trabalhar para o produtor, e não o contrário”, complementa.

No site da KUHN do Brasil é possível conferir as opções e conhecer mais sobre os produtos da marca.

Sobre a KUHN do Brasil

O Grupo KUHN, que tem como propósito o desenvolvimento de soluções confiáveis para alimentar a população mundial preservando o meio ambiente, está presente em 110 países e emprega mais de 5.000 pessoas em 11 unidades de produção e 11 unidades de distribuição em todo o mundo. De origem francesa, com um know-how e expertise de 197 anos , possui a linha mais completa de implementos agrícolas para agricultura e pecuária.

A KUHN tem 20 anos de atuação no Brasil com sedes nas cidades de São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS ). Conta ainda com quatro centros de distribuição e treinamentos, localizados em Rondonópolis (MT), Palmas (TO), São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS).

Em 2025, a empresa reforça a sua presença nacional com a campanha “20 anos no Brasil – Fazendo história com você”.



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Clima entre China e Estados Unidos impulsiona bolsas e eleva tom do mercado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o clima construtivo entre EUA e China, com sinalização de visita de Trump a Pequim, impulsionou bolsas de NY e reduziu juros dos Treasuries.

No Brasil, dólar recuou levemente e curva de juros caiu com discurso de Galípolo alinhado ao BC. Ibovespa avançou moderadamente. Hoje, destaque para IPC-Fipe, INCC-M, Sondagem da Construção e dados externos de confiança, indústria e setor imobiliário nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Paraná eleva exportação de milho em 179%


O Paraná ampliou de forma significativa as exportações de milho entre janeiro e outubro, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na quarta-feira (19) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). De acordo com o documento, o estado exportou 3,55 milhões de toneladas, resultado que representa “alta de 179% quando comparada ao mesmo período de 2024”. A receita registrada chegou a 757,7 milhões de dólares, o equivalente a cerca de 4,16 bilhões de reais.

O boletim informa ainda que o preço da tonelada apresentou leve variação, passando de 210,58 dólares em 2024 para 213,43 dólares, uma elevação de 1,35%. Segundo a análise, o aumento do volume exportado está relacionado “a uma safra recorde no ciclo anterior e à opção do produtor por escoar primeiramente o milho”, apontado como produto de menor atratividade comercial em comparação com a soja.

O complexo soja — farelo, óleo e grão — apresentou redução de 10% nos embarques no mesmo período. O relatório destaca que foram exportadas 13,56 milhões de toneladas, com receita de 5,53 bilhões de dólares, aproximadamente 30,4 bilhões de reais. Apesar do recuo no total, o boletim registra que “o óleo de soja teve aumento de 18%”, enquanto o farelo subiu 2% e a soja em grão registrou queda de 15%.

Somadas as exportações de soja e milho, o Paraná contabilizou 17,1 milhões de toneladas embarcadas nos dez primeiros meses de 2025, alta de 4,1%. Os analistas apontam que, mesmo com a redução do volume de soja, houve incremento no escoamento de granéis devido à priorização do milho. A expectativa é de que, nos próximos três meses, “haja um embarque maior de soja para liberação dos armazéns”, já que a colheita da nova safra tem início em janeiro.





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Chuva ganha força em quase todas as regiões do Brasil hoje



Dia marcado por instabilidades de Norte a Sul do país. Em alguns estados, há risco de temporais. Veja a previsão do tempo para esta terça-feira (25):

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

O tempo segue firme em grande parte da região e o sol predomina entre algumas nuvens. Há chance de chuvas apenas no litoral do Paraná, de Santa Catarina e no nordeste gaúcho devido à influência marítima. Em grande parte da região, as temperaturas seguem elevadas e o calor predomina, enquanto no leste catarinense e paranaense os termômetros ficam em níveis mais amenos.

Sudeste

A formação de uma área de baixa pressão sobre a costa do Sudeste, na altura do Rio de Janeiro e de São Paulo, deve manter as instabilidades pelo litoral paulista, além do Rio de Janeiro, Espírito Santo, leste de Minas Gerais e áreas da Zona da Mata mineira, onde há risco de chuva forte e chance de temporais. No norte e interior de São Paulo, além de áreas do sul, Triângulo Mineiro e grande parte de Minas, as instabilidades seguem ocorrendo, com chance de chuvas mais fortes em alguns pontos ao longo do dia. As temperaturas seguem mais amenas em boa parte da metade leste paulista, sul de Minas e áreas do Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

As instabilidades seguem ocorrendo desde as primeiras horas do dia no sul, leste, oeste e áreas do interior de Mato Grosso, além da região central de Goiás. Ainda pela manhã, as pancadas de chuva se espalham mais pelos estados e à tarde ganham força. Enquanto isso, em Mato Grosso do Sul, as chuvas ficam mais restritas ao extremo norte do estado, de maneira fraca e isolada, e o dia segue com tempo mais aberto no restante do território.

Nordeste

Áreas de instabilidade ainda seguem no oeste e sul da Bahia, com chuva de moderada a forte intensidade e chance de temporais em alguns pontos. Entre Sergipe e Pernambuco, há chuva mais fraca e isolada pelo litoral, além da faixa litorânea entre o Maranhão e o Ceará. No sul desses dois estados, também há chance de chuva mais fraca. Já no restante da região, o tempo fica mais aberto e as temperaturas seguem elevadas.

Norte

Em Roraima, as chuvas diminuem, enquanto no Amazonas, em Rondônia e no Acre as pancadas seguem ocorrendo desde o começo do dia, ganhando força à tarde. Em áreas do centro-sul do Pará e no Tocantins, as pancadas de chuva também continuam atuando de maneira moderada a forte, enquanto na metade norte do Pará e em boa parte do Amapá, o tempo segue firme.



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Fungo brasileiro produz substância mais potente que glifosato, aponta estudo



Pesquisadores brasileiros e norte-americanos identificaram uma molécula natural capaz de superar o desempenho de pesticidas tradicionais. O composto foi produzido por um fungo encontrado em uma planta tropical e mostrou alto potencial para o desenvolvimento de bioinsumos agrícolas mais eficientes e sustentáveis.

Uma equipe da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Embrapa Meio Ambiente e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) analisou um fungo endofítico isolado de uma planta medicinal tropical do gênero Piper. Esses microrganismos vivem dentro dos tecidos vegetais sem causar danos. Em muitos casos, atuam como aliados naturais das plantas.

O fungo estudado pertence ao gênero Fusarium e foi coletado no Parque Estadual da Floresta do Rio Doce, em Minas Gerais. A partir dele, os cientistas identificaram três metabólitos (substâncias químicas produzidas durante o metabolismo de um organismo) com ação herbicida e antifúngica. Entre eles estava um composto nunca descrito antes na literatura científica.

O novo metabólito, chamado de “composto 2”, apresentou resultados superiores aos de herbicidas sintéticos como glifosato e clomazona. Os testes mostraram que pequenas concentrações foram suficientes para inibir a germinação de plantas daninhas e reduzir o crescimento de espécies usadas em bioensaios.

Molécula natural supera produtos químicos convencionais

Os ensaios ocorreram com sementes de alface e grama-de-bent, modelos amplamente usados pela indústria. Em ambos os testes, o composto impediu o desenvolvimento das plantas. A performance foi comparável ou superior à dos químicos usados como referência.

O composto também se destacou no controle do fungo Colletotrichum fragariae, patógeno que afeta várias culturas. A molécula formou zonas de inibição maiores que fungicidas naturais conhecidos, como carvacrol e timol.

Segundo a pesquisadora Sonia Queiroz, da Embrapa Meio Ambiente, o resultado reforça o potencial dos micro-organismos endofíticos. Eles podem gerar soluções eficazes e com menor impacto ambiental. Ela destaca que o setor busca alternativas devido ao avanço da resistência de pragas e aos limites ambientais impostos pelo uso de químicos tradicionais.

Biodiversidade brasileira impulsiona inovação

A descoberta mostra como a biodiversidade brasileira pode gerar moléculas inéditas com aplicação prática na agricultura. O professor Luiz Henrique Rosa, da UFMG, lembra que os endófitos ainda são pouco explorados. Ele destaca que esses microrganismos funcionam como verdadeiras fábricas naturais de compostos bioativos.

Para a agricultura, o achado tem peso estratégico. O uso de bioinsumos cresce em várias regiões do mundo e responde à demanda por defensivos mais seguros, eficientes e sustentáveis.

Próximos passos para transformar a molécula em produto

Os cientistas afirmam que novas etapas são necessárias. Entre elas estão estudos de segurança ambiental, testes de toxicidade e análises detalhadas dos mecanismos de ação. O desempenho em condições reais de lavoura também será avaliado.

Além disso, os pesquisadores observaram um fenômeno chamado hormese. Em doses muito baixas, o composto estimulou o crescimento vegetal. Esse efeito pode abrir novas aplicações no futuro.

Mesmo sem a identificação completa da espécie do fungo, a caracterização genética permitiu avançar com segurança nos testes. O artigo foi assinado por pesquisadores da UFMG, USDA e Embrapa Meio Ambiente.

Caminho aberto para defensivos mais sustentáveis

Os resultados reforçam o papel estratégico do Brasil na pesquisa de bioinsumos. A biodiversidade nacional pode gerar moléculas capazes de reduzir a dependência de químicos sintéticos e ampliar a eficiência no controle de pragas.

Os cientistas acreditam que o estudo marca o início de uma nova linha de pesquisa. Se confirmado em etapas futuras, o composto poderá integrar herbicidas e fungicidas de nova geração.



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Mercado da soja inicia a semana com viés de alta



Clima atrasa plantio e pressiona mercado da soja



Foto: Divulgação

Segundo a análise do especialista da Grão Direto desta segunda-feira (24), “o clima segue no centro do radar”, com impactos diretos no avanço do plantio da safra 2025/26. O relatório afirma que o atraso na regularização das chuvas nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Norte já provoca replantio em áreas do Mato Grosso, enquanto outras aguardam precipitações mais consistentes. Conforme o documento, “o cenário atual é adverso”, com risco de perdas localizadas caso o padrão climático se mantenha nos próximos dias.

O especialista aponta que, diante da incerteza climática, “os prêmios de exportação para março e abril começaram a subir”, movimento descrito como incomum para o período. A avaliação indica que estoques mais ajustados, atraso no plantio e risco climático tendem a sustentar os preços nos portos e no mercado físico nas próximas semanas, sobretudo se as chuvas não se regularizarem até o fim de novembro.

A análise destaca também que os estoques reduzidos reforçam a sensibilidade do mercado. O relatório lembra que a última safra foi volumosa e que as exportações ocorreram em ritmo acelerado, o que diminuiu a disponibilidade interna. Diante do início indefinido da nova temporada e da ausência de garantia de recuperação rápida do clima, “qualquer ameaça à produção pode ter reflexo direto e rápido na formação de preços”.

Outro ponto observado é o comportamento do câmbio. Segundo o especialista, “o dólar segue altamente sensível às expectativas em torno da política monetária americana”. Após as sinalizações do Federal Reserve de Nova York, a probabilidade de corte de juros em dezembro subiu para 69%, mas as atas da última reunião mostram divisão interna no Comitê. Indicadores como vendas no varejo e o Livro Bege, previstos para esta semana, devem influenciar a relação entre dólar e real.

A análise conclui que o mercado da soja inicia a semana com viés de alta, sustentado pelo atraso no plantio, estoques menores e prêmios em elevação. O documento reforça que o clima adverso domina o curto prazo e que a falta de chuvas consistentes até o fim de novembro pode consolidar um cenário de risco produtivo.





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Análise biológica do solo impulsiona produtividade e sustentabilidade das lavouras


O solo é muito mais do que um suporte físico para as plantas: trata-se de um ecossistema vivo, rico em microrganismos que desempenham papel decisivo na fertilidade, no equilíbrio nutricional e na produtividade agrícola. Por isso, as análises biológicas de solo vêm ganhando destaque no manejo moderno. Elas permitem identificar a qualidade da atividade microbiana, entender como a vida do solo influencia o desenvolvimento das culturas e fornecer subsídios para práticas mais assertivas, que resultam em maior eficiência e sustentabilidade no campo.

Entre as ferramentas disponíveis, a análise metagenômica desponta como uma das mais inovadoras. Baseada no sequenciamento do DNA extraído do solo, essa tecnologia permite mapear milhões de informações sobre os microrganismos presentes, revelando não apenas quais estão ali, mas também como interagem e afetam a nutrição e a saúde das plantas. Trata-se de um salto de precisão para o agricultor, que passa a contar com dados científicos aprofundados para direcionar decisões de manejo e potencializar a performance da lavoura.

O Brasil, maior produtor e exportador de diversas commodities, como soja, café, açúcar, algodão e suco de laranja, e entre os maiores em várias outras culturas, é responsável por sustentar a economia e garantir o abastecimento alimentar dentro e fora do país, conforme destaca a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), que em 2023 registrou a maior safra de grãos da história, com 319,8 milhões de toneladas. “A dimensão da produção agrícola brasileira é expressiva e pode ser ainda ampliada com a adoção de ferramentas tecnológicas e de apoio à tomada de decisões mais acuradas em prol da saúde do solo”, assinala a engenheira agrônoma Laura Landucci.

As análises permitem indicar o manejo adequado para manutenção dos níveis de fertilidade, estrutura e teores de nutrientes disponíveis para as plantas, entre outros benefícios. Nesse campo, a análise metagenômica é uma das metodologias mais avançadas, que oferece ainda mais detalhes sobre a vida do solo. Por meio dela, há a realização do sequenciamento do DNA do solo para examinar milhões de dados genéticos provenientes de seus habitantes microscópicos: fungos e bactérias. Com a pesquisa completa da microbiota da área, a análise proporciona aos agricultores dados essenciais e revela detalhes sobre as funções biológicas dos microrganismos presentes no solo. A partir daí é possível entender como eles interagem e influenciam a saúde e a nutrição das plantas. 

AGROBIOTA, A Análise Metagenômica do Agricultor Brasileiro

Um dos principais serviços disponíveis no mercado para a análise biológica e metagenômica do solo é o AGROBIOTA, desenvolvido pela BIOTROP – empresa brasileira referência em soluções biológicas e naturais para o agronegócio. O AGROBIOTA acessa informações detalhadas do solo e os envia para os modernos laboratórios da empresa para análise molecular e bioinformática. Após esse passo, são disponibilizadas aos agricultores informações valiosas em uma plataforma digital exclusiva, que inclui recomendações de manejo e as soluções biológicas mais adequadas para cada contexto.

Juliana Marcolino Gomes, Gerente de Pesquisa & Inovação BIOTROP, destaca que o AGROBIOTA envolve o uso de técnicas moleculares de ponta, como o uso de sequenciadores de última geração, além de softwares e ambientes computacionais exclusivos, desenvolvidos pela BIOTROP  para análise do metagenoma dos solos agrícolas brasileiros. Conta ainda com inteligência artificial embarcada, para otimizar a experiência dos usuários durante o uso da plataforma e auxiliar na interpretação das informações presentes no laudo. “Esse serviço oferece aos agricultores dados que efetivamente contribuem para o sucesso do seu negócio”.

A BIOTROP, vem promovendo encontros exclusivos para reforçar a importância da análise metagenômica do solo, como os realizados em Assis (SP) e Uberaba (MG). Em Assis, o AGROBIOTA Experience reuniu 50 participantes que representam mais de 900 mil hectares de cana. “Recebemos representantes de 15 usinas, alguns deles clientes do AGROBIOTA desde o início do programa, a associação local de produtores e cooperativas, além de fornecedores importantes. O presente e o futuro da agricultura estão no monitoramento da saúde do solo e a BIOTROP está na vanguarda dessa iniciativa no Brasil.”, conclui André Cruz, Gerente Comercial AGROBIOTA.

Se você tem dúvidas ou se interessou pela análise metagenômica, acesse o Portal AGROBIOTA (https://souagrobiota.com.br/), saiba mais sobre o tema e entre em contato com nossos especialistas. Acompanhe também nossos conteúdos no Instagram @souagrobiota (https://www.instagram.com/souagrobiota).

 





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mercado prevê risco climático para a safrinha



Milho segue com viés de estabilidade a leve alta no mercado interno



Foto: Nadia Borges

Segundo a análise do especialista da Grão Direto, divulgada nesta segunda-feira (24), “a safrinha de 2026 já preocupa”. O relatório aponta que o atraso no plantio da soja no Cerrado e no Matopiba está deslocando a semeadura do milho para fora da janela considerada ideal. Conforme o documento, isso aumenta o risco climático da segunda safra, já que parte das áreas será implantada “quando as chuvas começam a se tornar mais escassas”. O especialista afirma que o mercado futuro já antecipa esse descompasso, com prêmios de risco incorporados aos contratos do segundo semestre de 2026.

A análise destaca ainda que há “competição doméstica por oferta”, impulsionada pela demanda aquecida. Segundo o relatório, dois fatores sustentam esse movimento: a expansão das usinas de etanol à base de milho e o ritmo forte das indústrias de proteína animal. O especialista afirma que essa competição direta pressiona a disponibilidade do grão e tende a se intensificar nos próximos meses, criando um ambiente mais disputado no mercado interno.

O documento observa que há suporte tanto no mercado físico quanto na B3. Mesmo diante de possíveis recuos em Chicago ou de movimentos desfavoráveis no câmbio, “os fundamentos internos tendem a formar um piso para os preços”, especialmente devido ao consumo firme de etanol e ração. O relatório descreve esse comportamento como um “colchão de suporte” que mantém as cotações sustentadas, mesmo sob pressão externa.

A análise conclui que o milho segue com viés de estabilidade a leve alta no mercado interno. A combinação entre risco climático crescente para a safrinha e demanda doméstica aquecida sustenta os preços, apesar de sinais negativos do ambiente internacional.





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Pescadores de três estados recebem orientações sobre seguro-defeso



Começam nesta segunda-feira (24), em 122 municípios dos estados do Piauí, Amazonas e Bahia, as entrevistas e orientações que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) fará com pescadores artesanais interessados em garantir o direito ao seguro-defeso. No Pará e no Maranhão, o serviço começará em 1º de dezembro.

A iniciativa tem por objetivo identificar os beneficiários e orientá-los sobre as novas regras para solicitar o Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal (SDPA) – mais conhecido como seguro-defeso.

De acordo com o ministério, as entrevistas serão feitas em sindicados, associações e colônias de pescadores desses municípios, de segunda-feira a sexta-feira.

O seguro-defeso, tem o objetivo de garantir renda ao pescador artesanal durante o período de defeso, quando a pesca é proibida para preservação das espécies.

O valor do benefício corresponde a um salário mínimo mensal, pago durante todo o defeso, limitado a 5 parcelas.

Segundo as regras do MTE, nos meses em que receber o benefício o pescador não pode exercer pesca nem outra atividade remunerada que descaracterize sua condição profissional.

Mudança de gestão

A gestão do seguro-defeso ficava a cargo do Instituto Nacional do Seguro Social. No entanto, a Medida Provisória n° 1.323, de 4 de novembro, alterou a Lei nº 10.779 que trata do benefício, passando a gestão para o MTE.

De acordo com a pasta, “todos os defesos iniciados entre 1º de abril de 2015 até 31 de outubro de 2025, serão processados ainda pelo INSS”.

Apenas os que tiveram início a partir de 1º de novembro de 2025 ficarão a cargo do MTE.

“Ao assumir a competência de analisar e liberar o benefício, o MTE vai iniciar o processo de entrevistas para garantir o direito do seguro-defeso a todos os pescadores e pescadoras profissionais artesanais que cumpram os requisitos do programa, garantindo assim o direito para aqueles que vivem da pesca artesanal”, informou o ministério.

Para ter direito ao benefício, o pescador ou pescadora precisará comprovar sua residência. Além disso, será verificada a compatibilidade entre o município de residência e os territórios abrangidos pelo defeso.

Os beneficiários deverão apresentar notas fiscais de venda de pescado ou comprovantes de contribuição previdenciária com relatório periódico que comprove atividade mensal como pescador artesanal.

Canais de atendimento

Para requerer o benefício, o pescador deverá acessar o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou acessar o Portal Emprega Brasil.

Uma outra possibilidade é a de ir, presencialmente, a um posto de atendimento do MTE. Lá, será possível acompanhar o processo de habilitação, pagamento, bem como solicitar pedidos de revisão do benefício.

O pescador interessado também pode solicitar a revisão do pedido do seguro-defeso de forma online, anexando a justificativa para o pedido e toda documentação comprobatória.

O MTE acrescenta que, após o requerimento, o sistema verifica se o endereço do pescador está localizado em uma cidade selecionada para fazer a entrevista presencial.

“Caso não esteja, o processo segue diretamente para o processamento do pedido pelo MTE, que, após análise, libera para pagamento. Caso esteja na cidade selecionada, o pescador será encaminhado para participar de uma entrevista presencial”, acrescentou.

Veja quais serão os municípios priorizados para as entrevistas:

  • Amazonas: Anamã, Anori, Autazes, Benjamin Constant, Beruri, Boa Vista do Ramos, Borba, Caapiranga, Canutama, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Fonte Boa, Guajará, Humaitá, Ipixuna, Iranduba, Itacoatiara, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manaquiri, Manaus, Manicoré, Maraã, Parintins, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, Tabatinga, Tapauá, Tefé, Urucará, Urucurituba.
  • Bahia (BA): Barra, Bom Jesus da Lapa, Cansanção, Carinhanha, Casa Nova, Conde, Cotegipe, Curaçá, Ibotirama, Itiúba, Jandaíra, Juazeiro, Malhada, Morpará, Muquém de São Francisco, Paratinga, Pilão Arcado, Remanso, Riachão das Neves, Serra do Ramalho, Sento Sé, Sítio do Mato, Sobradinho, Xique-Xique.
  • Piauí (PI): Barras, Buriti dos Lopes, Cajueiro da Praia, Campo Largo do Piauí, Guadalupe, Ilha Grande, Joca Marques, José de Freitas, Luís Correia, Luzilândia, Madeiro, Matias Olímpio, Murici dos Portelas, Nossa Senhora dos Remédios, Parnaíba, Teresina.

Entrevistas

As entrevistas que começam nesta última semana de novembro serão feitas por bolsistas contratados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), uma instituição pública federal ligada ao ministério.

Eles atuarão nas localidades informadas nos seguintes períodos:

  • Bahia: defeso vigora em novembro, abril e setembro. As entrevistas vão até maio de 2026.
  • Piauí: defeso ocorre em novembro, dezembro e janeiro. Entrevistas vão até março do ano que vem.
  • Amazonas: período de defeso concentrado em novembro. Entrevistas terminam em janeiro de 2026.
  • Maranhão e Pará: defesos em vigor nos meses de novembro, dezembro e janeiro. Entrevistas vão até março de 2026.



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Produção de morango varia e preços sobem em regiões do RS


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quarta-feira (19), a produção de morango na região administrativa de Caxias do Sul, em Gramado, permanece abaixo do esperado para o período. A instituição informou que “a presença de flores e frutos em desenvolvimento indica boa produção para o final de ano”. As condições meteorológicas da última semana elevaram a incidência de ácaro-rajado, o que “demanda controle com inseticidas, que nem sempre é tão efetivo”. A fase de florescimento é considerada razoável, e as colheitas seguem inferiores ao normal.

Com o aumento do fluxo de turistas durante o Natal Luz e o menor volume colhido, os preços do fruto in natura variam de R$ 25,00 a R$ 35,00/kg, enquanto o congelado é comercializado a R$ 12,00/kg em Gramado. Em Nova Petrópolis, a instituição registrou “leve tendência de alta”, com valores entre R$ 20,00 e R$ 30,00/kg nas vendas para Ceasas, intermediários e mercados, e entre R$ 25,00 e R$ 35,00/kg no varejo direto.

Na região administrativa de Pelotas, o boletim aponta leve redução na oferta, embora haja floração abundante e boa sanidade das plantas e frutos. A ocorrência de oídio e ácaro tem sido controlada pelos produtores. Segundo o informativo, a insolação recente “melhorou a coloração e o sabor dos frutos”. Os preços permanecem estáveis, variando entre R$ 15,00 e R$ 35,00/kg, conforme a qualidade.

Na região de Santa Rosa, os cultivos iniciam nova floração. As cultivares Royal Roice e San Andreas têm apresentado bom desempenho, enquanto, na cultivar Albion, há registro de mortalidade de plantas. O informativo destaca que o morango classificado é comercializado a R$ 30,00/kg, e os frutos destinados à produção de sucos e geleias, a R$ 18,00/kg, com demanda considerada adequada.





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