terça-feira, agosto 18, 2026

News

News

Programa de recuperação agrícola vai atender propriedades afetadas por rompimento de barragem



Propriedades rurais de 38 municípios atingidos pelo rompimento da barragem da Samarco em Mariana, em 2015, serão beneficiadas com o Programa de Recuperação Produtiva e Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental da Calha do Rio Doce, a ser realizado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG).

Com duração prevista de cinco anos, o trabalho visa reestruturar a produção agrícola e promover práticas de conservação de solo, captação de água e uso de energia solar.

O programa faz parte do Novo Acordo de Mariana, assinado pelo Governo de Minas Gerais nesta sexta-feira (25) em Brasília, após uma extensa negociação entre os governos de Minas Gerais e Espírito Santo, a União e demais envolvidos.

Valores para a reparação

A repactuação libera R$ 132 bilhões em novos recursos para ações de reparação, dos quais R$ 81 bilhões serão aplicados diretamente em Minas Gerais, priorizando as áreas afetadas na Bacia do Rio Doce.

O objetivo é o de acelerar a reparação de danos e implementar medidas de justiça e atendimento às famílias e comunidades impactadas, quase uma década após o desastre.

As ações da Emater-MG dentro do Programa de Recuperação vão priorizar as propriedades afetadas por enchentes, nas áreas delimitadas pela mancha de inundação do Rio Doce.

Investimentos em cinco anos

Serão investidos nos cinco primeiros anos um montante de R$ 373 milhões, sendo que uma parte desses recursos é proveniente de um fundo que será implementado para recuperação produtiva e resposta a enchentes no valor de R$ 1 bilhão.

“São projetos importantes que serão implementados para a recuperação dos impactos da tragédia e também uma vigilância daqui para frente. Temos uma responsabilidade muito grande em gerir um fundo perpétuo, que será acionado sempre que necessário, para recuperar e reparar as áreas rurais atingidas pelas inundações do Rio Doce”, afirmou o diretor-presidente da Emater-MG, Otávio Maia, após a assinatura do acordo em Brasília.

Eixos do Programa de Recuperação

O Programa de Recuperação Produtiva e Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental da Calha do Rio Doce é estruturado em três eixos:

  • Ações de reestruturação produtiva e diversificação de renda, buscando a recuperação da fertilidade do solo e a promoção de sistemas produtivos sustentáveis e diversificados;
  • Regularização ambiental e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, enfatizando a implementação de práticas conservacionistas, como a captação de água de chuva, o cercamento de nascentes e de áreas legalmente protegidas;
  • Elaboração de propostas de regularização ambiental para as propriedades rurais

Estas práticas têm o intuito de assegurar que as áreas de produção agrícola possam coexistir com a preservação ambiental, oferecendo condições para o uso sustentável dos recursos naturais.

De acordo com a Emater-MG, o programa também atua na área de microgeração de energia e infraestrutura rural, investindo na instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica, além de tecnologias de conservação de recursos hídricos e manejo de solo.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Feijão avança com baixa incidência de doenças no Rio Grande do Sul



Semeadura da primeira safra de feijão avança de forma positiva




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (24) pela Emater/RS, a semeadura da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul avança de forma positiva, impulsionada pelos níveis adequados de umidade do solo e pela alta incidência de radiação solar. Essas condições climáticas têm favorecido tanto o avanço da semeadura quanto o desenvolvimento das lavouras, e a incidência de doenças fúngicas deixou de ser um grande problema.

Atualmente, 90% das lavouras estão em fase de germinação/emergência e desenvolvimento vegetativo, 8% em florescimento e 2% em enchimento de grãos. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com uma produtividade média estimada de 1.864 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, 12% das lavouras estão em fase de floração, enquanto 88% encontram-se em desenvolvimento vegetativo. As lavouras apresentam poucas falhas e possuem um potencial produtivo elevado. O manejo do nitrogênio foi finalizado, resultando em um ótimo aproveitamento devido à umidade do solo estar em níveis adequados. Além disso, a vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) está controlada e não causa mais danos à cultura.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Na região de Pelotas, apesar da pequena instabilidade climática, a semeadura avançou, atingindo 27% da área inicialmente prevista. Em Santa Maria, persiste a incidência de mosca-branca (Bemisia spp.) em lavouras na Quarta Colônia, enquanto em Nova Palma, 70% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 30% em fase de florescimento. Na região de Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, pequenas áreas destinadas à subsistência começam a entrar em fase de maturação fisiológica e deverão estar aptas para a colheita em breve.

Em relação à comercialização, o valor médio da saca de 60 quilos de feijão, segundo o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, apresentou um aumento de 5,40%, passando de R$ 315,00 para R$ 332,00 em comparação à semana anterior.





Source link

News

Tribunal Superior Eleitoral fará mais um teste na urna eletrônica


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) testará mais uma vez a integridade dos sistemas usados na urna eletrônica para a recepção e totalização dos votos, visando dar ainda mais credibilidade ao equipamento que será utilizado no segundo turno das eleições municipais de 2024.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

O teste de autenticidade e integridade dos sistemas eleitorais será feito neste sábado (26), véspera do pleito, a partir das 12h pelas entidades que foram legitimadas para participar desse processo de fiscalização eleitoral, com o objetivo de atestar que o sistema não sofreu modificação.

“É a Cerimônia de Verificação da Integridade e Autenticidade dos Sistemas Eleitorais, mais uma oportunidade de auditoria e fiscalização que ressalta a transparência e a confiabilidade do sistema eletrônico de votação”, justificou o TSE.

A fiscalização será na sede do TSE, em Brasília. “As instituições participantes poderão verificar se o sistema de totalização é o mesmo que foi assinado digitalmente pelas próprias entidades fiscalizadoras na cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais, concluída no dia 10 de setembro deste ano”, detalhou o tribunal.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Recuperações judiciais avançam 40,6% no 2º trimestre



121 solicitações foram registradas por produtores rurais




Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro vem registrando um aumento expressivo nos pedidos de recuperação judicial durante o segundo trimestre de 2024. Segundo levantamento da Serasa Experian, 121 solicitações foram registradas por produtores rurais com Perfil Jurídico (PJ), um salto de 40,6% em relação aos três primeiros meses do ano.

Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian, explica que o setor é naturalmente cíclico, alternando entre momentos de expansão e retração. “O aumento dos juros, a queda no valor das commodities e os custos de produção elevados impactaram diretamente produtores que já estavam financeiramente comprometidos. Embora esse cenário tenha prejudicado alguns segmentos e municípios específicos, não podemos dizer que é uma crise generalizada no agro”, comenta Pimenta.

Entre os estados, Minas Gerais se destacou com o maior volume de solicitações de recuperação judicial, somando 31 pedidos. Mato Grosso ficou na segunda posição com 28, seguido por Goiás com 15 registros. No que diz respeito aos setores mais afetados, o cultivo de soja liderou com 53 solicitações, seguido pela criação de bovinos (25) e o plantio de cereais (23). O cultivo de café e a horticultura também figuraram no ranking, embora com menor número de pedidos: 7 e 3, respectivamente.

O estudo da Serasa Experian também revelou que empresas diretamente relacionadas ao agronegócio apresentaram um aumento de 22% nos pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre de 2024, totalizando 94 solicitações. Goiás e São Paulo lideraram esse movimento, com 16 pedidos cada, seguidos por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.





Source link

News

B20: Inclusão e sustentabilidade como centro do debate


Com o lema “Crescimento Inclusivo para um Futuro Sustentável”, o Business 20 (B20), grupo composto por  líderes empresariais e governamentais, se reúne em São Paulo para debater as recomendações a serem propostas ao G20. 

O encontro de dois dias, que acontece até esta sexta-feira, conta com cerca de 1.500 pessoas de diversos países e setores da economia. O B20 tem entre seus objetivos encontrar soluções que também incentivem a produção e a produtividade, com ações que diminuam o desperdício e garantam a segurança alimentar.

“A gente espera que boa parte das nossas recomendações sejam consideradas pelo G20 para que a gente possa ajudar no impulsionamento do desenvolvimento socioeconômico a partir da perspectiva do mundo dos negócios”, destacou Dan Ioschpe, chair do B20 Brasil 2024. 

“Óbvio que essa experiência, essa inteligência adquirida, esse conhecimento absorvido com o B20 vai ser muito útil para esse passo seguinte”,  afirmou Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), órgão coordenador do encontro.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

G20 no Brasil

O G20, grupo composto pelas 19 maiores economias do mundo, além da União Europeia, e agora da União Africana, responde por cerca de 85% do PIB mundial e 75% do comércio internacional. Pela primeira vez, a cúpula de líderes do G20 é presidida pelo Brasil. O evento deve acontecer entre os dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro.

Pequeno produtor para o mundo

Décio Lima está sorrindo. Usa óculos de grau, terno azul escuro, camisa azul claro e gravata listrada.Décio Lima está sorrindo. Usa óculos de grau, terno azul escuro, camisa azul claro e gravata listrada.
Décio Lima, presidente do Sebrae, no B20 Summit. Foto: Fábio Eufrázio.

O Sebrae também esteve presente no B20 Summit, com exposição e degustação de produtos feitos por pequenos empreendedores rurais das cinco regiões do Brasil, como café, doce de leite, bolo de rolo e artesanato. 

Para Décio Lima, presidente do Sebrae, alguns conceitos são fundamentais para a inclusão do pequeno empreendedor no comércio mundial. “Primeiro o conceito da economia globalizada, temos que nos abraçar e interagir. Segundo, uma economia sustentável, que não agrida e não violente o planeta e a natureza. E também do processo da inteligência artificial e da inovação”, ressaltou. 

“Que a gente possa trazer agricultura sustentável e regenerativa em escala, mas também olhando o pequeno produtor, para que a gente possa trazer sempre segurança alimentar, segurança energética e sucesso profissional para as pessoas”, disse Grazielle Parenti, head de Sustentabilidade na Syngenta.



Source link

News

Suínos: cai poder de compra frente ao milho



Após avançar por oito meses consecutivos, o poder de compra de suinocultores paulistas caiu frente ao milho em outubro, conforme apontam levantamentos do Cepea

Segundo este Centro de Pesquisas, a mudança de cenário se deve às recentes e intensas valorizações do cereal no mercado doméstico.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Na parcial deste mês (até o dia 22), o suíno vivo é negociado à média de R$ 8,97/kg na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), tímido aumento de 0,3% em relação a setembro, indicando um equilíbrio entre oferta e demanda. 

No mercado de milho, segundo explica a Equipe Grãos/Cepea, mesmo diante do avanço da semeadura da safra verão e de previsões indicando chuvas na maior parte das regiões produtoras, os preços sobem impulsionados pela retração vendedora e pela necessidade de parte dos compradores recompor os estoques.

O Indicador Esalq/BM&FBovespa (Campinas – SP) registra média de R$ 67,40/saca de 60 kg na parcial de outubro, forte alta de 7,7% frente a setembro.



Source link

News

competitividade cresce frente à bovina, mas cai para suína



Levantamento do Cepea mostra que os preços médios da carne de frango estão avançando neste mês frente ao anterior, enquanto os valores da bovina seguem em forte valorização e os da suína, firmes. 

Com isso, pesquisadores do Cepea indicam que a competitividade da carne de frango tem crescido frente à de boi, mas diminuído em relação à proteína suinícola. 

Nesta parcial de outubro (até o dia 23), a carcaça casada bovina está 13,13 reais/kg mais cara que o frango inteiro resfriado, aumento de 20,3% frente à diferença registrada em setembro.

Vale lembrar que a ampliação na diferença entre os preços desses produtos favorece a competitividade da carne avícola.

Ainda segundo dados do Cepea, o quilo do frango inteiro resfriado é negociado a 5,80 reais/kg abaixo do valor da carcaça especial suína, reduzindo em 3,6% a diferença que era verificada em setembro – neste caso, a competitividade da carne avícola diminui frente à suína à medida que o preço da proteína de frango se aproxima do da suinícola.



Source link

News

‘Cuidado com o umbigo do bezerro é essencial para evitar infecções’, alerta especialista



O manejo adequado de maternidade em bovinos de corte é um ponto crucial para a saúde dos bezerros e para a produtividade das fazendas, tema que tem levado muitos pecuaristas a buscarem treinamentos especializados com foco nos cuidados durante o parto. Durante o programa Raio-X da Pecuária, a coordenadora do grupo de cria do Instituto Desenvolve Pecuária, Elisia Corrêa, destacou a importância desse tipo de capacitação para os produtores e seus colaboradores.

Segundo Corrêa, o Instituto Desenvolve Pecuária, localizado no Rio Grande do Sul, desempenha um papel essencial para os produtores associados, com um grupo que promove troca de informações e suporte técnico. “Nosso grupo auxilia em situações que vão desde a indicação de um técnico até o apoio imediato em casos específicos na fazenda”, explicou Elisia, mencionando que o instituto conecta os pecuaristas com profissionais experientes e técnicos capacitados.

Entre os problemas recorrentes, Corrêa cita a distocia, condição em que o bezerro enfrenta dificuldades durante o parto, o que exige manejo cuidadoso. “Quando isso ocorre, é necessário um acesso técnico cuidadoso e, em alguns casos, o uso de ferramentas específicas. O tratamento do umbigo com iodo é essencial para evitar infecções que podem comprometer a saúde do bezerro”, explicou a coordenadora.

A demanda por treinamentos surgiu após uma pesquisa com associados do grupo de cria, destacando o interesse em capacitação. “Organizamos treinamentos em Pelotas e São Gabriel, onde os colaboradores dos associados puderam participar e aprender técnicas de manejo importantes para o parto,” detalhou.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Para produtores interessados, Corrêa informou que o instituto está aberto a novos participantes e já planeja ampliar os cursos em 2025 com treinamentos mensais sobre diversos temas. “Esses treinamentos valorizam a mão de obra e qualificam o trabalho nas propriedades. Esse investimento fez muitos colaboradores sentirem-se valorizados, um ponto crucial para a eficiência nas fazendas,” concluiu.



Source link

News

a sanção da lei que impacta o acordo



O governador do estado de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil/MT), sancionou, nesta quinta-feira (24), o projeto de lei estadual nº 2256/2023 que elimina incentivos fiscais para empresas signatárias da Moratória da Soja. A nova medida reforça o debate sobre a validade e os efeitos dessa moratória, que tem gerado controvérsias entre produtores rurais.

Assunto em discussão

No último trimestre do ano, a discussão sobre a Moratória da Soja se intensificou, com agricultores que questionam sua legalidade. Eles argumentam que o acordo impede a comercialização de grãos de áreas desmatadas legalmente, o que, segundo eles, contraria o Código Florestal brasileiro e provoca tensões no setor agrícola.

Além das questões legais, surgem preocupações com os impactos socioambientais da moratória. A falta de clareza nas diretrizes levanta dúvidas sobre a sustentabilidade das práticas agrícolas e os efeitos sobre a economia local.

Um novo passo

A Aprosoja MT anuncia a sanção da nova lei, que transforma a aplicação da Moratória da Soja em Mato Grosso. Para a associação, o corte de incentivos fiscais a empresas que abusam de sua posição no mercado é um passo em direção à extinção de um acordo que, segundo eles, afeta negativamente muitas famílias de agricultores.

Embora o governador tenha vetado parcialmente alguns dispositivos da lei, o principal objetivo foi mantido. O inciso I proíbe a concessão de benefícios a empresas que estabelecem compromissos que limitem a expansão agropecuária em áreas não protegidas por leis ambientais específicas. Esse ponto é crucial, pois abrange políticas globais que podem restringir a livre iniciativa no setor.

Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT, enfatizou a vigilância da associação contra quaisquer tentativas de contornar a nova legislação. Ele advertiu as empresas signatárias da Moratória da Soja sobre as consequências de não cumprir os requisitos legais, incluindo a devolução de incentivos fiscais recebidos.

“Não descansaremos enquanto houver um produtor prejudicado pela Moratória da Soja. E enquanto a extinção desse acordo não for alcançada, as tradings também não terão um sono tranquilo. Esse é o nosso compromisso com o setor”, comenta Beber.



Source link

News

Confira como os preços da soja fecharam nesta quinta-feira



Nesta quinta-feira (24), o mercado brasileiro da soja observou uma leve firmeza nos preços nesta quinta-feira, apesar da baixa movimentação nas transações. Segundo dados da Safras & Mercado, a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) registrou alta durante boa parte da sessão, mas o mercado interno seguiu um caminho independente da paridade de exportação.

Os preços se mantiveram estáveis, com algumas negociações pontuais de pagamento alongado, com ofertas alcançando R$ 150,00. O basis apresentou elevação, indicando escassez de produto no mercado.

Preços do grão no Brasil

  • Passo Fundo (RS): R$ 136,00
  • Missões (RS): R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 144,00
  • Cascavel (PR): R$ 141,00
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 146,00
  • Rondonópolis (MT): R$ 143,00
  • Dourados (MS): R$ 142,00
  • Rio Verde (GO): R$ 135,00

Chicago

Os contratos futuros da soja na CBOT fecharam quase estáveis, com quedas no farelo e aumentos no óleo. Após um início de dia com forte alta, impulsionado pela demanda robusta pela soja norte-americana, o mercado começou a perder força, com alguns contratos flertando com o negativo. A ampla oferta global e incertezas relacionadas às eleições nos Estados Unidos, que podem impactar as relações comerciais com a China, também contribuíram para a volatilidade.

As exportações líquidas dos EUA, referentes à temporada 2024/25, totalizaram 2.151.700 toneladas na semana encerrada em 17 de outubro, com a China liderando as importações, totalizando 1.289.200 toneladas. Os analistas esperavam que as exportações variariam entre 1,2 milhão e 2,5 milhões de toneladas, conforme informações do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Além disso, foram reportadas vendas de 198.000 toneladas de soja para destinos desconhecidos para entrega na mesma temporada.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja em grão com entrega em novembro de 2024 fecharam com baixa de 1,25 centavos de dólar por bushel (0,12%), cotados a US$ 9,96 1/4. A posição para janeiro de 2025 ficou estável em US$ 10,05 por bushel. Nos subprodutos, o farelo teve uma perda de US$ 4,60 (1,46%), encerrando a US$ 314,40 por tonelada, enquanto o óleo subiu 0,94 centavo (2,16%), fechando a 44,33 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial teve uma queda de 0,50%, sendo negociado a R$ 5,6623 para venda e a R$ 5,6603 para compra, oscilando entre uma mínima de R$ 5,6618 e uma máxima de R$ 5,7198 durante o dia.



Source link