segunda-feira, agosto 17, 2026

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Variação de até 119% nos preços das carnes é encontrada pelo Procon



Em uma pesquisa realizada na última terça-feira (29), o Procon Tocantins identificou variações significativas nos preços de 35 cortes de carnes em dez estabelecimentos comerciais de Palmas, incluindo sete açougues de supermercados e três casas de carnes.

O item que apresentou a maior variação foi a linguiça calabresa, com uma diferença de 119,17% entre o menor preço, R$ 17,99, e o maior, R$ 38,99.

Em seguida, a costela bovina dianteira registrou uma variação de 107,22%, com preços variando de R$ 13,99 a R$ 28,99. O chambari apresentou uma variação de 85,78%, sendo encontrado entre R$ 13,99 e R$ 25,99.

Carnes suína, de frango e peixes

Entre as carnes de frango, o peito foi o corte com maior variação, de 67,79%, com preços entre R$ 15,49 e R$ 25,99.

Já entre os cortes suínos, o lombo apresentou uma disparidade de 25,94%, sendo comercializado entre R$ 26,99 e R$ 33,99.

Entre os peixes, o pintado foi o item com maior diferença de valores, de 39,30%, com preços variando de R$ 27,99 a R$ 38,99.

“Comparar os preços entre diferentes fornecedores pode resultar em economia significativa para o bolso, permitindo que os consumidores aproveitem descontos e promoções”, destaca o superintendente interino do Procon Tocantins, Magno Silva.

O órgão também orienta que qualquer irregularidade quanto à produção, manuseio, armazenamento ou comercialização das carnes seja denunciada por meio do Disque Procon 151.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima beneficia cinturão do milho na África do Sul



Chuvas intensas em KwaZulu-Natal e Rio Orange beneficiam cana-de-açúcar




Foto: Canva

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as chuvas moderadas a intensas que atingiram a África do Sul recentemente trouxeram uma melhoria na umidade do solo, favorecendo as safras de verão que dependem das chuvas. As precipitações variaram entre 25 e 100 mm em áreas como Mpumalanga, estendendo-se para o sul até a Costa Indiana e avançando a oeste pelo Cabo Oriental.

Em Mpumalanga, onde o plantio das safras de verão já estava em andamento, as chuvas foram especialmente benéficas. As regiões ocidentais e centrais do cinturão do milho, abrangendo o Noroeste, Estado Livre e Gauteng, também receberam volumes consideráveis de precipitações, chegando localmente a 25 mm. Embora as chuvas tenham chegado cedo em algumas áreas mais a oeste, a umidade acumulada ajudará a preparar os campos para o início do plantio, previsto para novembro e dezembro, período tradicional para essas lavouras.

Em KwaZulu-Natal, foram registradas as maiores precipitações da temporada até o momento, alcançando localmente 100 mm. Essas chuvas têm grande importância para o desenvolvimento da cana-de-açúcar. Já na região oeste, precipitações acima de 25 mm ocorreram nas bacias hidrográficas superiores do Rio Orange, o que eventualmente beneficiará as safras irrigadas de verão, especialmente milho e algodão, em áreas mais baixas do rio.

As temperaturas médias nas principais regiões de cultivo de milho mantiveram-se dentro de 1°C da média histórica, com máximas diurnas variando de 20°C em Mpumalanga a 30°C em áreas mais ao norte e oeste.





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Chuvas beneficiam o plantio da soja em Guarapuava (PR); quanto a semeadura já alcançou?



Atualmente, o plantio da soja na região de Guarapuava (PR) alcançou 39% da área total de aproximadamente 315,84 mil hectares. O avanço é atribuído às chuvas regulares, que variaram entre 150 e 180 milímetros durante outubro, responsáveis por favorecer o crescimento da commodity.

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O outro lado

Entretanto, há preocupação com temperaturas abaixo da média, que podem impactar o desempenho da cultura. O plantio deve se estender até o final de novembro, dependendo da colheita das culturas de inverno em alguns municípios. Apesar do bom progresso, interrupções causadas pelas chuvas exigem ajustes no ritmo de trabalho para aproveitar as janelas climáticas favoráveis.

Atualmente, as lavouras estão nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo, com 97% das áreas em boas condições e 3% em condições médias.

As informações são da Safras & Mercado.



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Governo francês segue mobilizado para bloquear acordo UE-Mercosul, diz ministra



O governo francês continua mobilizado para bloquear a ratificação do acordo entre União Europeia e Mercosul, disse a ministra do Comércio do país, Sophie Primas, durante sessão de perguntas de parlamentares ao governo.

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“Se este acordo é bom para o comércio, não é bom para a agricultura e o ambiente”, afirmou ela, notando que é preciso convencer os legisladores europeus de que há outro arranjo possível.



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Infiltração marítima leva chuva ao Sul, mas interior mantém sol e calor



Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (31) em todo o Brasil:

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Sul

A infiltração marítima favorece pancadas de chuva entre o leste de Santa Catarina e do Paraná, e no litoral norte do Rio Grande do Sul. No interior da região e nas demais áreas do estado gaúcho, o sol predomina, com temperaturas mais elevadas.

Sudeste

O tempo instável persiste em boa parte da região. Há previsão de pancadas de chuva com trovoadas entre o Espírito Santo e o centro-norte de Minas Gerais, onde não se descarta chuva forte em alguns períodos do dia. Na metade sul de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e na faixa leste e litoral paulista, são esperadas pancadas de chuva isoladas. No interior de São Paulo e em parte do Triângulo Mineiro, o tempo permanece firme.

Centro-Oeste

O tempo segue firme, com sol entre poucas nuvens em Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Em Mato Grosso e na metade norte de Goiás, o sol aparece entre nuvens e há previsão de chuva a qualquer hora, que pode ser forte, principalmente sobre Mato Grosso. As temperaturas permanecem altas, com sensação de calor, especialmente em Mato Grosso do Sul.

Nordeste

Áreas de instabilidade provocam pancadas de chuva no sul, sudoeste e oeste da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão. No litoral de Pernambuco e da Paraíba pode chover de forma isolada, enquanto nas demais áreas da região o tempo se mantém firme.

Norte

O tempo estará mais fechado, com possibilidade de chuva forte em alguns períodos na metade leste do Amazonas, Rondônia, centro-sul do Pará e em Tocantins. Não há previsão de chuva em Belém, no Pará, e em Macapá, no Amapá.



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Na China, Aprosoja MT fortalece relações para estabelecer novas parcerias de pesquisas



Nesta quarta-feira (30), a delegação da Aprosoja Mato Grosso deu andamento à agenda de compromissos na China, com o compromisso de estreitar parcerias e compartilhar conhecimentos. Os encontros concentraram-se na realização de pesquisas conjuntas sobre as características dos solos e as variações climáticas que impactam a produtividade agrícola em Mato Grosso.

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Agenda da associação

O dia iniciou no Escritório de Assuntos Exteriores e no Departamento de Agricultura de Harbin, um dos principais centros de produção de grãos da China. A delegação foi recebida por Kai Li, do Departamento de Relações Exteriores, e Li Zhijia, vice-diretor do Departamento de Agricultura.

Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT, apresentou a entidade, com destaque às práticas sustentáveis, principais projetos e os desafios no armazenamento de grãos no Brasil. Ele convidou as autoridades chinesas a conhecer os Centros de Tecnologias do Conhecimento do Agronegócio (CTECNOs) para avaliar a qualidade e sustentabilidade do grão brasileiro.

Outro tema discutido foi a proposta de um intercâmbio direto de informações entre Harbin e Mato Grosso sobre dados de produção, já que a fonte atual é o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “Queremos entender como as diferenças climáticas entre Brasil e China impactam a produtividade dos grãos e estamos abertos para parecerias de pesquisas”, afirmou Li Zhijia.

A comitiva também visitou a Jiusan Group, uma das maiores empresas de processamento de soja da China. Liu Yueshu destacou a relevância do Brasil como fornecedor, afirmando que cerca de 70% da soja importada vem do país, devido ao seu alto teor de proteína, essencial para o processamento. Durante a visita, Ge Shufeng sublinhou a importância de conhecer as práticas sustentáveis do Brasil para garantir segurança nas compras.

A agenda incluiu uma visita à Yihai Kerry Arawana Holdings Co, empresa que processa milho, soja, trigo e amendoim. Fernando Ferri, vice-presidente sul da Aprosoja MT, expressou orgulho ao ver a soja mato-grossense processada para o mercado chinês. “É gratificante saber que nossa produção chega à mesa do consumidor no maior mercado do mundo”, ressaltou.

Nathan Belusso, diretor-financeiro da Aprosoja MT, enfatizou a importância de alianças estratégicas para fortalecer o mercado mato-grossense, especialmente em uma província que é um celeiro agrícola da China, onde se concentram muitas indústrias de soja.

Durante a missão, a delegação da Aprosoja MT planeja convidar empresas e cooperativas que investem na China para discutir como podem contribuir para melhorar o sistema de armazenamento das produções no Brasil.



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Como deve ficar o mercado da soja nesta quarta-feira? Confira a análise



O mercado brasileiro da soja deve ter um dia de preços firmes nesta quarta-feira (30). A Bolsa de Mercadorias de Chicago apresenta ganhos moderados, enquanto o dólar segue forte frente ao real, próximo a R$5,80 nesta manhã. Nesse cenário, negócios pontuais devem ser fechados.

Na terça-feira (29), o mercado brasileiro não registrou grandes negócios. Os preços internos ficaram mistos, com algumas praças com firmeza, enquanto a disponibilidade do produto continua escassa e os produtores estão focados no plantio.

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Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): R$ 134,00/saca de 60 kg
  • Missões (RS): R$ 133,00/saca
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 142,00/saca
  • Cascavel (PR): R$ 139,00/saca
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 144,00/saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 147,00/saca (preço anterior de R$ 149,00)
  • Dourados (MS): R$ 140,00/saca
  • Rio Verde (GO): R$ 134,00/saca

Chicago

Os contratos futuros da soja para novembro/24 apresentam alta de 0,28%, a US$ 9,68 por bushel. O mercado tenta uma recuperação técnica após quatro pregões consecutivos de queda, quando foi pressionado pela ampla oferta do grão.

O cenário externo também favorece a correção, com o avanço do petróleo em Nova York e a desaceleração do dólar frente a outras moedas. Além disso, o movimento positivo é reforçado por relatos de redução nas exportações do Brasil, maior exportador global, e pelo aumento das importações europeias.

Câmbio

O dólar comercial opera com alta de 0,35%, a R$5,7827. O Dollar Index registra alta de 0,10%, a 104,290 pontos.

As informações são da Safras & Mercado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Setor lácteo prevê 2025 positivo, mas com desafios


O setor lácteo brasileiro projeta um 2025 positivo, mas com alguns desafios para a manutenção da rentabilidade da atividade no médio prazo. A projeção alicerçada em estudos capitaneados pela Embrapa Gado de Leite foi debatida na manhã desta terça-feira (29/10) entre lideranças do setor industrial e dos produtores gaúchos durante reunião mensal do Conseleite, na sede do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS), em Porto Alegre (RS). 

Em uma apresentação densa e repleta de reflexões que dialogam com a realidade do Rio Grande do Sul, o economista e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, alertou que a estabilidade dos preços do leite vem sendo mantida por um crescimento econômico projetado em 3% do PIB para 2024, sustentado pela expansão do crédito, consumo das famílias e gastos do governo. No entanto, um arrojo maior nos investimentos é necessário para sustentar o desenvolvimento no longo prazo, alerta Carvalho. No setor lácteo, há ameaças reais no horizonte, entre elas, está a falta de competitividade do leite brasileiro frente aos importados, que seguem ingressando no Brasil a taxas crescentes. A apresentação do especialista foi viabilizada por meio de parceria entre o Conseleite, Sindilat/RS e a Fecoagro.

Com produção estagnada, o mercado brasileiro torna-se um prato cheio para a produção externa. De janeiro a setembro de 2024, a importação de lácteos cresceu 6%. Um cenário motivado apenas por questões de mercado uma vez que, enquanto o preço do leite em pó no Brasil é de R$ 27,87, o importado chega ao Brasil a R$ 20,28. “A importação tende a seguir elevada, pois o produto importado está mais competitivo. A medida do governo para limitar a importação tirou o laticínio da jogada, mas as compras seguem via tradings e varejistas”, disse citando também a abertura de um nicho de companhias que vêm operando no porcionamento de produtos para redistribuição no mercado interno. “O que preocupa é que nossa produção está perdendo participação no abastecimento doméstico”, alertou.

O segredo para o equilíbrio está em tornar a produção nacional mais competitiva, reduzindo custos de produção. Um modelo que, segundo o presidente do Sindilat/RS, Guiherme Portella, já foi exitoso ao fundamentar a expansão do setor avícola brasileiro. “Com base na redução de custos por quilo, se conseguiu elevar o consumo interno, expandir produção e, só então, achar o caminho das exportações”, comparou. Segundo ele, a tendência deve estar atrelada à valorização do produtor eficiente, independentemente do tamanho e produção mensal. 

Outra potencialidade indicada pelo pesquisador da Embrapa é a exploração de nichos de maior valor agregado e que trabalhem o consumo dentro da fatia populacional que o Brasil dispõe hoje, com boa parte da população mais velha. Com o baixo crescimento demográfico e com a renda relativamente estagnada na última década, o caminho é explorar potencialidade e funcionalidades, criando demandas em novas faixas de idade e renda. “Aqui temos o papel da inovação e a possibilidade de trabalhar itens diferentes para rendas diferentes. É importante explorar nichos de mercado e inovar, para melhorar as vendas”. 

Segundo ele, a rentabilidade das operações com produtos como leite UHT e queijo muçarela vem reduzindo no tempo, sendo necessários importantes ganhos de eficiência na indústria para manter rentabilidade, citando características intrínsecas do mercado lácteo que o colocam nessa situação, como alta pulverização industrial, baixo poder de negociação e achatamento de margens no setor.

Riscos do clima

Glauco Carvalho apresentou dados que confirmam o impacto dos episódios climáticos na produção brasileira. Segundo ele, as enchentes no Rio Grande do Sul promoveram um declínio imediato de 750 mil litros/dia na bacia leiteira gaúcha no mês de maio. O impacto foi continuado e, apesar do patamar de produção ter se recuperado, verifica-se, no campo, uma difícil retomada. O principal motivo é a falta de comida abundante para acelerar a produção das vacas, o que indica que a coleta a pleno só deve ocorrer em um novo ciclo de produção de forragens.

Os impactos climáticos na produção não se limitaram ao RS. De acordo com dados da Embrapa, no mês de setembro, houve aumentos de até 3°C na temperatura em um cinturão que cruza o Brasil de Sul e Norte. “Isso teve muito impacto na produção nos últimos meses”, salientou o especialista, sinalizando que a situação deve se normalizar no próximo trimestre com temperaturas e precipitações mais próximas da média histórica.  





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chuvas em outubro garantem abertura de floradas



As chuvas ocorridas em importantes regiões produtoras de café em outubro promoveram uma boa florada nas lavouras, melhorando as expectativas de produtores para a safra 2025/26. 

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Segundo pesquisadores do Cepea, o momento agora é de intensificar os tratamentos visando transformar a maior quantidade possível dessas flores em carga para o ano que vem. Para que o pegamento ocorra de forma satisfatória, é fundamental a continuidade das chuvas.

Caso contrário, pesquisadores do Cepea explicam que pode haver o abortamento das flores e dos chumbinhos, acarretando em mais perdas significativas de café na próxima temporada.



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Exportadores dos EUA relatam venda de 273 mil t de milho a destinos não revelados



Exportadores dos Estados Unidos relataram venda de 273.048 toneladas de milho para destinos não revelados, com entrega em 2024/25, informou nesta quarta-feira (30), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O ano comercial 2024/25 começou em 1º de setembro de 2024.

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Os exportadores dos EUA são obrigados a relatar qualquer venda de 100 mil toneladas ou mais de uma commodity feita em um único dia ou vendas de 200 mil toneladas ou mais para um mesmo destino até o dia seguinte.



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