sexta-feira, agosto 14, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo encerra semana com alta



Semana foi marcada por altas nas cotações




Foto: Canva

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a semana finaliza com altas nas cotações do mercado bovino, impulsionadas pela oferta enxuta e pela demanda aquecida, especialmente para o boi China e as categorias de fêmeas. De acordo com análises, o boi comum registrou um acréscimo de R$2,00/@, enquanto a novilha teve uma alta de R$3,00/@. Já a vaca gorda manteve os preços estáveis. As escalas de abate, em grande parte das indústrias, ganharam alívio devido ao feriado, garantindo programação média para uma semana.

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No Norte do Mato Grosso, os preços do boi permaneceram estáveis, mas as fêmeas apresentaram um movimento de alta significativo: R$5,00/@ para vacas e novilhas. Já na região Sudoeste, o boi gordo teve incremento de R$2,00/@, enquanto as cotações de fêmeas permaneceram inalteradas. Nas regiões de Cuiabá e Sudeste de Mato Grosso, os preços seguiram estáveis para todas as categorias.

No Rio Grande do Sul, na região de Pelotas, houve altas pontuais: o boi gordo subiu R$0,10/kg, enquanto a novilha registrou aumento de R$0,20/kg. Já a vaca gorda manteve estabilidade nos preços. Na região Oeste do estado, todas as categorias apresentaram aumento. Tanto o boi gordo quanto a novilha gorda subiram R$0,10/kg, enquanto a vaca gorda registrou alta de R$0,20/kg, conforme apontou o informativo.





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Aprosoja MT conclui primeiras visitas a produtores de soja



A terceira edição da série ‘Mato Grosso Clima e Mercado‘, promovida pela Aprosoja MT, completou sua primeira semana com 3 mil quilômetros rodados, visitando 14 cidades da região norte do estado a fim de conhecer os desafios enfrentados pelos produtores de soja.

Ao longo da jornada, a equipe conversou com 22 produtores do grão, delegados e membros da diretoria da associação, que compartilharam suas realidades e desafios enfrentados nas lavouras. A série está documentando as dificuldades de produção devido ao clima instável, com foco especial na soja e no milho, e na gestão da logística de escoamento.

Cenário da soja e milho

Em Nova Mutum, o produtor Andrey Costa Beber relatou como o atraso das chuvas encurtou em 15 dias a janela ideal para o plantio da safrinha de milho, uma situação que também se repetiu em Lucas do Rio Verde. ”Todo mundo começou mais tarde, porque não havia umidade suficiente para o plantio, e isso trouxe dificuldades na colheita e no transporte da produção”, comentou. O clima irregular também afetou a qualidade e o tempo de colheita em várias outras localidades.

Em Nova Ubiratã, Rodrigo Franzoi de Oliveira, delegado regional e produtor da soja, se mostrou preocupado com o risco crescente de doenças nas lavouras, um fator que pode comprometer a produtividade em toda a região. Já em Sinop, o produtor Jonas Felipe Riffel destacou os altos custos da produção, que pioraram devido ao aumento nos preços dos insumos no ano anterior. “Os preços da soja este ano estão mais justos, o que nos ajudou a nos preparar melhor”, disse, referindo-se à dificuldade do ano passado, quando compraram insumos caros e a soja perdeu valor.

Outro grande desafio compartilhado foi a logística de transporte, especialmente em Marcelândia, onde o delegado Alexandre Falchetti alertou para os problemas relacionados ao escoamento da produção. Atrasos nos prazos de colheita e nas janelas do milho afetam diretamente a capacidade de entrega e armazenamento, impactando toda a cadeia produtiva. Em Terra Nova, o produtor Fernando Bertolin destacou o impacto do atraso das chuvas no planejamento das safras, que diminui a janela de colheita e traz riscos para a qualidade do grão.

A falta de infraestrutura de transporte também foi um tema recorrente nas conversas, como em Paranaíta e Juara, onde a sobrecarga dos armazéns e a escassez de caminhões complicam ainda mais a logística de escoamento. Carina Ossani Kasprzak, delegada e produtora de Juara, alertou que as dificuldades de escoamento podem resultar em grandes perdas de produção.

Em Itanhangá, o delegado João Batista de Souza também mencionou que a falta de armazéns adequados, aliada aos atrasos no descarregamento dos caminhões, provocou perdas significativas de grãos nas lavouras. “Este ano, o plantio começou mais tarde e, com os caminhões demorando até três dias para descarregar, os produtores acabam perdendo grãos devido à paralisação das máquinas na lavoura”, explicou Souza.

Diogo Balistieri, vice-presidente norte da Aprosoja MT, acompanhou as gravações da série e ressaltou a importância da documentação das realidades locais. ”A estiagem foi um problema, mas o grande impacto foi o atraso das chuvas, que afetou diretamente o planejamento da safrinha de milho e a janela de plantio. Este ano, apesar de tudo, a produtividade tende a ser melhor”, afirmou Balistieri, destacando que os relatos de produtores em diferentes regiões ajudam outros a tomar decisões informadas.

A série também tem o objetivo de levar informações valiosas aos produtores. Diogo Balistieri enfatizou que a troca de experiências entre os produtores de diversas regiões vai ajudar a minimizar os impactos de eventos climáticos adversos e a melhorar a gestão das lavouras. ”Com o compartilhamento de informações, todos ganham”, afirmou.

Novas visitas acontecem a partir de segunda-feira (25), com encontros na região leste de Mato Grosso. O município de Campo Verde será o primeiro a ser visitado, onde as condições das lavouras serão novamente analisadas em detalhes.



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Produtores de café firmam negócios em encontro do setor



A Semana Internacional do Café (SIC) 2024, realizada em Belo Horizonte, foi um marco para o setor cafeeiro, que reuniu produtores de diversas regiões do Brasil com compradores de mercados internacionais. O evento, realizado de 20 a 22 de novembro em Belo Horizonte, foi promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg).

O encontro contou com mais de 150 rodadas de negócios, reunindo produtores de café do Brasil e compradores internacionais de países como EUA, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos.

A SIC é um dos maiores eventos de café do Brasil e durante sua realização os produtores puderam apresentar suas qualidades e inovações diretamente aos compradores internacionais. Programas como o Agro.BR e o projeto Cupping e Negócios de Cafés Diferenciados fortaleceram a conexão entre produtores e mercados externos.

Além das rodadas de negócios, os compradores internacionais também visitaram propriedades de café, cooperativas e associações de produtores em Minas Gerais, conhecendo de perto a diversidade e a qualidade da cafeicultura brasileira. A CNA, que atua na representação dos produtores rurais brasileiros, e a Faemg, que apoia os produtores de Minas Gerais, reafirmaram o papel fundamental da feira na promoção da cafeicultura do estado e no fortalecimento da posição do Brasil como líder mundial na produção de café.

A SIC também foi palco para o lançamento de novas oportunidades de negócios, como a Missão Comercial World of Coffee, que ocorrerá em Dubai em fevereiro de 2025. O objetivo é promover o café brasileiro em mercados internacionais, ampliando a visibilidade dos produtores no cenário global.



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Feirão do Pescado terá mais de 100 t de peixes para comercialização


O governo do Amazonas, por meio da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), realizará a primeira edição especial do Feirão do Pescado nos dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro. O evento ocorrerá simultaneamente em dois locais: no Centro Cultural Povos da Amazônia, situado na Bola da Suframa, zona sul e no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola, no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus.

A produção de peixes que será disponibilizada é proveniente da piscicultura dos municípios de Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Presidente Figueiredo, Careiro Castanho, Manacapuru, Iranduba e Manaus. Ao todo, serão comercializadas 119 toneladas, com destaque para espécies como tambaqui, pirarucu e matrinxã. A programação ocorrerá das 5h às 19h na sexta-feira (29) e no sábado (30), e das 5h às 13h no domingo (1º).

Segundo Michelle Bessa, diretora-presidente da ADS conta que a iniciativa está gerando grandes expectativas, tanto entre os consumidores quanto entre os produtores e comerciantes.

“Nosso objetivo é garantir o décimo terceiro salário para piscicultores e feirantes, além de oferecer alimentos frescos e de alta qualidade aos consumidores”, diz.

Foto: Ruth Jucá/ADS

Os consumidores terão a oportunidade de adquirir não apenas peixes frescos, mas também frutas, verduras, farináceos, pimentas e hortaliças. A iniciativa contará com a participação de 40 piscicultores, seis tratadores de peixes e 116 feirantes.

“Vale destacar que os peixes comercializados são criados em tanques de piscicultura, em conformidade com a proibição da pesca em rios e lagos durante este período. Essa medida assegura que os piscicultores possam continuar suas atividades de acordo com as normas ambientais vigentes”, disse Michelle Bessa.

De acordo com Bessa, os peixes disponíveis no Feirão do Pescado são provenientes de tanques de piscicultura, respeitando a proibição de pesca em rios e lagos durante este período. Essa prática garante que a atividade pesqueira permaneça alinhada às normas ambientais vigentes, enquanto mantém a oferta de pescado para a população.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do milho supera expectativa nos EUA



Colheita está quase concluída na China




Foto: Pixabay

A edição de novembro do relatório de monitoramento via satélite do Global Crop Monitor (GEOGLAM) revelou um cenário misto para a safra global de milho, com resultados variando entre rendimentos excepcionais a perdas causadas por condições climáticas adversas.

Nos Estados Unidos, a colheita avança em ritmo acelerado, com resultados excelentes na maior parte do país, exceto em áreas menores na Costa Leste. No Canadá, a colheita está concluída, com rendimentos acima da média nas províncias de Manitoba e Ontário.

Já na União Europeia, o clima quente e seco comprometeu a safra nos países do sudeste, enquanto na Ucrânia e na Federação Russa, os rendimentos também ficaram abaixo da média devido às mesmas condições climáticas.

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Na China, a colheita está quase concluída com boas condições gerais, e na Índia, a safra Kharif avança sob cenário favorável. No México, as chuvas de outubro apoiam o desenvolvimento da safra primavera-verão, mas a seca precoce ainda preocupa os produtores.

No Brasil, a semeadura da safra primavera (estação menor) segue sob condições favoráveis, embora com uma redução na área total semeada em comparação ao ano anterior. Na Argentina, as chuvas de outubro beneficiaram o plantio da safra precoce, que avança em ritmo positivo.

Na África do Sul, a semeadura do milho está atrasada devido ao início tardio das chuvas, o que pode impactar o desenvolvimento inicial da safra, conforme dados do relatório.





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Associação argentina reage à suspensão da carne bovina pelo Carrefour



Em resposta à recente decisão de Alexandre Bompard, CEO global do Carrefour, de suspender a venda de carne bovina proveniente do Mercosul nas lojas da França, a Mesa Argentina de Carne Sustentável (Macs) emitiu uma carta oposta à postura de protecionismo comercial adotada pela rede de supermercados francesa. Segundo a carta, assinada pelo presidente da associação, Carlos David Barrios Baron, a atitude prejudica as relações comerciais e enfraquece os esforços globais por uma pecuária mais sustentável.

No documento, a Macs argumenta que a decisão de Bompard sobre a carne bovina representa um retrocesso em relação ao livre comércio, enfatizando que o protecionismo só gera maior isolamento entre os países. A associação alerta que, quando a xenofobia e o protecionismo aumentam, as nações tendem a se fechar, o que resulta em restrições não apenas comerciais, mas também de mobilidade e liberdade, o que reforça os conflitos e diminui o valor da paz mundial.

O texto destaca que a quantidade de carne do Mercosul exportada para a França é limitada e questiona o impacto dessa decisão nos negócios do Carrefour nos países do Mercosul, como Brasil e Argentina. A associação critica a alegação do Carrefour sobre desigualdade nas condições ambientais, argumentando que as práticas de produção no Mercosul são mais sustentáveis, com o gado criado em pastagens ao ar livre, o que não apenas garante o bem-estar animal, mas também contribui para a captura de carbono.

Outro ponto levantado é que os produtores franceses recebem subsídios estatais para garantir a sustentabilidade econômica de suas atividades, criando desigualdade nas condições de mercado. A Macs acredita que, apesar das diferenças nos modelos de produção, tanto os produtores franceses quanto os do Mercosul têm um longo caminho a percorrer para atingir uma sustentabilidade plena em suas cadeias produtivas.

A organização alerta contra o uso da sustentabilidade como justificativa para o protecionismo comercial, destacando que essa abordagem prejudica o trabalho coletivo dos pecuaristas em nível global, comprometendo os esforços para avançar em direção a uma pecuária mais sustentável. Para a Macs, embora a sustentabilidade deva ser um objetivo comum, medidas como a do Carrefour ameaçam o progresso do setor agrícola mundial, indo contra os esforços dos pecuaristas para melhorar suas práticas e alcançar o mais alto nível de sustentabilidade.



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Instalação de espelhos ajuda na reprodução de flamingos em parque no Pará


A equipe técnica do Mangal das Garças, em Belém (PA), adotou uma estratégia de instalar espelhos para estimular a reprodução de flamingos no Parque Zoobotânico Mangal das Garças. Fixados às margens do Lago Cavername, os espelhos criam a ilusão de um bando maior, condição essencial para que as aves, que em habitat natural precisam de cerca de 30 indivíduos para se sentirem seguras, iniciem o acasalamento, construam ninhos e depositem ovos.

Com o intuito de aumentar o grupo de flamingos do parque, que atualmente conta com exemplares de duas espécies, a equipe técnica do Mangal adota algumas medidas como o oferecimento de rações mais proteícas e a construção de ninhos de lama que imitam os encontrados na natureza. Recentemente, a nova técnica realizada com a instalação de espelhos no recinto dessas aves tem despertado a curiosidade dos visitantes.

O biólogo do Mangal, Basílio Guerreiro, conta que métodos semelhantes já foram aplicados em outros zoológicos brasileiros, com resultados promissores.

“A estratégia é simples: simular a percepção de que há duplicação da quantidade de indivíduos, e já que temos 17 animais, o grupo entenderá que há 34, provocando uma sensação de segurança e proteção da futura prole. A mesma técnica já foi aplicada em diversos zoológicos do Brasil e obteve bastante sucesso”, afirma Guerreiro.

Foto: divulgação Agência Pará

Existem seis espécies de flamingos, aves pertencem à família Phoenicopteridae e que naturalmente vivem em bandos bastante numerosos – há registros de grupos compostos de um milhão de indivíduos. Viver em grandes populações garante um maior conforto para essas espécies, principalmente em se tratando de proteção contra predadores.

“Essa também é uma técnica de enriquecimento ambiental, na qual buscamos estimular os comportamentos e as habilidades naturais dos animais, criando ambientes parecidos com o habitat natural deles”, diz o biólogo.

O Mangal das Garças é administrado pela Organização Social Pará 2000, sendo um espaço de conservação do meio ambiente, com uma diversificada fauna e flora. O parque funciona de terça a domingo, com entrada gratuita.

*sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Mapa reforça inclusão financeira no setor agrícola e rural



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) esteve presente em Buenos Aires, nesta semana, no seminário ‘Inclusão Financeira Agrícola e Rural’, evento promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e pela Bolsa de Cereales. O seminário reuniu especialistas, autoridades e representantes do setor agrícola para discutir o aprimoramento do acesso ao crédito agrícola e as políticas públicas necessárias para impulsionar a inclusão financeira no campo.

Durante o evento, o Mapa participou do painel “Inovação e Experiências da Região Sul para Ampliar o Acesso ao Crédito Agrícola: Linha de Trabalho e Coordenação Público-Privada”, com a participação do secretário adjunto de Política Agrícola, Wilson Vaz. O secretário destacou as políticas agrícolas brasileiras e enfatizou a importância da parceria entre o governo e o setor privado para melhorar a oferta de crédito rural e garantir a sustentabilidade do agronegócio.

Wilson Vaz também fez uma apresentação detalhada sobre o Plano Safra, uma das principais ferramentas de financiamento agrícola do Brasil, que tem mais de 60 anos de história e, nos últimos 34 anos, tem sido estruturado pelo governo federal para apoiar a produção rural.

Para a safra 2024/2025, o Plano Safra destinou R$400,59 bilhões para financiamento de produtores de médio e grande porte, um aumento de 10% em relação à safra anterior, refletindo o compromisso do governo em fortalecer o setor agrícola brasileiro.

Além das discussões sobre o Plano Safra, o seminário abordou temas cruciais como as finanças rurais e agrícolas, os desafios enfrentados pelos médios produtores para acessar crédito, a necessidade de mais investimentos no setor agropecuário e a inclusão financeira para os pequenos produtores.

O evento também destacou a importância de se criar um ambiente mais inclusivo para o pequeno e médio produtor rural, que ainda enfrenta dificuldades no acesso a linhas de crédito adequadas às suas necessidades.



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Vaca nelore bate recorde e se torna a mais valorizada do mundo: R$ 24 milhões



A vaca nelore Carina FIV do Kado, de quase três anos de idade, bateu um novo recorde de valorização da raça nesta sexta-feira (22). No leilão Cataratas Collection, realizado em Foz do Iguaçu (PR), a matriz teve 25% de sua propriedade vendida à Nelore Syagri por R$ 6,015 milhões, alcançando assim a valorização total de mais de R$ 24 milhões, um recorde mundial.

O leilão Cataratas Collection foi promovido por Roberto Bavaresco, da RS Agropecuária e pela família Paulo Marques e Fabiana Marques, da Casa Branca Agropastoril.

O lance final da venda da porcentagem de Carina chegou a R$ 200.500 de parcela, com um total de 30 parcelas, cinco duplas e vinte iguais mensais.

A Nelore Syagri adquirindo a matriz por um valor que surpreendeu até os mais experientes do mercado. Além disso, essa aquisição demonstra a crescente valorização das matrizes no mercado de genética, com foco na obtenção de animais com alto valor genético, que são capazes de passar características superiores para as próximas gerações, garantindo maior produtividade e qualidade na carne produzida.

O leilão Cataratas Collection tem mais uma etapa neste sábado (23), a partir das 18h, com transmissão pelo Lance Rural e Canal do Criador.



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Você viu? Área de exploração mineral na Bahia será leiloada



O Serviço Geológico do Brasil (SGB) anunciou que realizará o leilão de uma área mineral na Bahia, com um volume estimado de 245 milhões de toneladas de minério diamantífero. Localizado no município de Gentio do Ouro, na Chapada Diamantina, o espaço possui um depósito de diamantes com um total de 1,8 milhão de quilates. O projeto, denominado Diamante de Santo Inácio, abrange cinco áreas de mineração e cobre 2.400 hectares – o equivalente a 3.429 campos de futebol.

Segundo o SGB, os estudos recentes apontam que o teor de diamantes na região é de 0,58 cpht. A oferta será realizada no dia 27 de novembro, a partir das 9h, em Brasília, na sala Plenária da ANM, com o apoio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República. Empresas brasileiras e estrangeiras, entidades de previdência complementar e fundos de investimento podem participar individualmente ou em consórcio do leilão.

Valdir Silveira, diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB, destacou que o leilão representa uma oportunidade de negócio promissora, principalmente devido ao histórico de produção diamantífera da região. O leilão da área mineral na Bahia será formalizado por meio de um contrato de Promessa de Cessão de Direitos Minerários, que será assinado após o evento pelos representantes da entidade vencedora.



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