quinta-feira, agosto 6, 2026

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Nova gestão Trump provoca reações do mercado de açúcar



Ainda assim, o cenário para o açúcar continua equilibrado



Os preços do açúcar, que começaram a semana em baixa, registraram uma recuperação
Os preços do açúcar, que começaram a semana em baixa, registraram uma recuperação – Foto: Pixabay

Segundo Lívea Coda, coordenadora de Inteligência de Mercado da Hedgepoint, a postura mais branda de Donald Trump em relação às tarifas comerciais tem causado impactos significativos na economia global, incluindo uma queda de 1,7% no índice do dólar. Essa desvalorização do dólar tem favorecido as moedas emergentes, incluindo o real brasileiro (BRL), que se valorizou devido à entrada de capital estrangeiro e às prioridades econômicas de 2025 apresentadas pelo governo federal. Esse movimento está refletindo diretamente nas negociações de commodities, como o açúcar.

Os preços do açúcar, que começaram a semana em baixa, registraram uma recuperação devido a fatores técnicos e ao fortalecimento do Real, fechando em 19 c/lb na sexta-feira, 24. Esse aumento foi impulsionado pela expectativa de uma demanda aquecida para o Ramadã e pela oferta limitada de açúcar no Brasil até a safra 2025/2026, que ajudaram a sustentar os preços no curto prazo. Entretanto, a previsão para o longo prazo indica que o mercado de açúcar ainda segue uma tendência baixista, com a expectativa de um excesso de oferta devido às boas condições climáticas que favorecem o desenvolvimento da safra brasileira de açúcar para 2025/2026.

Ainda assim, o cenário para o açúcar continua equilibrado no primeiro trimestre de 2025, com uma demanda projetada por motivos sazonais, mas o excesso de oferta no futuro próximo pode resultar em pressões sobre os preços, especialmente se o clima continuar favorável ao Brasil, maior produtor mundial da commodity. A postura de Trump e suas políticas comerciais terão um papel importante na definição dos fluxos comerciais e dos preços das commodities nos próximos meses.

 





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Cão farejador Léo se aposenta após quase uma década protegendo o agro


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) comemorou nesta quarta-feira (29) a aposentadoria do cão farejador Léo. O labrador, do Centro Nacional de Cães de Detecção (CNCD) da Secretaria de Defesa Agropecuária, foi pioneiro no programa de cães de detecção e atuou por quase uma década no Aeroporto Internacional de Brasília, inspecionando bagagens e impedindo a entrada de produtos de risco à agropecuária nacional.

cão farejador Léo se aposentacão farejador Léo se aposenta
Foto: Mapa

A solenidade para celebrar sua aposentadoria ocorreu no Batalhão da Guarda Presidencial, em Brasília, e contou com a participação de outros 24 cães de diversas instituições que também se aposentaram. A cerimônia teve como objetivo homenagear os cães que dedicaram suas vidas ao serviço público brasileiro.

“Após quase uma década de dedicação e serviço exemplar, Léo poderá agora desfrutar de um merecido descanso. Seu brinquedo favorito sempre foi a bolinha de tênis, e agora ele terá tempo de sobra para se divertir”, afirmou Romero Teixeira, chefe do CNCD e primeiro operador e treinador de Léo, que agora o adotará. “Compartilharemos uma nova fase da vida, ele merece toda a felicidade do mundo”.

Foto: Mapa

Durante sua carreira, Léo participou de importantes operações como a fiscalização da Cruzex em 2018 e o reforço na segurança do Aeroporto Internacional do Galeão (RJ). O labrador foi responsável pela apreensão de toneladas de produtos irregulares, como carnes sem controle sanitário, frutas exóticas e materiais com pragas.

A cerimônia de aposentadoria também buscou reconhecer o trabalho dos operadores e destacar a importância do CNCD na formação de Equipes K9 que atuam em portos, aeroportos e fronteiras do país.

O CNCD continuará investindo na formação de novos cães farejadores para garantir a excelência dos serviços de inspeção e a proteção da agropecuária nacional. A experiência de Léo serve de inspiração para as futuras gerações de cães de detecção e seus operadores.

Foto: Mapa



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Se Trump taxar produtos brasileiros, haverá reciprocidade do Brasil, diz Lula



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta quinta-feira (30), que, se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, taxar produtos importados do Brasil, haverá reciprocidade.

“Se ele taxar os produtos brasileiros, haverá reciprocidade do Brasil em taxar os produtos que são importados dos Estados Unidos. Não há nenhuma dificuldade”, disse em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto.

Trump tem dito que vai taxar todos os produtos que os Estados Unidos importaram, e o Brasil pode entrar na lista de afetados.

“Eu quero respeitar os Estados Unidos e quero que o Trump respeite o Brasil. Se isso acontecer, está de bom tamanho”, afirmou o presidente.

E destacou: “Da minha parte, o que eu quero é melhorar a relação com os Estados Unidos, exportar mais se for necessário, importar mais se for necessário, e manter nossa relação de 200 anos”.

Lula disse que “não há nenhum interesse agora”, nem dele nem de Trump, em um telefonema ou encontro. “Essas conversas só acontecem quando você tem interesse, tem alguma coisa para tratar”, afirmou.

Ele disse que um encontro pode acontecer na Organização das Nações Unidas (ONU) “se ele não desistir da ONU também”.

E acrescentou o presidente brasileiro: “Esse negócio de descumprir o Acordo de Paris, dizer que não vai dar dinheiro para OMS, é uma regressão à civilização humana.”



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A cada ano se usa mais defensivos agrícolas



Mato Grosso e Rondônia lideram entre os estados que mais utilizaram defensivos



Os defensivos foram amplamente utilizados em herbicidas (45%)
Os defensivos foram amplamente utilizados em herbicidas (45%) – Foto: Divulgação

Dados da AgroReceita Receituário Agronômico Inteligente mostram que, entre janeiro e setembro de 2024, o Brasil registrou um aumento de 10,9% nas áreas tratadas com defensivos agrícolas, ultrapassando a marca de 1 bilhão de hectares. Essa expansão foi impulsionada, principalmente, pelos cultivos de soja (35%), milho (27%) e algodão (12%), que enfrentaram desafios no controle de doenças agrícolas, plantas daninhas e pragas como cigarrinha-do-milho, mosca-branca, lagartas e bicudo-do-algodoeiro.  

Os defensivos foram amplamente utilizados em herbicidas (45%), seguidos por inseticidas (26%), fungicidas (20%), tratamentos de sementes (1%) e outros produtos (9%). Apesar do aumento em áreas tratadas, o mercado totalizou US$ 11 bilhões em vendas, registrando uma queda de 4,7% em relação ao mesmo período de 2023. O recuo pode ser atribuído a fatores como oscilações cambiais, maior competitividade nos preços e a adoção de práticas mais eficientes que reduziram o volume necessário de aplicação.  

Mato Grosso e Rondônia lideram entre os estados que mais utilizaram defensivos, concentrando 29% do mercado, seguidos por São Paulo e Minas Gerais, que juntos somam 19%. O cenário destaca a importância dos defensivos no manejo de pragas e na preservação da produtividade agrícola, ao mesmo tempo que reflete desafios econômicos para o setor.  

Para os profissionais que desejam prescrever defensivos de forma prática e segura, a AgroReceita disponibiliza uma plataforma com um banco de dados atualizado das bulas dos produtos registrados pelo Ministério da Agricultura. A ferramenta facilita a escolha do defensivo ideal para cada cultura, alvo ou problema, otimizando o processo de decisão no campo.  

 





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Chuvas em MT causam perdas que chegam a 50% na soja 



O mês de janeiro de 2025 tem sido desafiador para os produtores de soja no norte de MT. As chuvas intensas e constantes têm provocado perdas nas lavouras, com os grãos sendo afetados pela alta umidade, brotação prematura e germinação. Estima-se que as perdas cheguem a 20%, e a situação pode piorar, caso as condições climáticas não melhorem.

A falta de luminosidade, devido aos dias consecutivos de chuva, está dificultando a fotossíntese e comprometendo o peso do grão, o que pode impactar a produtividade final da safra. A situação é ainda mais crítica em relação ao controle de pragas, como a infestação de mosca branca, que também está atrasada devido às dificuldades de aplicação de defensivos.

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Além das perdas nas lavouras, os produtores enfrentam um grande obstáculo com a infraestrutura da MT 322, principal via de escoamento da produção. Em diversos trechos, a estrada está intransitável, comprometendo o transporte da soja para os armazéns. A falta de pavimentação intensifica o problema, com o acúmulo de água dificultando o tráfego de caminhões e causando grandes atrasos no escoamento da safra.

A situação se torna cada vez mais difícil para os sojicultores, que estão trabalhando em turnos para tentar salvar o que ainda é possível da colheita. Em algumas propriedades, a colheita já teve início, mas as condições climáticas adversas continuam a prejudicar o avanço do processo. Diante desse cenário, a busca por soluções para melhorar a infraestrutura da estrada e reduzir as perdas nas lavouras se torna urgente, uma vez que os prejuízos já são consideráveis.



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Pesca do camarão está proibida na costa Sul e Sudeste do Brasil



Já está em vigor e segue até o dia 30 de abril o período de defeso do camarão na costa dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande de Sul. Nessa época está proibido a captura das espécies camarão-rosa, camarão sete-barbas, camarão-branco, santana ou vermelho e barba-ruça.

O defeso é uma pausa temporária na pesca para proteger o período de reprodução e crescimento do camarão, garantindo a preservação e a continuidade da espécie. Segundo a regra, a captura do animal é permitida em áreas de estuários (locais onde há a mistura da água doce do rio com a água salgada do mar). Mas é necessário comprovar que o produto foi pescado em áreas estuarinas para poder comercializá-lo.

A norma segue a portaria da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP) e do Ministério da Agricultura (Mapa) n° 656, publicada em março de 2022 e da portaria do Ministério do Meio Ambiente n° 16, de dezembro de 2024.



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volatilidade e oferta restrita pressionam preços



A comercialização da safra 2024/25 está acima da média histórica



“Os preços dos grãos brasileiros subiram no mercado internacional devido à maior demanda e oferta restrita"
“Os preços dos grãos brasileiros subiram no mercado internacional devido à maior demanda e oferta restrita” – Foto: Divulgação

Os preços do café seguem voláteis devido a fatores macroeconômicos e preocupações com a oferta restrita, especialmente no Brasil, conforme análise de Laleska Moda, da Hedgepoint. Na segunda-feira (27), o contrato de arábica para março de 2025 voltou a se aproximar de 350 c/lb, refletindo essa instabilidade no mercado futuro. A incerteza econômica global e as condições de oferta continuam influenciando os movimentos de preços.  

A comercialização da safra 2024/25 está acima da média histórica, o que limita a disponibilidade de grãos brasileiros até a próxima temporada. Além disso, os estoques globais seguem baixos, e a oferta restrita em outras regiões tem elevado os diferenciais pagos pelo café brasileiro. Esse cenário reforça a percepção de um mercado mais apertado, sustentando os preços em patamares elevados.  

Tanto o arábica quanto o robusta enfrentam restrições na oferta, mas o arábica tem registrado ganhos mais expressivos, ampliando a arbitragem entre as variedades. Essa valorização pode estimular um aumento na demanda pelo robusta como alternativa mais acessível ao arábica nos próximos meses, à medida que compradores buscam otimizar custos.  

“Os preços dos grãos brasileiros subiram no mercado internacional devido à maior demanda e oferta restrita. Diferenciais de preços do arábica e conilon estão acima da média de 5 anos. O conilon teve um aumento significativo na última semana, influenciado pela redução da oferta vietnamita. Entretanto, o spread entre arábica e conilon no Brasil atingiu níveis elevados desde o fim de 2024, refletindo a alta mais expressiva do arábica em função das preocupações com oferta limitada”, avalia Laleska.

 





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Caçadores de búfalos são alvo de operação da PF



A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (30) a Operação Provérbios 11:17, com o objetivo de coibir a prática da caça ilegal de búfalos que se tornaram selvagens, em Goiás, com o uso de armas de fogo de grosso calibre. Segundo a instituição, as imagens dos crimes eram compartilhadas nas redes sociais “visando satisfação e promoção pessoal”.

Policiais Federais estão cumprindo cinco mandados judiciais de busca e apreensão em Jataí e numa fazenda localizada na zona rural do município de Serranópolis.

De acordo com a PF, nesta etapa, a operação visa a apreensão de armas de fogo, munições e seus respectivos acessórios, além de elementos que possam provar o crime.

No comunicado, a PF informa que os investigados podem responder pela prática dos crimes de posse ilegal de arma de fogo, caça de animais asselvajados, maus-tratos de animais e associação criminosa, com penas até 12 anos de reclusão.



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A Abertura da Colheita da Soja acontece na próxima semana!



A Abertura Nacional da Colheita da Soja safra 2024/2025 será realizada na próxima sexta-feira, 7 de fevereiro, a partir das 8h30 (horário de Brasília), no município de Santa Carmem. O evento reúne as Associações de Produtores de todo o Brasil e, nesta edição, será sediado em Mato Grosso em comemoração aos 20 anos da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT). O evento começa com um café especial, além de almoço e um grande show.

O vice-presidente leste da entidade, Ilson Redivo, destacou a relevância do encontro para o setor. ”É importante a participação de todos, porque esse evento destaca a importância da cultura da soja para o Brasil e para o estado de Mato Grosso. Nós conclamamos todos os produtores a participarem”, disse.

Redivo, também presidente do Sindicato Rural de Sinop, destacou que o evento contará com painéis sobre Sustentabilidade, COP 30, Biocombustíveis e Alimentos. Ele mencionou a presença de Aldo Rebelo, do deputado Arnaldo Jardim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, de Daniel Vargas, Fabrício Rosa da Aprosoja Brasil e presidentes das Aprosojas de diversos estados.

Fazenda Esperança: o palco do evento

A Abertura vai acontecer na Fazenda Esperança, do produtor Invaldo Weis, que contou como estão os preparativos. ”Eu me sinto privilegiado em receber esse evento na minha propriedade e eu acho que é um privilégio não só para mim, mas para toda a região e principalmente para o município de Santa Carmem.

As inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/25 são gratuitas e estão abertas. Além da programação técnica e de debates estratégicos para o setor, o evento será uma oportunidade de troca de experiências entre produtores, especialistas e representantes do agro e será transmitido pelo Canal Rural Brasil. Para participar, os interessados podem se inscrever.



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Vassoura-de-bruxa da mandioca é detectada e Brasil declara emergência fitossanitária



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) declarou estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de surto da praga quarentenária Rhizoctonia theobromae (Ceratobasidium theobromae), conhecida como vassoura-de-bruxa, nos estados do Amapá e do Pará. A declaração, publicada hoje (30) através da Portaria n° 769, valerá por um ano, visa reforçar as medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga para outras áreas de cultivo.

Com a publicação da Portaria será estabelecido um Comando Nacional de emergenciais, compostos por várias instituições públicas federais, estaduais e municipais, além da iniciativa privada, para tratar das ações necessárias no enfrentamento a esta praga.

“Esta é uma medida que demonstra o reconhecimento do tema por parte do Mapa. Durante a vigência do estado de emergência fitossanitária, todas as ações necessárias para erradicar a praga e evitar sua disseminação para outras áreas produtivas poderão ser adotadas com mais agilidade, tanto em nível federal quanto estadual”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

A “vassoura-de-bruxa” da mandioca foi detectada pela Embrapa Amapá nos plantios em terras indígenas de Oiapoque, em agosto de 2024. O Mapa informou que a doença é uma praga quarentenária ausente que tem potencial de provocar prejuízos econômicos. Até então, a praga não estava presente no território nacional.

Sintomas da doença

Plantas atacadas pela doença ficam com ramos secos e deformados, nanismo e proliferação de brotos fracos e finos nos caules. Com a evolução da doença, é comum a ocorrência de clorose, murcha e seca das folhas, morte apical e morte descendente das plantas.

Já a dispersão pode ocorrer por meio de material vegetal infectado, ferramentas de poda, além de possível movimentação de solo e água. A movimentação de plantas e produtos agrícolas entre regiões também pode facilitar a dispersão do patógeno, aumentando o risco de infecção em novas áreas.

Ações

Ontem (29), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, representantes da Embrapa e equipe técnica dos dois ministérios, estiveram reunidos para debater as ações de defesa fitossanitária para diminuir os impactos da nova doença.

“Nós temos o melhor sistema de defesa agropecuária do mundo e trataremos essa situação com a máxima seriedade e agilidade”, pontuou o ministro Fávaro.

Desde a confirmação oficial da presença da praga no país, uma força-tarefa do Mapa, Embrapa, Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do estado do Amapá (Diagro) e o Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap) estão atuando no estado do Amapá, realizando varredura na área considerada de novos riscos de detecção de novos focos da praga e aplicação de medidas de contenção nos focos identificados.

Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária.



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