segunda-feira, agosto 17, 2026

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Exportações de DDGS dos EUA crescem 15%


No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%



No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%
No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% – Foto: José Fernando Ogura/AEN

As exportações de grãos secos de destilaria dos EUA com solúveis (DDGS) cresceram 15% no acumulado do ano, alcançando o nível mais alto desde 2018, conforme o Relatório de Transporte de Grãos do USDA, divulgado em 22 de agosto. Esse aumento foi impulsionado pela forte produção de etanol e pela alta demanda dos seis maiores compradores. As exportações em contêineres se destacaram, subindo 34% em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto as remessas a granel enfrentaram dificuldades logísticas.

No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% em relação ao ano anterior, totalizando 10 milhões de toneladas. As exportações alcançaram pouco menos de 6 milhões de toneladas, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior e 9% acima da média dos últimos três anos. México, Coreia do Sul, Indonésia, Vietnã, Canadá e Turquia, os seis maiores compradores, responderam por 65% do total exportado. Exceto pela Turquia, que registrou uma queda de 10%, as exportações aumentaram para todos esses países, com destaque para a Indonésia (37%) e México (26%), seguidos por Coreia (18%), Vietnã (15%) e Canadá (6%).

Embora as compras da China de DDGS dos EUA não tenham sido suficientes para colocá-la entre os principais compradores, o país também aumentou substancialmente suas aquisições. No ano passado, a China renovou por mais cinco anos os direitos antidumping e compensatórios sobre DDGS dos EUA. Apesar dessa medida, as compras chinesas cresceram 33% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo o maior nível desde 2021, e representaram 3% das exportações totais de DDGS dos EUA no acumulado do ano. Fontes da indústria de ração na China afirmaram preferir o DDGS dos EUA pela qualidade superior, alto teor de proteína e preços competitivos, segundo o USDA.
 





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Semeato apresenta novas máquinas para potencializar a agricultura de precisão na Expointer 2024


Na Expointer 2024, que ocorre entre 24 de agosto e 01 de setembro em Esteio, Rio Grande do Sul, a Semeato, uma das empresas pioneiras no desenvolvimento de equipamentos para o Sistema de Plantio Direto (SPD) no Brasil, lançará uma série de novidades em sua linha de produtos.

Destaques para plantadeira articulada Sol Quarantatre, com rodado de transporte e reservatórios com grande capacidade em carga de semente e fertilizante, aumentando a autonomia no plantio. Disponível em nove modelos, a máquina é capaz de semear grãos com precisão mesmo em terrenos com desníveis, trabalhando com 10 a 21 linhas e espaçamento de 45 cm. O design inovador do chassi, com uma articulação que pode chegar a 30°, permite que a plantadeira mantenha pressão e profundidade durante a semeadura. Esta plantadeira articulada também disponível nos espaçamentos de 50 cm.

Outro grande e esperado lançamento é o rodado de transporte com acionamento hidráulico para o modelo SSM 41, se somará com a máquina já reconhecida por sua qualidade, durabilidade e tecnologia a comodidade de através de um controle no trator em poucos segundos, a máquina passa da posição de trabalho para a posição de transporte com a largura de 3,75 metros facilitando o deslocamento do produto.

Seguindo os lançamentos a empresa trará para pequenos e médios produtores na Expointer a inovação da SHM, a máquina líder de vendas na linha Mais Alimentos surpreendendo a todos com toda tecnologia embarcada de uma gigante, entre elas o SMARTFLOW, SEMEDRIVE, INTELLICONTROL, ISOBUS, VACUUM SYSTEM e limitadores e compactadores com fácil regulagem.

A Semeato também exibirá outras tecnologias inovadoras, como o Smartflow®, um sistema de roscas dosadoras de alto desempenho que mantém a continuidade do fluxo de fertilizante com fácil e simples manutenção dispensando lubrificação no sistema mesmo em terrenos com relevo irregular. Além disso, o Semedrive®?, um sistema de transmissão autocompensador que proporciona uma distância homogênea entre as sementes distribuídas, garantindo consistência no plantio. Esse sistema utiliza eixos de transmissão rígidos que se articulam entre si por meio de caixas de transmissão, garantindo segurança e durabilidade, ao mesmo tempo em que dispensa lubrificações periódicas.

Para a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato, a Expointer 2024 é uma excelente oportunidade para o produtor conhecer essas inovações do setor e entender como a tecnologia das máquinas agrícolas está transformando a agricultura brasileira, tornando-a mais produtiva e sustentável.

“A Expointer é a tradição gaúcha para apresentarmos todas as inovações das indústrias aos agricultores de todo o país, a última grande feira do ano no calendário nacional, proporciona a proximidade com nossos clientes. Este ano será uma feira diferente onde todos estamos nos unindo para mostrar a força do nosso estado, nossa indústria e da nossa agricultura” ressalta a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato.





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Queimadas foram causadas por condições climáticas raras e despreparo, diz especialista à CNN


As recentes queimadas que assolaram o Brasil foram resultado de uma combinação incomum de condições climáticas extremas e falta de preparo dos agricultores, segundo Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio.

Em entrevista ao WW, o especialista detalhou os fatores que contribuíram para a propagação dos incêndios em larga escala.

De acordo com Carvalho, o cenário propício para as queimadas foi criado por uma seca prolongada, aliada a temperaturas excepcionalmente elevadas.

“Havia, digamos, condições para, obviamente, aquilo poder ser um barril de pólvora”, explicou o presidente da associação.

Setor canavieiro: o mais afetado

O setor canavieiro, que foi o mais atingido pelas queimadas, normalmente está mais preparado para o controle de incêndios, uma vez que situações similares já ocorreram em anos anteriores.

No entanto, a magnitude dos eventos recentes superou a capacidade de resposta.

Carvalho destacou um momento crítico: “Às 13h30, na sexta-feira, começam a estourar focos, mais de 20 focos de cara e que vão se alastrando”.

A rápida propagação, impulsionada por ventos fortíssimos, dificultou significativamente os esforços de controle.

Despreparo frente a condições extremas

O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio enfatizou que a conjugação de fatores climáticos extremos com uma estrutura despreparada para lidar com problemas dessa magnitude resultou na situação calamitosa observada.

“É uma conjugação, digamos assim, de uma situação climática extrema, vamos dizer assim, juntamente com uma estrutura que não estava preparada para esse tamanho de problema”, concluiu Carvalho.

A análise do especialista sugere a necessidade de uma revisão nas estratégias de prevenção e combate a incêndios no setor agrícola, especialmente diante das mudanças climáticas que podem tornar eventos extremos mais frequentes no futuro.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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semana inicia com nova alta nos preços em meio a encurtamento nas escalas de abate



O mercado físico do boi gordo iniciou a semana apresentando preços mais altos. A alta foi sentida em vários estaques, mas Rondônia e São Paulo tiveram destaque. O mercado rondoniense finalmente rompeu a barreira dos R$ 200 por arroba a prazo de forma consistente, enquanto o físico paulista passa a conviver com negociações mais rotineiras acima dos R$ 240 reais. Os frigoríficos, em especial os de menor porte, ainda encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate, o que justifica o recente comportamento. Já as indústrias que contam com animais de parceria (contratos a termo), ainda se deparam com uma posição mais confortável em suas escalas, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

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Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 240,83, na modalidade à prazo. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 232,68 para a arroba do boi gordo. Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 231,76. No Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 240,55. No Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 216,01.

Atacado

O mercado atacadista apresentou alta em seus preços. Segundo Iglesias, há ótimo potencial para reajustes durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo

O quarto traseiro foi precificado a R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,50. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,50 por quilo.

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 730,315 milhões em agosto (17 dias úteis), com média diária de US$ 42,959 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 164,042 mil toneladas, com média diária de 9,649 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.452,0.

Em relação a agosto de 2023, há alta de 18,2% no valor médio diário da exportação, ganho de 19,8% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 1,3% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,4891 para venda e a R$ 5,4871 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4730 e a máxima de R$ 5,5126.



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Especialista sobre queimadas à CNN: Não para por aqui, tempo seco deve durar até novembro


As queimadas que assolaram o interior do Brasil na última semana, consumindo milhares de hectares, devem persistir até novembro, segundo alerta de especialistas.

O cenário preocupante foi destacado por Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, em entrevista ao WW.

De acordo com Carvalho, a combinação de tempo seco e ventos fortes tem sido o principal fator para a rápida disseminação do fogo.

“O problema é quando se faz isso, num ambiente de clima de ventos muito fortes, de uma situação que veio de seca mais geada, portanto tudo muito seco, tudo com palha”, explicou o especialista.

Prejuízos bilionários e suspeitas de incêndios criminosos

Os dados oficiais já apontam prejuízos na casa de um bilhão de reais devido às queimadas. Enquanto isso, as autoridades investigam a possibilidade de incêndios criminosos.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, já se pronunciou sobre o assunto, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou não haver relação direta entre os casos.

Carvalho ressaltou que, historicamente, há casos de pessoas que, por inconformidade ou irresponsabilidade, ateiam fogo em áreas verdes.

“Há muitos exemplos de outros anos, já se prendeu muita gente inconformada com alguma coisa que acaba numa irresponsabilidade total, ateando fogo”, afirmou.

Medidas preventivas e monitoramento constante

Diante da previsão de que as condições climáticas adversas persistam até novembro, o especialista enfatizou a importância de manter vigilância constante.

“O governador e toda a estrutura que foi montada no chamado gabinete de crise devem estar absolutamente ligados para os próximos dias ou próximas semanas”, alertou Carvalho.

A situação exige atenção redobrada das autoridades e da população, especialmente considerando que o período de seca deve se estender pelos próximos meses, aumentando o risco de novos incêndios e agravando os danos ambientais e econômicos já registrados.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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movimento é moderado no Brasil na segunda-feira; preços ficam de estáveis a mais altos



O mercado brasileiro de soja teve movimento moderado nesta segunda-feira (26). Os preços ficaram de estáveis a mais altos nas principais praças de comercialização. O mercado se descolou da paridade de exportação. A necessidade de compras da soja disponível melhorou os preços ofertados. A Bolsa de Chicago subiu e o dólar teve efeito praticamente neutro.

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Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 126,00. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 125,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço se manteve em R$ 131,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, a saca subiu de R$ 127,00 para R$ 128,00. No porto de Paranaguá (PR), o preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 133,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00. Em Dourados (MS), o preço estabilizou em R$ 120,00. a saca. Já em Rio Verde (GO), a saca avançou de R$ 125,00 para R$ 125,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em alta. Com o mercado sobrevendido, os agentes aproveitaram a forte alta do petróleo – em meio a tensões renovadas no Oriente Médio – e a projeção de clima seco para o final do desenvolvimento das lavouras no Meio Oeste para esboçar uma recuperação técnica.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 411.165 toneladas na semana encerrada no dia 22 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 405.628 toneladas.

A safra norte-americana de soja deverá totalizar 4,74 bilhões de bushels em 2024, com produtividade média de 54,9 bushels por acre. A previsão foi divulgada na sexta pela Pro Farmer, após a realização da sua tradicional crop tour.

A estimativa de produção indicada ficou acima do projetado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu mais recente relatório, de 4,589 bilhões de bushels. O USDA trabalha com rendimento de 53,2 bushels por acre.

Hoje, o USDA divulgará os dados de condições das lavouras e o mercado projeta uma queda de 68% para 67% no número de lavouras entre boas e excelentes condições.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 7,75 centavos de dólar, ou 0,79%, a US$ 9,80 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,98 1/4 por bushel, com ganho de 7,50 centavos ou 0,75%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 3,70 ou 1,21% a US$ 308,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,75 centavos de dólar, com alta de 0,37 centavo ou 0,91%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,4891 para venda e a R$ 5,4871 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4730 e a máxima de R$ 5,5126.



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Aeroporto Salgado Filho recebe R$ 426 milhões para reconstrução


Processo agora segue para o Ministério de Portos e Aeroportos




Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou uma medida cautelar nesta sexta-feira (203.08), para viabilizar a reconstrução do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). A decisão autoriza uma recomposição financeira de R$ 426 milhões, atendendo parcialmente a uma solicitação da Concessionária Fraport, responsável pela gestão do terminal.

Segundo dados da Anac, o montante foi definido como resposta à situação de calamidade pública que atingiu o Rio Grande do Sul em maio deste ano, impactando gravemente as operações do aeroporto. A Fraport havia solicitado um reequilíbrio financeiro total de R$ 925,1 milhões, mas a Anac aprovou R$ 362 milhões destinados à reconstrução e mais R$ 64 milhões para a manutenção das atividades operacionais durante as obras.

O processo agora segue para o Ministério de Portos e Aeroportos, que será responsável pelas providências necessárias para a liberação dos créditos extraordinários. O Tribunal de Contas da União (TCU) também acompanhará a execução dos recursos. Os valores serão repassados de forma parcelada, conforme a necessidade dos gastos for comprovada.

A revisão do contrato de concessão entre a Fraport e o poder concedente está em andamento e poderá resultar na confirmação, revogação ou ajuste dos valores aprovados. Caso o reequilíbrio financeiro seja menor do que o solicitado, a concessionária deverá devolver a diferença ao Poder Público. A medida cautelar é parte dos esforços para garantir a continuidade das operações aeroportuárias em Porto Alegre e manter o atendimento aos usuários do transporte aéreo no estado.





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Solução para as queimadas veio da integração entre os setores público e privado, diz especialista à CNN


A integração entre os setores público e privado foi fundamental para conter as queimadas que atingiram o interior do Brasil na última semana, segundo Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio.

Em entrevista ao WW, o especialista destacou a importância da cooperação na resolução do problema. Carvalho enfatizou a criação de um gabinete de crise, que reuniu esforços do governo e da iniciativa privada.

“Foi a montagem de um gabinete com a palavra mágica que é integração, que é a palavra que mais falta no Brasil. Uma integração público-privada”, afirmou.

O setor canavieiro desempenhou um papel crucial nessa operação, disponibilizando recursos significativos para o combate aos incêndios.

“O setor todo canaveiro colocou os seus 1.500 caminhões-pipa, 10 mil brigadeiros, aeronaves”, revelou Carvalho, demonstrando a magnitude da mobilização.

Ação governamental e resultados positivos

O governo estadual também teve participação ativa, convocando o Exército e ativando os Planos de Auxílio Mútuo (PAMs) nos municípios afetados.

Essa sinergia entre as forças públicas e privadas resultou em uma resposta rápida e eficaz à crise.

Carvalho observou que os resultados positivos já são visíveis: “Hoje já está tudo mais acalmado, quer dizer, por ações efetivas e integradas público-privada”.

No entanto, o especialista ressaltou que ainda há uma “falta enorme de coordenação no país” em situações similares.

Agronegócio e os desafios climáticos

Quando questionado sobre o papel do agronegócio diante dos extremos climáticos, Carvalho reconheceu que o setor é tanto vítima quanto parte do problema.

Ele destacou os eventos climáticos recentes que afetaram diferentes regiões do país: “As chuvas demasiado no sul, a seca demasiado no centro-oeste, que de alguma forma tem a ver com essa lógica de La Niña ao El Niño da questão climática global”.

O presidente da associação também apontou a vulnerabilidade do agronegócio às mudanças climáticas, descrevendo-o como uma “indústria a céu aberto”.

Carvalho enfatizou que o clima representa o principal risco para o setor, especialmente em um país onde o seguro rural ainda é incipiente.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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Angus lança novos cortes de carne premium de cruzamento com raças leiteiras na Expointer



Nesta segunda-feira (26), às 19h, o Programa Carne Angus Certificada apresentou seus novos cortes de carne premium, resultado do cruzamento entre angus e matrizes leiteiras das raças holandês e jersey. O lançamento ocorre na casa da Associação Brasileira de Angus, durante a 47ª Expointer, em Esteio, Rio Grande do Sul.

O novo modelo de produção, conhecido como Beef on Dairy, já é uma tendência bem-sucedida nos Estados Unidos e agora chega ao Brasil. A prática envolve o cruzamento de vacas leiteiras com touros de raças de corte, resultando em uma carne de alta qualidade com excelente marmoreio, ideal para atender a demanda por carnes premium no mercado global. “O resultado é uma carne de qualidade, com ótimo marmoreio, muito utilizada para atender as exportações norte-americanas de carne premium“, explica Ana Doralina, gerente do Programa Carne Angus Certificada.

A Cooperativa CooperAliança, localizada em Guarapuava, Paraná, e frigorífico parceiro do programa, é pioneira na produção dos primeiros cortes desse cruzamento no Brasil. “Este ano começamos a receber este tipo de animal para abate e tivemos uma grata surpresa. Os animais fruto do acasalamento com o touro Angus, manejados intensivamente desde o nascimento, produzem carne de extrema qualidade”, destaca Robson Ueno, gerente de fomento da CooperAliança.

O programa mantém seus rigorosos padrões de qualidade para certificar os novos cortes de carne Angus, garantindo que as carcaças atendam aos mesmos critérios já estabelecidos. “Estamos apenas qualificando esses animais, mas as exigências de padrão de carcaça são iguais e muito criteriosas”, reforça Doralina.

Além de ampliar a oferta de carne premium no mercado, o cruzamento traz vantagens tanto para os produtores de Angus quanto para os criadores de Holandês e Jersey. Para os primeiros, há uma nova oportunidade de mercado para a venda de sêmen de touros Angus. Já para os segundos, o modelo oferece uma forma de diversificação de renda, especialmente relevante diante das margens reduzidas na comercialização de leite.

Sobre o Programa Carne Angus Certificada

Coordenado pela Associação Brasileira de Angus, o programa incentiva há 21 anos a melhoria genética, qualidade, padronização e sustentabilidade na produção de carne. Reconhecida mundialmente, a carne Angus é exportada para 41 países, com um aumento de 7,8% nas exportações no primeiro semestre de 2024, alcançando 1,3 mil toneladas. Entre os principais compradores estão China, Chile, Holanda e Arábia Saudita, além de novos mercados como Maldivas, Aruba, Senegal, Iraque, Turquemenistão e Geórgia.

Atualmente, o programa envolve 53 frigoríficos de 26 indústrias parceiras, contabilizando mais de 5,8 milhões de animais Angus abatidos e 27 mil produtores participantes em 12 estados brasileiros.



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Risco de incêndio aumenta em São Paulo nos próximos dias


A Defesa Civil estadual divulgou os mapas de risco para incêndio no estado para os próximos dias. Segundo a previsão do órgão, o risco para incêndio que já configurava situação de alerta em 48 cidades do interior passará para situação de emergência até o próximo sábado (31), na maior parte do estado.

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A piora das condições começará na região de Ribeirão Preto, onde as aulas foram suspensas nesta segunda-feira (26), na rede municipal, devido à fuligem acumulada pelas queimadas nos últimos dias. A situação de Emergência atingirá a área da cidade de Campinas e ficará a menos de 80 quilômetros do norte e do oeste da Região Metropolitana de São Paulo.

Gabinete de crise

A piora na seca e o aumento dos focos de incêndio no final da semana passada levou à constituição de um gabinete de crise estadual, para coordenar mais de 7 mil trabalhadores, entre bombeiros e membros das Forças Armadas e civis.

Atuam na região três helicópteros da Polícia Militar, uma aeronave KC-390 e dois helicópteros da Força Aérea Brasileira e cerca de 30 veículos pesados, além de drones, usados principalmente para debelar incêndios na Área de Proteção Ambiental (APA) de Ibitinga, e de equipamentos e equipes cedidos pela iniciativa privada.

Segundo a Defesa Civil, no momento não há nenhum foco ativo de incêndio no estado. Dentre as vítimas das queimadas, houve 66 feridos nos municípios de Ribeirão Preto e Barretos, além de dois brigadistas mortos, na cidade de Urupês, em um acidente com caminhão durante o combate às chamas, na Usina Santa Isabel.

Prisões

A Secretaria de Segurança Pública do estado confirmou três prisões. Na manhã de sábado (24), a Polícia Militar deteve um idoso, de 76 anos, após ele atear fogo em lixo, em uma área de mata no Jardim Maracanã, em São José do Rio Preto.

Na manhã de domingo (25), na cidade de Batatais, um homem de 42 anos foi flagrado ateando fogo em uma área de mata. Segundo a Polícia Militar, ele disse aos policiais que faz parte de uma facção e chegou a gravar um vídeo comemorando o ato criminoso. Os policiais apreenderam uma garrafa com gasolina e um isqueiro com ele, que tem passagens por roubo, furto, homicídio e posse de droga.

Hoje, na cidade de Guaraci, na região de Barretos, foi preso um homem de 26 anos em flagrante por atear fogo em vários pontos de um canavial localizado próximo à área urbana. Com ele, foram apreendidos dois isqueiros.

Além dessas prisões, a Polícia Militar Ambiental aplicou mais de R$ 15 mil em multas a dois homens, em Porto Ferreira, por incêndio para limpeza de vegetação em Área de Preservação Permanente. Foram registrados seis autos de infração ambiental.



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