domingo, agosto 16, 2026

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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o Ibovespa segue surpreendendo. Nossa bolsa subiu quase 1% e quebrou mais um recorde de fechamento, em quase 137 mil pontos.

Dessa vez a alta foi puxada pelas commodities, principalmente o petróleo. Para hoje, foco na divulgação do IPCA-15.



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G20 em Mato Grosso reúne líderes mundiais para debater segurança alimentar e clima



Rico em produção de grãos e fibra, batendo recordes de safras a cada ano e detentor do
maior rebanho bovino do país, com mais de 34 milhões de cabeças, Mato Grosso foi eleito o
local perfeito para sediar, entre 10 e 13 de setembro, os debates do G20 Agro no Brasil. Na pauta, assuntos como práticas sustentáveis na agricultura, segurança alimentar e inovações agrícolas.

O encontro será em Chapada dos Guimarães, município a cerca de 67 quilômetros da
capital Cuiabá e detentor de belas cachoeiras e paisagens naturais.

“Se Mato Grosso fosse um país, seria o terceiro maior produtor de soja do mundo. Conversei
com o presidente Lula e ele nos autorizou a fazer o encontro no estado com os ministros da
Agricultura do G20 para debater os avanços da agropecuária mundial. Será um grande evento
para mostrar a força e a sustentabilidade da nossa agropecuária”, diz o ministro da
Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, sobre a escolha do estado.

Entre as principais pautas do GT Agricultura a serem debatidas em Mato Grosso, conforme o
Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), estão a sustentabilidade nos sistemas
agroalimentares em seus múltiplos aspectos e a ampliação da contribuição do comércio internacional para a segurança alimentar e nutricional.

Também estão na pauta o reconhecimento do papel essencial da agricultura familiar,
camponeses, povos indígenas e comunidades tradicionais para sistemas alimentares
sustentáveis, saudáveis e inclusivos e a promoção da integração sustentável da pesca e
aquicultura nas cadeias sociais locais e globais.

O G20 reúne os países com as maiores economias do mundo. Os encontros dos Estados-
membros são anuais e visam discutir iniciativas econômicas, políticas e sociais. O Brasil integra o GT Agricultura desde sua criação em 2011.

Para o ministro Carlos Fávaro, o encontro com os representantes da agropecuária das principais economias do mundo trará oportunidades econômicas para o Brasil.

“Isso vai fortalecer nossa relação comercial e gerar oportunidades. O resultado disso é negócio acontecendo, o que gera emprego para a nossa economia”.

Números que falam por si só

Mato Grosso possui 903.357 quilômetros quadrados de extensão territorial e abriga os biomas
do Cerrado, Amazônia e Pantanal.

É cortado por seis rodovias federais, sendo a BR-163 a principal via de escoamento ligando o
norte e o sul do estado aos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR) e Miritituba (PA). Além de
rodovias estaduais, como a MT-130 e 170, que servem de espinha dorsal e acesso às federais.

Quando o assunto são grãos, o estado responde por quase 30% da produção brasileira. Na safra 2023/24, entre soja e milho, apontam os dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontam para algo em torno de 86,5 milhões de toneladas entre soja e milho; já em pluma de algodão são 2,6 milhões de toneladas. Sem contar as produções de gergelim, feijão, arroz e girassol.

Além de preservar cerca de 63% do seu território, o estado ainda preza pela sustentabilidade
com rígidas normas ambientais.

E quando se fala em sustentabilidade, Mato Grosso é líder, inclusive, na produção de
biocombustíveis, principalmente etanol de milho. Nesta temporada, das cerca de 15,85 milhões de toneladas de milho previstas para serem consumidas dentro do estado, 11,69 milhões de toneladas, ou seja, 73,74% possuem como destino as usinas de etanol de milho, segundo o Imea.

Para a safra 2024/25, a previsão é que no Brasil sejam produzidos 7,7 bilhões de litros de etanol de milho, de acordo com projeções recentes do Instituto. O volume representa uma alta de 22% em comparação à safra passada. Em Mato Grosso, a produção deverá alcançar 5,2 bilhões de litros.

Fórum Internacional antecede agenda do G20 Agro

No dia 9 de setembro, o Canal Rural promove em Cuiabá o Fórum Internacional da
Agropecuária (Fiap 2024). O evento antecede a agenda do Grupo de Trabalho G20 Agro, que reunirá autoridades dos 20 países do bloco e mais dez países convidados

O fórum, que acontecerá no espaço Cenarium Rural, aproveitará a presença de autoridades
internacionais no estado para apresentar o agro brasileiro, com uma análise profunda das últimas décadas, destacando a adoção de novas tecnologias, a abertura de mercados e as
práticas sustentáveis.

Entre as autoridades confirmadas estão o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro; os ex-
ministros Roberto Rodrigues, Aldo Rebelo e Blairo Maggi; a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá; e o ministro encarregado de Negócios da União Europeia, Jean-Pierre Bou.

Presidente do Canal Rural, Julio Cargnino afirma que o objetivo do evento é “mostrar como o
país passou de importador a um dos maiores exportadores de alimentos do mundo e líder em
diversos setores”.

“Queremos estabelecer um diálogo com os nossos principais parceiros comerciais internacionais e mostrar ao mundo como o Brasil está endereçando a sua estratégia de futuro no agronegócio”, ressalta Cargnino.

O Fiap 2024 tem o apoio da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Senar-MT, Federação de Agricultura de Mato Grosso (Famato), Confederação Nacional da Indústria (CNI), CropLife, Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte (Fapcen) e Azul Linhas Aéreas, além do patrocínio da JBS.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo e cevada registram queda na qualidade devido a geadas e seca


A colheita de cevada começou de forma tímida




Foto: Pixabay

O novo relatório de Condições de Tempo e Cultivo, trouxe atualizações preocupantes sobre o impacto das geadas e da estiagem nas lavouras do estado. As lavouras de trigo em condições ruins aumentaram de 16% para 19%, enquanto as que estão em condições médias passaram de 21% para 25% da área cultivada. Com isso, as lavouras em boas condições agora representam 56% da área total, uma queda de 7 pontos percentuais em relação à semana anterior, o que equivale a aproximadamente 70 mil hectares reclassificados. Grande parte dessa deterioração se deve às geadas que atingiram o Sudoeste do estado, mas a estiagem em outras regiões também contribuiu para a piora, ainda que de forma menos expressiva. Até o momento, apenas 3% da área plantada foi colhida, com baixas produtividades em função dos danos causados pela seca, que continua a afetar as lavouras plantadas mais precocemente, conforme as informações divulgadas no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 16 a 22 de agosto, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com o boletim, os números de safra, que serão atualizados no dia 29 deste mês, devem oferecer uma visão mais clara das perdas provocadas pela estiagem. No entanto, os danos causados pela geada de 13 de agosto ainda não estão totalmente refletidos nos dados atuais. A preocupação aumenta com a previsão de uma nova frente fria que pode impactar novamente as lavouras de trigo no estado.

Segundo Boletim de Conjuntura Agropecuária, a cultura da cevada também sofreu pioras, especialmente nos Campos Gerais, onde a seca foi o principal fator de deterioração. As lavouras em boas condições caíram de 84% para 77% da área total. A colheita de cevada começou de forma tímida, e as produtividades iniciais indicam que os resultados poderiam ter sido melhores se o regime de chuvas tivesse sido mais regular.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Colheita de milho do Brasil entra na reta final, diz Pátria AgroNegócios


Logotipo Reuters

SÃO PAULO (Reuters) – A colheita da segunda safra brasileira atingiu 94,2% da área total cultivada na safra 2023/24, entrando na reta final à frente dos índices registrados nos últimos anos, em meio ao tempo seco e um plantio precoce, de acordo com levantamento da consultoria Pátria AgroNegócios.

Em 2023, nesta época, o total colhido chegava a 82,76%, em 2022 era de 89,22%, e na média dos últimos cinco anos foi de 86,81% para este período do ano, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira.

“A colheita já em reta final, praticamente encerrada nos principais Estados produtores. Restam ainda áreas a serem colhidas principalmente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo”, disse o diretor da consultoria Matheus Pereira, em nota.

(Por Roberto Samora)

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Calculadora auxilia na diminuição de emissão de GEE na pecuária de corte



A Embrapa Pecuária Sul (RS) apresenta, na 47ª edição da Expointer, a CarbonGado, uma calculadora inovadora que auxilia na estimativa e mitigação da emissão de gases de efeito estufa do rebanho bovino de corte, com base nos índices zootécnicos da propriedade pecuária.

O desenvolvimento do app web foi realizado pela Embrapa, a partir de um algoritmo elaborado em parceria com a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) para sistemas pecuários de ciclo completo. Esse modelo estabelece a conexão entre os indicadores das fazendas e as emissões de gases. A iniciativa visa qualificar o potencial de sustentabilidade da pecuária brasileira, oferecendo ao setor produtivo mecanismos de controle, avaliação e aprimoramento da atividade.

Segundo o pesquisador Vinicius Lampert, responsável pelo trabalho, o objetivo da CarbonGado é estimar a pegada de carbono dos bovinos, em sistemas de ciclo completo para a pecuária de corte, a partir de informações disponíveis dentro das fazendas. “Uma das vantagens do uso da nova calculadora é a capacidade de identificar quais indicadores zootécnicos possuem maior potencial para mitigar a emissão de gases em cada fazenda de ciclo completo avaliada, como, por exemplo, o impacto do aumento da taxa de desmame na redução da intensidade da emissão de gases”, destaca Lampert.

Entram no cálculo fatores como a taxa de desmame, idade de abate, idade de acasalamento, mortalidade, peso, categorias de animais das diferentes épocas do ano, suplementação usada, tipos e qualidade das pastagens usadas na propriedade e uso ou não de adubação nitrogenada, entre outros.

“Assim, a partir da combinação dessas informações, a calculadora CarbonGado consegue estimar, primeiramente, a produtividade da propriedade, e, a partir desse indicador, calcula a emissão de CO2 equivalente por quilo de peso bovino produzido, oferecendo ao produtor uma referência para avaliação dos pontos que podem ser melhorados”, explica Lampert.

A ferramenta é mais uma estratégia disponibilizada ao setor produtivo para aferir índices de sustentabilidade da atividade. Estudos prévios da Embrapa já demonstram que a pecuária tem grande potencial para mitigar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a melhoria do desempenho de sua produção e, assim, apresentar um balanço favorável de carbono, a partir do bom manejo dos rebanhos e da função que as pastagens cumprem na geração de matéria orgânica e fixação de carbono.

A Embrapa Pecuária Sul, em parceria com as associações das raças Angus, Charolês
e Hereford e Braford, também realiza provas de desempenho, visando selecionar animais mais eficientes na conversão alimentar e que emitam menos metano por quilo de carne produzida.


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Volume de fretes no país sobe 14% no 1º semestre, aponta plataforma


O volume de fretes rodoviários realizados no Brasil cresceu 13,9% no primeiro semestre de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior, apontam dados da plataforma Frete.com.

A plataforma online de transporte de cargas da América do Sul aponta que foram registrados 4,8 milhões de fretes entre janeiro e junho deste ano.

Todos os setores analisados pela plataforma registraram alta, com a mais expressiva vindo da construção civil (19,3%). O agronegócio registrou aumento de 13,7%, enquanto o transporte de produtos industrializados teve alta de 7,2%.

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“O período de 2020 a 2022 apresentou uma distorção no volume de frete transportado por causa do efeito Covid. Por um lado, 2020 e 2021 foram anos de menor atividade no transporte de cargas rodoviário, e em contraste, 2022 foi um ano atípico como resultado de volume represado de cargas durante o período do Covid”, aponta Federico Vega, CEO da Frete.com.

“Em 2023, o volume de carga volta à normalidade e é mais comparável com o nível pré-Covid. Já em 2024, o incremento no volume de cargas transportadas se explica principalmente pelo bom desempenho do agro e pela oferta e demanda”, explica.

A alta vista no semestre deixa para trás um momento de estabilidade visto nos três primeiros meses do ano, quando os fretes tiveram alta de 0,5%.

“Percebemos que o agronegócio teve bastante dificuldade no início de 2024, por conta de chuvas torrenciais que afetaram diversos estados do Sul e Sudeste, além de ondas de calor que atingiram diversas regiões do país, fazendo com que houvesse uma quebra na produção”, afirma Vega.

“Porém, de outro lado, os fretes da construção civil e produtos industrializados ajudaram a manter a estabilidade no trimestre”, conclui o CEO da plataforma.

Cimento e construção civil

A pesquisa destaca a alta observada nos fretes de cimento, que subiram 34,1% no período. O produto representa 62% dos fretes do setor de construção civil registrados na Frete.com.

“O Sindicato Nacional da Indústria do Cimento [SNIC] divulgou que o setor produziu 30,6 milhões de toneladas de cimento no primeiro semestre de 2024, um crescimento de 1,2% em relação ao mesmo período de 2023. Isso demonstra que, mesmo com um cenário econômico incerto, com juros altos e endividamento de famílias, o setor de construção civil não parou de crescer e deve continuar desta forma nos próximos meses”, comenta Vega.

América do Sul lidera com rotas aéreas mais turbulentas no mundo



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Geada abaixa as temperaturas no Sul; confira a previsão do tempo de hoje


frio
Foto: Mycchel Legnaghi

Veja como fica o clima nesta terça-feira (27) em todas as regiões:

Sul

  • Geada prevista no sul do Paraná, meio-oeste, norte e sul de Santa Catarina, Serra e Vales do Rio Grande do Sul, e na Campanha gaúcha.
  • Dia de sol em toda a região, mas com temperaturas baixas à tarde.
  • Possibilidade de garoa pela manhã no leste do Rio Grande do Sul.
  • Capitais com tempo firme e ar voltando a ficar mais seco no norte do Paraná.

Sudeste

  • Amanhecer frio, com risco de geada pontual no sul de Minas Gerais e no Vale do Paraíba, em São Paulo.
  • Possibilidade de geada pontual em Campos do Jordão.
  • Chuva fraca pela manhã no litoral paulista, Rio de Janeiro e Zona da Mata devido à umidade transportada pela circulação atmosférica.
  • Dia de sol, temperaturas mais amenas em São Paulo e Rio de Janeiro, sem previsão de chuva.
  • Tempo firme nas demais áreas.

Centro-Oeste

  • Amanhecer um pouco mais frio no sul de Mato Grosso do Sul e em cidades do sul de Mato Grosso.
  • Com a presença do sol, as temperaturas máximas devem subir ao longo do dia.
  • Dia de sol, céu praticamente sem nuvens e umidade do ar voltando a níveis baixos.
  • Sem previsão de chuva em toda a região.

Nordeste

  • Frente fria alcança o litoral sul da Bahia, aumentando a quantidade de nuvens em Porto Seguro e no extremo sul baiano, com chance de pancadas de chuva a qualquer momento.
  • Sol com chuva passageira em Salvador, Recife e Maceió.
  • Chuva em forma de pancadas à tarde no norte e litoral do Maranhão.
  • Tempo firme, seco e calor nas demais áreas.

Norte

  • Muitas nuvens e possibilidade de chuva a qualquer momento no noroeste do Amazonas e no oeste de Roraima.
  • Dia abafado com sol, calor e pancadas de chuva à tarde em Manaus, Macapá e Belém.
  • Tempo firme no Tocantins, Rondônia e no Acre.

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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de DDGS dos EUA crescem 15%


No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%



No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%
No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% – Foto: José Fernando Ogura/AEN

As exportações de grãos secos de destilaria dos EUA com solúveis (DDGS) cresceram 15% no acumulado do ano, alcançando o nível mais alto desde 2018, conforme o Relatório de Transporte de Grãos do USDA, divulgado em 22 de agosto. Esse aumento foi impulsionado pela forte produção de etanol e pela alta demanda dos seis maiores compradores. As exportações em contêineres se destacaram, subindo 34% em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto as remessas a granel enfrentaram dificuldades logísticas.

No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% em relação ao ano anterior, totalizando 10 milhões de toneladas. As exportações alcançaram pouco menos de 6 milhões de toneladas, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior e 9% acima da média dos últimos três anos. México, Coreia do Sul, Indonésia, Vietnã, Canadá e Turquia, os seis maiores compradores, responderam por 65% do total exportado. Exceto pela Turquia, que registrou uma queda de 10%, as exportações aumentaram para todos esses países, com destaque para a Indonésia (37%) e México (26%), seguidos por Coreia (18%), Vietnã (15%) e Canadá (6%).

Embora as compras da China de DDGS dos EUA não tenham sido suficientes para colocá-la entre os principais compradores, o país também aumentou substancialmente suas aquisições. No ano passado, a China renovou por mais cinco anos os direitos antidumping e compensatórios sobre DDGS dos EUA. Apesar dessa medida, as compras chinesas cresceram 33% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo o maior nível desde 2021, e representaram 3% das exportações totais de DDGS dos EUA no acumulado do ano. Fontes da indústria de ração na China afirmaram preferir o DDGS dos EUA pela qualidade superior, alto teor de proteína e preços competitivos, segundo o USDA.
 





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AgroNewsPolítica & Agro

Semeato apresenta novas máquinas para potencializar a agricultura de precisão na Expointer 2024


Na Expointer 2024, que ocorre entre 24 de agosto e 01 de setembro em Esteio, Rio Grande do Sul, a Semeato, uma das empresas pioneiras no desenvolvimento de equipamentos para o Sistema de Plantio Direto (SPD) no Brasil, lançará uma série de novidades em sua linha de produtos.

Destaques para plantadeira articulada Sol Quarantatre, com rodado de transporte e reservatórios com grande capacidade em carga de semente e fertilizante, aumentando a autonomia no plantio. Disponível em nove modelos, a máquina é capaz de semear grãos com precisão mesmo em terrenos com desníveis, trabalhando com 10 a 21 linhas e espaçamento de 45 cm. O design inovador do chassi, com uma articulação que pode chegar a 30°, permite que a plantadeira mantenha pressão e profundidade durante a semeadura. Esta plantadeira articulada também disponível nos espaçamentos de 50 cm.

Outro grande e esperado lançamento é o rodado de transporte com acionamento hidráulico para o modelo SSM 41, se somará com a máquina já reconhecida por sua qualidade, durabilidade e tecnologia a comodidade de através de um controle no trator em poucos segundos, a máquina passa da posição de trabalho para a posição de transporte com a largura de 3,75 metros facilitando o deslocamento do produto.

Seguindo os lançamentos a empresa trará para pequenos e médios produtores na Expointer a inovação da SHM, a máquina líder de vendas na linha Mais Alimentos surpreendendo a todos com toda tecnologia embarcada de uma gigante, entre elas o SMARTFLOW, SEMEDRIVE, INTELLICONTROL, ISOBUS, VACUUM SYSTEM e limitadores e compactadores com fácil regulagem.

A Semeato também exibirá outras tecnologias inovadoras, como o Smartflow®, um sistema de roscas dosadoras de alto desempenho que mantém a continuidade do fluxo de fertilizante com fácil e simples manutenção dispensando lubrificação no sistema mesmo em terrenos com relevo irregular. Além disso, o Semedrive®?, um sistema de transmissão autocompensador que proporciona uma distância homogênea entre as sementes distribuídas, garantindo consistência no plantio. Esse sistema utiliza eixos de transmissão rígidos que se articulam entre si por meio de caixas de transmissão, garantindo segurança e durabilidade, ao mesmo tempo em que dispensa lubrificações periódicas.

Para a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato, a Expointer 2024 é uma excelente oportunidade para o produtor conhecer essas inovações do setor e entender como a tecnologia das máquinas agrícolas está transformando a agricultura brasileira, tornando-a mais produtiva e sustentável.

“A Expointer é a tradição gaúcha para apresentarmos todas as inovações das indústrias aos agricultores de todo o país, a última grande feira do ano no calendário nacional, proporciona a proximidade com nossos clientes. Este ano será uma feira diferente onde todos estamos nos unindo para mostrar a força do nosso estado, nossa indústria e da nossa agricultura” ressalta a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato.





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Queimadas foram causadas por condições climáticas raras e despreparo, diz especialista à CNN


As recentes queimadas que assolaram o Brasil foram resultado de uma combinação incomum de condições climáticas extremas e falta de preparo dos agricultores, segundo Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio.

Em entrevista ao WW, o especialista detalhou os fatores que contribuíram para a propagação dos incêndios em larga escala.

De acordo com Carvalho, o cenário propício para as queimadas foi criado por uma seca prolongada, aliada a temperaturas excepcionalmente elevadas.

“Havia, digamos, condições para, obviamente, aquilo poder ser um barril de pólvora”, explicou o presidente da associação.

Setor canavieiro: o mais afetado

O setor canavieiro, que foi o mais atingido pelas queimadas, normalmente está mais preparado para o controle de incêndios, uma vez que situações similares já ocorreram em anos anteriores.

No entanto, a magnitude dos eventos recentes superou a capacidade de resposta.

Carvalho destacou um momento crítico: “Às 13h30, na sexta-feira, começam a estourar focos, mais de 20 focos de cara e que vão se alastrando”.

A rápida propagação, impulsionada por ventos fortíssimos, dificultou significativamente os esforços de controle.

Despreparo frente a condições extremas

O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio enfatizou que a conjugação de fatores climáticos extremos com uma estrutura despreparada para lidar com problemas dessa magnitude resultou na situação calamitosa observada.

“É uma conjugação, digamos assim, de uma situação climática extrema, vamos dizer assim, juntamente com uma estrutura que não estava preparada para esse tamanho de problema”, concluiu Carvalho.

A análise do especialista sugere a necessidade de uma revisão nas estratégias de prevenção e combate a incêndios no setor agrícola, especialmente diante das mudanças climáticas que podem tornar eventos extremos mais frequentes no futuro.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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