domingo, agosto 16, 2026

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Veja as condições das lavouras de soja, milho e algodão dos EUA



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras norte-americanas de soja, milho e algodão.

Segundo o órgão, até 1 de setembro, a situação da oleaginosa era a seguinte:

  • 65% entre boas e excelentes condições;
  • 25% em situação regular; e
  • 10% em condições entre ruins e muito ruins

Na semana anterior, os índices eram de 67%, 24% e 9%, respectivamente.

Lavouras de milho

O USDA também divulgou dados sobre as condições das lavouras de milho até 1 de
setembro:

  • 65% entre boas e excelentes;
  • 23% em situação regular; e
  • 12% entre ruins e muito ruins

Na semana passada, eram 65%, 22% e 13%, respectivamente.

Condições do algodão

Além da soja e do algodão, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos ainda estimou a situação das plantações de algodão do país:

  • 44% estavam entre boas e excelentes condições;
  • 32% em situação regular; e
  • 24% em condições entre ruins e muito ruins.

Na semana passada, eram 40%, 32% e 28%, respectivamente.



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A indústria que cresce no Brasil é vinculada à produção de commodities, afirma economista


Em entrevista à CNN, o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, afirmou que a indústria brasileira tem mostrado sinais de recuperação, mas que o crescimento ainda está fortemente atrelado à produção de commodities.

Esta constatação vem na esteira dos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam para um avanço no setor industrial.

Segundo Vale, ao decompor o crescimento industrial, nota-se uma distinção importante em relação ao que se observa no comércio.

“A indústria que está crescendo hoje ainda é uma indústria que está relacionada muito com as commodities. Ela cresce com mais intensidade no Centro-Oeste”, explicou o economista.

Este desempenho destacado na região é atribuído principalmente ao setor de commodities, que continua sendo um motor importante para a indústria brasileira.

Contrastes regionais e setoriais

Vale ressaltaou que há um contraste notável quando se compara o desempenho da indústria com o do comércio em diferentes regiões do país.

Enquanto a indústria se destaca no Centro-Oeste, o comércio apresenta um crescimento mais robusto em outras áreas, especialmente no Nordeste, onde se observa um aumento de quase 7%.

O economista atribui essa disparidade regional no setor comercial ao aumento dos gastos públicos, que têm impactado significativamente a economia nordestina.

“A gente começa a ver com muita intensidade o impacto dos gastos públicos que estão se acelerando no comércio do Nordeste por conta de Previdência, de Bolsa Família, de salário mínimo”, pontuou Vale.

Apesar do crescimento observado, Vale adverte que o impulso industrial ainda é modesto quando comparado a outros setores da economia.

O economista ressalta que os impactos mais relevantes na economia brasileira atual não estão concentrados na indústria, mas em outros setores que têm se beneficiado do impulso fiscal observado desde o ano passado.

Este cenário desenha um quadro complexo para a economia brasileira, onde o crescimento industrial, embora positivo, ainda não superou completamente os desafios estruturais enfrentados pelo setor.

A dependência das commodities e as disparidades regionais permanecem como pontos de atenção para analistas e formuladores de políticas econômicas.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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Entregas de fertilizantes caem 1,8% em junho, diz Anda



As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro encerraram o mês de junho de 2024 com 4,042 milhões de toneladas, o que corresponde a uma redução de 1,8% em relação ao mesmo mês de 2023, quando foram entregues 4,116 milhões de toneladas.

Os dados são os mais recentes divulgados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). No acumulado de janeiro a junho de 2024, foram entregues 18,284 milhões de toneladas, representando uma redução de 1,8% em comparação com igual período de 2023, quando foram entregues 18,618 milhões toneladas.

O estado de Mato Grosso, líder nas entregas ao mercado, concentra maior volume no acumulado de janeiro a maio (22,2%), atingindo 4,055 milhões de toneladas, seguido pelos seguintes:

  • Paraná: 2,290 milhões de ton;
  • São Paulo: 2,112 milhões de ton;
  • Goiás: 1,745 milhão de ton;
  • Minas Gerais: 1,562 milhão de ton;
  • Rio Grande do Sul: 1,499 milhão de ton;
  • Bahia: 1,361 milhão de ton.

Segundo o levantamento da Anda, a produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou o mês de junho de 2024 com 582 mil toneladas, representando um crescimento de 26,8%, e no acumulado de janeiro a maio de 2024, produção do total de 3,067 milhões de toneladas e redução de 4% em relação ao mesmo período de 2023.

Importações de fertilizantes

As importações de fertilizantes intermediários alcançaram no mês de maio de 2024 o volume de 3,644 milhões de toneladas, conforme a Anda, indicando um crescimento de 16,7%. No acumulado de janeiro a maio de 2024, o total importado foi de 16,748 milhões de ton, redução de 2,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram importadas 17,218 milhões de ton.

Pelo Porto de Paranaguá (PR), a principal porta de entrada dos fertilizantes, foram importadas 4,432 milhões de ton, indicando uma alta de 2% em comparação com 2023, quando foram descarregadas 4,344 milhões de ton e que representou 26,5% do total importado por todos os portos.



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Agro foi mal no PIB? Entenda o recuo do setor no 2º trimestre


O agronegócio — considerado um dos “motores” da economia brasileira nos últimos anos — teve destaque negativos no segundo trimestre de 2024, com recuo de 2,3% em comparação com os três meses anteriores, conforme números divulgados nesta terça-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na base com o mesmo período do ano passado, o recuo ainda foi ainda maior, de 2,9%.

De uma forma geral, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre registrou alta de 1,4% entre abril e junho, enquanto em paralelo a 2023, o avanço foi de 3,3%.

A queda na produção do setor, porém, tem mais ligação com o resultado robusto de 2023 e menos com um “mau desempenho”, destaca Claudio Considera, coordenador de contas nacionais do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre).

“É um problema relativo à comparação, basicamente. Não há um problema no agro”, explica.

A redução já era esperada pelo IBGE. Em 2023 a produção agrícola no Brasil foi de 315,4 milhões de toneladas, considerada uma super safra, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA).

Para este ano, a previsão é de 298 milhões de toneladas — recuo de 5,5%, segundo números atualizados até julho.

Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro, explica que questões climáticas, como o El Niño, contribuíram para o recuo registrado do agro.

“Não conseguimos produzir safra recordes todo ano, e a produção agropecuária depende muito das condições climáticas. Operamos a safra de verão sobre o efeito do El Niño e com chuvas abaixo da média na região centro-oeste do país, que causou uma seca na região e prejudicou a produtividade” explica o pesquisador.

O El Niño é um padrão climático que se origina no Oceano Pacífico ao longo da Linha do Equador, que costuma aumentar as temperaturas e provocar estiagem em partes das regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Já a seca entre 2023 e 2024, segundo o Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden), é a “mais intensa da história recente”.

Para 2025, Considera diz que a produção agropecuária deve apresentar crescimento comparativo com os resultados deste ano.

“Continuamos exportando soja e carne, com volume de exportação semelhante ao do ano passado”, pontua.



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Chuvas abaixo da média podem afetar plantio da soja em Mato Grosso


As previsões climáticas para a safra de soja 2024/25 em Mato Grosso indicam chuvas abaixo da média histórica, o que pode afetar negativamente o ritmo da semeadura no início da temporada, segundo relatório divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Apesar desse cenário, o órgão mantém a estimativa de área plantada em 12,66 milhões de hectares, 1,47% mais em relação ao ciclo anterior.

“O risco de chuvas tardias e de baixo volume pode comprometer a umidade do solo, essencial para o desenvolvimento das plantas nas fases iniciais”, destaca o Imea.

A produtividade, no entanto, foi mantida em 57,97 sacas por hectare, aumento de 11,15% em comparação ao último ciclo. Com isso, a produção total de soja no estado deve alcançar 44,04 milhões de toneladas, 12,78% acima da safra anterior.

Exportações de soja

No relatório, o Imea aponta que as exportações de soja de Mato Grosso em 2024/25 devem ser de 26,91 milhões de toneladas, um crescimento de 4,02% na comparação anual.

O consumo interno também segue em alta, com as esmagadoras estimando processar 12,71 milhões de toneladas, uma alta de 2,55%. Já o consumo entre estados apresentou uma leve queda de 2,75%, com projeção de 4,25 milhões de toneladas.

Os estoques finais de soja para a safra 2024/25 foram ajustados para baixo, com estimativa de 290 mil toneladas, uma redução de 13,82% em relação ao mês anterior, refletindo a forte demanda interna e externa pelo grão.

Milho em Mato Grosso

milhomilho

A demanda por milho de Mato Grosso da safra 2023/24 está 6,08% abaixo da requerida na safra 2022/23, informou o Imea, no boletim semanal.

Entre os motivos está um nível mais baixo de exportações do grão e também um consumo interestadual mais baixo. Já o consumo dentro do estado cresceu, sobretudo por causa das usinas de etanol de milho.

Segundo o relatório do Imea, a demanda pelo milho mato-grossense está estimada em 48,2 milhões de toneladas, ante uma oferta de 49,33 milhões de toneladas. “Quando observado o consumo mato-grossense, este se encontra com 15,9 milhões de toneladas, 6,42% maior que na safra 2022/23”, diz o Imea.

“Esse incremento é puxado, principalmente, pela alta no consumo de milho por parte das usinas de etanol, que representam 73,83% do montante do consumido em Mato Grosso”, cita o instituto no boletim.

Já as exportações, quando comparadas à da safra anterior, estão 9,63% menores, embora apresentem a maior participação (56,65%) dentro da demanda do estado. Já no que se refere ao consumo interestadual, a projeção do Imea é de 4,99 milhões de toneladas, 14,26% menor que a safra 2022/23.

“Por fim, com o reajuste na oferta e demanda, o estoque final para o ciclo ficou em 1,13 milhões de toneladas”, destaca o boletim.



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AgroNewsPolítica & Agro

Planta nativa vira fonte de renda


A erva-baleeira (Varronia curassavica), nativa do Brasil e considerada invasora em áreas agrícolas, agora gera renda para agricultores familiares em Miramar, Eunápolis, Bahia. O óleo da planta, valorizado entre R$1,6 mil e R$3 mil por quilo, tem potencial de expansão, apesar da demanda ainda ser limitada. Essa oportunidade surgiu por meio do projeto DSAF, do NEA Pau-Brasil, da UFSB, em cooperação com a Veracel Celulose.

“A UFSB fez a identificação da ocorrência da espécie na região, fez análises da composição química do óleo junto a Universidade Federal do Paraná, depois, estudos dos aspectos agronômicos da planta e começou a acompanhar e orientar os processos produtivos desses agricultores para auxiliá-los a potencializar sua renda com a terra. Em geral, esses agricultores escolhem seus cultivos pelo valor de mercado, se esquecendo da grande biodiversidade que existe em suas áreas. E foi o caso aqui, fizemos uma bioprospecção e encontramos a Varonia curassavica, a base do primeiro fitoterápico produzido integralmente no Brasil”, explica a Dra. Carolina Kffuri, pesquisadora responsável pela identificação e pesquisa do óleo e que hoje faz parte do time de Responsabilidade Social da Veracel.

O projeto DSAF, coordenado pela Prof. Dra. Gabriela Narezi em parceria com o Instituto Fotossíntese, capacitou agricultores de Miramar, Eunápolis, na extração de óleo da erva-baleeira, resultando na venda inicial de 15 quilos de óleo essencial. Apesar de inicialmente vista como praga, a planta demonstrou grande potencial econômico, sendo valorizada por suas propriedades anti-inflamatórias. O beneficiamento é feito em equipamento doado pela Veracel, e o objetivo futuro é obter certificação para venda à indústria farmacêutica, visando maior rentabilidade para a comunidade.

“A produção do óleo essencial feito na Miramar leva em conta os aspectos sociais, por ser uma produção feita totalmente por agricultores familiares, e aspectos ambientais, por se tratar do uso e da preservação da biodiversidade brasileira. Isso adiciona ainda mais valor a esse produto”, explica a Dra. Carolina Kffuri. A associação Miramar é uma comunidade com 1.212 hectares divididos em 84 lotes onde moram diversas famílias de agricultores.
 





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Mudanças climáticas desafiam agro brasileiro, dizem especialistas à CNN


O agronegócio brasileiro é sinônimo de grandiosidade e segue como uma das principais fontes de riqueza do país. Mudanças climáticas, porém, são desafios ao setor, segundo analistas ouvidos pela CNN para o segundo episódio da série Caminhos para o Crescimento, exibido nesta terça-feira (3) durante o Prime Time.

O Brasil é um dos maiores produtores de commodities do mundo, com destaque para soja, milho, algodão e carne bovina que, em 2023, gerou mais de US$ 10 bilhões em exportações.

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça mostram que, no segundo trimestre de 2024, o agro brasileiro recuou 2,3%. A projeção de crescimento para este ano é menor.

“Deve crescer entre 2% e 2,5% esse ano. Ano passado foi um pouco melhor, mas [cresce] muito pouco e não de forma sustentável”, explica o economista José Roberto Mendonça de Barros.

“Então o nosso grande desafio é: como transformar um crescimento modesto, relevante, mas modesto, em um crescimento mais acelerado e sustentável. Isso nós não conseguimos fazer até hoje”.

Economista José Roberto Mendonça de Barros aposta em um agronegócio sustentável como fonte de mais riqueza para o Brasil. • Kleberth Nina / CNN Brasil

Esse recuo foi consequência diretamente das mudanças climáticas, como ondas de calor e as enchentes na região sul do país. Fenômenos naturais afetam a produção e comprometem o setor como um todo.

Bruno Lucchi, diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), pontua o El Niño como efeito climático que impactou o trabalho no campo.

Segundo ele, um dos reflexos desse cenário está na região norte. Na safra anterior, a região produziu mais de 320 milhões de toneladas, resultado que deve ser reduzido para próximo de 255 milhões no atual ciclo.

“O clima é um problema”, comenta.

Por causa dessas mudanças climáticas, produtores têm subsídios do governo federal que os auxiliam diante de perdas de produção. Para o período 2024/25, o Plano Safra disponibilizará R$ 475 bilhões, que serão colocados à disposição dos agricultores nas linhas tradicionais.

E são essas mudanças climáticas que comprometem o agronegócio que também fazem com que os produtores mudem suas práticas e cuidem mais ainda do meio ambiente.

Julio César, proprietário da Fazenda Pombo, em Minas Gerais, vem mudando a forma de trabalho no campo.

“A gente está diminuindo o uso de óleo diesel, diminuindo o uso de água e também fazendo as práticas que fazem com que a gente economize também a emissão de carbono”, explica o fazendeiro.

Agro emprega 28 milhões de pessoas

O agronegócio brasileiro é responsável por cerca de 28 milhões de empregos no país e, para especialistas, o setor pode ser ainda mais competitivo e gerar mais postos de trabalho se os juros caírem e se o acesso ao crédito for mais fácil, gerando investimentos aliados à sustentabilidade.

“Realmente é a nova fonte, por isso que o agronegócio brasileiro vai ser ainda mais competitivo, porque esse tamanho de território, essas condições de produção são ideais para produzir energia de fonte biológica de todos os tipos”, diz o economista José Roberto Mendonça de Barros.

A série especial Caminhos para o Crescimento está no ar no CNN Prime Time até sexta-feira (6)

No sábado (7) a CNN Brasil exibe o documentário Caminhos para o Crescimento, a partir das 22h45



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Wall Street salta após Powell consolidar esperanças de corte de juros em…


Logotipo Reuters

Por Stephen Culp

NOVA YORK (Reuters) – As ações dos Estados Unidos saltaram nesta sexta-feira, com comentários mais brandos do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, solidificando expectativas de que o banco central norte-americano reduzirá sua taxa básica de juros em setembro.

Em comentários altamente esperados no Simpósio Econômico de Jackson Hole, Powell disse que “chegou a hora” de reduzir a taxa básica de juros do Fed e que “os riscos de alta da inflação diminuíram”.

“Não observamos e nem vemos com bons olhos um enfraquecimento adicional nas condições do mercado de trabalho”, acrescentou Powell em um discurso que parecia praticamente garantir um corte de juros na reunião de política monetária do próximo mês, o que seria o primeiro corte desse tipo em mais de quatro anos.

“O Fed está claramente se voltando para o campo mais brando e Powell deixou bem claro que setembro será o início de vários cortes de juros no restante deste ano”, disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado do Carson Group.

Os três principais índices acionários dos EUA deram um salto após a divulgação dos comentários preparados por Powell, com as megacaps Nvidia, Apple e Tesla fornecendo a maior força.

As small caps e os bancos regionais tiveram desempenho superior, em alta de 3,2% e 4,9%, respectivamente.

Os três índices registraram avanços na semana, se apoiando nos ganhos percentuais semanais da semana passada, os maiores do ano até o momento.

O Dow Jones subiu 1,14%, para 41.175,08 pontos. O S&P 500 ganhou 1,15%, para 5.634,61 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 1,47%, para 17.877,79 pontos.

Os 11 principais setores do S&P 500 encerraram a sessão no território positivo, com as ações do setor imobiliário apresentando o maior ganho percentual, com alta de 2,0%.





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Setembro começa com expectativa de novas altas nos preços do boi gordo


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços firmes nesta segunda-feira (2). O ambiente de negócios ainda sugere pela alta das cotações no curto prazo, em linha com a posição das escalas de abate, que permanecem apertadas em grande parte do país, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

A demanda aquecida de carne bovina é outro elemento que justifica o otimismo em relação a mercado, com exportações recordes e o Brasil se consolidando como melhor alternativa global para o fornecimento da proteína animal.

“A demanda doméstica também conta com seus predicados, com uma taxa de desocupação baixíssima, permitindo melhora dos indicadores de consumo no mercado interno”, assinalou Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 249,34

Mercada atacadista

carne bovina com osso - uruguaicarne bovina com osso - uruguai
Foto: Freepik

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes para a carne bovina. Conforme Iglesias, a expectativa ainda é pela alta das cotações durante a primeira quinzena do mês, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva.

As exportações em altíssimo nível também favorecem, enxugando o mercado interno do boi.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,6156 para venda e a R$ 5,6136 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6041 e a máxima de R$ 5,6596.



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AgroNewsPolítica & Agro

Turquia lidera transbordo de commodities agrícolas


Nos últimos dez anos, a Turquia emergiu como um importante centro de transbordo de produtos agrícolas, como oleaginosas, grãos e leguminosas, resultado de investimentos em infraestrutura portuária e maior envolvimento nos sistemas de comércio regional e global, conforme relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Mercados no Oriente Médio, Ásia Central e África têm se beneficiado com o papel crescente da Turquia nesse setor, segundo o FAS. Em 2022, o valor dos produtos agrícolas transbordados atingiu um recorde de US$ 4 bilhões, o dobro de alguns anos antes, embora tenha caído ligeiramente para US$ 3,8 bilhões em 2023, com expectativa de crescimento nos próximos anos.

De acordo com a análise do FAS, os principais produtos transbordados no último ano, em termos de valor e volume, foram oleaginosas, grãos, leguminosas, nozes e suco, provenientes de países como Ucrânia, Rússia, Estados Unidos e Argentina. “Nos últimos dois anos, com a guerra na Ucrânia e a instabilidade no Mar Negro, a Turquia se tornou ainda mais crucial como centro de transbordo para oleaginosas e grãos da Rússia e Ucrânia”, destacou o FAS. “Problemas recentes no Mar Vermelho também fortaleceram o papel da Turquia como ponto de transbordo para o Oriente Médio e África.”

Entre 2013 e 2023, o volume de transbordos na Turquia quintuplicou, passando de 500.000 toneladas para 2,5 milhões de toneladas, impulsionado pela expansão da infraestrutura logística e aumento da capacidade do Mar Negro para exportação. A Rússia se destaca como o maior exportador mundial de trigo, enquanto a Ucrânia figura entre os principais exportadores de trigo, milho, cevada e óleo de girassol, apesar do conflito entre ambos desde fevereiro de 2022.
 





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