sábado, agosto 15, 2026

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‘EUA e Brasil devem unir forças como celeiro do mundo’



Durante o painel “A visão estratégica dos Estados Unidos para a transformação das cadeias de alimentos e energia” no FIAP 2024, Fred Giles, representante dos EUA, apresentou o compromisso norte-americano com a agricultura sustentável e a mitigação da crise climática. Ele destacou que os Estados Unidos têm trabalhado para reduzir as emissões de gases de efeito estufa por meio de inovações em solo, pesquisa e educação, com mais de 60 mil fazendas já impactadas e 40 milhões de acres trabalhados.

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Giles também anunciou a parceria entre os EUA e o Brasil por meio do programa “Fertilizers for Life”, que busca melhorar a eficiência dos fertilizantes e reduzir a pegada ambiental da produção agrícola. A colaboração entre a Universidade da Flórida e a Embrapa foi apontada como um exemplo do esforço conjunto para enfrentar os desafios ambientais e aumentar a eficiência agrícola.

Estamos comprometidos em colaborar com nossos parceiros globais para soluções sustentáveis”, afirmou Giles. Ele ressaltou que o Brasil é visto pelos EUA como o “celeiro do mundo”, sendo fundamental no cenário global para a produção de alimentos e soluções climáticas. Com essa parceria, ambos os países esperam alavancar o desenvolvimento sustentável da agricultura e mitigar os impactos da crise climática.

O painel reforçou a importância da cooperação internacional em tempos de crise climática e alimentar, com o FIAP 2024 como palco dessas discussões essenciais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Crédito emergencial alivia produtores rurais afetados por enchentes


70% do valor contratado deve ser usado para refinanciar dívidas




Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas pelo HBS Advogados, os produtores rurais do Rio Grande do Sul, afetados pelas enchentes de maio, podem contar com uma nova linha de financiamento de capital de giro. A resolução 5.172, publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), destina o crédito para produtores, cooperativas de produção agropecuária, cerealistas e fornecedores de insumos agrícolas localizados em municípios com decreto de emergência ou calamidade pública.

Os beneficiados são estabelecimentos com perdas comprovadas iguais ou superiores a 30% da produção, de acordo com laudo técnico assinado por um profissional habilitado. Os prejuízos devem ter ocorrido entre 26 de abril e 31 de julho de 2024, em consequência de enchentes, enxurradas, vendavais, ou inundações.

De acordo com Frederico Buss, advogado da HBS Advogados, o crédito poderá ser pago em até cinco anos, com possibilidade de prorrogação de três anos via BNDES. A taxa de juros é de 10% ao ano para mutuários com renda bruta anual de até R$ 300 milhões, e 12% para os demais. O prazo para requerer o crédito rural se encerra em 16 de setembro.

Buss também destacou que 70% do valor contratado deve ser usado para refinanciar dívidas de produtores rurais enquadrados na resolução. Além disso, ele alertou que a medida não abrange estabelecimentos com perdas inferiores a 30%, nem aqueles em municípios sem decretação de emergência.

 





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Fávaro pede suspensão da Lei Antidesmatamento em carta entregue à União Europeia



Quatro reuniões bilaterais ocorreram nesta quarta-feira (11), durante o segundo dia de debates técnicos do Grupo de Trabalho do G20 Agro, em Mato Grosso. Os encontros foram com representantes das delegações da China, Espanha, Alemanha e União Europeia, para a qual o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, entregou uma carta solicitando a suspensão da Lei Antidesmatamento e a revisão da abordagem punitiva aos produtores que cumprem a legislação vigente.

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As reuniões do Grupo de Trabalho da Agricultura do G20 estão sendo realizadas nesta semana em Chapada dos Guimarães, localizada a cerca de 90 quilômetros de Cuiabá, capital de Mato Grosso.

Estão presentes no local ministros da Agricultura dos 20 países que integram o grupo, além da recém-integrada União Africana, bem como representantes de delegações e organismos internacionais convidados.

O foco principal do G20 Agro é a sustentabilidade na produção agropecuária e o combate à fome.

A carta entregue à União Europeia foi dirigida ao comissário europeu para Agricultura e Desenvolvimento Rural, Janusz Wojciechowski, e simultaneamente às autoridades competentes em Bruxelas.

Durante a reunião bilateral com a União Europeia, o ministro Carlos Fávaro lembrou que o Brasil possui uma das legislações de proteção ambiental mais rigorosas do mundo, o Código Florestal, em vigor desde 2012. Ele também destacou a instituição, em dezembro de 2023, do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD).

Fávaro ressaltou que as mudanças climáticas estão avançando mais rapidamente do que o previsto e que “precisamos mudar a nossa forma de produzir“.

Segundo o ministro, o Brasil conta atualmente com cerca de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas com potencial para a agricultura, o que pode permitir ao país dobrar sua produção de alimentos nos próximos 10 anos por meio do Programa de Conversão de Pastagens Degradadas. Isso possibilitaria, inclusive, o cumprimento do “compromisso de desmatamento zero até 2030“.

Mas precisamos da ajuda da União Europeia para dar continuidade a este programa“, afirmou Carlos Fávaro aos representantes da delegação.

A partir do final de 2024, de acordo com proposta da União Europeia, os produtores de soja, carne (e couro), madeira, borracha, café, cacau e óleo de palma precisarão comprovar que suas produções cumprem a legislação brasileira e que não são oriundas de áreas com desmatamento, seja ele legal ou ilegal, para continuarem exportando para os países do bloco.

Tecnologia agrícola é pauta de reunião com a China

Principal cliente da produção agropecuária brasileira, especialmente de Mato Grosso, a China se destaca entre as potências pela inovação tecnológica. Em uma reunião bilateral com o vice-ministro de Agricultura e Assuntos Rurais da China, Ma Youxiang, nesta quarta-feira (11), foram discutidos temas de cooperação técnica e comercial agrícola entre os dois países.

Para o ministro Carlos Fávaro, a gigante asiática “é um grande exemplo de desenvolvimento econômico“.

Durante o encontro com a delegação, que participa da reunião ministerial do G20 Agro, que ocorre entre os dias 12 e 13 de setembro, Fávaro destacou, frente às políticas de biossegurança do Brasil, a importância de os dois países trabalharem em “sincronia” com as tecnologias desenvolvidas por ambos, o que proporcionará um aumento da produtividade e, consequentemente, mais produtos para comercialização.



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Declaração ministerial precisa ser assinada por todos os países do G20, afirma Roberto Perosa



A declaração ministerial, que possui a força de um acordo internacional, é vista como um desafio para a diplomacia brasileira, uma vez que requer consenso entre todos os países do G20. Ou seja, é necessário que todos os países assinem o documento.

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A reunião do G20 Agro, que acontece até sexta-feira (13) em Chapada dos Guimarães (MT), conta com a maior adesão de ministros da história do grupo. Cerca de 50 delegações, entre países do G20 e organismos internacionais convidados, estão presentes.

Não poderíamos adotar o caminho mais fácil, como foi feito nos últimos anos, liberando apenas uma carta com notas de rodapé, onde cada país coloca o que não concorda”, explica Roberto Perosa, coordenador do GT G20 Agro e secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A escolha pela declaração ministerial, segundo ele, foi uma diretriz do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Optamos por fazer uma declaração vinculativa, que nos obriga a alcançar o consenso de todos. Se houver um país que não concorda, a declaração não pode ser assinada”, ressalta Perosa.

Conversa detalhada

Desde ontem (10), reuniões técnicas estão sendo realizadas com as 20 delegações que compõem o G20. A expectativa é que a declaração seja assinada na sexta-feira (13), ao final dos trabalhos do G20 Agro.

A declaração ministerial conta com quatro prioridades, além do mote transversal de combate à fome, à pobreza e a construção de um mundo mais justo e sustentável.

Por isso, é necessário um trabalho minucioso de negociação com as 20 delegações, detalhando cada parte do texto para chegar a um consenso final”, explica Perosa.

O texto original da declaração ministerial foi desenvolvido a partir de uma junção de ideias do Ministério da Agricultura e Pecuária, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, e do Ministério da Pesca e Aquicultura.

No âmbito do GT da Agricultura, estamos discutindo quatro prioridades, que envolvem os três ministérios”, acrescenta o coordenador.

As quatro prioridades são: promover múltiplas formas de produção sustentável na agropecuária; garantir um comércio internacional mais justo, livre de distorções, como subsídios que prejudicam o Brasil e outros países; oferecer apoio à agricultura familiar, quilombolas, populações indígenas e comunidades tradicionais; além de regularizar e regulamentar o setor de pescados e aquicultura.



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No G20 Agro, agricultura familiar busca recursos para recuperação de áreas degradadas



Ações voltadas para o fomento da agricultura familiar no Brasil estão entre os temas debatidos no Grupo de Trabalho do G20 Agro, que acontece esta semana em Chapada dos Guimarães (MT). Entre as prioridades, segundo o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, está a mobilização de recursos internacionais para a recuperação de áreas degradadas nessa atividade.

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Paulo Teixeira chegou ao município, localizado a cerca de 90 quilômetros de Cuiabá, na quarta-feira (11), e destacou a relevância da agricultura familiar para o país.

O Brasil precisa da agricultura familiar. Muitos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros vêm dela: o arroz, o feijão, os legumes, as verduras, as frutas e até mesmo a proteína animal”, afirmou o ministro.

Além de ser essencial para a alimentação, a agricultura familiar, conforme frisou o ministro, também é “importante para a inserção econômica da população”.

Aqui [no G20 Agro], o nosso foco principal é mobilizar recursos de outros países para a agricultura familiar, visando à recuperação de áreas degradadas. Precisamos apoiar o agricultor, pois sem esse suporte, ele pode acabar nas periferias das cidades, sem trabalho, renda e moradia”, acrescentou.

Linhas de financiamento auxiliam na sustentabilidade

Abordar a questão da sustentabilidade, com uma população que planta para se alimentar diariamente, é uma das prioridades do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, afirmou Paulo Teixeira.

As linhas de financiamento, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), são fundamentais para apoiar o pequeno produtor, inclusive por meio do microcrédito.

Com acesso a crédito, o agricultor pode se desenvolver. Além disso, a assistência técnica é fundamental. Estamos empenhados em criar um sistema nacional de assistência técnica e extensão rural no Brasil, pois, com esse suporte, o produtor pode crescer muito mais. Ele poderá produzir alimentos, enfrentar as mudanças climáticas e tecnológicas e realizar uma agricultura regenerativa e sustentável”, destacou o ministro.

A expectativa, segundo Paulo Teixeira, é que até outubro o Ministério consiga enviar ao Congresso Nacional uma proposta de criação de um sistema único de assistência técnica e extensão rural.



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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos veio em linha com o consenso e subiu 0,2% em agosto. Por aqui, o setor de serviços surpreendeu com mais uma alta de 1,2% em julho. Para hoje, também serão divulgados os dados do varejo.



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balança comercial tem superávit de 29 mil toneladas


Setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora




Foto: Pixabay

A balança comercial do arroz no Brasil voltou a apresentar saldo positivo em agosto, com um superávit de 29,03 mil toneladas, após três meses consecutivos de resultados negativos. Esse desempenho traz certo alívio para o setor, mas o acumulado dos últimos 12 meses ainda aponta um déficit expressivo de 185,4 mil toneladas, o maior registrado desde outubro de 2021.

Segundo dados informados pelo Cepea, mesmo com a queda nas exportações em agosto de 2024, o volume embarcado foi o segundo maior do ano, superando as importações. Além disso, os preços tanto de exportação quanto de importação aumentaram. O custo de importação, em reais por saca, atingiu o maior valor nominal da série histórica da Secex. O custo FOB do arroz na origem foi de US$ 478,36 por tonelada, ou R$ 132,98 por saca de 50 kg. Quando ajustado pela inflação, é o valor mais alto desde agosto de 2015, quando chegou a R$ 134,03 por saca.

Com isso, o setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora, especialmente considerando a retomada do superávit na balança.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mapa aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024


Por Flávio Hirata, engenheiro agronomo pela ESALQ-USP, especialista em registro de agrotóxicos e sócio da AllierBrasil.

A partir de 2017, o número de registro de produtos aprovados ultrapassou a marca de 400, tendo atingido o recorde histórico em 2022, com 652 aprovações.

Faltando menos de 4 meses para o final do ano, o Ministério da Agricultura aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024, sendo, 38 produtos biológicos (12%), 182 produtos formulados químicos (55%) e 108 produtos técnicos (33%). 

Dentre os produtos formulados químicos aprovados, a grande maioria é de produtos baseados em produtos técnicos equivalentes, também denominados de “genéricos”. Os produtos genéricos são a força motriz das empresas, em número, que atuam ou que estão tentando o acesso ao mercado brasileiro de pesticidas. E aí se destacam os produtos de origem da China e da Índia, que são os principais fornecedores de produtos genéricos. 

Sete empresas foram responsáveis por 36% dos registros aprovados, com destaque para a AllierBrasil com 9% das aprovações (23), Sumitomo Chemical, 7% (19), Rainbow, 5% (13) e Adama, 5% (12). 

Em comparação aos dados de 2023, praticamente são as mesmas empresas que detêm o maior número de aprovações de registro de produtos formulados químicos, com exceção da Sumitomo Chemical e Bayer.

Em relação aos produtos biológicos, as aprovações de registros são bastante pulverizadas entre as empresas do setor. 

Mesmo com essa quantidade de registros aprovados, é importante salientar que muitos dos produtos aprovados já não têm a mesma demanda, quando comparado à época dos pleitos dos seus respectivos registros. Isto se deve ao fato que o tempo para aprovação de um registro de agrotóxico (químico) é extremamente longo. Diferente do que acontece com o registro de produtos biológicos, cujas avaliações são priorizadas e o tempo para aprovação geralmente não ultrapassa 12 meses.  

O registro de produto somente não garante o sucesso do negócio. Mas, certamente, é a chave mestre para o acesso ao maior mercado de agroquímicos do mundo.

 

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Cotação do algodão oscila em setembro com menor oferta e negociações limitadas


Mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações




Foto: Pixabay

O mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações nos preços, mostrando maior volatilidade. A dificuldade em acordar valores e qualidade dos lotes disponíveis no mercado spot tem limitado a liquidez das negociações, o que reflete diretamente na dinâmica do setor.

Segundo dados informados pelo Cepea, vendedores continuam priorizando a entrega de contratos a termo, tanto para o mercado interno quanto para o externo, o que reduz a oferta de novos lotes. Por outro lado, comerciantes estão em busca de mais lotes para atender às suas programações, recorrendo, em alguns casos, a negócios “casados”.

Já no segmento de fios, agentes consultados indicam uma melhora nas negociações, com uma demanda pontual para atender à reposição de estoques e às necessidades imediatas do setor.





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Lalguard Java agora é LALGUARD C99


Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro


Foto: Divulgação

Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro para manejo da cigarrinha-do-milho

O risco da seleção de pragas resistentes aos inseticidas químicos tem aumentado as chances da redução da eficiência desses produtos. Além disso, muitos desses produtos estão sendo banidos em várias partes do mundo, o que representa um grande desafio para a agricultura moderna. No Brasil, a mosca-branca causou grandes danos em várias culturas na safra passada, enquanto a cigarrinha-do-milho se tornou a praga mais relevante para a cultura do milho. Esses são exemplos claros de uma tendência preocupante e do que podemos esperar para a proteção das plantações no futuro.

Em 2022, a Lallemand Plant Care lançou no mercado brasileiro uma solução inovadora para o manejo de pragas: o LALGUARD JAVA. Este bioinseticida, desenvolvido após anos de pesquisa em colaboração com a EMBRAPA, é formulado a partir do isolado exclusivo BRM27666 do fungo entomopatogênico Cordyceps javanica. O LALGUARD JAVA demonstrou eficácia comprovada no controle da mosca-branca em campo, ganhando a confiança dos produtores em todo o país.

Em julho de 2024, a marca comercial LALGUARD JAVA WP foi alterada para LALGUARD C99 WP. Além disso, o LALGUARD C99 WP foi recentemente registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para o controle da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), ampliando seu espectro de ação em bula e alinhando-se ao posicionamento de marca global da Lallemand Plant Care. Essa mudança reflete o compromisso contínuo da empresa com a inovação e a excelência.

A expertise centenária da Lallemand, em parceria com a EMBRAPA, oferece ao produtor tecnologia de alta eficiência no manejo de pragas, garantindo rentabilidade. Para mais informações, entre em contato com nossos especialistas pelo e-mail: [email protected].





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