quarta-feira, agosto 12, 2026

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Brigadista morre durante combate a incêndio em São Paulo


Foi enterrado nesta quinta-feira (26) em Itirapina (SP) o brigadista Tiago dos Santos, de 38 anos, morto nessa quarta-feira (25) quando combatia um incêndio em uma área de canavial na Estrada Municipal de Corumbataí. O brigadista tentava apagar o fogo em um caminhão-pipa da unidade Iracema da Usina São Martinho, causado pelas queimadas na região. Um colega, que estava com Santos, sofreu queimaduras mas está em casa, fora de riscos.

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Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o caso foi registrado como “incêndio, homicídio e lesão corporal”. Segundo o boletim de ocorrência da delegacia de Corumbataí, as causas do incêndio são desconhecidas. O corpo de Santos foi carbonizado e o caminhão-pipa destruído. O velório e o enterro aconteceram em Itirapina, onde o brigadista morava.

Em nota, a usina São Martinho informou que está prestando apoio aos familiares das vítimas e colabora com as autoridades para a investigação do caso. A Defesa Civil de Corumbataí informou que o fogo teve início na Fazenda Chorosa, sendo combatido pelos funcionários da usina. Mas, a partir de uma reviravolta de vento, se alastrou para uma área próxima a dez casas e chegou a queimar um barracão. Cerca de 30 funcionários da usina e 12 caminhões-pipa atuaram na contenção das chamas.

Um dia antes da morte do brigadista em Corumbataí, um trabalhador ficou feriado em Brotas (SP) ao saltar de uma colheitadeira de uma usina que pegou fogo. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima saltou do veículo e sofreu fratura exposta no membro inferior direito, além de queimaduras nos braços e rosto.

O incêndio na colheitadeira acabou gerando um incêndio de, aproximadamente, 100 mil metros quadrados numa área de canavial. Brotas é um dos municípios que registrou o maior número de queimadas no estado.

Há pouco mais de um mês (23/8), dois funcionários de uma usina morreram queimados quando combatiam um incêndio no município de Urupês (SP). As vítimas, Saulo Rodrigo de Oliveira, de 47 anos, e Gerci Silveira Júnior, de 30, foram carbonizados quando tentaram escapar das chamas após o caminhão onde estavam ter tombado em uma área de pastagem.



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AgroNewsPolítica & Agro

Plantio de milho atinge quase metade da área projetada no Rio Grande do Sul


A área semeada com milho no Rio Grande do Sul avançou 6% na última semana, alcançando 49% da área projetada para a safra 2024/2025, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Esse avanço foi favorecido por condições climáticas adequadas, especialmente pela ocorrência de chuvas, que mantiveram a umidade do solo em níveis propícios para o desenvolvimento inicial das lavouras, que se encontram nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo.

Os tratos culturais já começaram, com destaque para a primeira aplicação de adubação nitrogenada em cobertura e o manejo de plantas daninhas. No aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho está presente em todas as regiões, com maior incidência nas regiões Centro e Extremo Norte do estado, embora o nível da praga esteja abaixo do registrado na safra anterior. Produtores continuam a monitorar e, em alguns casos, realizar intervenções para o controle da praga.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade estimada de 7.116 kg/ha.

Nas diversas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o plantio do milho avançou de forma desigual. Na região de Bagé, o município de Alegrete lidera, com 62% da área prevista já implantada, enquanto São Borja e Quaraí estão nas fases iniciais. Em Caxias do Sul, o plantio nos Campos de Cima da Serra avançou para 10% da área projetada. Em Santa Maria, a semeadura atingiu 27%, em Passo Fundo, 50%, e em Frederico Westphalen, 90%.

Na região de Erechim, o plantio chegou a 70% da área projetada, com monitoramento constante da presença de lagartas. Em Ijuí, 80% da semeadura foi concluída, e produtores já iniciaram a primeira aplicação de nitrogênio em cobertura. Na região de Pelotas, a semeadura começou em Canguçu, Jaguarão e São José do Norte, com produtores ainda buscando custeio para a safra.

Na região de Santa Rosa, 85% das lavouras de milho do cedo já foram semeadas, com os 15% restantes a serem plantados no final do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). A produtividade esperada é de 8.420 kg/ha. Em Soledade, a semeadura avançou para 40% da área, com produtores ainda em busca de recursos de custeio.

O preço médio da saca de 60 quilos de milho no estado apresentou alta de 0,96% na última semana, passando de R$ 59,33 para R$ 59,90, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Frente fria deve mudar o clima em áreas onde o calor imperava



Esta sexta-feira deve trazer mudanças nas temperaturas da Região Sudeste com a passagem de uma frente fria. Nas demais regiões do país, pancadas de chuva e tempo seco imperam. Veja a previsão da Climatempo para hoje:

Sul

Condições para pancadas de chuva ainda na Serra do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. O sol aparece entre nuvens nestas áreas e pode chover em vários momentos com moderada a forte intensidade. As temperaturas voltam a ficar mais amenas na Campanha e no oeste gaúcho, mas não chove.

Sudeste

O sul de São Paulo volta a receber mais umidade devido à passagem de uma frente fria. Centro-leste, norte paulista, sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, com sol e pancadas de chuva com potencial de trovoadas. Tempo firme em Vitória e Belo Horizonte.

Centro-Oeste

Algumas pancadas irregulares podem ocorrer no noroeste e norte de Mato Grosso, devido à umidade que vem do norte do país, mas ainda de maneira pontual. Condições de pancadas típicas de primavera no sul de Mato Grosso do Sul e de Goiás, enquanto as capitais e o Distrito Federal continuam com tempo firme, calorão e ar mais seco.

Nordeste

Condições de chuva bem pontual no litoral; enquanto o interior da Região o tempo continua firme e seco. A umidade continua em alerta no extremo sul do Maranhão e do Piauí.

Norte

A chuva se espalha mais com risco de temporais entre Acre, Amazonas e Roraima. Pancadas de chuva com risco de trovoadas e ventos moderados a forte. A condição ainda é de tempo abafado nas capitais, enquanto o ar seco predomina na maior parte do Pará, Amapá e Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da saca de arroz registra leve aumento no Rio Grande do Sul


A semeadura do arroz no Rio Grande do Sul teve início nas regiões Oeste e Centro do estado, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). O preparo do solo e a semeadura avançaram nessas áreas, beneficiadas por um clima que alterna entre períodos secos e chuvas moderadas, permitindo o trânsito de máquinas agrícolas. As temperaturas elevadas e a umidade residual no solo devem favorecer uma germinação rápida e uniforme das sementes.

De acordo com as informações, nas regiões Sul e da Campanha, as chuvas dos dias 19 e 20 de setembro, com acumulados significativos, interromperam temporariamente o preparo do solo e o início da semeadura. O período recomendado para o plantio, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), começou em 11 de setembro e vai até 10 de dezembro. O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta que serão cultivados 948.356 hectares, com uma produtividade estimada pela Emater/RS-Ascar de 8.478 kg/ha.

Na região de Bagé, Fronteira Oeste, o plantio teve início em Alegrete, com expectativa de que até 10% da área estimada em 53 mil hectares seja semeada até o fim de setembro. Em São Borja, aproximadamente 5% dos 33,5 mil hectares projetados já foram plantados. Na Campanha, o excesso de chuvas impediu o avanço do plantio, mas o preparo do solo já está bem adiantado graças ao trabalho realizado durante o inverno.

Na região de Pelotas, a maioria das áreas já está com o preparo do solo finalizado, aguardando melhores condições climáticas para o início da semeadura. Em Santa Maria, 2% da área destinada ao cultivo foi plantada, enquanto os trabalhos de preparo do solo continuam, incluindo nivelamento, construção de taipas, drenagem e aplicação de herbicidas.

Em Soledade, o preparo do solo avançou tanto para o cultivo pré-germinado quanto para o sistema de semeadura em solo seco. Em Rio Pardo, já foi iniciada a semeadura do arroz no sistema pré-germinado.

O preço médio da saca de arroz de 60 quilos no estado teve um leve aumento de 0,09%, subindo de R$ 114,90 para R$ 115,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da saca de feijão cai 2,86% no RS


Preocupação com doenças cresce em meio a ventos frios e umidade





Foto: Pixabay

A semeadura da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul segue em ritmo variado entre as regiões do estado, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Nas áreas onde o segundo plantio já é realizado, o avanço é expressivo. No entanto, nos Campos de Cima da Serra, principal região produtora, o plantio ainda não começou, uma vez que ocorre em um período mais tardio, similar ao da segunda safra em outras regiões.

As lavouras que já foram implantadas apresentam bom desenvolvimento, mas há preocupação com os efeitos combinados de ventos frios e fortes, associados à umidade, que podem aumentar o risco de contaminação por doenças precocemente. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade estimada em 1.521 kg por hectare.

Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o andamento da semeadura varia: em Ijuí, 61% da área prevista já foi plantada; em Soledade, o avanço chega a 50%, com os produtores realizando adubação de cobertura; em Santa Maria, 57% da área foi semeada, com a maioria das lavouras em fase de germinação. Na região de Pelotas, o plantio também começou, com destaque para o município de Canguçu.

O preço médio da saca de 60 quilos de feijão no estado registrou uma queda de 2,86%, passando de R$ 322,22 para R$ 313,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Mercado de batata mantém preços estáveis no RS


Recuperação de áreas e plantio escalonado garantem produção de batata-doce





Foto: Pixabay

A cultura da batata está em pleno desenvolvimento na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (26). Nas lavouras plantadas mais cedo, os produtores realizam as operações de amontoa e o tratamento fitossanitário preventivo para garantir a sanidade das plantas.

O preço pago aos agricultores pela batata rosa é de R$ 170,00 por saca de 50 quilos, enquanto a batata branca está sendo comercializada por R$ 140,00. Apesar da produção local, o mercado segue recebendo produtos vindos do estado de São Paulo.

Segundo informativo, já na região de Lajeado, a batata-doce enfrenta um período de entressafra. No entanto, algumas famílias conseguem manter a produção ao longo do ano devido ao plantio escalonado. Produtores estão empenhados em recuperar as áreas afetadas pelos eventos climáticos recentes para retomar os novos plantios. As chuvas excessivas das últimas semanas ainda dificultam o acesso a algumas áreas, e houve uma redução na área plantada devido aos danos causados. No entanto, até o momento, não foram registrados problemas fitossanitários significativos. Os agricultores estão se preparando para adquirir novas ramas e retomar o plantio o quanto antes. O preço da batata-doce no mercado varia entre R$ 2,50 e R$ 3,00 por quilo.





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AgroNewsPolítica & Agro

Inmet prevê chuvas intensas e ventos de até 100 km/h


Alertas são válidos até quinta-feira às 12h





Foto: Arquivo

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas para o estado do Rio Grande do Sul, indicando risco elevado de chuvas intensas e tempestades que podem causar alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas.

O primeiro aviso, com grau de severidade classificado como “Grande Perigo”, prevê chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia, com validade até as 12h de quinta-feira, 26 de setembro. A previsão atinge áreas como a região Sudeste Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre e o Sudoeste Rio-grandense. Segundo o Inmet, há grande risco de alagamentos em áreas urbanas e transbordamento de rios em localidades suscetíveis.

O segundo alerta, com grau de “Perigo”, também se estende até o meio-dia de quinta-feira. Ele engloba um número ainda maior de municípios e destaca a possibilidade de tempestades com chuvas variando entre 30 e 60 mm/h, ventos fortes de até 100 km/h e queda de granizo. As regiões da Fronteira Oeste, Campanha, Sul e a Região Metropolitana de Porto Alegre estão entre as áreas afetadas.

Diante dos riscos, o Inmet recomenda que a população evite se abrigar sob árvores durante as tempestades e que, sempre que possível, desligue aparelhos elétricos. O Inmet  também alerta para a necessidade de atenção em encostas e áreas de risco, especialmente em municípios como Bagé, Agudo, Alvorada e outros listados no aviso.





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Prazo para produtor declarar ITR termina nesta segunda-feira



PELA 7ª VEZ SEGUIDA

IBGE: Índice de Preços ao Produtor mensal sobe 0,61% em agosto

Pela sétima vez seguida os preços da indústria nacional registraram crescimento, com ganho de 0,61% em agosto de 2024 frente a julho último. O Índice de Preços ao Produtor (IPP), assim, acumula alta de 6,42% em 12 meses, enquanto o acumulado no ano ficou em 4,76%. Em agosto de 2023, a taxa mensal havia sido […]



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Mercado do boi gordo supreende; veja as cotações da arroba


O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos durante a quinta-feira (26).

Segundo a consultoria Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, uma vez que mesmo com sequências altas dos preços da arroba do boi gordo há grande dificuldade na composição das escalas de abate, que ainda estão na pior posição da atual temporada.

A demanda aquecida é outro elemento a ser considerado, com exportações caminhando para um recorde histórico em um ano que também é pautado por avanços dos indicadores de consumo no mercado doméstico.

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 275 à vista ou até mesmo em até R$ 280 a prazo
  • Minas Gerais: R$ 270 a prazo
  • Mato Grosso do Sul: R$ 270 a prazo
  • Mato Grosso: R$ 235 a prazo

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista segue com preços firmes para a carne bovina e os negócios ainda sugerem pela elevação dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia durante a 1ª quinzena do mês, motivando a reposição entre atacado e varejo.

A carne bovina tende a seguir perdendo competitividade em relação as proteínas concorrentes, em especial da carne de frango.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 19,90, por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00, por quilo. Quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15.



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AgroNewsPolítica & Agro

Crescimento do arroz na Europa supera expectativas


A edição de setembro do boletim JRC MARS, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, aponta que a safra de arroz na Europa superou as expectativas, apesar das ondas de calor e temperaturas máximas elevadas registradas em várias regiões. A previsão de rendimento médio na União Europeia está estimada em 6,78 t/ha, 6% acima da média dos últimos cinco anos.

Na Itália, embora o desenvolvimento do arroz tenha sido inicialmente atrasado por frequentes chuvas durante a semeadura em abril e a fase vegetativa em junho e julho, as temperaturas elevadas em agosto e setembro proporcionaram excelentes condições de crescimento. A área cultivada também foi ampliada, com um aumento de 16.000 hectares (+7,5% em relação a 2023), e as regiões do nordeste, como Verona e Ferrara, apresentaram acúmulo de biomassa acima da média.

Na Espanha, o arroz enfrentou um atraso de 15 dias no desenvolvimento devido às baixas temperaturas de junho, mas as condições melhoraram com o tempo. Regiões como Andaluzia e Extremadura registraram acúmulo de biomassa acima da média, embora a Valência tenha sofrido com uma onda de calor entre 25 de julho e 10 de agosto, o que impactou o rendimento. Mesmo assim, a previsão de produção para o país permanece acima da média.

Outras regiões, como a Grécia e Portugal, também mantêm previsões de rendimento elevadas. Na Grécia, o calor extremo foi compensado pela constante disponibilidade de água para irrigação, sustentando o crescimento das plantações. Já no sul da França, o arroz não foi severamente afetado pelas ondas de calor em agosto, com biomassa acima da média desde meados do mês.

No entanto, a situação é diferente nos países do Leste Europeu. Na Bulgária e Romênia, as safras de arroz foram prejudicadas pelas altas temperaturas e seca. Na Bulgária, o clima quente e seco comprometeu as plantações durante a fase reprodutiva, e as imagens de satélite confirmam a acumulação de biomassa abaixo da média. A Romênia enfrentou temperaturas anômalas, com picos de até 36°C em julho, o que resultou em uma previsão de rendimento inferior à média de cinco anos.

Por outro lado, na Hungria, os principais distritos produtores, como Jász-Nagykun-Szolnok e Békés, registraram condições de crescimento acima da média, e a safra avançou 10 dias em relação a uma temporada comum, com uma previsão de rendimento final superior.





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