terça-feira, agosto 11, 2026

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Chuvas irregulares no Centro-Oeste e Norte preocupam o agro


Precipitações ainda ocorrem de forma isolada e mal distribuída





Foto: USDA

As regiões Centro-Oeste e Norte enfrentam um cenário de chuvas irregulares, o que tem gerado preocupações no setor. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, embora as precipitações tenham começado a retornar gradualmente, ainda ocorrem de forma isolada e mal distribuída.

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Rodrigues explica que, no Centro-Oeste, as chuvas esparsas favorecem o início do plantio da soja, mas ainda são necessárias precipitações mais regulares para garantir a reposição de umidade no solo. A expectativa é que, após o dia 10 de outubro, as chuvas se tornem mais frequentes e recorrentes em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Minas Gerais, normalizando dentro da média histórica.

No Norte, o meteorologista destaca o retorno do período chuvoso, especialmente no oeste do Amazonas, Acre e Rondônia. Porém, em áreas como Pará e norte do Tocantins, as precipitações ainda são tímidas e localizadas. Nas próximas semanas, espera-se uma mudança para um padrão mais úmido, enquanto o interior do Nordeste deve permanecer seco durante a primeira metade de outubro.





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Frente fria afetará três regiões brasileiras hoje; confira previsão



A quarta-feira começa com instabilidade e risco de temporais em estados brasileiros onde o calor estava predominando. A mudança se deve à atuação de uma frente fria, que também pode levar à queda de granizo em parte do Centro-Oeste.

Veja a previsão do tempo da parceria entre Canal Rural e Climatempo e mantenha-se informado sobre o clima hoje.

Sul

A frente fria ainda mantém o tempo mais instável e com condições favoráveis para ocorrência de temporais em toda a Região. A quantidade de água pode causar pequenos alagamentos. No extremo sul do Rio Grande do Sul, o sol volta a predominar.

Sudeste

A frente fria espalha pancadas de chuva em todo o estado de São Paulo nesta quarta-feira. Temporais isolados podem ocorrer por conta do calor. No Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Espírito Santo, dia de sol e temperaturas altas por conta do efeito pré-frontal.

Centro-Oeste

A frente fria canaliza umidade em direção aos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e forma nuvens carregadas. A previsão é de sol, com períodos de chuva moderada acompanhada por raios e eventual queda de granizo. Em Goiás e no Distrito Federal, dia quente e sem nada de água. 

Nordeste

O sol volta a predominar no interior da Região e a umidade cai. Chuva passageira deve ocorrer no litoral sul da Bahia e entre os estados de Alagoas e Pernambuco.

Norte

As instabilidades seguem atuando sobre grande parte da Região nesta quarta-feira. As pancadas mais fortes ocorrem sobre o Amazonas. Nos estados do Tocantins e Acre, o sol volta a predominar no interior.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do algodão sobem em setembro


Colheita de algodão começa com baixa produtividade nos EUA





Foto: Canva

De acordo com dados divulgados no boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), na parcial de setembro de 2024, os preços da pluma de algodão na Bolsa de Nova York (NY) registraram valorização, impulsionados principalmente pelas preocupações com a safra norte-americana. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) já havia revisado para baixo a estimativa de produção no relatório de setembro, apontando que a produtividade das lavouras atingiu os níveis mais baixos desde 2015. As fortes tempestades que atingiram o Golfo do México comprometeram as lavouras em vários estados produtores.

Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi o corte de juros realizado pelo Federal Reserve (FED), o primeiro desde 2020, o que trouxe uma nova dinâmica ao mercado financeiro. Comparado a agosto de 2024, o contrato de dezembro/2024 na ICE valorizou 3,69% até o dia 27 de setembro, cotado a ¢ US$ 71,19/libra-peso. Já o contrato de julho/2025 apresentou alta de 3,34%, cotado a ¢ US$ 74,60/lp.

O mercado segue atento ao desenvolvimento da safra nos EUA, já que os capulhos estão abertos e a colheita começou na maioria dos estados produtores.





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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do caroço e torta de algodão sobem em Mato Grosso


Óleo de algodão também apresentou alta





Foto: Pixabay

Segundo dados divulgados no boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em Mato Grosso, os preços do caroço e da torta de algodão fecharam a última semana em alta, com médias de R$ 592,89/t e R$ 682,00/t, respectivamente, registrando valorizações de 0,28% e 0,39% em comparação à semana anterior. Esse aumento foi impulsionado pela maior demanda por subprodutos destinados à alimentação animal, devido à seca que impactou as áreas de pastagem.

Além disso, o óleo de algodão também apresentou alta, com um incremento semanal de 2,27%, sendo cotado a R$ 4.441,43/t. O aumento foi atribuído à maior procura das indústrias de biodiesel.

Normalmente, durante este período da safra, os preços dos subprodutos tendem a cair devido ao aumento da oferta. No entanto, a recente elevação da demanda sugere uma mudança na dinâmica do mercado a curto prazo.





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WinterShow traz pesquisas sobre cereais de inverno



Trigo e cevada são as estrelas na feira agropecuária WinterShow, um dos maiores eventos de culturas de inverno do Brasil. A programação desta 21ª edição dá destaque e abre espaço para a divulgação de pesquisas acerca dos cereais de inverno, a fim de fomentar o plantio desses grãos. O evento também traz palestras com temas relevantes para a cadeia produtiva como economia global e a influência no agro brasileiro e a adoção de nanotecnologia na agricultura.

“Temos muitos eventos grandes que falam sobre as culturas de verão. Embora os plantios da cevada e do trigo sejam menores em área, eles são muito importantes economicamente para as nossas indústrias”, destaca o Superintendente Agrícola e Social da Cooperativa, André Spitzner.

A feira acontece em Guarapuava, região Centro-Sul do estado do Paraná, no distrito de Entre Rios, de 1 a 3 de outubro, onde fica a sede da cooperativa Agrária, que juntamente com a Fapa – Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária, promove e organiza a WinterShow.

Além das palestras técnicas, a cada edição do WinterShow a organização busca atrair expositores que oferecem soluções e serviços relevantes para a atividade agrícola. Neste ano, 76 empresas estão presentes na feira e a estrutura destinada para este fim foi ampliada, com investimento de R$ 5 milhões.

Serviço:
WinterShow
1 a 3 de outubro, das 8 às 18 horas
Centro de Eventos Agrária e nos campos da FAPA.
Entre Rios/Guarapuava - PR.
Entrada gratuita.



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AgroNewsPolítica & Agro

agronegócio registra maior patamar de emprego desde 2012


Segundo as informaçõe divulgadas pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), no segundo trimestre de 2024, o agronegócio em Goiás registrou o maior nível de emprego de sua série histórica, iniciada em 2012, com mais de 1 milhão de pessoas empregadas no setor. Segundo o boletim divulgado pelo Instituto Mauro Borges (IMB), vinculado à Secretaria-Geral de Governo (SGG), o número total de trabalhadores no agronegócio chegou a 1.039.452, representando 26,8% da população ocupada no estado.

Comparado ao segundo trimestre de 2023, o setor incorporou 66.835 pessoas a mais, um crescimento de 6,9%. O segmento de serviços foi o que mais empregou, representando 40,5% das vagas, seguido pelo setor primário, com 25,5%, impulsionado principalmente pelas atividades de cultivo de soja e criação de bovinos. A agroindústria representou 18,5% da força de trabalho, com destaque para indústrias têxteis que utilizam fibras naturais.

Entre os trabalhadores, 59,9% foram empregados formais, e 19,3% atuaram como autônomos. Houve um aumento significativo no número de empregados formais, com 58.842 novas vagas, representando uma alta de 10,4%. Em contrapartida, o número de empregadores caiu 8,7%, enquanto a quantidade de trabalhadores autônomos cresceu 17,4%.

O rendimento médio mensal no segmento primário alcançou R$ 6.929,35, um aumento de 6,4% em relação ao ano anterior. No setor de serviços, a média foi de R$ 4.407,93. Além disso, 45,3% dos trabalhadores do agronegócio possuem ensino médio, com um crescimento de 12,3% no número de pessoas com esse nível de escolaridade. Já os trabalhadores com ensino superior representaram 21,5% do total, com aumento de 13% no mesmo período.





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Fumaça das queimadas afeta qualidade de vida das pessoas


A fumaça das queimadas é outro problema que se agravou em 2024 com os altos números de focos de incêndios florestais em todo o país. Ela provoca sérios danos à saúde, principalmente de crianças e idosos e afeta a qualidade de vida das pessoas.

No terceiro episódio da série ‘Cerrado Sem Fogo’, o repórter Vinicius Ramos e cinegrafista Guilherme Soares, estiveram bem próximos de uma área afetada por uma queimada em Barreiras (BA), em que a fumaça invadia as casas.

A dona de casa, Simone Lacerda dos Santos, é uma das afetadas e contou que infelizmente, todos os anos isso acontece: “Quando o começa o fogo daqui, vai se alastrando. Olha como é que fica”, disse.

As fumaças são densas e carregam partículas finas que ficam suspensas no ar (foligem) e gases tóxicos, como monóxido de carbono e dióxido de enxofre.

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Fumaça encobre grande parte do Brasil em 6 de setembro de 2024 | Foto: NOAA/NASA

Como consequência, a qualidade do ar cai e potencializa os problemas respiratórios das pessoas.

Pessoas afetadas

Uma estimativa da Confederação Nacional dos Municípios, apontou que 11,2 milhões de pessoas foram diretamente afetadas por incêndios florestais nas cidades brasileiras desde o início deste ano.

Como consequência, 538 municípios decretaram situação de emergência.

A médica pneumologista, Camila Braga, disse a reportagem que o atendimento no consultório em que trabalha, aumentou nas últimas semanas por conta do clima e também da fumaça proveniente das queimadas na região.

Além disso, a profissional da saúde, recomendou alguns procedimentos para minimizar os impactos como o uso de máscaras e muita hidratação.

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Incêndio florestal na Serra da Bandeira, em Barreiras, no Oeste da Bahia | Foto: Guilherme Soares/Canal Rural Bahia

Também participaram do episódio, o autônomo Elvis Souza Chaves, o Major Rocha – comandante da Base Florestal Oeste, e Greice Fontana Klein, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães.

O projeto Cerrado Sem Fogo é uma campanha do Canal Rural Bahia com apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), JCO Bioprodutos, Grupo Progresso e Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães.

Assista ao terceiro episódio:


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AgroNewsPolítica & Agro

Abacaxi e uva lideram altas nos preços das frutas no mercado mineiro


De acordo com os dados do Semanal de Preços de Frutas divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), entre as 10 frutas mais comercializadas no período, algumas apresentaram variações significativas. O abacaxi pérola graúdo, vindo da Paraíba, registrou alta de 14,3% na primeira semana e se manteve estável na segunda, encerrando o período com uma média de R$ 80,00 a dúzia. A banana prata, por sua vez, sofreu uma queda de 11,1% no início do período, mas estabilizou-se posteriormente, com o preço médio caindo de R$ 4,17 para R$ 4,00 por quilo.

O limão tahiti extra apresentou uma forte valorização, com aumentos consecutivos de 10%, 9,1% e 8,3%, fechando o período a R$ 6,33/kg, uma alta média de 18,8%. Já a uva itália, em movimento semelhante, subiu 5,9% na primeira semana e mais 11,1% na segunda, fechando com alta de 9,5%, com o quilo a R$ 12,08.

Em contraste, outras frutas apresentaram quedas expressivas. O mamão formosa caiu 21,4% na primeira semana, seguido de uma redução adicional de 9,2%, encerrando o período a R$ 2,77/kg. A manga tommy também sofreu quedas consecutivas de 7%, 7,8% e 8,4%, resultando em uma queda média de 12,5%, com o quilo a R$ 3,24. A melancia graúda registrou queda de 10% na segunda semana, finalizando o período a R$ 1,87/kg, uma redução média de 6,7%.

A estabilidade de preços foi observada no coco verde, laranja e maçã gala, que mantiveram os valores no período analisado. O levantamento destacou que, além da oferta e demanda, fatores climáticos e exportações influenciam diretamente os preços das frutas.

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), junto às vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA monitoram os preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, especialmente no entreposto de Contagem, com o objetivo de avaliar o abastecimento alimentar no estado. A análise, que compara os preços médios praticados entre 16 e 27 de setembro de 2024, busca identificar oscilações de oferta e demanda e seus impactos no mercado





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Demanda aquecida volta a elevar preços da arroba do boi


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar negócios acima da referência média, com expectativa de nova alta dos preços no curto prazo, em linha com a posição das escalas de abate.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o que mais chama a atenção no atual movimento é que, mesmo diante da constante elevação dos preços da arroba, as indústrias não conseguiram avanços consistentes em suas escalas de abate.

“Pelo contrário, o que se observa é a manutenção das escalas de abate de boi gordo na posição menos confortável da atual temporada. A demanda segue aquecida no final da atual temporada, em especial à relacionada às exportações”.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 279,66

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista voltou a se deparar com preços firmes. O ambiente de negócios volta a sugerir pela alta dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia.

Importante destacar que a carne bovina tende a perder competitividade no curto prazo, em especial para a carne de frango.

“Com a continuidade do movimento de alta da carne bovina no mercado doméstico o mais provável é que a população busque alternativas que causem menor impacto na renda familiar. Essa relação é especialmente importante para a parcela da população de menor renda”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 19,90, por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00, por quilo. Quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,4627 para venda e a R$ 5,4606 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4302 e a máxima de R$ 5,4781.



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Orplana repudia pontos de decreto que endurece punições a incêndios em propriedades rurais



A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) publicou nota criticando o Decreto Federal nº 12.189/2024. Segundo a entidade, o texto penaliza de forma injusta o agronegócio pelos incêndios que acometem todo o Brasil.

“Apesar da importância e urgência do tema, as alterações no documento são extremamente prejudiciais ao setor agro. Ao imputar embargos às propriedades, elevar as multas e não dar ao produtor o direito de defesa, o Governo Federal os inviabiliza de exercerem suas atividades agrícolas no país. E não podemos esquecer que os produtores de cana-de-açúcar, que tiveram suas propriedades impactadas pelos incêndios, também são vítimas”, afirma o CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira.

De acordo com ele, o decreto faz alterações importantes e injustas nas regras de fiscalização e sanções ambientais, com foco em infrações como desmatamento, incêndios e danos ambientais em áreas rurais.

“O documento permite o embargo de áreas inteiras relacionadas a infrações ambientais. Isso significa que, em vez de embargar apenas uma parte de uma propriedade rural, toda a área afetada ou relacionada à infração pode ser bloqueada. Para o nosso setor isso é muito prejudicial, pois pode paralisar as atividades agrícolas em grandes áreas, mesmo que a infração ocorra em uma pequena porção da propriedade”, comenta.

Acesso ao crédito rural

Para a Orplana, o embargo de propriedades rurais possui impactos severos para o produtor de cana, pois os impede o acesso aos créditos rurais, por exemplo.

“Estamos no meio do Plano Safra, quando os produtores começam a ter acesso aos créditos para o plantio da safra e manutenção de sua atividade agrícola. Com o embargo, ele perde acesso a esse crédito, o que pode resultar em perdas econômicas irreparáveis”, enfatiza.

Além disso, a Organização destaca que o Decreto já parte do princípio que todos os produtores são culpados pelos incêndios em suas propriedades, não permitindo defesa antes da aplicação do embargo e das multas.

Decreto traz multas elevadas

Outro ponto criticado pela Organização é o aumento significativo das multas, elevadas para até R$ 10 mil por hectare. Para áreas cultivadas, a multa é de R$ 5 mil por hectare.

“Penalidades que podem ser economicamente devastadoras para os produtores rurais, especialmente em casos de incêndios acidentais ou fora de controle, como observamos nas áreas de cana do Brasil nos meses de agosto e setembro deste ano”, explica Nogueira.

Para a Organização, essas alterações tornam as penalidades mais severas e ampliam a área de impacto das sanções, o que pode ser visto como uma forma de dificultar as atividades agrícolas em áreas onde há alguma infração ambiental, mesmo que mínima.

A Orplana representa 35 associações de fornecedores de cana e mais de 12 mil produtores de cana-de-açúcar



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