segunda-feira, agosto 10, 2026

News

News

Exportações baianas recuam 9,5% em setembro



As exportações baianas mostraram resultado 9,5% menor do que o registrado em setembro do ano anterior, o que somou US$ 994,9 milhões.

A redução se dá devido à menor demanda global, de acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a partir da base de dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A agropecuária, mesmo com previsão de safra menor e cotações em queda no mercado internacional, liderou a pauta de exportação no mês, com aumento de 2% frente a setembro de 2023, totalizando 502 milhões de dólares.

No acumulado do ano, as exportações baianas alcançaram US$ 8,62 bilhões, um aumento de 6,3% no comparativo com o mesmo período do ano passado. As importações foram a US$ 8,33 bilhões, com elevação de 23%.

No mesmo período, as exportações da indústria de transformação tiveram queda de 26,1%, a US$ 364,6 milhões, puxado principalmente pelo desempenho ruim do setor de refino (-69,7% frente a setembro do ano passado), enquanto a indústria extrativa, embora com peso menor na pauta, apontou ganho de 3%, atingindo vendas de US$ 146,8 milhões.

As exportações brasileiras para China, principal destino dos produtos baianos, subiram 4% em setembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as vendas totais para a Ásia cederam 3,7%, mas com uma participação de 54,7% do total das vendas externas baianas no mês.

As importações, por outro lado, continuaram em alta em setembro, quando cresceram 45%, totalizando US$ 1,03 bilhão. As compras externas permanecem em aceleração acima do esperado, encabeçada principalmente pelo aumento expressivo de combustíveis (gás, petróleo cru e nafta).


Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Alta nos preços do alho e tomate em Minas Gerais


O levantamento semanal de preços das hortaliças, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), aponta que o monitoramento dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, entreposto de Contagem, revela oscilações nos preços entre o final de setembro e o início de outubro de 2024. A análise, que utiliza os preços praticados no período de 23 de setembro a 4 de outubro de 2024, tem como objetivo avaliar a oferta, demanda e os possíveis impactos no abastecimento de alimentos no estado.

Entre os produtos analisados, destacam-se abóbora moranga, abobrinha italiana, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate, que apresentaram variações tanto para cima quanto para baixo, refletindo as dinâmicas do mercado no período. Produtos como abobrinha, alho, chuchu, pimentão, quiabo e tomate registraram aumento nas cotações, enquanto abóbora, batata, cebola e cenoura tiveram queda nos preços.

O preço da abóbora moranga, por exemplo, apresentou um aumento de 20,1% na primeira semana analisada, seguido por uma queda de 8,5%, fechando o período em R$ 3,33/kg. Já a abobrinha italiana teve um aumento expressivo de 27% na primeira semana e, após variações, terminou o período a R$ 1,66/kg, o que representa uma alta de 13,8% em relação à semana anterior.

O alho brasileiro, que vinha apresentando estabilidade, registrou um aumento de 4,3% na segunda semana da análise, com o preço subindo para R$ 24,00/kg. No caso da batata, o preço caiu 16,7%, fechando o período a R$ 3,33/kg, reflexo do pico da safra de inverno e do aumento das temperaturas, que acelerou a colheita.

A cebola, por sua vez, viu seu preço cair 20% na primeira semana, mantendo-se em R$ 2,00/kg até o final do período analisado, devido ao alto volume de oferta e à menor qualidade dos produtos, impactados pelas altas temperaturas que afetam a qualidade dos bulbos. A cenoura, que começou o período a R$ 1,50/kg, chegou a R$ 1,75/kg no final da segunda semana, com uma variação negativa de 15,5%.

Chuchu e quiabo, produtos básicos da alimentação, sofreram elevações significativas nos preços. O chuchu subiu 40,2% no período analisado, fechando a R$ 3,42/kg, enquanto o quiabo apresentou um aumento de 66,7%, encerrando o período a R$ 9,16/kg. O tomate, por sua vez, registrou uma alta de 23,1%, refletindo a redução de áreas plantadas e o término da safra em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, finalizando a análise a R$ 2,67/kg.

A variação nos preços é resultado de diversos fatores, como a sazonalidade das safras, condições climáticas e a demanda por determinados produtos. Com o monitoramento contínuo, a SEAPA busca fornecer dados atualizados sobre o comportamento dos preços e garantir que o abastecimento alimentar do estado seja adequadamente acompanhado.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Alimentos da estação: Mais saúde e sabor


Estar atento aos períodos de safra é essencial tanto para o plantio quanto para as compras no supermercado ou feira. Isso ocorre porque hortaliças, frutas e legumes da estação estão em seu ápice nutricional e, consequentemente, possuem um sabor mais intenso. Consumir alimentos da época não só traz benefícios à saúde, mas também impacta positivamente o meio ambiente e a economia, já que alimentos fora de safra geralmente precisam ser transportados de longas distâncias, aumentando custos e emissões de poluentes. Assim, quanto mais próximo o local de produção do consumo, melhor para todos.

A Isla Sementes, referência no Brasil em variedades de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos, destaca uma seleção especial de produtos que podem ser plantados e encontrados facilmente em feiras e mercados. Esses produtos oferecem alternativas mais saudáveis e nutritivas para o dia a dia. Em outubro, com a chegada da primavera e temperaturas mais amenas, o plantio de diversas espécies é favorecido em todas as regiões do país.

Entre as hortaliças indicadas para o período estão abóbora, abobrinha, alface, cebolinha, cenoura, jiló, pimentão, quiabo, rúcula e tomate. Já as frutas da estação incluem caju, jabuticaba, melancia, melão, pitanga e romã. Para quem gosta de flores, outubro é um bom momento para plantar cravina, crisântemo, dália, dracena, jasmim, margarida e rosa.

Para uma alimentação mais balanceada, a berinjela é uma ótima escolha: rica em fibras e vitaminas, pode ser preparada de diversas formas, como assada, refogada ou em sopas. A beterraba, com seu sabor adocicado e vibrante cor vermelha, é versátil em saladas, sopas e até sucos. O espinafre, conhecido por ser baixo em calorias, pode ser consumido cru ou cozido, enquanto a ervilha, rica em proteínas e fibras, é ideal para caldos e refogados.
 





Source link

News

saiba o que mexe com o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.

No episódio de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que, nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor veio um pouco acima das expectativas em setembro. Sobre o Fed, as chances de uma manutenção dos juros em novembro têm ganhado cada vez mais espaço. Por aqui, olho nos dados de serviços.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Flutuações nos preços das fruta em Minas Gerais


O Balanço Semanal de Preços das Frutas, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), revela importantes flutuações nos preços das principais frutas comercializadas no CeasaMinas, localizado em Contagem, entre os dias 23 de setembro e 4 de outubro de 2024. O levantamento, realizado em conjunto com as instituições vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, tem como objetivo monitorar o abastecimento alimentar no estado de Minas Gerais.

A metodologia adotada considera a comparação dos preços médios praticados no Ceasa-MG, unidade Grande BH. O estudo abrangeu as dez frutas mais comercializadas em volume, incluindo abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva.

Entre os destaques, o abacaxi apresentou um aumento inicial de 6,3%, seguido por uma queda de 5,9%, mantendo-se estável a R$ 80,00 a dúzia. A variação média da fruta foi de -2%, passando de R$ 81,67 para R$ 80,00. Por outro lado, o preço da banana prata permaneceu inalterado ao longo do período analisado.

O coco verde teve um aumento de 12% no final do período, enquanto o preço da laranja pera subiu 10% na segunda semana, alcançando R$ 5,50/kg. O limão tahiti extra também registrou altas significativas, com variações de 8,3% e 7,7%, fechando a R$ 7,00/kg.

A maçã gala, por sua vez, teve uma queda acumulada de 4,7%, chegando a R$ 9,53/kg. O mamão formosa caiu 15,4% no preço, encerrando o período a R$ 2,50/kg, enquanto a manga tommy viu seu preço cair 11,5%, atingindo R$ 2,86/kg. A melancia graúda teve uma queda de 3,6%, passando para R$ 1,80/kg.

No caso da uva itália, as variações foram mais complexas, com uma alta de 11,1% na primeira semana, seguida por uma queda de 5% e uma nova alta de 5,3%, mantendo-se em R$ 12,50/kg. Ao comparar os preços médios entre as semanas de 23 a 27 de setembro e de 30 de setembro a 4 de outubro, apenas a banana se destacou pela estabilidade.

A análise dos resultados aponta que o aumento dos preços da laranja e do limão pode ser atribuído ao calor, que afeta a produção e reduz a oferta, ao mesmo tempo em que eleva o consumo. Já os viticultores têm priorizado o mercado externo devido a boas remunerações.

As frutas que apresentaram queda nos preços foram: abacaxi, maçã, mamão, manga e melancia. O aumento da oferta de maçãs importadas, que possuem calibres e colorações mais atrativas, resultou na diminuição da demanda pelas maçãs brasileiras, impactando seus preços. No caso do mamão, a alta oferta e um mercado lento foram fatores decisivos para a desvalorização. A manga enfrentou dificuldades logísticas nas exportações, intensificando a oferta no mercado interno. A melancia também foi afetada pela alta oferta, levando à pressão nas cotações.





Source link

News

Sexta-feira repleta de pancadas de chuva e ventania; confira e prepare-se



O último dia útil da semana é marcado por pancadas intensas de chuva e ventos de até 70 km/h em algumas áreas. Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras:

Sul

Os maiores volumes de chuva continuam concentrados no extremo sul, leste e na serra do Rio Grande do Sul, além do centro-leste e litoral de Santa Catarina e do Paraná. O sol aparece no interior da Região, mas pode chover em forma de pancadas com raios e ventos de moderados a fortes.

Sudeste

Tempo instável com céu mais encoberto, chuva forte no centro-leste e litoral de São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A condição de chuva forte continua em quase todas as áreas da Região, aumentando no Rio de Janeiro e em Vitória, Espírito Santo. O sol aparece um pouco mais e chove com potencial para pancadas no noroeste paulista e no norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Dia abafado e com chance de pancadas de chuva em quase todas as áreas da Região. A chuva pode vir em forma de temporais isolados no sul de Goiás e no oeste de Mato Grosso com risco de trovoadas. O sol aparece ainda em todas as demais áreas e pode chover com moderada a forte intensidade no Distrito Federal, em Goiânia, Campo Grande e Cuiabá.

Nordeste

A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo vir em forma de pancadas mais fortes, com raios e ventos de até 70 km/h. Chove de maneira moderada em Salvador. Enquanto isso, a previsão ainda é de tempo firme e seco na maior parte do interior do Nordeste.

Norte

Dia mais instável no Acre, sudoeste e sul do Amazonas e no estado de Rondônia. Nessas áres, o tempo fica mais encoberto e com risco de alguns temporais. Chove com moderada a forte intensidade no sul do Tocantins. Tempo firme em Manaus (AM), Boa Vista (RR), Belém (PA) e Macapá (AP).



Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Boi Gordo: Parceria do Cepea com a B3 para elaboraçaõdo indicador é encerrada


NOTA

Piracicaba, 9 de outubro de 2024.

O Cepea, Centro de pesquisas da Esalq/Universidade de São Paulo, informa que a parceria com a B3 para a elaboração do Indicador do Boi Cepea/B3 está sendo encerrada. Independentemente disso, o Cepea seguirá elaborando o Indicador do boi. Todas as suas pesquisas sobre o mercado pecuário serão continuadas, assim como as dos mercados agrícolas.

O Agronegócio Brasileiro continuará contando com as informações e análises do Cepea para que a justa concorrência sempre prevaleça.  A parceria do Cepea com a B3 segue com a elaboração dos Indicadores do Milho e do Etanol, bem como outras iniciativas em estudo.

O Cepea reitera seu compromisso com os princípios científicos, a imparcialidade e os valores de integridade que o guiam há mais de 40 anos. Em sua rede de mais de 20 mil colaboradores, atuantes em 32 cadeias agropecuárias pesquisadas continuamente, o agente de pequeno porte tem o mesmo espaço que o de grande porte.

Sem fins lucrativos, o Cepea faz pesquisas que objetivam proporcionar transparência aos mercados, reduzindo as assimetrias de informação que limitam o desenvolvimento equilibrado do mercado. Em ambientes transparentes e com informações simétricas, a influência do poder econômico nos negócios tende a desaparecer.

O compromisso do Cepea, assim como o da ESALQ e o da USP, é com a sociedade brasileira.

Equipe Cepea

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Krilltech chega ao mercado europeu


Empresa agrícola inicia sua expansão internacional ao oficializar acordo comercial com a Biorizon Biotech na Fruit Attraction 2024, na Espanha

Parceria prevê a distribuição de produtos e investimento em outros mercados globais futuramente

A Krilltech dará um dos passos mais importantes de sua história este mês. Durante a Fruit Attraction 2024, reconhecido evento global para a cadeia produtiva de frutas e vegetais, que acontece de 8 a 10 de outubro, em Madri, Espanha, a empresa oficializará uma parceria com a companhia espanhola Biorizon Biotech para representação e comercialização de suas soluções no mercado agrícola europeu.

Fundada como uma startup em 2015, nos laboratórios da Universidade de Brasília (UnB), a Krilltech chamou a atenção ao desenvolver uma tecnologia que sinaliza processos fisiológicos primários e secundários das plantas, as auxiliando a atingir todo o potencial genético e produtivo.

Inédita no mundo, a tecnologia foi patenteada e dimensionada para produção em larga escala em parceria com a UnB e a Embrapa, resultando na criação do primeiro produto da Krilltech: a Arbolina, que chega à Europa pelas mãos da Biorizon.

A solução tem resultados comprovados, que incluem aumento da eficiência fotossintética, teor de clorofila, enraizamento e produtividade em grandes culturas como soja, tomate, batata, entre outra. Essas características, inclusive, atendem perfeitamente às necessidades agrícolas dos produtores europeus, e se encaixam na exigente política de sustentabilidade do continente.

Segundo Marcelo Rodrigues, sócio-fundador da Krilltech, a atuação internacional sempre foi um objetivo da marca, que se concretiza agora na Fruit Attraction 2024. “Sendo o primeiro produto com distribuição comercial, a Arbolina certamente abrirá portas para novas soluções, que já estão em testes e logo também serão disponibilizadas no Velho Continente por meio da parceria com a Biorizon Biotech”.

Com sede em Almería, Espanha, a Biorizon é pioneira no desenvolvimento e comercialização de produtos à base de microalgas. Hoje, a empresa é uma referência internacional e opera em quase 60 países, sendo reconhecida pela União Europeia por seu trabalho com agricultura regenerativa.

“Este acordo reforça nossa estratégia de inovação ao conjugar os produtos da Krilltech com as tecnologias e produtos da Biorizon Biotech, o que proporciona novas e poderosas ferramentas aos agricultores”, celebra David Iglesias, CEO da empresa espanhola.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Redução de juros nos EUA: Efeitos no mercado global


A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano




A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano
A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano – Foto: Pixabay

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, uma empresa especializada em gestão de risco e inteligência de mercado, o recente afrouxamento da política monetária dos Estados Unidos em setembro teve um impacto significativo no mercado de commodities. O analista Victor Arduin destaca que, após um primeiro semestre de expectativas frustradas, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) decidiu reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base, um movimento considerado agressivo e estratégico para estimular a economia.

A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano, tornando as commodities mais baratas para compradores que utilizam outras moedas. Como as matérias-primas são cotadas em dólares, essa desvalorização da moeda norte-americana cria um ambiente favorável para a valorização das commodities, refletindo diretamente nos preços globais e potencialmente aumentando a rentabilidade dos exportadores.

Além disso, o relatório aponta que a redução das taxas nos Estados Unidos abre espaço para que economias asiáticas também relaxem suas políticas monetárias restritivas. Isso é especialmente relevante, uma vez que a flexibilização dessas políticas pode gerar expectativas de crescimento econômico mais robusto na região em 2025. Um crescimento mais acelerado na Ásia pode resultar em uma demanda crescente por commodities, reforçando ainda mais a tendência de alta dos preços no mercado global.

No entanto, é importante ressaltar que o cenário não está isento de riscos. Persistem questões estruturais na economia chinesa, que podem afetar a dinâmica do mercado de commodities, assim como desafios no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que também podem influenciar negativamente a recuperação econômica global.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cooperação sustentável na indústria da carne


“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo”




“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo"
“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo” – Foto: Divulgação

A ABIEC anunciou a criação do Grupo de Trabalho em Sustentabilidade na Indústria da Carne Brasil-China durante o Fórum Mundial de Inovação Agroalimentar de 2024. A iniciativa, em parceria com a China Meat Association, IMAC e WRI, visa promover práticas sustentáveis no comércio de carne bovina entre os dois países. O grupo foi formalizado no evento que celebrou os 50 anos das relações diplomáticas entre Brasil e China, e o diretor de Sustentabilidade da ABIEC, Fernando Sampaio, destacou a importância da aliança para o diálogo sobre sustentabilidade na produção de carne.

China e Brasil, líderes no agronegócio, têm uma forte cooperação, com a China como maior consumidor e o Brasil como principal fornecedor de produtos agrícolas. A demanda chinesa por carne bovina melhora a eficiência da produção brasileira, que busca reduzir impactos ambientais. Fernando Sampaio, da ABIEC, destacou que o Brasil possui uma legislação ambiental rigorosa e protocolos de monitoramento para garantir conformidade. Ele apontou o desafio de obter reconhecimento internacional e expandir a cooperação em sustentabilidade com a China.

“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, e a indústria exportadora de carne bovina já implementou protocolos de monitoramento que garantem a conformidade com essas normas”, afirmou Sampaio. “Nosso desafio agora é garantir o reconhecimento internacional desses esforços e expandir a cooperação em sustentabilidade com a China”. Complementa Sampaio.

O novo Grupo de Trabalho visa facilitar o intercâmbio entre Brasil e China sobre práticas de sustentabilidade na cadeia de carne bovina, garantindo critérios ambientais rigorosos e promovendo cooperação. A ABIEC participa de uma missão à China, liderada pelo assessor do Ministro da Agricultura, Carlos Augustin, com visitas a instituições de pesquisa e reuniões para captação de recursos para investimentos sustentáveis.





Source link