segunda-feira, agosto 10, 2026

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Boom de vendas em 2024


Crescimento passou dos 99%




A GreenCare lidera o mercado, com 35% de participação nas vendas de extrato de cannabis
A GreenCare lidera o mercado, com 35% de participação nas vendas de extrato de cannabis – Foto: Pixabay

O setor de cannabis medicinal no Brasil está crescendo rapidamente, impulsionado por investimentos em pesquisa científica e colaborações com universidades, hospitais e centros de pesquisa. Os extratos de cannabis, que incluem compostos como CBD e THC, alcançaram 41% de participação de mercado, com um aumento impressionante de 240% nos primeiros seis meses de 2024. Este segmento, que começou a ser comercializado em 2023, é dominado por empresas como GreenCare, Mantecorp e Biolab. Em contraste, o mercado de canabidiol isolado, que detinha 100% do mercado em 2022, agora representa 59% das vendas.

Nos últimos 12 meses, a soma dos mercados de extrato de cannabis e canabidiol isolado registrou um crescimento de 99,5% em unidades vendidas, dobrando o tamanho do mercado para 479,5 mil unidades e gerando um faturamento de 183 milhões de reais. Apenas no primeiro semestre de 2024, as vendas cresceram 87%, totalizando 263 mil unidades. Esses dados são da consultoria IQVIA, compilados pela Associação Brasileira da Indústria de Canabinoides (Brcann).

A GreenCare lidera o mercado, com 35% de participação nas vendas de extrato de cannabis e 16,5% no mercado total. A empresa se posicionou para competir com grandes farmacêuticas antes da regulamentação da Anvisa em 2019. Segundo o chairman Martim Mattos, essa visão foi crucial para seu sucesso.

Investindo em uma equipe de 71 consultores médicos, a GreenCare responde por 40% das prescrições médicas de extrato de cannabis no país. Além disso, é a principal apoiadora de pesquisas na área, com 14 estudos em instituições renomadas. Recentemente, a empresa anunciou investimentos significativos em um estudo clínico para registro de seus produtos na Anvisa, focando na transformação de seu portfólio em medicamentos com eficácia e qualidade comprovadas.
 





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Exportações do agro brasileiro batem recorde em setembro e alcançam US$ 14,19 bilhões



As exportações do agronegócio brasileiro atingiram um valor recorde de US$ 14,19 bilhões em setembro de 2024, registrando um aumento de 3,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Esse crescimento foi impulsionado pelo aumento no volume exportado, principalmente nos setores de carnes, açúcar e celulose, de acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa).

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Setores de destaque

Os principais setores responsáveis pelo excelente desempenho foram o complexo soja, carnes, complexo sucroalcooleiro, produtos florestais, cereais, farinhas e café. Juntos, esses seis setores representaram 84,6% das exportações do agronegócio brasileiro.

O setor de carnes foi um dos que mais se destacou, com a carne bovina liderando as vendas externas, que somaram US$ 1,25 bilhão, um crescimento de 29,2% em relação a setembro de 2023. A exportação de carne bovina in natura também atingiu um recorde histórico, com 251,76 mil toneladas embarcadas, tendo a China como principal mercado comprador.

Outro setor que impulsionou as exportações foi o complexo sucroalcooleiro, com vendas de US$ 1,92 bilhão, um aumento de 6,4% em relação ao ano anterior. O açúcar foi o principal produto, respondendo por quase 95% das vendas desse setor, com embarques recordes de 3,47 milhões de toneladas.

Recordes no setor florestal e no café

Os produtos florestais também registraram forte desempenho, especialmente a celulose, que atingiu US$ 1,04 bilhão em exportações, estabelecendo um novo recorde para os meses de setembro. Os mercados mais industrializados foram os principais compradores desse produto.

O café verde também apresentou crescimento expressivo, com as vendas subindo de US$ 573,84 milhões em setembro de 2023 para US$ 1,07 bilhão em 2024, um aumento de 86,6%. O volume embarcado foi de 243,1 mil toneladas, estabelecendo um novo recorde para o setor.

Crescimento nos últimos 12 meses

Nos últimos doze meses, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 166,19 bilhões, o que representou uma elevação de 1,8% em comparação ao período anterior. Segundo o secretário Luis Rua, essa performance recorde é resultado da abertura de novos mercados e da crescente demanda por produtos brasileiros. “A abertura de mercados para novos produtos agropecuários tem sido um dos principais motores desse crescimento”, afirmou o secretário.



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Exportações do agro brasileiro batem recorde


No mês de setembro, as exportações do agronegócio brasileiro atingiram cifra recorde, totalizando US$ 14,19 bilhões em vendas externas, um aumento de 3,6% em comparação ao mesmo período de 2023. Esse resultado positivo da balança comercial foi impulsionado, em grande parte, pelo aumento do volume exportado.

De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), os principais setores exportadores foram o complexo soja, carnes, complexo sucroalcooleiro, produtos florestais, cereais, farinhas e preparações, além do café. Esses seis setores representaram 84,6% da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Na tarde desta quinta-feira (10), o secretário Luis Rua destacou que o valor recorde de setembro também é resultado da abertura de mercados realizada nos últimos meses para produtos agropecuários brasileiros. “Quando abrimos mercados para uma cadeia produtiva que eventualmente não exporta muito, criamos novas oportunidades e, assim, impulsionamos outros mercados,” afirmou o secretário, durante entrevista para jornalistas na sede do Mapa. 

PRODUTOS DESTAQUES 

As exportações de carnes tiveram grande destaque, com o setor bovino registrando o maior valor exportado pelo Brasil. Em setembro de 2024, as vendas externas de carne bovina alcançaram US$ 1,25 bilhão, um aumento de 29,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. As exportações de carne bovina in natura também atingiram um recorde histórico de volume embarcado, com 251,76 mil toneladas (+29,1%). A China manteve-se como o principal mercado comprador da carne brasileira.

O complexo sucroalcooleiro exportou US$ 1,92 bilhão em setembro de 2024 (+6,4%). O principal produto desse setor foi o açúcar, responsável por quase 95% das vendas externas do complexo. Em setembro de 2024, os embarques de açúcar de cana em bruto atingiram um volume recorde de 3,47 milhões de toneladas (+25,9%) para os meses de setembro. Os produtos florestais, que incluem celulose, papel, e madeiras e suas obras, também registraram forte desempenho. A celulose foi o único produto do setor a atingir a marca de US$ 1 bilhão em vendas, com US$ 1,04 bilhão exportados, estabelecendo um novo recorde para os meses de setembro. Os mercados mais industrializados foram os principais importadores de celulose.

Outro destaque foi o café verde, com vendas externas que subiram de US$ 573,84 milhões em setembro de 2023 para US$ 1,07 bilhão em setembro de 2024 (+86,6%), cifra recorde para os meses de setembro. O volume embarcado também foi recorde, atingindo 243,1 mil toneladas comercializada.

RESULTADOS DE 12 MESES (SETEMBRO 2023/AGOSTO 2024) 

Nos últimos doze meses, entre outubro de 2023 e setembro de 2024, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram a cifra de US$ 166,19 bilhões, o que significou elevação de 1,8% em comparação aos US$ 163,19 bilhões exportados nos doze meses imediatamente anteriores. 





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Preços do boi gordo dispararam na semana e devem continuar assim, diz analista


O mercado de boi gordo se deparou com preços em alta no decorrer da semana. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

Isso porque a atual posição das escalas de abate segue na pior posição da atual temporada. “Além disso, o mercado está pautado por uma demanda extremamente aquecida, em especial para a exportação”.

As escalas de abate nesta semana giram em torno de sete dias úteis em todo o país. Contudo, em estados como São Paulo, não passam de cinco dias úteis.

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 10 de outubro:

  • São Paulo (Capital): R$ 305, alta de 3,39% frente aos R$ 295 registrados na
    semana passada
  • Goiás (Goiânia): R$ 285, avanço de 5,56% perante os R$ 270 praticados na
    última semana
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 295, aumento de 3,51% frente aos R$ 285 registrados na semana anterior
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 300 a arroba, valorização de 5,26% frente aos R$ 285 praticados no final do mês passado
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 270, 8% acima dos R$ 250 da última semana
  • Rondônia (Vilhena): R$ 275, aumento de 3,77% em relação aos R$ 265 do final da semana passada

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou forte alta dos preços no decorrer da semana, confirmando as expectativas projetadas.

Além da demanda aquecida, Iglesias destaca que precisa ser mencionado o fato das indústrias se depararem com algum aperto em seus estoques, algo natural diante de uma oferta mais restrita de animais para o abate.

A carne bovina tende a perder competitividade no curto prazo, em especial para proteínas de menor valor agregado, a exemplo do ovo, embutidos e da carne de frango.

O quarto do traseiro do boi avançou 6,98% ao longo da semana, passando de R$ 21,50 o quilo para R$ 23 o quilo. O quarto do dianteiro subiu 9,09%, de R$ 16,50 para R$ 18.

Exportações de carne bovina

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil, renderam US$ 183,201 milhões em outubro (4 dias úteis), com média diária de US$ 45,8 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 39,866 mil toneladas, com média diária de 9,966 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.595,30.

Em relação a outubro de 2023, houve alta de 12,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 12,4% na quantidade média diária exportada e estabilidade no preço médio.



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Painéis solares contribuem para repovoamento de abelhas e polinização no campo


Um estudo realizado pelo Argonne National Laboratory, centro de pesquisa do governo dos Estados Unidos, revelou que a energia fotovoltaica pode desempenhar um papel importante na recuperação de populações de abelhas e outros insetos polinizadores, além de gerar eletricidade.

A pesquisa foi conduzida em duas grandes instalações solares no estado de Minnesota e destacou como os projetos que combinam painéis solares com a agricultura, conhecidos como agrofotovoltaicos, podem trazer benefícios significativos para o meio ambiente e a produção agrícola.

Segundo o estudo, as áreas onde os painéis solares foram instalados criaram novos habitats favoráveis para abelhas, borboletas e outros insetos essenciais para a polinização de culturas agrícolas.

Esses polinizadores são responsáveis por 80% da polinização de alimentos em todo o mundo e seu declínio, provocado por fatores como mudanças climáticas e perda de habitat, representa um risco para a segurança alimentar global.

energia solarenergia solar
Foto: Freepik

Os pesquisadores observaram um aumento de três vezes na população de insetos nas áreas analisadas, além de maior diversidade de plantas nativas e flores. A instalação de painéis solares, ao criar espaços sombreados e livres de defensivos agrícolas, ajudou a formar um ambiente mais adequado para esses insetos, contribuindo também para o controle natural de pragas.

A energia solar, quando integrada à agricultura, se mostrou uma ferramenta eficaz não só na geração de eletricidade, mas também na promoção de biodiversidade e aumento da produtividade agrícola.

“Se localizada corretamente, a energia solar favorável ao habitat pode proteger os polinizadores e melhorar os serviços de polinização em áreas agrícolas”, afirma Lee Walston, ecologista e principal autor do estudo.

Os resultados do estudo indicam que os projetos agrofotovoltaicos podem ser uma solução viável para enfrentar o desafio da perda de abelhas e outros polinizadores, ao mesmo tempo em que otimizam o uso da terra para a produção de energia e alimentos.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo


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uma das piores doenças da cultura precisa de vazio sanitário de 2 anos, diz Embrapa


Com base em resultados de pesquisa da Embrapa Amazônia Ocidental (AM) em parceria com Embrapa Roraima, cientistas recomendam o período de 24 meses para o vazio sanitário de bananeiras para a recomposição de áreas de terra firme afetadas pela murcha-bacteriana ou moko da bananeira.

A doença é causada pela bactéria Ralstonia solanacearum raça 2, uma praga quarentenária presente sob controle oficial, que se encontra disseminada no Amapá, Amazonas, Roraima, Pará, Pernambuco, Rondônia e Sergipe.

O moko é uma das doenças mais destrutivas das bananeiras cultivadas em áreas de várzea da região amazônica, onde as inundações anuais são o ponto crucial para disseminação da bactéria, pois as águas das enchentes disseminam o patógeno ao longo dos rios, contaminando todos os plantios à jusante do bananal afetado.

Nos municípios de Tabatinga e Manicoré, no Amazonas, por exemplo, os plantios são afetados pela doença, pois estão estabelecidos nas áreas de várzea da calha do Alto Solimões e do Rio Madeira, respectivamente. Nesse caso, a erradicação do mal é praticamente impossível, pois todos os anos as áreas são inundadas e as águas das enchentes disseminam a bactéria.

Banana; bananal; bactériaBanana; bananal; bactéria
Foto: Luadir Gasparotto/Embrapa

Nas áreas de terra firme, a bactéria se comporta como um patógeno transeunte do solo, pois sobrevive nesse ambiente por tempo limitado. Ela não resiste na ausência de resíduos da planta hospedeira e tampouco produz endósporos, que são estruturas de resistência que garantem a sua sobrevivência sob condições de estresse ambiental. Após o vazio sanitário de dois anos, pode-se plantar novamente bananeiras de mudas sadias no local.

Não há cultivares resistentes, e o controle químico também não funciona, porque a doença é vascular, informam pesquisadores da Embrapa.

“Em áreas de terra firme, a doença só ocorre quando os produtores utilizam, no plantio, mudas contaminadas oriundas das várzeas. A bactéria é disseminada por contato das raízes entre as plantas e, em poucos meses, causa a morte de todo o plantio”, explica o pesquisador Luadir Gasparotto.

Como a disseminação de R. solanacearum raça 2 para as áreas de terra firme é antrópica (causada por ação humana), ela pode ser evitada com medidas de exclusão, ou seja, plantio de mudas sadias, desinfestação de máquinas e implementos utilizados no bananal doente e proibição do trânsito desordenado de veículos, de pessoas e de caixas usadas para transporte das bananas entre os plantios.

Segundo a pesquisa, as medidas de erradicação apresentam bons resultados em plantios de banana em terra firme, mas, para recomendar a erradicação, foi importante definir o período de sobrevivência da bactéria no solo.

Para a erradicação da doença, é importante que todas as bananeiras sejam mortas. Os pesquisadores recomendam que não se deixe nenhuma planta viva. Após a morte de todas as bananeiras, é recomendável que a área seja cultivada com outras culturas, como mandioca, abacaxi, mamão e milho, durante pelo menos 24 meses.

Nesse período, todos os resíduos orgânicos do bananal serão decompostos. Após o vazio sanitário, sem bananeiras, durante 24 meses, a mesma área poderá ser estabelecida com novo plantio dessa planta, mas com mudas de procedência conhecida livre de moko.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo


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Azeites de oliva extravirgem do RS ganham certificação de qualidade



Vinte e um azeites de oliva extravirgem, produzidos por dez marcas do Rio Grande do Sul, receberam a certificação na edição 2024 do selo Produtos Premium Origem e Qualidade RS. O selo concedido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) do estado, em parceria com o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), será aplicada em cerca de 40 mil garrafas da safra atual.

“Nosso selo atesta não apenas a excelência no sabor e na pureza do azeite, mas também a autenticidade da sua origem, agregando valor ao produto e reforçando a confiança dos consumidores”, destaca a titular da Sict, Simone Stülp. 

Assim como nas edições anteriores, os azeites da safra 2024 passaram por critérios rigorosos de comprovação de procedência e qualidade, que incluíram análises físico-químicas, sensoriais e documental. 

O processo de certificação contou com a parceria do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), único laboratório de análise sensorial de azeite no Brasil reconhecido pelo Conselho Oleícola Internacional (COI). Isso permitiu o cumprimento dos padrões de qualidade exigidos, com o fornecimento de infraestrutura adequada para a realização da análise sensorial e a continuidade no treinamento dos painelistas. 

Os consumidores poderão encontrar as garrafas seladas em lojas de e-commerce, nas redes sociais das marcas, em alguns supermercados e em lojas especializadas. Além disso, estarão disponíveis na Feira do Azeite Gaúcho, realizada no pátio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) todo primeiro e terceiro sábados de cada mês. A Seapi fica na Av. Getúlio Vargas, 1.384, Menino Deus, Porto Alegre (RS). 

O programa Produtos Premium é coordenado pela Sict e atua em diversos setores produtivos do estado, como o azeite de oliva, a carne bovina, a carne de cordeiro e a cachaça.

O objetivo é estimular e sensibilizar empreendedores sobre a importância estratégica da agregação de valor aos produtos como uma forma de diferenciação em relação à competição por preço e qualidade, centrada, normalmente, na redução de custos e na produção em grande escala. Confira a lista completa de azeites de oliva extravirgens selados como produto premium.  


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Previsão de chuvas fortes ajuda a anular risco de incêndios no campo



Confira como fica o clima para a semana de 14 a 19 de outubro:

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Sul

A segunda-feira (14) começa com áreas de instabilidade que organizam nuvens de chuva no oeste e sudoeste do Rio Grande do Sul. O sol aparece ao longo da manhã, mas pancadas de chuva são esperadas à tarde e à noite.

O litoral do Paraná e Curitiba terão um dia mais nublado, com possibilidade de chuvisco, enquanto o tempo segue firme no interior da região. Durante a semana, duas frentes frias provocarão temporais no Rio Grande do Sul, na terça-feira (15), mas sem previsão de chuva para Santa Catarina e Paraná.

Na sexta-feira (18), a segunda frente fria trará temporais para os três estados. Há risco de rajadas de vento intensas, superiores a 70 km/h, e possibilidade de queda de granizo, o que pode causar danos a lavouras, estruturas agrícolas e queda de árvores, além de possíveis interrupções no abastecimento de energia.

O acumulado de chuva na semana deve variar entre 20 e 50 mm, mantendo a umidade do solo e sem prejudicar os trabalhos no campo.

Sudeste

A semana começa com tempo abafado, sol e pancadas de chuva no noroeste e norte de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo. Também há mais umidade no norte do Espírito Santo e no Vale do Jequitinhonha, com céu encoberto e chance de temporais. O tempo fica firme na maior parte de São Paulo, no sul e Triângulo de Minas Gerais.

Nos próximos cinco dias, o acumulado de chuva deve ficar entre 40 e 60 mm no estado de São Paulo, sul e oeste de Minas Gerais, incluindo o Triângulo Mineiro, favorecendo a reposição hídrica do solo e o início da safra 2024/2025. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de Minas Gerais, os acumulados ficam em torno de 20 mm, elevando a umidade do ar e reduzindo o calor.

Em todos os quatro estados, o risco de incêndios é praticamente nulo nos próximos dias.

Centro-Oeste

A semana começa com chuva forte, risco de raios e trovoadas em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. As pancadas de chuva podem acumular volumes mais altos, com tempo abafado. Chove apenas no extremo noroeste de Mato Grosso do Sul, enquanto Campo Grande terá um início de semana com tempo firme.

Há alerta para temporais durante a semana, com risco de granizo e rajadas de vento de até 60 km/h, podendo danificar lavouras, estruturas agrícolas e causar queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia nos três estados.

Nos próximos cinco dias, o volume de chuva pode superar 100 mm em Mato Grosso e no oeste de Goiás, revertendo o déficit hídrico dessas regiões e proporcionando umidade suficiente para o início da safra 2024/2025.

Em Mato Grosso do Sul, são esperados pelo menos 40 mm no centro-norte, enquanto o centro-sul terá uma semana mais firme, com temperaturas de até 36°C e chuvas passageiras de 15 a 20 mm.

A tendência é de recuperação das pastagens nos três estados.

Nordeste

Pancadas de chuva estão previstas para o oeste, sul e litoral da Bahia, e do litoral de Alagoas até o Rio Grande do Norte. O sol aparece pela manhã, e as chuvas ocorrem de forma intercalada com períodos de tempo firme.

O Maranhão, Piauí, Ceará e o interior de Pernambuco terão tempo firme, com umidade baixa. Um pulso de chuva deve avançar pela região, diminuindo o calor. Em cinco dias, os acumulados de chuva podem chegar a 40 mm no centro-sul do Maranhão, Piauí, Ceará, oeste e sul da Bahia, ajudando a repor a umidade do solo.

Nas demais áreas, os acumulados devem variar entre 5 e 10 mm, elevando a umidade do ar e reduzindo o risco de incêndios. Produtores no interior da região devem ficar atentos, pois as temperaturas ainda devem chegar a 38°C, inviabilizando o início da safra 2024/2025.

Norte

O tempo ficará instável no Acre, Amazonas, Rondônia e sul do Pará, com possibilidade de pancadas de chuva no início da semana e alguns temporais localizados. Não há previsão de chuva em Roraima, no noroeste e litoral do Pará. Pancadas de chuva devem ocorrer à tarde no Amapá.

A semana será mais seca no Amazonas, Roraima, norte do Pará e Amapá, com acumulados de chuva entre 15 e 25 mm, mantendo os rios da região em níveis críticos devido à seca.

No Acre, Rondônia, centro-sul do Pará e Tocantins, o acumulado de chuva pode ultrapassar 50 mm, eliminando o risco de incêndios, ajudando na recuperação das pastagens e viabilizando o início da safra 2024/2025 no sul e oeste do Tocantins.



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Ação contra suposta invasão de áreas públicas prende 6 pessoas no Acre


Agentes públicos prenderam, no sábado (12), no Acre, ao menos seis pessoas investigadas por suspeita de participação de suposto esquema de ocupação irregular de áreas públicas, desmatamento e exploração ilegal de recursos naturais de terras protegidas.

As prisões, em flagrante, ocorreram no âmbito da Operação Usurpare, realizada pela Polícia Federal (PF) em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar do Acre (PM-AC).

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Em nota, a PF informou que as “crescentes atividades ilegais de ocupação e desmatamento em [área destinada a] assentamento do Incra, em Acrelândia (AC), estavam expondo a perigo a integridade ambiental e o patrimônio público federal”.

Segundo a Polícia Federal, os investigados ocupavam irregularmente e extraiam recursos naturais, como a madeira de árvores, de áreas protegidas, principalmente as de proteção permanente do imóvel, asseguradas por lei como espaços para preservação da biodiversidade; proteção do solo e garantia do bem-estar da população.

Ainda de acordo com a PF, durante a ação, os agentes federais apreenderam duas armas de fogo. A reportagem não conseguiu contato com alvos da operação. 



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Empresa de tecnologia levanta 36 milhões de euros para impulsionar a digitalização agrícola global



A xFarm Technologies, uma das principais empresas europeias de tecnologia para o setor agroalimentar, anunciou a captação de 36 milhões de euros em uma rodada de financiamento Série C, com o objetivo de acelerar sua expansão global e aprimorar suas soluções de digitalização para a agricultura. Com essa nova injeção de capital, a empresa planeja fortalecer sua atuação na Europa, América Latina, Estados Unidos, Índia e Turquia, além de continuar a desenvolver práticas de agricultura regenerativa com o uso de tecnologias avançadas como a Inteligência Artificial Geoespacial.

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Em 2024, a xFarm já atende mais de 450 mil fazendas em todo o mundo, cobrindo 7 milhões de hectares por meio de seu Sistema de Informação de Gestão Agrícola (FMIS), uma plataforma digital que oferece suporte aos agricultores. A empresa tem se destacado na implementação de soluções sustentáveis e na promoção de práticas agrícolas mais eficientes e amigáveis ao meio ambiente.

Foco em inovação e sustentabilidade

Com o financiamento liderado pela Partech, por meio de seu Impact Growth Fund, e o apoio da Mouro Capital, a xFarm Technologies pretende continuar sua trajetória de crescimento, mantendo o foco em inovação e sustentabilidade. Matteo Vanotti, CEO da xFarm, destacou a importância de fornecer ferramentas avançadas para ajudar os agricultores a gerenciar suas fazendas de maneira mais eficaz, promovendo uma transição para práticas agrícolas sustentáveis.

“A agricultura global enfrenta grandes desafios, e queremos continuar liderando o caminho com soluções inovadoras. A rodada de financiamento permitirá que continuemos investindo em tecnologias de ponta, com foco em sustentabilidade e agricultura regenerativa”, afirmou Vanotti.

Expansão global e novos mercados

A xFarm já possui uma forte presença em diversos países europeus, como Suíça, Itália, Espanha, França e Reino Unido. Agora, com o novo investimento, a empresa planeja ampliar sua atuação em mercados estratégicos como a América Latina, onde o Brasil é uma das prioridades, além de expandir para os Estados Unidos, Índia e Turquia.

Além disso, a Mouro Capital contribuirá para o desenvolvimento de uma nova divisão da xFarm focada em fintechs e insurtechs, permitindo que a empresa ofereça serviços relacionados à gestão de riscos e empréstimos financeiros aos agricultores, proporcionando uma solução ainda mais completa para o setor.

Agricultura regenerativa e digitalização

A sustentabilidade e a agricultura regenerativa são prioridades para a xFarm Technologies, que tem trabalhado em soluções que incentivam a adoção de práticas sustentáveis em larga escala. O uso de Inteligência Artificial Geoespacial permite à empresa apoiar seus clientes com dados precisos e análise agronômica, ajudando a melhorar a eficiência na gestão das fazendas e a reduzir o impacto ambiental.

Com a crescente demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis, a xFarm Technologies se posiciona como um dos principais atores na transição do setor agroalimentar para um modelo mais digital e ambientalmente consciente.



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