domingo, agosto 9, 2026

News

News

Brasil abre mercado no Catar para carne de caprinos e ovinos



O Brasil celebrou mais um avanço no agronegócio com a recente abertura de mercado no Catar para a exportação de carne de caprinos e ovinos. A autorização foi concedida após a aprovação de um Certificado Sanitário Internacional, permitindo que os produtos brasileiros acessem o mercado catariano, que já é um importante destino para outras proteínas animais do país.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Entre janeiro e setembro de 2024, o Brasil exportou aproximadamente US$ 200 milhões em produtos agropecuários para o Catar, sendo 90% desse valor relacionado a carnes de aves e bovinos. Agora, com a abertura para caprinos e ovinos, o Brasil amplia sua oferta no mercado catariano, o que deve diversificar ainda mais o comércio entre os dois países.

Com essa nova abertura, o agronegócio brasileiro registra sua 182ª conquista de mercado em 2024, totalizando 260 aberturas desde o início de 2023, em 61 destinos diferentes. O sucesso é resultado de um esforço conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como está o progresso das lavouras de sorgo nos Estados Unidos?


Colheita de sorgo no Texas chega a 95%, superando a média de cinco anos





Foto: Pixabay

O boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), trouxe atualizações sobre o andamento da safra norte-americana de sorgo. Até o dia 13 de outubro, 89% da área plantada já havia atingido a maturidade, igual ao registrado no mesmo período do ano passado e 2 pontos percentuais à frente da média dos últimos cinco anos.

Segundo o boletim, quanto à colheita, 53% da área de sorgo foi colhida até o momento, 3 pontos à frente do ano anterior e da média histórica. O progresso da colheita de sorgo avançou 22 e 20 pontos percentuais, respectivamente, ao longo da semana nos estados da Nebraska e Dakota do Sul. Já no Texas, 95% da área plantada de sorgo foi colhida, superando em 4 pontos percentuais tanto os números do ano passado quanto a média de cinco anos.

Em termos de qualidade, 44% da área plantada de sorgo foi classificada em boas a excelentes condições até 13 de outubro, o que representa uma leve queda de 1 ponto percentual em relação à semana anterior, mas 2 pontos à frente dos resultados obtidos no ano passado, conforme os dados do USDA.





Source link

News

semana deve terminar com transtornos; veja onde



A chuva que atingia quase toda a Região Sul dá uma trégua no Rio Grande do Sul. Em outros estados, pancadas intensas fecham a semana. Confira a previsão:

Sul

Tempo instável com condições de chuva forte no oeste e leste de Santa Catarina, no centro-sul e sudoeste do Paraná, enquanto diminui na maior parte do Rio Grande do Sul. Pode chover apenas no litoral norte e extremo norte gaúcho de manhã. As pancadas ganham força no norte do Paraná com risco de trovoadas.

Sudeste

A chuva se espalha mais na Região. Dia de sol com pancadas fortes em São Paulo, podendo gerar novos transtornos e apagões. Sul e leste de Minas Gerais, interior e norte do Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo também serão afetados por precipitações. Norte e noroeste mineiros com potencial de temporais isolados.

Centro-Oeste

Chove em todo o Centro-Oeste do Brasil nesta sexta-feira. A condição é de temporais entre Goiás e Mato Grosso com eventual queda de granizo, raios e ventos moderados a forte. Chove em forma de pancadas em Mato Grosso do Sul e na região de Campo Grande.

Nordeste

Pancadas de chuva no sul do Maranhão e centro-sul do Piauí. Tempo mais instável no Recôncavo Baiano, no oeste e norte da Bahia também. Nessas áreas, a chuva pode vir forte com raios e ventos. O sol aparece mais no interior da Região; chove com moderada intensidade entre Paraíba e Pernambuco.

Norte

Tempo instável e risco de temporais no Tocantins, sul do Pará e centro-norte de Rondônia. O sol aparece em toda a Região. Só não chove em Boa Vista, Roraima, mas, há previsão de pancadas mais irregulares no Amazonas, Amapá e no litoral do Pará.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

“Boi China”, fêmea e boi gordo registram nova alta


Mercado de bovinos registra forte alta nas cotações





Foto: Canva

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a primeira quinzena de outubro foi marcada por expressivas elevações nos preços da arroba bovina em diversas praças pecuárias paulistas, com o movimento de alta permaneceu nesta quinta-feira (17). O mercado abriu o dia com ofertas maiores para todas as categorias destinadas ao abate. A arroba do “boi China” e do boi gordo registrou um aumento de R$ 5,00, enquanto a arroba das fêmeas subiu R$ 3,00.

No Mato Grosso, as cotações também seguiram em alta em todas as regiões monitoradas, impulsionadas por escalas de abate mais curtas. No Nortão do estado, a valorização foi de R$ 10,00 por arroba para o boi gordo, vaca e novilha. Situação semelhante foi observada na região Sudeste, com o boi gordo e a novilha registrando alta de R$ 10,00 por arroba, enquanto a vaca teve aumento de R$ 5,00, conforme aponta o Informativo.

Em Cuiabá, o boi gordo também subiu R$ 10,00 por arroba, e a vaca, R$ 5,00, com a novilha mantendo os preços estáveis. No Sudoeste do estado, as cotações permaneceram inalteradas. A arroba do “boi China” acompanhou a tendência de alta, com aumento de R$ 5,00. No Acre, os preços permaneceram estáveis em comparação ao dia anterior.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de açúcar fecha em queda semanal


Ao fim da sessão, o contrato H25 foi precificado a US¢ 22,24/lb




Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos
Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos – Foto: Pixabay

De acordo com a StoneX, a semana foi marcada por um direcionamento pouco claro para o mercado futuro de açúcar. Nesta sexta-feira (11), o açúcar bruto em Nova York registrou uma alta moderada pelo terceiro pregão consecutivo, porém insuficiente para evitar que o contrato de março/25 fechasse em queda em relação à semana anterior. 

Ao fim da sessão, o contrato H25 foi precificado a US¢ 22,24/lb, apresentando uma queda de 3,3% em comparação com a semana passada, quando os preços ainda superavam o nível de US¢ 23,00/lb. O relatório da UNICA, que trouxe dados alinhados às expectativas, contribuiu para os ajustes observados ao longo da semana. Até terça-feira, a queda acumulada em quatro pregões chegou a atingir níveis abaixo de US¢ 22,00/lb, alcançando US¢ 21,80/lb, mas com recuperação posterior.

No setor de etanol hidratado, o indicador da StoneX para Ribeirão Preto (SP), incluindo impostos, fechou a semana em R$ 3,02/litro, refletindo uma alta semanal de 2%. Esse aumento pode estar relacionado ao retorno das compras das usinas ao mercado doméstico, especialmente na segunda quinzena de setembro, diferente do cenário observado no início daquele mês, quando a demanda caiu, pressionando os preços para baixo. Atualmente, a normalização dos estoques nas usinas sugere que outubro poderá registrar um pico de estocagem no Centro-Sul e, eventualmente, uma queda do indicador a partir deste ponto.

Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos. A atenção às condições no Centro-Sul e aos estoques das usinas será essencial para determinar a direção dos preços nas próximas semanas, acompanhando possíveis ajustes e oportunidades.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

soja supera a média de 5 anos; Plantio de trigo de inverno atrasa


USDA aponta progresso das colheita de soja e trigo





Foto: Canva

O boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela NOAA e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), destacou o avanço da colheita de soja e o progresso do plantio de trigo de inverno em todo o país. No caso da soja, 95% das áreas plantadas já registraram a queda das folhas até 13 de outubro, número ligeiramente inferior ao do ano passado, mas 3 pontos percentuais à frente da média de 5 anos. A colheita de soja está 67% concluída, superando em 10 pontos percentuais o resultado do mesmo período do ano passado e 16 pontos à frente da média de 5 anos.

O ritmo da colheita de soja foi especialmente acelerado em 11 dos 18 estados monitorados, com avanços de 20 pontos percentuais ou mais em uma semana.

Já o plantio do trigo de inverno de 2025 atingiu 64% da área prevista até o dia 13 de outubro, ligeiramente atrás do desempenho do ano passado e da média histórica de 5 anos. Apesar disso, 12 estados registraram um progresso no plantio, com aumentos de 10 pontos percentuais ou mais, conforme os dados do USDA.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, quanto à emergência do trigo de inverno, 35% das áreas plantadas já apresentam brotos, ritmo que também ficou atrás do registrado no ano passado e da média de 5 anos. Nos estados de Idaho e Nebraska, o progresso foi ainda mais notável, com avanço de 25 e 32 pontos percentuais, respectivamente, na última semana.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores semearam 30% do arroz no RS, diz Irga


A Fronteira Oeste (FO), a regional mais adiantada





Foto: USDA

ORio Grande do Sul semeou até agora 29,97% do arroz da safra 2024/2025. Foram registrados nesta semana 284.235 hectares dos 948.356 ha previstos pelo Irga para o Estado.

A Fronteira Oeste (FO), a regional mais adiantada, está com 155.442 hectares semeados (55,21% dos 281.542 ha estimados). A Planície Costeira Interna é a segunda mais avançada, com 46.383 ha (32,25% dos 143.825 ha projetados).

O gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, Luiz Fernando Siqueira, destaca o avanço na FO, que já ultrapassou os 50%. “Alguns municípios já estão bem adiantados na Fronteira Oeste. As demais regiões também avançaram em relação ao último levantamento, mas o grande destaque continua sendo a FO. Nas próximas semanas, pela previsão do clima, possivelmente tenhamos mais janelas, possibilitando que no mês de outubro o Estado inteiro atinja um percentual bem satisfatório da semeadura”, acrescenta.

O levantamento da semeadura de arroz no RS é coordenado pela Dater, a partir de informações fornecidas pelos produtores para os núcleos da autarquia localizados no interior do Estado.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

HF Brasil/Cepea: Balança comercial de frutas e hortaliças está negativa, mas…


A balança comercial brasileira de frutas e hortaliças frescas de 2024 está negativa na parcial de 2024 (até agosto), resultado bastante atípico, conforme avaliação da equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

Para as frutas, dados do Comex Stat compilados e avaliados pela equipe do Cepea mostram que as exportações deste ano de boa parte delas apresentam bom desempenho, mas as importações estão ainda mais intensas – mesmo diante do dólar valorizado frente ao Real –, contexto que vem resultando em um déficit significativo. Esse cenário é distinto, tendo em vista que, quando analisada a série histórica do Comex Stat, iniciada em 1997, foram poucos os anos em que a balança comercial foi negativa – houve déficit apenas em 1997, 1998 e 2014 (considerando-se o código SH08, que inclui frutas, cascas de frutos cítricos e de melões).

Segundo a equipe da revista Hortifruti Brasil, o impulso às importações vem das grandes aquisições externas de frutas que não são muito produzidas no Brasil, como pera, kiwi e frutas de caroço (ameixa, pêssego e nectarina), mas também das compras de algumas que já são fortemente produzidas por aqui, como maçã, uvas e laranja. Nestes casos, as importações aconteceram como forma de complementar a reduzida produção doméstica.

Quanto às hortaliças, segundo o Comex Stat (considerando-se o código SH07, que inclui produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis), a balança continua deficitária, já que o Brasil é “importador líquido” desses produtos, ou seja, o País comumente compra mais fora do que exporta.

O CENÁRIO PODE MUDAR – Considerando-se o desempenho da parcial deste ano (de janeiro a agosto) e uma média dos resultados dos últimos cinco anos para os meses restantes (setembro a dezembro), espera-se que a balança comercial de frutas frescas feche 2024 positiva, sustentada pelas boas perspectivas com as exportações de manga, melão, melancia e lima ácida tahiti. Ainda assim, o possível superávit de 2024 deve ser baixo. Os gastos com as importações estão aumentando de forma expressiva, e os volumes adquiridos devem seguir intensos até o fim do ano.

 

Você também encontra nesta edição:

ALFACE – Clima desafia planejamento de produtores; consumo está limitado

BATATA – Calor acelera colheita em setembro

CEBOLA – Produtividade em alta mantém preço em queda

TOMATE – Preços reagem, mas seguem em baixos patamares

CENOURA – Custos seguem acima dos preços em setembro

CITROS – Preço da pera in natura renova recorde

MELANCIA – Oferta elevada impede aumento de preços em setembro

MELÃO – Oferta intensa restrita eleva preços

UVA – Colheita aumenta no Vale, mas em menor proporção que em anos anteriores

MANGA – Alta oferta de tommy pressiona cotações em setembro

MAÇÃ – Fruta importada tem boa qualidade e preço atrativo; importações crescem

BANANA – Apesar da queda em setembro, valor da prata avança em um ano

MAMÃO – Volume colhido de havaí aumenta, e preços caem





Source link

News

Reduzir emissão de carbono pode render descontos na apólice de seguro rural


Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Conselho Nacional do Café (CNC) e a ONG ProNatura Internacional, começa a ser desenvolvido o projeto Cafeicultura Brasileira Sustentável – Sistema de Compensação de Crédito de Carbono na Apólice de Seguro Rural no Brasil.

A proposta tem como objetivo promover práticas agrícolas sustentáveis na produção de café no Brasil, bem como integrar o sistema de compensação de crédito de carbono na apólice de seguro rural como incentivo para que os produtores possam alcançar benefícios socioeconômicos e ambientais.

Execução do projeto

Nesta quinta-feira (17) foi dado o primeiro passo para a execução do projeto. Após análise e visitas in loco, a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel), de Minas Gerais, foi selecionada como piloto da proposta.

Conforme previsto, a partir da adoção de práticas sustentáveis que reduzam a emissão de carbono na atmosfera, conforme métricas a serem estabelecidas, produtores cooperados da Cocatrel poderão utilizar seus créditos de carbono para bonificação na apólice do seguro rural. A operação será feita junto a instituições financeiras internacionais.

A escolha da cooperativa foi feita após análise do perfil dos produtores. Atualmente, a Cocatrel conta com cerca de 8,5 mil cooperados, sendo que, aproximadamente 80% deles atuam em propriedades com área entre 5 e 12 hectares.

Como aderir

café, selo de origem, chapada diamantina, bahiacafé, selo de origem, chapada diamantina, bahia
Foto: Divulgação/Seagri

Produtores cooperados interessados em aderir ao projeto deverão aplicar as práticas estabelecidas pelas instituições parceiras.

Trata-se de atividades que já são realizadas pelos cafeicultores, como a adubação verde, utilizando plantas de cobertura que evitam a erosão do solo, possibilitam maior reserva de água e da biodiversidade, ampliação do uso de compostos orgânicos, entre outros.

A partir da metodologia de aferição definida, os créditos de carbono poderão ser utilizados para compensação do valor da apólice do seguro rural. Além do benefício para que pequenos e médios produtores possam ter acesso ao Seguro Rural, a medida ainda agrega valor ao produto oferecido.

O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo – responsável por cerca de 38% da produção global – e tem a União Europeia, um dos mercados consumidores mais exigentes, como seu principal destino.

Para esta primeira etapa do projeto Cafeicultura Brasileira Sustentável, a expectativa é abranger uma área de 60 mil hectares. A Cocatrel atende 125 municípios.

Objetivos do projeto de redução de carbono

O projeto propõe o incentivo a práticas agrícolas sustentáveis, encorajando as seguintes ações:

  • Adoção de técnicas de cultivo que minimizem o impacto ambiental e promovam a preservação de recursos naturais;
  • Compensação financeira de créditos de carbono por meio de um sistema de geração e comercialização dos créditos para os produtores que adotarem práticas sustentáveis;
  • Redução das emissões de carbono na produção de café, implementando ações para diminuir as emissões de gases de efeito estufa ao longo do processo produtivo do café;
  • Apoio à segurança e estabilidade no setor agrícola, garantindo a proteção e a viabilidade financeira dos produtores de café por meio da integração dos créditos de carbono à apólice do seguro rural.



Source link