domingo, agosto 9, 2026

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Reuniões do FMI e Banco Mundial debatem economia e clima global



Depois de uma semana marcada por medidas de estímulo na China e dados de inflação na Zona do Euro, as atenções de investidores de todo o mundo estarão voltadas para as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

Os encontros ocorrem entre os dias 21 e 26 de outubro, em Washington, capital dos Estados Unidos. O evento reúne presidentes de bancos centrais, ministros das finanças, executivos do setor privado e acadêmicos para debater questões globais, como desenvolvimento econômico, combate à pobreza e eficácia da ajuda internacional.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também participa das reuniões, com destaque para o lançamento da Plataforma Brasil de Investimento Climático e para a Transformação Ecológica. A iniciativa, que visa atrair investimentos internacionais em economia verde, será lançada na quarta-feira (23). Haddad também anunciará novos financiamentos para projetos de enfrentamento às mudanças climáticas.

Paralelamente às reuniões do FMI e do Banco Mundial, ocorre a quarta reunião de ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do G20. Esta será a última reunião do G20 antes da cúpula em novembro, no Rio de Janeiro, quando o Brasil passará a presidência do grupo para a África do Sul.

Economia fragilizada e seus riscos

Na semana passada, a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, apelou por unidade em meio ao atual cenário geopolítico. Durante discurso, ela destacou os avanços no controle da inflação, mas alertou para os riscos de uma economia global fragilizada.

Ela destacou o papel da política monetária e das cadeias de suprimentos na recuperação da economia. “A grande onda inflacionária mundial está em retirada”, afirmou. No entanto, Georgieva enfatizou que os preços elevados, que afetam principalmente os países mais pobres, continuam sendo uma preocupação.

Aperto monetário para evitar crises inflacionárias

Outro destaque das reuniões é um estudo do FMI sobre os bancos centrais, que sugere ajustes nas políticas monetárias para prevenir novas crises inflacionárias. O documento, publicado em 16 de outubro, recomenda que as autoridades aprimorem seus modelos de monitoramento e coletem dados mais frequentes e detalhados, considerando gargalos setoriais e restrições de oferta.

O documento é parte do relatório de Perspectiva Econômica Mundial (WEO) e será debatido durante as reuniões em Washington. O estudo indica que países como Brasil, Chile e México, que aumentaram os juros mais cedo, foram eficazes no combate à inflação.

Entretanto, o alerta fica por conta de apertos monetários excessivos, que podem causar retração econômica severa. A sugestão neste caso é que os bancos centrais adotem cláusulas de flexibilidade em suas políticas.



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Funcionários de fazendas recebem capacitação para combate a incêndios florestais


Funcionários de fazendas no Oeste da Bahia, receberam capacitação para combate a incêndios florestais com uso de máquinas agrícolas. O treinamento foi direcionado a gestores, técnicos, operadores de máquinas e gerentes de fazendas da região, com o objetivo de capacitar equipes que estão na linha de frente no combate aos incêndios florestais.

De acordo com as entidades do setor, a demanda por esse tipo de treinamento é crescente entre os produtores rurais, especialmente diante da alta incidência de incêndios durante os períodos de seca e baixa umidade do ar.

Em setembro, o Canal Rural exibiu a segunda temporada da série especial “Cerrado Sem Fogo”, com os impactos das queimadas no Cerrado, na saúde das pessoas e produção agrícola.

No último episódio da série, representantes do setor agropecuário comentam sobre as ações de enfrentamento do problema que é recorrente no país todos os anos.

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Foto: Divulgação/Abapa

Com carga horária de 16 horas, parte teórica e prática, realizada na Algodoeira Zanotto Cotton, localizada no distrito de Novo Paraná, em Luís Eduardo Magalhães (BA), o curso atende uma demanda do setor produtivo.

O curso de combate a incêndios florestais com máquinas agrícolas foi realizado na última semana pela Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Importância

Além disso, o curso contou com o suporte institucional do Corpo de Bombeiros, reforçando a importância da formação especializada no manejo de máquinas agrícolas e caminhões-pipa no controle de focos de incêndio.

Segundo Deibi Soares dos Santos, instrutor do Centro de Treinamento da Abapa, “é muito importante saber utilizar as ferramentas diárias, como tratores e caminhões-pipa, no combate aos incêndios”.

De acordo com Aloísio Junior, gerente de Agronegócios da Aiba, “tendo em vista que na entressafra tivemos muitas demandas de combate a incêndio utilizando equipamentos agrícolas, o grande intuito do curso é preservar a vida dos profissionais envolvidos e resguardar os bens e as áreas produtivas e as áreas de reserva e de preservação permanente”.


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Marrocos concede isenção de impostos para carne bovina e ovina do Brasil



O governo do Marrocos anunciou a isenção total do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) para a importação de carne bovina, ovina, caprina e camelídea do Brasil. A decisão, formalizada por meio de ofício, concede uma cota de 20 mil toneladas de carnes e miúdos brasileiros, facilitando o acesso desses produtos ao mercado marroquino.

Essa conquista é resultado direto da missão oficial realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em abril deste ano, liderada pelo secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais, Julio Ramos. Durante a visita, a comitiva brasileira, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores e a participação do embaixador do Brasil em Marrocos, Alexandre Parola, avançou nas negociações que culminaram na redução das tarifas marroquinas, que chegavam a 200% para carne bovina congelada.

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Além da cota de 20 mil toneladas, a regulamentação marroquina também permite a importação de até 120 mil cabeças de bovinos e 100 mil ovinos com isenção de IVA, medida que deve fortalecer ainda mais o comércio entre os dois países. No entanto, o imposto parafiscal continuará sendo aplicado aos importadores.

Julio Ramos destacou a importância da medida para o setor agropecuário brasileiro: “Esse acordo fortalece as relações diplomáticas e comerciais e amplia a competitividade do agro brasileiro em mercados estratégicos, como o de Marrocos.” Em 2023, Marrocos foi o quarto maior destino das exportações brasileiras para a África, e o comércio bilateral entre os países atingiu US$ 2,65 bilhões.



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indicador se aproxima dos R$ 70 por saca de 60 kg



Os preços do milho continuam subindo, com o Indicador Esalq/BM&FBovespa (Campinas – SP) se aproximando dos R$ 70/saca de 60 kg, patamar verificado pela última vez no dia 9 de janeiro deste ano. 

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Pesquisadores do Cepea atribuem o movimento de alta à retração de vendedores e à necessidade de parte dos compradores recompor os estoques. 

Ressaltam também que os aumentos de preços ocorrem mesmo diante do avanço da semeadura da safra verão e de previsões indicando chuvas na maior parte das regiões produtoras. 

Relatório divulgado nesta semana pela Conab apontou a produção agregada de milho para 2024/25 em 119,74 milhões de toneladas, o que representaria um crescimento de 3,5% em relação ao volume de 2023/24.



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Chuvas desta semana devem favorecer o plantio da soja em algumas regiões do Brasil



O alerta climático da Safras & Mercado destaca que as chuvas desta semana no Brasil estarão mais concentradas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, beneficiando o plantio da soja.

O início da semana apresenta tempo aberto na Região Sul, mas há previsão de precipitações em grande parte da região central e norte, afetando estados como Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e partes de São Paulo.

Na terça-feira (22), a previsão aponta chuvas para as regiões central e norte, incluindo Amazonas, Acre, Roraima, Mato Grosso, Pará e Tocantins, enquanto Maranhão e Piauí devem apresentar um clima mais seco.

Na quarta-feira (23), uma nova frente fria avançará pelo Sul, trazendo chuvas para Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de afetar partes do Sudeste e do Centro-Oeste. Apesar de os volumes de chuvas esperados serem regulares, a distribuição pode ser irregular, com regiões como o norte do Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia mantendo tempo seco ao longo da semana.

Na faixa central do Brasil, as chuvas são importantes para o plantio do grão, mas podem causar interrupções na colheita de cana-de-açúcar. Na sexta-feira (26), o Sul deve retornar a um clima firme, facilitando a colheita do trigo e o plantio de arroz e soja. Além disso, há previsão de chuvas irregulares no Matopiba na virada do mês.

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Paraguai

No Paraguai, as chuvas da semana passada afetaram várias regiões produtoras, com volumes variados. A previsão indica tempo aberto até quarta-feira, quando uma nova frente fria deverá provocar chuvas. Esse sistema deve se mover rapidamente, permitindo que o tempo volte a ficar firme na sexta-feira (25).

Modelos meteorológicos indicam um retorno das chuvas entre os dias 29 e 30, embora de forma irregular. O modelo europeu sugere um clima mais aberto no país nos próximos sete a dez dias, com temperaturas possivelmente elevadas.



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nova lei reconhece evento como cultura popular



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei 15.008/24, que regulamenta o rodeio crioulo como atividade da cultura popular. A nova norma teve origem no projeto de lei 213/15, do deputado Giovani Cherini (PL-RS), aprovado na Câmara e pelo Senado.

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Rodeio crioulo é o evento que envolve animais nas atividades de montaria, provas de laço, vaquejada, gineteada, pealo, chasque, cura de terneiro, provas de rédeas e outras.

A nova lei traz dispositivos sobre defesa sanitária animal, exigindo atestados de vacinação contra a febre aftosa e de controle de anemia infecciosa equina; e de proteção à saúde e à integridade física dos animais, compreendendo o transporte e a acomodação deles.

O texto também obriga os organizadores de rodeio a contratar seguro de vida e invalidez permanente para as pessoas envolvidas diretamente com as provas, como peões, laçadores, juízes e narradores.



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oferta global recorde pressiona cotações



A oferta global recorde e os estoques elevados pressionaram as cotações da soja no spot brasileiro na última semana, segundo levantamentos do Cepea. Por outro lado, a valorização do dólar frente ao real limitou o movimento de baixa.

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Além disso, conforme colaboradores do Cepea, chuvas irregulares seguem deixando sojicultores nacionais em alerta e recuados nas comercializações.

Dados divulgados pelo USDA apontam produção mundial da oleaginosa na temporada 2024/25 em 428,9 milhões de toneladas, 8,6% superior às 394,7 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24.

O esmagamento global é projetado em 346,3 milhões de toneladas e as transações globais, em 181,5 milhões de toneladas, respectivos aumentos de 4,8% e de 2,6% frente à temporada anterior; o estoque mundial também pode ser recorde, previsto em 134,6 milhões de toneladas.



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Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,39% para 4,5%


A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,39% para 4,5% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (21), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

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Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,96% para 3,99%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para 2024 está no teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Em setembro, puxado principalmente pela conta de energia elétrica das residências, a inflação no país foi de 0,44% após o IPCA ter registrado deflação de 0,02% em agosto. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,42%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o colegiado elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos.

A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.

A próxima reunião do Copom está marcada para 5 e 6 de novembro, quando os analistas esperam um novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.

Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 11,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 3,01% para 3,05%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) surpreendeu e subiu 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.

Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,93%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.

Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.

A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,42 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,40.



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confira a previsão do tempo



Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (22) em todo o Brasil:

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Sul

Pancadas de chuva isoladas na região metropolitana de Curitiba, litoral e centro-sul do Paraná, e no litoral norte de Santa Catarina. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens e as temperaturas chegam até os 30 ºC.

Sudeste

Ainda há pancadas de chuva no interior de São Paulo e no Triângulo Mineiro, e não se descarta a possibilidade de temporais localizados. O estado do Rio de Janeiro terá tempo estável, com sol predominando entre algumas nuvens.

Centro-Oeste

A condição de tempo mais instável persiste em todo o Centro-Oeste. No Mato Grosso, a chuva pode ser de forte intensidade, acompanhada de trovoadas e raios. Em Goiás e no Distrito Federal, a chuva será mais isolada, mas com potencial para temporais. No Mato Grosso do Sul, o céu estará mais nublado, e, se houver chuva, será passageira.

Nordeste

A chuva se concentra no interior da Bahia e entre as capitais Salvador e Natal. O interior da região volta a ter tempo ensolarado e quente, com a umidade à tarde atingindo índices em torno de 30%.

Norte

Chove em grande parte da região. No Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins, Roraima e sul do Pará, a previsão é de pancadas de chuva com raios e trovoadas. As temperaturas sobem e a sensação à tarde será de abafado. Nas demais regiões do Pará e no Amapá, o tempo permanece ensolarado.



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