domingo, agosto 9, 2026

News

AgroNewsPolítica & Agro

Oferta reduzida valoriza feijão-carioca


Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza




Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor
Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor – Foto: Ibrafe

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), os produtores de feijão-carioca no interior de São Paulo enfrentam desafios devido ao aumento das chuvas nesta semana. As condições climáticas adversas estão previstas para continuar, o que pode atrapalhar a colheita e afetar a qualidade dos grãos. Esse cenário tem gerado maior pressão sobre os preços, já que a oferta tende a diminuir com a colheita atrasada. Em resposta, muitos produtores elevaram suas ofertas, buscando aproveitar o momento de menor disponibilidade no mercado e assegurar margens mais atraentes.

Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor, apesar do baixo volume de negócios registrados. De acordo com o IBRAFE, os preços subiram em média R$ 10 por saca para feijões com nota entre 8 e 8,5 e com baixa umidade. Esse aumento está diretamente ligado à redução da oferta local, o que beneficia os produtores da região que conseguem comercializar feijões de melhor qualidade. A expectativa é que esse movimento de alta se mantenha caso as condições de oferta não melhorem nas próximas semanas, pressionando ainda mais o mercado mineiro.

Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza. Com a alta dos preços, especialmente dos lotes de feijão-carioca de maior qualidade vindos de São Paulo, a demanda por feijões premium continua firme, mas é incerto se essa tendência se sustentará. A evolução do mercado nas próximas semanas será crucial para determinar a reação dos compradores e se os preços continuarão a subir ou se irão se estabilizar com o avanço da colheita e normalização das condições climáticas. Dessa forma, o comportamento da oferta e demanda será fundamental para definir a direção do mercado a curto prazo.
 





Source link

News

Barra Agro Show 2025 já conta com 60 expositores confirmados para impulsionar fruticultura


O I Seminário da Fruticultura Irrigada, realizado na última sexta e sábado no município de Barra, no oeste da Bahia, consolidou a região do Médio São Francisco como uma nova fronteira agrícola promissora. Com cerca de 500 participantes, o evento destacou o alto potencial de produtividade da região, com foco na diversificação de culturas e na expansão da agroindústria.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Gleise Melo, produtora rural que cultiva coco e cacau na área desde 2013, vê o evento como um marco para o desenvolvimento local. “Nossa ideia é montar uma agroindústria para processar o coco e agregar valor à comunidade local”, afirmou. Assim como ela, os 70 agricultores do Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SindBarra) enxergam oportunidades de crescimento, com destaque para a fruticultura, o cultivo de grãos e a pecuária.

O presidente da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Guilherme Coelho, elogiou a riqueza hídrica e a força de trabalho local, ressaltando a importância da irrigação como modelo de transformação agrícola. O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia, Carminha Míssio, reforçou a necessidade de atrair investimentos para a região, destacando o impacto positivo na geração de empregos e renda.

A fruticultura baiana movimentou R$ 5,7 bilhões em 2023, com destaque para a produção de manga e uva, e deve crescer ainda mais com a realização da Barra Agro Show em 2025, evento esperado para impulsionar a agricultura irrigada e atrair cerca de 60 expositores.



Source link

News

receita cresce 43% no 1ºtri da safra 2024/25



A receita cambial com exportação de suco de laranja alcançou US$ 850,4 milhões no acumulado de julho a setembro de 2024 (primeiro trimestre da safra 2024/25), o que corresponde a uma alta de 43,23% em relação a igual período da temporada anterior 2023/24 (US$ 593,7 milhões).

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Já o volume alcançou 198.107 toneladas (FCOJ equivalente a 66 Brix) no período, representando queda de 26,73% em comparação com as 270.361 toneladas acumuladas na safra 2023/2024. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior, compilados pela CitrusBR.

Os resultados refletem os problemas climáticos ao longo de cinco safras consecutivas de produção abaixo da média.

“Vivemos um período de restrição de oferta de suco de laranja que tem causado a valorização do produto e gerado preocupação no mercado quanto ao impacto desse cenário no consumo da bebida”, disse em comunicado o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

Na semana passada, entre os dias 16 e 17 de outubro, Netto acompanhou o Juice Summit, maior evento europeu da cadeia de sucos, que ocorreu na cidade de Antuérpia, na Bélgica.

“A queda no consumo foi o assunto mais debatido ao longo do evento, e isso ficou claro ao longo de uma série de apresentações que mostraram a dificuldade das empresas europeias em mitigar o efeito do aumento de custo de matéria-prima, principalmente suco de laranja”, comentou.



Source link

News

Soja: ‘Nosso estado está vivendo um dos melhores momentos da sua história’, comenta o governador do Maranhão



Recentemente, durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja, o governador do Maranhão, Carlos Orleans Brandão Júnior, destacou que o estado vive um dos melhores momentos de sua história, com avanços não apenas no agronegócio. De acordo com Brandão, o Maranhão é o estado que mais gerou empregos no Nordeste e ocupa a quarta posição no Brasil.

Dados apresentados durante o evento indicam que a produção de soja no estado cresceu 12%, alcançando aproximadamente 4,5 milhões de toneladas na última temporada, com uma área plantada de 1,6 milhão de hectares. Para 2025, espera-se um novo crescimento de 12% e um aumento de 3% na área cultivada.

Avanços no agro

O governador enfatizou a importância da qualificação profissional, apontando que o Maranhão é um dos estados que mais reduziu o analfabetismo no Brasil. Isso, combinado com parcerias com governadores de outras regiões, fortalece a capacidade do estado de dialogar e trocar experiências que beneficiem o agronegócio.

Entretanto, ele expressou preocupação com a moratória proposta por grandes empresas, que, segundo ele, prioriza interesses europeus em detrimento dos nossos. Para enfrentar esses desafios, o governador defendeu uma união do setor agro, elogiando a nova geração que já se destaca na agricultura moderna.

Investimentos e iniciativas

O governo também tem se esforçado para acelerar processos de licenciamento ambiental, reduzindo de cerca de 3.000 para 150 a 200 licenças em menos de dois anos. Isso demonstra um compromisso com a legalidade e a atração de investidores. “Isso fez com que o estado do Maranhão se tornasse mais avançado no agronegócio, permitindo a construção de um ambiente jurídico favorável”, complementou.

O Porto do Itaqui é um diferencial que conecta o Maranhão ao agronegócio nacional e internacional. “É o porto que todos os anos é reconhecido pela sua qualidade”, afirmou.

Além disso, com três ferrovias interligadas, o estado se posiciona como um ponto estratégico para a logística agrícola.

Futuro

O foco em transformar a produção de milho em ração e proteína animal, como frangos e suínos, é um passo importante para agregar valor e gerar mais empregos no estado. A abertura de mercados internacionais, especialmente para a carne bovina, também promete aumentar a competitividade e o preço dos produtos maranhenses.

Para finalizar, o governador reafirmou seu compromisso com o agronegócio, destacando a importância do setor para a geração de emprego e renda. Ele chamou a atenção para a necessidade de os produtores estarem atentos às oportunidades do mercado, especialmente em um cenário que pode trazer desafios e novas conquistas.

Ação

À medida que o Maranhão avança, é essencial que todos os envolvidos no setor agrícola unam forças para garantir a prosperidade do estado. O futuro é promissor e juntos, podemos transformar as potencialidades do Maranhão em realidade. O governador destacou que espera uma safra excelente e resultados positivos para todos os produtores.



Source link

News

Ibama flagra morte de 62 aves em rede de pesca em propriedade no Amazonas



Em uma ação realizada no município de Itacoatiara, a 270 km de Manaus, fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), identificaram um crime ambiental que resultou na morte de 62 aves. A operação, denominada Safari Amazônico, encontrou redes de pesca ilegais instaladas em torno de uma propriedade rural, utilizadas para impedir que as aves se alimentassem dos frutos das palmeiras de açaí cultivadas no local.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Entre as aves mortas estavam espécies como curicas-verdes, maracanãs-do-buriti, maitacas roxas, periquitos, tucanos, araçaris, sanhaços e bem-te-vis. Até morcegos foram encontrados presos nas redes. Um funcionário da propriedade admitiu que as redes foram colocadas a mando do proprietário. O Ibama retirou e apreendeu as redes para evitar novos incidentes, enquanto o responsável pela área foi multado em R$ 242.500,00 por matar espécimes da fauna silvestre, conforme prevê o art. 24 do Decreto 6.514/2008.

A operação também encontrou outras irregularidades. Em uma residência na cidade de Itacoatiara, nove aves mantidas ilegalmente em cativeiro foram apreendidas, incluindo passeriformes e psitacídeos. A mulher responsável pelas aves foi multada em R$ 18.000,00. Além disso, em um restaurante na orla da cidade, o uso de fogos de artifício para espantar aves abrigadas em uma palmeira resultou na destruição do abrigo de 20 psitacídeos. O proprietário do estabelecimento foi multado em R$ 100.000,00.

As ações da Operação Safari Amazônico totalizaram apreensões e multas que somam R$ 370.500, reforçando a importância da fiscalização e da preservação ambiental na região.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ascensão nas exportações de milho


Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos exportadores




Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional
Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional – Foto: Divulgação

José Carlos de Lima Júnior, sócio do Marketrat Group e cofundador da Harven Agribusiness school, destacou em suas análises a notável evolução do Brasil como exportador de milho. Segundo informações organizadas por Kevin Van Trump, CEO da Farmcon, os volumes exportados de milho por país foram monitorados desde a década de 1990, revelando uma transformação significativa na posição do Brasil no mercado global. Durante a década de 1990 e início de 2000, o Brasil nem aparecia no ranking de exportadores, enquanto na década de 2010 a 2020 já ocupava a segunda posição como produtor e exportador mundial do cereal.

Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional na oferta de milho, superando os Estados Unidos, que haviam dominado o setor nas três décadas anteriores. Essa mudança representa não apenas um crescimento em volume, mas também uma alteração nas dinâmicas de mercado global. Nos anos de 2022 e 2023, o Brasil se consolidou com uma média de exportação anual significativa, desafiando a liderança histórica dos EUA.

Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos principais exportadores ao longo das décadas. Na média de 1990 a 1999, os Estados Unidos exportaram cerca de 45,54 milhões de toneladas métricas por ano, seguidos pela Argentina com 7,51 milhões e o Brasil com apenas 5,99 milhões. Já entre 2010 e 2020, os números mudaram drasticamente, com os Estados Unidos mantendo uma média de 46,65 milhões de toneladas, mas com o Brasil subindo para 25,76 milhões de toneladas, e a Argentina também aumentando sua participação para 23,19 milhões. Este crescimento contínuo e a posição emergente do Brasil ressaltam a importância do setor agrícola no desenvolvimento econômico do país e sua crescente influência no mercado internacional.





Source link

News

Mapa divulga lista de 12 marcas de azeite fraudadas e impróprias para consumo



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitiu um novo alerta para os consumidores sobre a comercialização de 12 marcas de azeite de oliva desclassificadas por fraude. As marcas envolvidas foram consideradas impróprias para consumo após análises detectarem a presença de óleos vegetais não identificados em sua composição, comprometendo a qualidade e a segurança dos produtos.

Entre as marcas desclassificadas estão Grego Santorini, La Ventosa, Alonso, Quintas D’Oliveira, Olivas Del Tango, Vila Real, entre outras. A presença de outros óleos vegetais, sem a devida identificação, coloca em risco a saúde dos consumidores, e algumas das empresas responsáveis por esses produtos possuem CNPJs suspensos ou baixados pela Receita Federal, o que reforça a suspeita de fraude.

Confira as informações completas:

  • Grego Santorini — todos os lotes;
  • La Ventosa — todos os lotes;
  • Alonso — todos os lotes;
  • Quintas D’Oliveira — todos os lotes;
  • Olivas Del Tango — lote 24014;
  • Vila Real — EV07095, VR03559, VR04191, VR04234, VR04245, VR04257, EV07100, EV07111, EV07139, EV07145;
  • Quinta de Aveiro — lote 272/08/2023;
  • Vincenzo — lote 19227;
  • Don Alejandro — 19224;
  • Almazara — todos os lotes;
  • Escarpas das Oliveira — todos os lotes;
  • Garcia Torres — lote 24013.

Os consumidores que adquiriram as marcas listadas devem interromper o uso imediatamente. O Mapa destaca que qualquer estabelecimento que continuar a vender esses produtos poderá ser responsabilizado. As denúncias sobre a venda desses produtos fraudulentos podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

A operação faz parte de um esforço contínuo do Mapa para combater fraudes no mercado de azeites, que é apontado como o segundo produto alimentar mais fraudado no mundo, perdendo apenas para o leite.

Dicas para escolher um azeite confiável:

  • Desconfie de preços muito abaixo da média;
  • Verifique se a empresa está registrada no Mapa;
  • Confira a lista de produtos irregulares já apreendidos;
  • Não compre azeite a granel;
  • Revise a data de validade e os ingredientes no rótulo;
  • Prefira produtos com a data de envase mais recente.



Source link

News

Eleitores não podem ser presos a partir desta terça


Os eleitores não poderão ser presos a partir desta terça-feira (22). A proibição está na legislação eleitoral e é aplicada cinco dias antes do segundo turno das eleições, que será realizado no próximo domingo (27).

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

A regra exclui prisões em flagrante ou casos de prisões determinadas a partir de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou desrespeito a salvo-conduto.

A restrição seguirá válida até 29 de outubro, dois dias após a votação.

No próximo domingo, 33,9 milhões de eleitores de 15 capitais e 36 municípios voltam às urnas para eleger os prefeitos que disputam os cargos. Não há segundo turno para a disputa ao cargo de vereador. 

Justificativa

Os eleitores que não puderem comparecer ao pleito deverão fazer a justificativa de ausência na votação. Assim como ocorreu no primeiro turno, não há possibilidade de voto em trânsito no segundo.

No dia da eleição, o cidadão pode fazer sua justificativa de ausência por meio do aplicativo E-título, da Justiça Eleitoral, ou por meio de pontos físicos montados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) no dia do pleito. 

O app pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais Apple e Android até sábado (26), véspera da eleição.



Source link

News

Série sobre Chitãozinho e Xororó estreia na TV aberta nesta terça-feira


A partir desta terça-feira (22), os fãs de Chitãozinho e Xororó terão a oportunidade de acompanhar a trajetória da dupla sertaneja na nova série As Aventuras de José e Durval, exibida na TV Globo. Originalmente lançada no Globoplay, a produção de oito episódios será transmitida às terças e quintas na TV aberta, trazendo uma dramatização da vida dos irmãos que se tornaram ícones da música sertaneja.

Os papéis principais são interpretados pelos irmãos Rodrigo Simas e Felipe Simas, enquanto Pedro Tirolli e Pedro Lucas vivem Chitãozinho e Xororó na infância. A série retrata desde os primeiros passos da dupla no mundo da música, aos 8 e 10 anos, até o auge do sucesso nos anos 1980 e 1990. O elenco ainda conta com nomes como Andréia Horta e Marco Ricca, que interpretam os pais da dupla, fundamentais no despertar do talento musical dos filhos.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Além das apresentações musicais, As Aventuras de José e Durval traz uma narrativa que explora os desafios e conquistas dos irmãos ao longo de sua carreira, incluindo momentos emblemáticos como suas primeiras apresentações em quermesses e bares. A trilha sonora é composta por sucessos da dupla, cuidadosamente selecionados para destacar cada fase de suas vidas.

Foto: Divulgação/Globo

Com direção de Hugo Prata e ambientação que remete ao interior de São Paulo, a série promete uma imersão nostálgica para os fãs de longa data e uma emocionante jornada para novos admiradores.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas em excesso podem prejudicar o trigo


O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento





Foto: Divulgação

A escassez de chuvas pode causar prejuízos às lavouras de trigo, comprometendo todas as fases do ciclo produtivo. Sem umidade suficiente no solo, as sementes encontram dificuldades para germinar, e o crescimento vegetativo das plantas é limitado, afetando sua capacidade fotossintética. Contudo, o excesso de chuvas também representa um desafio para a produção de trigo, causando encharcamento do solo e prejudicando a oxigenação das raízes, o que limita a absorção de nutrientes e o crescimento das plantas. Além disso, a alta umidade favorece doenças fúngicas, como ferrugem e giberela, que comprometem a sanidade e a produtividade. O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento e dificultar a maturação, expondo a lavoura a riscos climáticos tardios, como geadas. Na colheita, solos saturados dificultam o uso de máquinas e aumentam o risco de perdas, além de favorecer a germinação de grãos na espiga, reduzindo a qualidade e o valor comercial. 

Há alguns meses se os triticultores enfrentavam o problema do baixo volume de chuvas, atualmente o excesso pode estar causando prejuizos nas lavouras do Paraná, que estão em fase final de ciclo. Vale lembrar que,  em 2023, o Paraná foi o maior estado produtor do cereal do Brasil e, neste ano, deve se configurar como segundo maior. Até o momento, a Seab/Deral aponta que 79% da área de trigo do Paraná já foi colhida.

Pesquisadores do Cepea indicam que a expectativa ainda é de que o restante das lavouras do estado apresente trigo de melhor qualidade, com rendimentos no campo superior ao do cereal que já foi colhido, mas as recentes chuvas já preocupam. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, produtores também estão atentos ao clima, e as atividades de campo estão no início – em ambos estados, a colheita soma apenas 1% da área.

 





Source link