domingo, agosto 9, 2026

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Clima favorece do trigo e cevada na Austrália


Clima seco permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (22), as condições climáticas no sul de Queensland, Austrália, têm favorecido a maturação do trigo de inverno e impulsionado a colheita antecipada. O clima relativamente seco na região também permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado.

Mais ao sul, em Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas de 10 a 30 mm podem ter causado algumas interrupções temporárias na semeadura da safra de verão, mas, por outro lado, essas precipitações mantiveram as expectativas de bom rendimento para grãos e sementes oleaginosas de inverno, que ainda não atingiram a maturidade.

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Essas chuvas também se espalharam pelo sul da Austrália e Victoria, contribuindo para evitar maiores perdas no potencial de rendimento das culturas de inverno, que enfrentaram secas frequentes. As safras, agora em estágio de enchimento de grãos, continuam a se desenvolver de maneira satisfatória.

Na Austrália Ocidental, o clima quente e seco predominante favoreceu a secagem das colheitas de inverno e permitiu a aceleração da colheita no norte. Além disso, as condições climáticas ajudaram a maturação das culturas de trigo, cevada e canola no sul da região. As temperaturas médias variaram de 1 a 3°C acima do normal em grande parte do cinturão de trigo australiano, com máximas entre 20°C e 30°C.





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a trajetória do prefeito e produtor da soja de Silvânia (GO)



Com 35 anos de experiência como agrônomo, o produtor de soja e recém-eleito prefeito da cidade de Silvânia (GO), Carlos Mayer, acompanhou de perto a transformação do setor agrícola, desde o plantio convencional até a adoção de tecnologias avançadas. Ele conversou com o Soja Brasil sobre sua trajetória, desafios, perspectivas e o futuro da produção do grão na região em que atua.

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Passado e presente

A trajetória de Carlos representa evolução na produtividade das lavouras de soja em Goiás. ”Nos anos 80, as médias de produção giravam em torno de 20 a 25 sacas por hectare. Hoje, essa média ultrapassa 70 sacas, com recordes que chegam até 100 sacas por hectare”, explica Mayer.

Essa transformação é resultado da adoção de novas técnicas e tecnologias, além da diversificação das culturas, como a rotação entre soja e milho safrinha, que otimiza o uso do solo. A experiência do produtor abrange a venda de insumos, assistência técnica e o acompanhamento das práticas agrícolas locais.

Estratégias

A região de Silvânia, embora menos favorecida em chuvas nos meses de maio e junho, tem se destacado na utilização de biotecnologia e insumos biológicos. Carlos enfatiza a importância desses recursos no manejo de pragas e doenças, permitindo uma agricultura mais sustentável e eficiente.

”Recentemente, a antecipação do plantio trouxe resultados positivos, com um estabelecimento uniforme das lavouras e até o momento sem a ocorrência de pragas. Essa estratégia se alinha com as práticas do sudoeste do estado, onde cidades como Rio Verde e Montividiu alcançam colheitas de sucesso”, aponta o prefeito.

Muito além da soja

Além da soja, a região também se destaca na produção de tomate rasteiro para a indústria, cultivado principalmente entre março e outubro. A presença de pivôs centrais de irrigação permite que os produtores otimizem suas safras, garantindo produtividade mesmo em condições climáticas desafiadoras. Essa diversidade de culturas fortalece a economia local e proporciona segurança alimentar à comunidade.



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Surto de bactéria mortal pode estar relacionado a sanduíche do McDonald’s



Uma pessoa morreu e 10 foram hospitalizadas nos Estados Unidos após o consumo do sanduíche Quarteirão com Queijo, da mundialmente famosa rede de fast food McDonald’s.

Após o caso, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) emitiu alerta de segurança alimentar por conta do surto da bactéria E. coli, que estaria relacionada ao lanche.

De acordo com a entidade, a maioria das pessoas infectadas eram do estado do Colorado (27) e de Nebraska (9).

O CDC informou ainda que uma criança está internada com complicações provocadas pela síndrome hemolítico-urêmica, doença considerada grave e comumente relacionada ao consumo de água e alimentos contaminados.

“Todos os entrevistados reportaram ter se alimentado em um McDonald’s antes do quadro de sintomas ter início, e a maioria mencionou especificamente ter comido um sanduíche Quarteirão”, destacou o CDC.

Bactéria na cebolas ou no hambúrguer

O ingrediente específico relacionado à contaminação ainda não foi identificado, conforme informações do Centro. Contudo, os investigadores trabalham com duas possibilidades: as cebolas frescas fatiadas e os hambúrgueres de carne bovina.

Em nota, o diretor de Cadeia de Suprimentos do McDonald’s na América do Norte, Cesar Piña, disse que as primeiras descobertas vinculam as cebolas fatiadas aos casos.

Segundo ele, o ingrediente é proveniente de um único fornecedor que atende a três centros de distribuição da rede.

“Como resultado e em conformidade com os nossos protocolos de segurança, todos os restaurantes locais foram instruídos a retirar esse produto de seus estoques e suspendemos a distribuição de todos os lotes de cebolas em rodelas na área impactada.”

Em nota, o McDonald’s informou que, por precaução, está removendo temporariamente o Quarteirão de restaurantes localizados na área afetada: Colorado, Kansas, Utah e Wyoming, além de partes de Idaho, Iowa, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, Novo México e Oklahoma.

Síntomas da infecção

Em casos de infecção por E. coli, a maioria dos pacientes apresenta cólicas estomacais intensas, diarreia (geralmente com sangue) e vômitos. Na maior parte das vezes, os sintomas começam de três a quatro dias após o contato com a bactéria.

Drande parte dos pacientes se recupera sem necessidade de tratamento hospitalar no prazo de cinco a sete dias, de acordo com o CDC. Entretanto, algumas pessoas podem desenvolver sérios problemas renais, como a síndrome hemolítico-urêmica, e precisam de internação.

Diante da repercussão do caso, as ações da rede de lanchonetes caíram quase 7% na Bolsa de Valores de Nova York antes da abertura do mercado financeiro nesta quarta-feira (23). Por volta das 10h, eram negociados a US$ 314,69.



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Friboi é eleita a marca de carne e churrasco mais lembrada pelos brasileiros



A Friboi foi novamente reconhecida como a marca de carne mais lembrada pelos consumidores no Brasil, conquistando o selo Top of Mind 2024, em pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha. Este é o quarto ano consecutivo que a marca recebe esse título, e pela primeira vez também foi eleita a marca de churrasco mais lembrada pelos brasileiros, uma nova categoria introduzida nesta edição da pesquisa.

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O levantamento, que já está em sua 34ª edição, entrevistou cerca de 8 mil pessoas em todo o país, reforçando a importância da marca no cotidiano dos consumidores. A pesquisa é considerada uma das mais abrangentes da América Latina e avalia os produtos e serviços mais presentes na memória dos brasileiros.

Anne Napoli, diretora de marketing da Friboi, atribui o sucesso ao compromisso da empresa com a qualidade e a procedência dos produtos. “O forte vínculo entre os brasileiros e a Friboi é resultado da confiança dos consumidores. Temos evoluído em termos de tecnologia, genética e processos para garantir um padrão de excelência”, afirmou Napoli.

Além da marca Friboi, o portfólio da empresa conta com outras linhas, como a Maturatta, focada em cortes especiais para churrasco, e a 1953 Friboi, destinada a ocasiões especiais, com carnes selecionadas de raças europeias.

Com mais de seis décadas de história e presença em mais de 150 países, a Friboi segue inovando e ampliando sua atuação no mercado de carne bovina, mantendo práticas de sustentabilidade e monitoramento de seus fornecedores.



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ciclone se aproxima com risco de temporais e vento de até 100 km/h



Nesta quinta-feira (24), uma área de baixa pressão se intensifica sobre o Rio Grande do Sul e se desloca em direção ao oceano, formando um ciclone extratropical e uma nova frente fria.

Esse fenômeno deve causar impactos significativos no estado, com previsão de fortes temporais em todas as regiões ao longo do dia e da noite.

A chuva mais intensa começa pela Fronteira Oeste e avança para outras áreas do estado, incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre, a região dos vales e a serra. Nessas localidades, os temporais ocorrem entre a tarde e a noite, com possibilidade de volumes elevados de chuva em curto período, além de raios e granizo.

Ventos fortes, mesmo durante períodos sem chuva, são esperados. As rajadas variam entre 60 e 80 km/h, podendo atingir até 100 km/h em áreas isoladas durante os temporais.

Há também risco de fenômenos graves, como tornados e microexplosões, além de problemas com alagamentos, enxurradas e queda de árvores e de energia

Santa Catarina e Paraná

Os estados de Santa Catarina e Paraná também estão sob alerta para temporais, com maior risco para o extremo sudoeste paranaense e meio-oeste e sul de Santa Catarina. Nessas áreas, há possibilidade de chuvas intensas, ventos de até 90 km/h e granizo localizado.

A Climatempo recomenda que os moradores dessas áreas fiquem atentos às condições climáticas e sigam orientações das autoridades para minimizar os riscos.



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CNA e Cepea lançam indicador nacional de preço de feijão



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) lançam nesta quarta-feira (23), o indicador de preços nacional para feijão. Os valores médios pagos pelo grão nos mercados do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e oeste da Bahia serão publicados diariamente pelo Cepea. O indicador trará os preços médios do feijão preto e carioca.

De acordo com a CNA, o indicador poderá ser utilizado pelos produtores rurais para conferência se o preço pago pela empresa compradora está de acordo com a média.

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“O objetivo da iniciativa é trazer informações confiáveis para mitigar a tensão e a volatilidade que ainda dominam o mercado de feijão, bem como fomentar a organização setorial e ter cada vez mais transparência na comercialização”, afirmou o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Tiago Pereira.

O indicador foi construído entre CNA e Cepea após levantamento de informações sobre a cadeia produtiva com federações estaduais de agricultura e pecuária, sindicatos, entidades do setor e pesquisadores.



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Ciclone está em formação no Sul do Brasil


Impacto será direto nas operações em campo





Foto: Arquivo

De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a formação de um ciclone deve alterar o clima no Sul do Brasil nos próximos dias, com impacto direto nas operações em campo. O sistema de baixa pressão, que já atua no Paraguai, vai intensificar as instabilidades e organizar corredores de umidade que se estenderão pelo Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país.

Rodrigues alerta que, além da chuva irregular típica dessa época, as precipitações provocadas pelo ciclone devem ocorrer em forma de tempestades, especialmente entre quarta e quinta-feira. Regiões como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná são as mais vulneráveis a chuvas intensas, granizo e ventos fortes que podem chegar a 90 km/h.

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No campo, o excesso de umidade pode dificultar atividades como a colheita de trigo e os preparativos para a safra de verão, especialmente a soja e o milho. Por outro lado, essas chuvas ajudam a manter a umidade do solo, essencial para o desenvolvimento inicial das culturas recém-semeadas. Já nas áreas mais ao norte, como o Tocantins e o Pará, espera-se uma redução nas chuvas devido ao redirecionamento dos fluxos de umidade.

Esse evento climático deve se deslocar rapidamente para o oceano até o final de quinta-feira, trazendo uma leve massa de ar frio que ajudará a reduzir as temperaturas na região Sul e parte do Sudeste, beneficiando o manejo de culturas que demandam menor temperatura.





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Exército é multado em R$ 6,5 milhões por incêndio florestal em parque


A investigação sobre as causas do incêndio ocorrido na parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, entre os dias 14 e 24 de junho, foi finalizada pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio).

Foi concluído que as chamas se iniciaram na margem da estrada, ao lado de um comboio de veículos do Exército Brasileiro, causado por um objeto utilizado para o preparo de alimentos com fogo (fogareiro e líquido inflamável).

A Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) realizava um treinamento para cadetes no parque. Com base na investigação, o ICMBio embargou a área para permitir a regeneração da vegetação e indicou multa administrativa de R$ 6.531.000,00 contra a Aman.

Exército ajudou no combate

A investigação também concluiu que os militares detectaram o início do incêndio florestal e notificaram rapidamente os funcionários da Parquetur (empresa concessionária do Parque Nacional do Itatiaia) no Posto Marcão.

No primeiro momento, eles ajudaram a combater o fogo juntamente com a equipe do Instituto Chico Mendes do Parque Nacional do Itatiaia. Posteriormente, a Aman enviou helicópteros e mais militares, contribuindo desde o início para esclarecer as causas do incêndio.

O incêndio danificou cerca de 311 hectares de vegetação nativa, além de atingir infraestruturas físicas, resultando em um total de 312,5 hectares de área afetada.

Foram realizadas diversas análises, incluindo dados meteorológicos das estações instaladas no interior do parque, imagens de câmeras de monitoramento e entrevistas com os envolvidos na detecção e controle do incêndio.

De acordo com o ICMBio, também foram realizadas vistorias na área impactada e mapeamento com uso de drones para obtenção de coordenadas geográficas e identificação de evidências e vestígios, além de indicadores de queima produzidos pela passagem do fogo.

O incêndio

Combate a incêndio no Parque Nacional do ItatiaiaCombate a incêndio no Parque Nacional do Itatiaia
Foto: Ascom do ICMBio

No dia 14 de junho, dia do aniversário de 87 anos do Parque Nacional do Itatiaia, um incêndio de grandes proporções começou por volta das 14h na Parte Alta do parque, próximo ao Morro do Couto e à portaria do Posto Marcão.

A área, situada acima de 2.500 metros de altitude, tem vegetação seca devido à escassez de chuvas nesta época do ano. O início do incêndio foi registrado pelas câmeras de monitoramento e divulgação do Parque Nacional.

Até o momento, o Exército não se manifestou sobre o ocorrido.



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crescem projeções de exportação em outubro



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou suas projeções de exportações de milho, soja e farelo de soja do Brasil em outubro.

A estimativa para os embarques de milho foi atualizada para 6,24 milhões de toneladas, acima dos 6,22 milhões previstos na semana anterior.

Para a soja, a expectativa de exportação subiu para 4,62 milhões de toneladas, superando a previsão de 4,34 milhões de toneladas da semana passada. Já os embarques de farelo de soja devem atingir 2,56 milhões de toneladas em outubro, ante estimativa anterior de 2,47 milhões de toneladas.

Exportações na semana e no ano

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projeta embarques de 1,308 milhão de toneladas de milho do Brasil para esta semana (20 a 26 de outubro). Para a soja, a previsão é de 959.142 toneladas, enquanto o farelo deve somar 664.362 toneladas.

No acumulado do ano, as exportações brasileiras de soja devem atingir 93,7 milhões de toneladas, volume inferior aos 101,3 milhões embarcados em 2023. As exportações de milho estão projetadas em 29,7 milhões de toneladas, também abaixo das 55,5 milhões de toneladas do ano anterior.



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Líder nacional do setor, Bahia receberá próximo encontro da indústria eólica


Líder nacional na geração de energia eólica, a próxima edição do Brazil Windpower, será realizada na Bahia em 2025. O anúncio foi feito pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), na abertura da 15ª edição do evento, nesta terça-feira (22), em São Paulo.

O Brazil Windpower é o maior encontro sobre energia eólica da América Latina e trará para o estado um conjunto de empresas para conhecer novas oportunidades de investimentos. 

O evento contou a presença do governador Jerônimo Rodrigues, que enfatizou que há 10 anos, o estado trabalha para atrair e consolidar a cadeia produtiva da energia eólica.

“Agora queremos dar novos passos, ampliar a produção de energia limpa e associar isso a produção de hidrogênio verde, dando condições para que novas indústrias se instalem na Bahia”, destacou o governador.

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Complexo Eólico Aroeira, no município de Umburanas, no norte da Bahia | Foto: Feijão Almeida/GOVBA

O programa de transição energética do estado mencionado no evento tem foco na capacitação de trabalhadores e desenvolvimento de infraestrutura.

O governador Jerônimo Rodrigues afirmou que o estado está articulando com a ABEEólica e o Ministério de Minas e Energia um memorando para fortalecer a liderança do estado nos próximos anos.

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Foto: Daniel Senna/GOVBA

Rodrigues também mencionou a importância das linhas de transmissão para a ampliação das fontes eólica e solar, fundamentais para o desenvolvimento do hidrogênio verde.

Liderança do setor

Desde maio deste ano, a Bahia assumiu a posição de líder nacional na geração de energia eólica.

De acordo com o governo, são 350 usinas em funcionamento e outras 36 em implantação.

Atualmente, 98% da energia elétrica gerada no estado são renováveis e 60% vêm dos ventos. 


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