domingo, agosto 9, 2026

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Governo destina crédito extra de R$ 5 bi para RS enfrentar mudanças climáticas


Foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (23), duas medidas em apoio à população do Rio Grande do Sul, que enfrenta os efeitos das enchentes ocorridas em maio deste ano. Uma delas é a Medida Provisória nº 1.269/2024, que abre crédito extraordinário, no valor de R$ 5 bilhões, para Operações Oficiais de Crédito.

A segunda é o Decreto nº 12.228/2024, que autoriza a concessão adicional de crédito de instalação aos beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) também afetados pelo evento climático extremo. Ambos os atos foram assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enfrentamento de calamidades públicas

A medida provisória versa que os recursos, no âmbito do Ministério da Fazenda, disponibilizam linhas de financiamento com a utilização do superávit financeiro do Fundo Social.

Assim, o objetivo é apoiar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e de enfrentamento de consequências sociais e econômicas de calamidades públicas no Rio Grande do Sul.

Crédito não afeta LDO

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FOTO: Divulgação/Mapa

Os recursos provenientes do Fundo Social estão alinhadas com a autorização prevista na Lei nº 14.981/2024, para a utilização do superávit financeiro do Fundo, de R$ 20 bilhões.

Além disso, já houve a abertura de crédito extraordinário, de R$ 15 bilhões, por meio da Medida Provisória nº 1.233/2024 — ato que se refere ao saldo de R$ 5 bilhões do total autorizado pelo Governo Federal.

De acordo com o governo, o crédito extraordinário não impacta os resultados fiscais previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2024, por motivo do reconhecimento do estado de calamidade pública em parte do território nacional, para atendimento às consequências derivadas de eventos climáticos no território gaúcho (Decreto Legislativo nº 36/2024).



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SP espera levantar R$ 20 bi em investimentos com 5 leilões previstos até fim do ano



A agenda do governo do estado de São Paulo prevê cinco leilões de concessões até o fim de 2024. A expectativa é levantar cerca de R$ 20 bilhões em investimentos privados por meio dos certames realizados entre novembro e dezembro. Os projetos envolvem concessões e parcerias público-privada (PPPs) nas áreas de mobilidade, educação e saúde.

Na próxima quarta-feira (30), vai a leilão a concessão do lote rodoviário da Rota Sorocabana. O investimento de R$ 8,8 bilhões é o maior entre os cinco certames previstos até o fim do ano no estado. O projeto abrange 460 quilômetros de estradas localizadas na região Sudoeste de São Paulo.

Ainda no setor rodoviário, o governo paulista irá leiloar o trecho da Nova Raposo no dia 28 de novembro, com previsão de R$ 7,9 bilhões em investimentos. Serão concedidos 92 quilômetros de trechos de vias operadas atualmente pela ViaOeste e estradas sob gestão do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP).

PPP Novas Escolas

A agenda inclui ainda a parceria público-privada para construção de 33 novas unidades escolares que irão atender 35 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio. O escopo da PPP inclui a construção, adequação e manutenção predial e está dividido em dois lotes com 29 municípios paulistas.

Os leilões da PPP de Novas Escolas serão realizados nos dias 29 de outubro (Lote Oeste) e 4 de novembro (Lote Leste).

Concessão de loterias

No dia primeiro de novembro, serão concedidos os serviços públicos de loteria estadual, com previsão de arrecadar cerca de R$ 3,4 bilhões, recurso que será aplicado em investimentos para a saúde. O projeto prevê 31 unidades exclusivas (lotéricas) e estima mais de 11 mil pontos não exclusivos em todo o território paulista.

A futura concessionária vencedora poderá explorar o serviço de maneira física ou virtual, em duas modalidades de jogos. A concessão dos serviços lotéricos será uma fonte para o financiamento de políticas públicas, segundo o governo de São Paulo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuva alivia seca na Rússia e Ucrânia


Chuvas chegam às áreas agrícolas da Rússia e Ucrânia





Foto: Divulgação

Segundo o relatório Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o bloqueio atmosférico que afetava a Rússia ocidental por semanas finalmente cedeu, permitindo que chuvas tão aguardadas chegassem às áreas agrícolas centrais e orientais. Pela primeira vez em meses, regiões da Ucrânia oriental e da Rússia ocidental receberam chuvas fortes, com volumes que variaram entre 10 e 50 mm em áreas essenciais para o cultivo de inverno.

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Apesar dessa melhora, algumas regiões, como o Distrito Central sudoeste da Rússia e partes do sul do Distrito Sul, incluindo o norte de Krasnodar Krai e o sul de Rostov Oblast, receberam menos de 10 mm de chuva, ainda permanecendo sob condições de seca. Esta foi a primeira chuva mensurável desde agosto para muitas das áreas agrícolas mais afetadas pela estiagem.

De acordo com o relatório, enquanto as chuvas trouxeram alívio, especialmente no leste da Ucrânia e na Rússia ocidental, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI) derivado de satélite continua mostrando que o vigor das culturas permanece de ruim a abismal, indicando que a seca está longe de ser resolvida. Mais precipitação será necessária para garantir um desenvolvimento uniforme das lavouras de inverno nessas regiões. No entanto, o VHI continuou a melhorar na Moldávia e no oeste da Ucrânia devido às chuvas recentes.





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previsão aponta risco de raios e trovoadas em 2 estados



Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (24) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo fica mais instável em toda a região. Na Campanha gaúcha, no litoral do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina, a chuva será acompanhada de trovoadas e raios. Nas demais áreas, ocorrem pancadas isoladas de chuva, concentradas à tarde.

Sudeste

O tempo permanece instável em todo o estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e nas regiões sul e oeste de Minas Gerais, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas de raios e trovoadas. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e nas demais áreas de Minas Gerais, o dia será ensolarado, com predomínio de sol.

Centro-Oeste

A condição de chuva isolada continua em Mato Grosso do Sul e Goiás. Em Mato Grosso, as pancadas de chuva são esperadas apenas no noroeste do estado. Nas demais áreas, o dia será ensolarado, mas com sensação de abafamento devido às altas temperaturas.

Nordeste

O tempo firme predomina em quase toda a região. Caso chova, será de forma isolada e passageira nos litorais da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

Norte

A condição para pancadas de chuva e trovoadas continua nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e sudoeste do Pará. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens, sem previsão de chuva.



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Produção de biodiesel deve crescer 130% no Brasil, projeta banco



O futuro dos biocombustíveis no Brasil é altamente promissor, de acordo com projeções do Itaú BBA feitas durante o Agro Vision 2024.

As estimativas da instituição financeira indicam que a produção de etanol, proveniente tanto de milho quanto de cana-de-açúcar, deve aumentar 84%, passando de 32 bilhões de litros em 2024 para 59 bilhões de litros em 2037.

Já a produção de biodiesel deverá crescer 130%, dando um salto de 10 bilhões de litros produzidos atualmente para 23 bilhões de litros em 2037.

Para a diretora de relações institucionais e sustentabilidade do Itaú Unibanco, Luciana Nicola, enquanto a eletrificação será uma agenda de médio e longo prazo, os biocombustíveis podem ser uma solução sustentável rápida e eficiente que posicionará o Brasil como um grande fornecedor global.

Segundo ela, o Brasil tem a oportunidade de atender essa demanda crescente apostando na conversão de terras degradadas, expansão do milho de segunda safra sobre áreas de soja, uso de biomassa residual, além de investimentos em irrigação e aumento de produtividade.

O head de combustíveis da Azul, Diogo Youssef, enfatizou a importância da regulamentação da Lei do Combustível do Futuro para garantir que os combustíveis sustentáveis produzidos no Brasil sejam aceitos internacionalmente.

Ele destacou que o combustível representa 40% do custo de uma passagem aérea no Brasil, comparado a 25% em mercados internacionais, e que o Sustainable Aviation Fuel (SAF) brasileiro pode ser uma solução competitiva e eficiente para a agenda de descarbonização do setor.

O CEO da Copersucar, Thomás Manzano, mencionou no evento as oportunidades econômicas do país, ressaltando que o Brasil já conta com uma produção consolidada de biocombustíveis.

De acordo com ele, ao contrário de outros mercados, o consumidor não paga mais caro por soluções renováveis, como o etanol. Para Manzano, o biometano e o biodiesel são alternativas mais baratas que os combustíveis fósseis no transporte rodoviário, que ainda representa cerca de 70% do cenário nacional.



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setor de especiais pode obter US$ 48,4 milhões em evento no Japão



Empresários brasileiros do setor de cafés especiais devem fechar US$ 48,431 milhões em negócios após a participação na SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2024, entre 9 e 12 de outubro, em Tóquio, no Japão, como ação do projeto “Brazil. The Coffee Nation“, realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

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No evento, principal do segmento na Ásia, os brasileiros realizaram 1.764 contatos comerciais, sendo 1.049 novos, o que rendeu a concretização de US$ 7,463 milhões in loco e o prognóstico para mais US$ 19,588 milhões nos próximos 12 meses.

A BSCA também coordenou uma rodada de negócios a compradores convidados, a tradicional “Taste of the Harvest”, no estande do Brasil. Com 28 amostras de diversas regiões produtoras do país, a ação rendeu 308 contatos (72 novos), US$ 1,620 milhão fechado presencialmente e a estimativa de outros US$ 19,760 milhões até setembro de 2025.

“Um dos pilares de nossa atuação no projeto ‘Brazil. The Coffee Nation’ é fortalecer a imagem sustentável e de diversidade dos cafés especiais do país e, dessa maneira, manter abertas as portas para que tradicionais e novos cafeicultores e regiões produtoras alcancem os mais distintos parceiros globais e ampliem sua presença em mercados tradicionais como o Japão, um dos principais compradores de nossos cafés”, destaca Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA.

Ele completa que os significativos números alcançados no evento deste ano demonstram a exatidão das ações promocionais que vêm sendo realizadas pelo setor de cafés especiais, reforçam a parceria com a Specialty Coffee Association of Japan (SCAJ), que realiza o evento, e consolidam a posição do Brasil como um dos maiores produtores e provedores de café especial do mundo.

“Esses resultados destacam a positividade que as iniciativas vêm proporcionando aos produtores brasileiros e às origens produtoras dos cafés especiais, que observam resultados expressivos, não apenas os financeiros, mas de networking, relação comercial e, inclusive, de amizade duradoura com os compradores, como no exemplo do Japão, cujos importadores são clientes de nossos cafés especiais há décadas, desde os primórdios do Cup of Excellence, criado pela BSCA na virada de 1999 para o ano 2000”, informa.

Cafés do Brasil no Japão

Em 2024, no acumulado de janeiro a setembro, o Japão figura como o quinto principal destino dos cafés brasileiros, com a importação de 1,633 milhão de sacas de 60 kg do produto, de acordo com dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Desse total, 15%, ou 247.710 sacas, são referentes a cafés diferenciados, que apresentam um crescimento de 3,7% frente aos números de 2023.

Participação do Brasil

O Brasil contou com um estande no principal evento do setor de cafés especiais da Ásia, que contou com a participação de mais de 75 mil pessoas nos quatro dias, reunindo países e regiões produtores das Américas do Sul e Central, África e do Sudeste Asiático, além de indústrias e importadores de todo o mundo.

No espaço, foram realizadas nove sessões de cupping, que apresentaram aos presentes a qualidade e a diversidade de várias regiões produtoras dos cafés especiais do Brasil. Um dos destaques foi a participação das 28 amostras no “Taste of the Harvest”, uma rodada de negócios exclusiva organizada pela BSCA em parceria com a SCAJ, com apoio da ApexBrasil.

“Os produtores brasileiros tiveram a oportunidade de apresentar os melhores cafés da nova safra a mais de 60 importadores e torrefações japonesas – que fizeram fila para participar -, estreitando relações comerciais e abrindo portas para novas parcerias”, conta Estrela.

Além das sessões de cupping, os cafés participantes também estiveram disponíveis para degustação dos milhares de presentes no brewbar do estande, onde o público pôde provar e conhecer, in loco, as características exclusivas e intrínsecas a cada um dos cafés das dezenas de origens produtoras dos grãos brasileiros.



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No Rio Grande do Sul, produtores seguem otimistas durante o plantio da soja



O plantio da soja na região de Bagé, no Rio Grande do Sul (RS), foi iniciado com um ritmo mais lento, no entanto, os produtores permanecem otimistas em relação ao progresso recente. Antes da chuva na última terça-feira (22), houve um período de oito dias com clima favorável, o que permitiu o avanço das atividades no campo. As informações são da Safras & Mercado.

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Na fronteira oeste, municípios como Manuel Viana e São Borja já iniciaram o plantio, com taxas que variam entre 2% e 15%. Embora esteja em estágio inicial, esse avanço está dentro do esperado para a segunda quinzena de outubro.

As condições atuais são consideradas ideais, com a umidade do solo propícia para a germinação das sementes e temperaturas adequadas. A área projetada para a semeadura é de 1,121 milhão de hectares.

O plantio segue conforme o cronograma ideal, sem atrasos significativos. A expectativa é que, nos próximos dias, mais áreas sejam ocupadas à medida que as condições climáticas permitam.



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Eleição de Trump deve elevar prêmios da soja no Brasil, diz consultoria


Com a proximidade das eleições presidenciais norte-americanas, acende-se o alerta sobre a possível escolha por Donald Trump ao posto da Casa Branca, visto as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China que interferem, diretamente, no mercado global de soja.

Em 2018, o Brasil se beneficiou amplamente da guerra tarifária entre essas duas potências, conquistando maior protagonismo nas exportações para o gigante asiático.

Para o líder de inteligência e estratégia da consultoria Biond Agro, Felipe Jordy, atualmente consolidado como o maior produtor e exportador de soja do mundo, o impacto de um novo embate entre norte-americanos e chineses pode ser relevante ao país, mas não tão intenso quanto no passado.

Safra 24/25 de soja

A safra 2024/25 de soja no Brasil deve atingir 164,8 milhões de toneladas, consolidando ainda mais o país como o principal fornecedor de soja para a China, de acordo com projeção da Biond Agro.

“Ao contrário de 2018, o Brasil agora ocupa uma posição dominante no mercado de soja. Mesmo com uma nova guerra comercial, o impacto nos prêmios será mais contido, já que a China já vê o Brasil como seu principal parceiro”.

Contudo, diante de mais uma safra recorde, com grande parte da produção destinada à exportação (cerca de 65%), o mercado brasileiro depende fortemente das compras chinesas para manter a liquidez dos produtores.

Assim, se o consumo asiático não absorver a produção, os prêmios poderão sofrer pressão negativa, especialmente durante a colheita.

“Com uma oferta abundante de soja, a China pode negociar prêmios mais baixos, afetando diretamente a rentabilidade dos produtores. Uma safra recorde, somada ao poder de barganha da China, cria um cenário desafiador para os prêmios brasileiros”, explica Jordy.

Prêmios em 2018

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Foto: Agência Brasil

Em 2018, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China deslocou a demanda de soja chinesa para o Brasil, elevando os prêmios de exportação. Na época, os prêmios nos portos brasileiros chegaram a mais de US$ 2,5 por saca, impulsionados pela alta demanda.

Porém, o cenário atual é diferente: o Brasil já é o maior fornecedor global de soja e qualquer novo confronto tarifário entre os norte-americanos e os chineses terá um impacto mais moderado.

Segundo a Biond Agro, o Brasil já ocupa uma posição dominante no mercado e enfrenta desafios logísticos e de armazenagem que podem aumentar a pressão sobre os preços.



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recentes chuvas trazem certo alívio a produtores



Chuvas têm sido registradas em praticamente todas as regiões produtoras de café do Brasil nestes últimos dias, cenário que traz certo alívio aos cafeicultores, que estavam preocupados com o clima desfavorável. 

Segundo pesquisadores do Cepea, como precipitações também haviam sido observadas na segunda semana de outubro, proporcionando a abertura de flores, as recentes chuvas devem ajudar no pegamento e na abertura de novas flores. 

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Ressalta-se, contudo, que o déficit hídrico ainda é muito grande, e que, por isso, a constância das chuvas é necessária para a sequência da safra 2025/26. 

Na maioria das praças de arábica, por exemplo, o volume de chuva ainda é muito baixo. Assim, ainda é cedo para estimar a influência no pegamento das floradas, assim como a redução do estresse hídrico das plantas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece do trigo e cevada na Austrália


Clima seco permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (22), as condições climáticas no sul de Queensland, Austrália, têm favorecido a maturação do trigo de inverno e impulsionado a colheita antecipada. O clima relativamente seco na região também permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado.

Mais ao sul, em Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas de 10 a 30 mm podem ter causado algumas interrupções temporárias na semeadura da safra de verão, mas, por outro lado, essas precipitações mantiveram as expectativas de bom rendimento para grãos e sementes oleaginosas de inverno, que ainda não atingiram a maturidade.

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Essas chuvas também se espalharam pelo sul da Austrália e Victoria, contribuindo para evitar maiores perdas no potencial de rendimento das culturas de inverno, que enfrentaram secas frequentes. As safras, agora em estágio de enchimento de grãos, continuam a se desenvolver de maneira satisfatória.

Na Austrália Ocidental, o clima quente e seco predominante favoreceu a secagem das colheitas de inverno e permitiu a aceleração da colheita no norte. Além disso, as condições climáticas ajudaram a maturação das culturas de trigo, cevada e canola no sul da região. As temperaturas médias variaram de 1 a 3°C acima do normal em grande parte do cinturão de trigo australiano, com máximas entre 20°C e 30°C.





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