sábado, agosto 8, 2026

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Perspectivas positivas para safra de citros no Rio Grande do Sul



A frutificação para a próxima safra já está bem definida




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (24) pela Emater/RS, a região de Erechim alcançou 95% da colheita de citros referente à safra 2023/2024. Os preços das frutas para a indústria e o mercado de mesa permanecem estáveis, variando entre R$ 2,30 e R$ 2,40 por quilo. A frutificação para a próxima safra já está bem definida, com destaque para a qualidade do pagamento aos produtores. Nesse período, foram realizados os tratamentos nas floradas e os cuidados iniciais de proteção dos frutos, além das adubações necessárias para garantir a saúde das plantações.

Segundo os dado do informativo, na região de Passo Fundo, as laranjas das variedades Valência e Monte Parnaso estão em fase de comercialização. Os pomares estão no início da frutificação, e os tratamentos fitossanitários seguem para garantir a saúde das plantas e dos frutos. A previsão é de que a colheita se estenda até o início de novembro. Em Maximiliano de Almeida, o preço da Valência está fixado em R$ 2,60 por quilo para o mercado e R$ 2,10 por quilo para a indústria, enquanto a laranja Monte Parnaso é negociada a R$ 2,50 por quilo.

Na região de Soledade, os pomares apresentam um bom potencial produtivo, com um número elevado de frutos em fase de pegamento. A umidade do solo, aliada a um clima favorável, com boa insolação e temperaturas dentro da normalidade, contribui para o desenvolvimento saudável dos citros e a sanidade dos pomares. A colheita na região está focada na variedade Valência, conforme os dados da Emater.





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Ibrafe: Ainda tímidos compradores voltam as compras


Mercado ontem com mais compradores ativos. Após ocorrerem alguns negócios por R$ 230 de Feijão-carioca com cor 9 acima e boa umidade com cerca de 90% de grãos peneira 12 a grande maioria dos produtores que tem mercadoria nesta condição preferiu novamente sair de mercado e esperar. No caso do Feijão-preto também ocorreu mais negócios durante o dia de ontem. Analisar o fluxo mensal de estoque e demanda tem permitido melhor análise por parte de compradores e vendedores. Do total levantado pela CONAB ainda continuam somando no item Feijão-cores o carioca, rajado e vermelhos.

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IDSC-BR: Avaliação sustentável das cidades



Esta nova edição proporciona uma visão integrada das cidades



Esta nova edição proporciona uma visão integrada das cidades
Esta nova edição proporciona uma visão integrada das cidades – Foto: Pixabay

No dia 1º de novembro, o Instituto Cidades Sustentáveis lançará a quarta edição do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR). O evento ocorrerá às 9h no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, com a presença da ministra Marina Silva e do presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes. O IDSC-BR avalia a qualidade de vida nas 5.570 cidades brasileiras por meio de 100 indicadores temáticos que abrangem saúde, educação, renda, moradia, transportes, infraestrutura urbana e mudanças climáticas.

Esta nova edição proporciona uma visão integrada das cidades, permitindo análises regionais e dados desagregados por gênero e raça, o que possibilita identificar desigualdades sociais. As informações utilizadas são de fontes oficiais, como IBGE, DataSUS e Inep, garantindo a credibilidade dos dados.

O IDSC-BR também permite que os municípios acompanhem sua evolução em relação à Agenda 2030, compromisso global da ONU assumido por mais de 190 países, incluindo o Brasil. Os indicadores estão alinhados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), facilitando o monitoramento dos avanços e desafios enfrentados por cada município. Cada cidade recebe uma pontuação de 0 a 100, uma classificação geral e um desempenho específico para cada ODS.

A metodologia do IDSC-BR foi desenvolvida pela Sustainable Development Solutions Network (SDSN) da ONU e adaptada ao contexto brasileiro. A iniciativa é realizada em parceria com a Caixa e o Ministério do Meio Ambiente, com co-financiamento da União Europeia e coleta de dados pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Com isso, o Brasil se destaca como o primeiro país a avaliar todas as suas cidades conforme a Agenda 2030.

 





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produtores gaúchos enfrentam dificuldade com insumos



Semeadura de soja atinge apenas 3% no estado




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (24), o clima ensolarado e as temperaturas amenas favoreceram o avanço da semeadura de soja no Rio Grande do Sul, embora o crescimento tenha sido discreto. Até o momento, apenas 3% da área projetada para a safra foi semeada, reflexo de atividades paralelas prioritárias, como a colheita de cereais de inverno e a semeadura de arroz, que concentraram esforços dos produtores.

Na Metade Sul, muitos agricultores enfrentam dificuldades na obtenção de insumos, sendo que grande parte conseguiu acesso a apenas 50% do valor normalmente necessário para o plantio. Esse cenário gera incertezas e eleva o risco de estabelecimento de lavouras com baixo nível tecnológico, impactando a produtividade futura.

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A Emater/RS-Ascar estima que a área total de cultivo de soja no Estado deve alcançar 6.811.344 hectares, com uma produtividade média de 3.179 kg/ha. Na comercialização, o valor médio da saca de 60 kg registrou um aumento de 1,39% em relação à semana anterior, passando de R$ 124,09 para R$ 125,82.





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Especialista alerta para conferência detalhada de dados para adquirir propriedade rural


Ao decidir pela aquisição de uma propriedade rural, previamente ao fechamento do negócio, o interessado ou investidor deve adotar a cautela necessária para evitar surpresas e prejuízos futuros. O alerta é do advogado da HBS Advogados, Frederico Buss. Segundo o especialista, a providência inicia com a análise criteriosa da documentação relativa não só ao imóvel objeto da negociação como também ao proprietário/vendedor.

O advogado reforça que, em algumas situações, embora na matrícula do imóvel não conste registro de restrições ou dívidas, a existência de execuções fiscais ou patrimoniais contra o vendedor pode colocar em risco a segurança jurídica da negociação. Buss, no entanto, explica que isso, por si só, não impede a aquisição do imóvel, inclusive porque há situações que podem gerar oportunidade de negócio, inclusive com a aquisição por um valor menor que o valor de mercado (deságio). “Porém, a real situação do imóvel e os riscos do negócio devem ser avaliados, uma vez que podem resultar em prejuízos significativos, passíveis de impactar negativamente o investimento realizado”, alerta.

Ao iniciar as tratativas, o especialista recomenda a realização de uma due diligence imobiliária, que representa uma espécie de auditoria para investigação da real situação jurídica do imóvel em negociação, permitindo não só a mensuração e adequação do preço como também a identificação dos riscos e a definição de mecanismos que possam garantir o retorno do investimento em caso de eventuais transtornos futuros. “Além dos documentos necessários à identificação da situação tributária, fiscal, ambiental, bem como eventuais ativos e passivos judiciais ou extrajudiciais, é importante a comprovação de que a propriedade que se pretende adquirir é efetivamente aquela que consta na(s) matrículas(s) apresentada(s), razão pela qual é fundamental que se tenha em mãos a medição da área a partir da respectiva descrição constante do(s) título(s) imobiliário(s), assim como o Cadastro Ambiental Rural – CAR do imóvel”, detalha Buss.

Essa providência, segundo o advogado da HBS Advogados, se torna imprescindível para áreas rurais pendentes de georreferenciamento. “Caso a aquisição seja voltada à exploração econômica de lavoura se recomenda a prévia verificação da adequação da área para esta finalidade, inclusive para evitar problemas ambientais, assim como a comprovação do potencial produtivo do solo, o que pode ser feito mediante laudo técnico elaborado por engenheiro agrônomo ou outro profissional competente”, orienta.

   

Com relação às questões ambientais é importante ter ciência que a responsabilidade por eventual reparação do dano ou penalidade pecuniária imposta pelo órgão ambiental competente é transferida a quem assume a propriedade, ressalvado o direito de buscar o ressarcimento dos prejuízos junto ao vendedor, caso assim tenha sido ajustado no contrato que formaliza a aquisição. “Outra questão de extrema importância é a averiguação de eventuais contratos de arrendamento em vigor, pois nesses casos é necessário obter-se a renúncia do arrendatário ao direito de preferência na aquisição da área. A verificação da existência de comodatários utilizando o imóvel ou parte dele também se faz necessária para evitar transtornos futuros que possam comprometer a utilização plena da propriedade para o fim ao qual foi adquirida”, alerta.

Portanto, de acordo com Buss, a chamada due diligence imobiliária realizada por profissionais capacitados funciona como uma ferramenta que permite ao adquirente da propriedade rural fechar o negócio com maior probabilidade de que no futuro não será surpreendido por demandas ou problemas dos quais não tinha conhecimento. “É uma cautela que pode ser adotada como forma de garantir a segurança jurídica do negócio”, conclui.





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Preço do milho subiu 18,5% em 3 meses no Brasil. O que esperar daqui para frente? Cepea responde


Os preços do milho continuam subindo no Brasil. O indicador Esalq/B3 se aproxima de R$ 70 reais a saca, viés de alta que não era observado desde janeiro deste ano.

No começo do ano, o cereal era cotado a R$ 65,83. Já em julho, atingiu o menor valor, comercializado a R$ 57,22. Agora, em outubro, está em R$ 67,79, uma alta de 18,5% em apenas três meses:

preços da saca de milhopreços da saca de milho
Arte: Canal Rural

De acordo com o pesquisador do Cepea, Lucílio Alves, a disponibilidade interna esperada para o milho na atual safra é 12% menor do que em mesmo período do ano passado, o que, parcialmente, explica a alta dos preços.

“Mesmo tendo exportações em níveis menores do que do ano passado, os embarques vão enxugando os estoques domésticos e, consequentemente, dando uma sustentação para as cotações domésticas do milho”, contextualiza.

Segundo o pesquisador, outubro também está sendo marcado por alta dos preços externos, elevação dos prêmios e do câmbio, além de atrasos na semeadura da soja nos principais estados produtores, fatores que ajudam a explicar a valorização do cereal no Brasil.

Com análise que leva em conta os contextos internos e externos, Alves traça um panorama dos preços do grão no Brasil e fala sobre o principal concorrente do Brasil, os Estados Unidos. Tais elementos podem levar à redução dos patamares do milho e ao aumento da soja no ano que vem graças ao possível maior interesse dos produtores norte-americanos pelo plantio do cereal. Entenda no vídeo acima.



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Colheita de algodão avança nos Estados Unidos



Condição das lavouras de algodão é positiva




Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de algodão está progredindo de maneira favorável. Até o dia 20 de outubro, 94% da produção nacional de algodão apresentava capulhos abertos, um avanço de 5 pontos percentuais em relação ao ano passado e 3 pontos acima da média dos últimos cinco anos.

Até a mesma data, 44% da área plantada de algodão no país já havia sido colhida, superando em 5 pontos percentuais a colheita do ano anterior e em 6 pontos em comparação à média histórica. O ritmo de colheita foi notável, com 11 dos 15 estados avaliados registrando um avanço de 10 pontos percentuais ou mais na coleta ao longo da semana.

Além disso, a condição das lavouras de algodão também é positiva: 37% da área cultivada em 2024 foi classificada como em bom a excelente estado, representando um aumento de 3 pontos percentuais em relação à semana anterior e 8 pontos a mais do que no mesmo período do ano passado. 





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Alta da arroba do boi já atingiu o auge? Escalas de abate sugerem que sim; veja cotações


O mercado físico do boi gordo encerra a semana voltando a apresentar elevação em seus preços.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o movimento tem se mostrado mais intenso na Região Norte e Centro-Oeste, resultando na redução do diferencial de base entre os estados dessas regiões e São Paulo.

“As escalas seguem encurtadas em grande parte do país. Com grande dificuldade em avançar de forma consistente, surgem as notícias de férias coletivas em diversas regiões do país, assim como o aumento da capacidade ociosa”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, as exportações seguem extremamente agressivas, com o Brasil caminhando para um recorde histórico.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 313,33
  • Goiás: R$ 309,46
  • Minas Gerais: R$ 310,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 313,30
  • Mato Grosso: R$ 303,18

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista volta a apresentar alta em seus preços no decorrer da sexta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere por reajustes no decorrer da primeira quinzena de novembro, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Ainda é necessário mencionar que a expectativa é que as proteínas concorrentes acabem ganhando competitividade em relação a carne bovina, especialmente a carne de frango”, disse Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,30 por quilo, alta de R$ 0,10. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,25 por quilo, alta de R$ 0,05. A ponta de agulha atingiu o patamar de R$ 17,35 por quilo, alta de R$ 0,05.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,76%, sendo negociado a R$ 5,7055 para venda e a R$ 5,7035 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6659 e a máxima de R$ 5,7133. Na semana, a divisa valorizou 0,09%.



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Soja: plantio da safra brasileira 24/25 está acima da média



O plantio da safra da soja 2024/25 no Brasil atingiu 36,1% da área total esperada até o dia 25 de outubro, segundo levantamento da Safras & Mercado. Na semana anterior, o percentual semeado era de apenas 16,8%.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Embora o avanço seja maior em comparação à semana passada, a semeadura está atrasada em relação ao mesmo período do ano passado, quando alcançou 37,1%. Em comparação com a média dos últimos cinco anos, que é de 33,3%, o atual índice mostra um desempenho superior.



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Decisão do STF sobre compensação ambiental traz segurança ao agro, diz CNA



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou comunicado no qual  considera que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre compensação de reserva legal em propriedades rurais “traz segurança jurídica aos produtores”.

Os ministros do STF decidiram, na quinta-feira (25), por unanimidade, que vale o conceito de “bioma” para a compensação de reserva legal, rejeitando o critério de “identidade ecológica” durante o julgamento de embargos de declaração do Código Florestal (Lei 12.651/2021).

“Foi uma decisão importante para dar segurança jurídica para o produtor rural. O STF mudou o entendimento inicialmente formado na época do julgamento virtual e derrubou este conceito de identidade ecológica, mantendo a compensação dentro do mesmo bioma, como consta literalmente na lei”, argumentou o diretor jurídico da CNA, Rudy Ferraz.

O que é a Reserva Legal?

A Reserva Legal é o percentual de área na propriedade rural destinado à conservação de vegetação original, biodiversidade, fauna e flora nativas.

Pelo Código Florestal, as áreas de reserva legal que devem constar na propriedade são de 80% na Amazônia Legal, 35% em áreas de Cerrado na Amazônia (Cerrado Amazônico) e 20% no restante do País (campos gerais).



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