sábado, agosto 8, 2026

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Aprosoja MT apoia projeto de lei para modernização do seguro rural



A Aprosoja Mato Grosso manifestou apoio ao Projeto de Lei nº 2951/2024, que propõe melhorias na legislação do seguro rural no Brasil. Em um ofício entregue ao senador relator Jayme Campos, a entidade apresentou sugestões que visam aprimorar a proposta, conforme destacou o presidente Lucas Costa Beber.

“O seguro rural é crucial para reduzir os riscos associados à atividade agropecuária, especialmente em um país sujeito a variações climáticas que podem afetar a safra,” afirmou Beber.

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Mais segurança no campo

Entre as recomendações da Aprosoja MT, está a inclusão de produtores no conselho do Seguro Rural, uma medida considerada essencial pelo diretor administrativo da entidade, Diego Bertuol. “Com mais de 8 mil associados, nossas sugestões refletem as necessidades reais dos produtores. A participação no conselho é vital para garantir a representatividade do setor e adequar a política pública às demandas regionais,” enfatizou Bertuol.

As sugestões apresentadas incluem:

  • Reconhecimento do seguro rural como garantia bancária
  • Adoção de incentivos claros para regulamentações vinculadas à contratação do seguro ao acesso ao crédito, com o objetivo de evitar aumentos injustificáveis nos custos financeiros dos produtores
  • Participação de produtores nos conselhos do seguro, independentemente de serem cotistas
  • Atualização do Zoneamento de Riscos Climáticos (ZARC)
  • Eliminação da venda casada no crédito rural
  • Inclusão do prêmio do seguro rural como despesa dedutível no Imposto de Renda.
  • Centralização de informações sobre produtos de seguro rural
  • Garantia de previsibilidade orçamentária para a evolução do seguro rural

Atualmente, o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) tem recursos assegurados, ao passo que o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) enfrenta riscos de cortes orçamentários. Essa falta de previsibilidade resulta em insuficiência de cobertura, como evidenciam dados do Censo Agropecuário do IBGE.

Essa situação impacta diretamente os agricultores, que frequentemente precisam renegociar dívidas devido a perdas não cobertas, comprometendo investimentos em tecnologia e inovação, como a agricultura de precisão. Para a Aprosoja MT, a modernização do seguro rural por meio deste projeto de lei é essencial para garantir a segurança necessária aos produtores.

“Aprovar um seguro rural que beneficie todos os agricultores é não apenas uma proteção, mas também um alicerce para a economia do país, permitindo que continuem investindo e contribuindo para o crescimento do Brasil,” concluiu Lucas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Plantio do milho avança no Rio Grande do Sul



Preço do milho sobe 2,13% no estado




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (24), a semeadura do milho no Rio Grande do Sul avançou, alcançando 68% da área projetada para a safra 2024/2025. A maior parte das lavouras (96%) encontra-se na fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 4% já atingiram a fase de florescimento nas áreas semeadas precocemente. A conclusão do plantio ainda depende de algumas áreas na Campanha e nos Aparados da Serra.

O clima contribuiu para o bom desenvolvimento da cultura, com chuvas frequentes e bem distribuídas, aliadas a dias de alta radiação solar e noites de temperaturas amenas. Essas condições favoreceram o crescimento saudável das plantas e o potencial produtivo. Em várias regiões, a adubação nitrogenada em cobertura, aplicada entre os estágios vegetativos V2 e V4 (2 a 4 folhas estendidas), foi finalizada com sucesso. Em algumas lavouras mais avançadas, os produtores anteciparam a aplicação da segunda dose de nitrogênio, visando aproveitar as previsões de chuva para melhorar a absorção do nutriente, conforme os dados da Emater/RS.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Segundo o Informativo, no manejo fitossanitário, o controle da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) foi necessário em áreas do Alto Uruguai, onde a praga causou danos mais severos. Aplicações pontuais também ocorreram no Planalto e no Alto da Serra do Botucaraí. Nas regiões do Baixo Médio Uruguai e Noroeste Colonial, foram feitas aplicações preventivas de fungicidas para evitar infecções, já que as condições climáticas favoreceram o surgimento de doenças.

Para a próxima safra, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade média estimada de 7.810 kg/ha. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos aumentou 2,13% na última semana, passando de R$ 62,39 para R$ 63,72.





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MG lança cartilha para orientar produtores


Minas Gerais tem uma forte tradição na produção de leite, atividade que passa de geração em geração e representa uma fonte vital de renda para milhares de famílias.

A partir dessa prática, consolidou-se também a cultura dos queijos artesanais, que hoje são referência nacional e têm ganhado reconhecimento internacional, com prêmios ao redor do mundo.

Segundo levantamento da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), existem no estado cerca de 7,7 mil agroindústrias familiares de queijos artesanais, caracterizados da seguinte forma:

  • Queijos artesanais de Alagoa;

Cartilha de orientações

Diante da relevância da fabricação de queijos artesanais no estado, principalmente entre pequenos produtores, a Emater-MG trabalha constantemente na aplicação de boas práticas agropecuárias e de produção nas queijarias.

Assim, a entidade está lançando a cartilha “Queijos Artesanais: Boas Práticas de Fabricação”, com orientações sobre os padrões de higiene e segurança em todas as fases da produção, para garantir a total qualidade do produto que chega aos consumidores.

“As boas práticas de fabricação, junto com as boas práticas agropecuárias, são de fundamental importância para a qualidade do queijo artesanal. Elas previnem contaminações por bactérias patogênicas, por produtos químicos ou por algum agente físico que possa causar algum dano à saúde do consumidor”, explica o assistente técnico da Emater-MG e um dos autores da cartilha, Érik Flores.

Higiene na produção de queijo

Cablanca é o nome do queijo produzido por agricultoras familiares de Curaçá (BA), no Sertão do São Francisco.Cablanca é o nome do queijo produzido por agricultoras familiares de Curaçá (BA), no Sertão do São Francisco.
Foto: Reprodução/ Freepik

Com mais de 30 páginas e dividida em diversos tópicos, a cartilha aborda desde as exigências básicas para as instalações da queijaria, que devem garantir o fluxo contínuo de trabalho e evitar contaminação cruzada, até o uso de água de qualidade.

O leite cru, utilizado na fabricação dos queijos artesanais, precisa ser obtido em condições que garantam sua qualidade e segurança. A higiene no manejo do leite, tanto durante a ordenha quanto no transporte até a queijaria, é fundamental para evitar a introdução de contaminantes que possam comprometer o produto final.

Além das condições adequadas das instalações, a higienização correta de utensílios e superfícies que entram em contato com o leite e o queijo é outro ponto tratado na cartilha.

A remoção de resíduos, a utilização de detergentes e sanitizantes apropriados, além da aplicação de técnicas de higienização específicas garantem que o processo de fabricação seja seguro e livre de contaminações.

A cartilha também orienta sobre o preparo correto de soluções cloradas para higienização, detalhando o passo a passo para que os produtos de limpeza sejam utilizados de maneira eficaz e segura.

Controle de pragas

O controle de pragas e a gestão de resíduos na queijaria também são abordados. Manter as instalações limpas, afastadas de fontes de contaminação e seguir um rigoroso controle de pragas são ações fundamentais para preservar a integridade dos queijos.

Os resíduos devem ser descartados de forma adequada para evitar que se tornem focos de contaminação, e as prateleiras onde os queijos são maturados devem estar sempre limpas e em boas condições de uso.

Salga e transporte do queijo

O processo de salga também recebe atenção especial. A cartilha recomenda o uso de salmoura em concentrações adequadas para que o queijo atinja o ponto certo de sabor sem comprometer a qualidade. Além disso, o tempo de maturação dos queijos é um fator crucial para garantir a segurança do produto, pois contribui para a eliminação de microrganismos indesejáveis que possam estar presentes no leite cru.

No transporte e armazenamento, a cartilha salienta a importância de usar veículos adequados para manter a integridade do produto até a chegada ao ponto de venda. Os queijos devem ser transportados em veículos com carroceria fechada e, em alguns casos, climatizados, para evitar variações de temperatura que possam comprometer sua qualidade.

A cartilha ressalta, ainda, a necessidade de os produtores implementarem Programas de Autocontrole (PAC) para monitorar a qualidade de suas produções. Esses programas, aliados à realização periódica de análises laboratoriais, são essenciais para garantir que o queijo artesanal atenda às exigências legais e chegue ao consumidor final com total segurança.

*Sob supervisão de Victor Faverin


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Montes Claros recebe Campeonato Brasileiro de Marcha Picada



Montes Claros, em Minas Gerais, será palco do 17º Campeonato Brasileiro de Marcha Picada, que ocorrerá entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro de 2024, no Parque de Exposições João Alencar de Athayde.

O evento, organizado pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), em parceria com o Núcleo Mangalarga Marchador do Norte de Minas, promete reunir expositores, criadores e fãs da raça de equinos.

Além dos julgamentos diários dos animais, o público terá acesso gratuito a uma estrutura com opções gastronômicas e shows ao vivo. O evento integra as comemorações dos 75 anos da ABCCMM, reforçando a importância da raça mangalarga marchador no agronegócio nacional.

Segundo a presidente da associação, Cristiana Gutierrez, a movimentação financeira gerada pela raça representa cerca de R$ 11,7 bilhões por ano.

A raça, que surgiu no sul de Minas Gerais há mais de dois séculos, possui um plantel ativo de aproximadamente 750 mil animais e emprega diretamente 40 mil pessoas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo registra leve queda em Chicago



Plantio do trigo de inverno avança nos Estados Unidos




Foto: Pixabay

Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), as cotações do trigo registraram uma leve queda na bolsa de Chicago nesta semana. O bushel do cereal fechou a quinta-feira (24) cotado a US$ 5,81, contra US$ 5,89 na semana anterior. Diferentemente da soja e do milho, o trigo apresentou uma leve retração nas negociações.

Nos Estados Unidos, o plantio do trigo de inverno avançou, alcançando 73% da área esperada até o dia 20 de outubro, ligeiramente abaixo da média histórica de 76% para o período. Do total semeado, 46% já havia germinado, também um pouco abaixo da média histórica de 50%, conforme apontou a Ceema.

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Segundo o informado na análise semanal, em relação às exportações, os embarques de trigo dos EUA somaram 268.375 toneladas na semana encerrada em 17 de outubro. No acumulado do atual ano comercial, o volume exportado totalizou 9,3 milhões de toneladas, um crescimento em relação aos 6,9 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Na Argentina, as chuvas recentes ajudaram a melhorar o cenário de algumas lavouras de trigo. No entanto, 34% das áreas de cultivo ainda permanecem em condições ruins, enquanto 47% enfrentam déficit hídrico, segundo as últimas estimativas.





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CNA capacita produtores e técnicos de MS em gestão de água



Na última semana, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou um treinamento em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, focado na Política Nacional de Recursos Hídricos. O evento reuniu produtores irrigantes e técnicos da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) para discutir a gestão eficiente da água no setor agropecuário. As informações são da própria confederação.

O treinamento enfatizou a importância da participação ativa dos representantes do setor nos comitês de bacias hidrográficas, onde são tomadas decisões sobre o uso da água. O engajamento dos produtores é essencial para defender os interesses do segmento e garantir a segurança hídrica, fundamental para a segurança alimentar.

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Capacitação como foco

A capacitação faz parte de um programa da CNA que visa fortalecer as federações de agricultura e pecuária em todo o Brasil. A troca de conhecimentos durante o treinamento é vista como uma maneira de preparar os participantes para se envolverem em discussões cada vez mais importantes sobre a gestão hídrica no estado.

O evento também contou com a participação de presidentes de comitês de bacia e técnicos do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, todos dedicados à defesa do setor agropecuário.



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Escola técnica em São Paulo oferece curso gratuito de Agropecuária



A Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (Etasa), localizada em Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, abriu inscrições para o processo seletivo do curso técnico gratuito em Agropecuária. As inscrições, que vão de 20 de outubro a 20 de novembro de 2024, são destinadas ao primeiro semestre de 2025 e oferecem 40 vagas para candidatos interessados em ingressar em uma das áreas mais dinâmicas e estratégicas do Brasil.

Com duração de dois semestres, o curso técnico abrange áreas como agronomia, zootecnia, gestão ambiental e engenharia agrícola. Mantida pela Fundação Salvador Arena, a Etasa proporciona aos alunos formação prática e intensiva.

Os estudantes terão a oportunidade de vivenciar atividades agroindustriais diretamente no campo, com envolvimento em processos de cultivo de soja, milho, café e criação de gado e aves, que são conduzidos dentro da própria instituição.

A estrutura da escola é reforçada pela Agroindustrial Salvador Arena (AGSA), instalada no mesmo local, que conta com tecnologia avançada para a produção agrícola. A AGSA permite que os alunos da Etasa participem de um ambiente prático, onde podem aprender de forma direta os desafios e inovações do agronegócio. Além disso, o curso é complementado pelo Núcleo de Apoio às Carreiras (NAC), que oferece workshops, suporte para estágios e incentivo ao empreendedorismo no setor.

Diretora da Etasa, Cristina Favaron Tugas destaca que o agronegócio brasileiro é um dos principais pilares da economia nacional, com impacto direto na geração de empregos e oportunidades. “Nosso curso não oferece apenas uma formação técnica, mas uma oportunidade de nossos alunos se tornarem líderes e inovadores dentro do setor”, afirma.

Para garantir acesso a todos os estudantes, a Etasa oferece transporte, alimentação, uniformes e materiais didáticos gratuitos. As inscrições devem ser feitas pelo site oficial da escola até o dia 20 de novembro de 2024.



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Mapa fortalece o comércio agropecuário entre Brasil e Rússia



A missão brasileira do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou da 16ª Cúpula do BRICS, realizada em Kazan, Rússia, com uma série de reuniões com autoridades locais. Os encontros tiveram o objetivo de fortalecer o comércio agropecuário entre Brasil e Rússia e discutem temas como habilitação mútua de estabelecimentos, certificação eletrônica de produtos de origem animal e revisão de medidas que impactam as exportações.

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O Secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, esteve acompanhado pelo Diretor de Promoção Comercial e Investimentos, Marcel Moreira, e pelo Adido Agrícola na Rússia, Marco Túlio Santiago. Eles se reuniram com a Ministra da Agricultura da Federação Russa, Oksana Lut. Rua expressou agradecimentos pela recepção e elogiou a organização da Cúpula. Ele enfatizou a importância do diálogo entre os ministérios da agricultura dos dois países para o comércio bilateral.

Questões em pauta

Durante as reuniões, a comitiva brasileira solicitou a reavaliação da suspensão das exportações do Rio Grande do Sul, imposta após a detecção de um foco de doença de Newcastle em julho de 2024. O prazo de 90 dias estipulado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) já foi cumprido, o que torna a reabertura das exportações uma prioridade. Também foi pedida a revisão da exigência de reinspeção de produtos brasileiros nos portos.

A Ministra Oksana se mostrou aberta às solicitações e afirmou que as analisaria junto ao Ministério da Agricultura da Rússia e ao Rosselkonadzor.

Cooperação técnica e científica

Foi discutido o fortalecimento da cooperação técnica e científica entre Brasil e Rússia, envolvendo a Embrapa, centros de pesquisa russos e universidades agrícolas, com foco em áreas animal e vegetal.

Encontro

A comitiva também se reuniu com Marat Azatovich Zyabbarov, Ministro da Agricultura do Tartaristão, uma região importante para a agropecuária russa, conhecida pela produção de trigo, leite, frango, batata e beterraba. Rua destacou as semelhanças nas produções agropecuárias, ponto que reforça o potencial para colaborações. Ambos concordaram em intensificar o intercâmbio de experiências, especialmente na produção e comercialização de produtos halal, devido à população muçulmana na região. A possibilidade de visitas futuras de representantes do Tartaristão ao Brasil também foi discutida.

Comércio com a Rússia

Desde o início da gestão do Ministro Carlos Fávaro, a Rússia abriu nove novos mercados para produtos agropecuários brasileiros, incluindo ovos, sêmen, embriões bovinos e ovinos, amêndoas de cacau e erva-mate. Em 2024, as exportações brasileiras para a Rússia alcançaram quase US$ 1 bilhão, com soja, café e carnes. Em números, representa cerca de 80% das receitas de exportação.



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Você viu? conheça os 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro



O Ministério da Agricultura e Pecuária revelou um mapeamento dos 100 municípios mais prósperos do Brasil no setor agropecuário. Esta análise baseia-se nos dados da Pesquisa Anual do IBGE sobre a Produção Agrícola Municipal (PAM).

Em 2023, a produção agrícola totalizou R$ 814,5 bilhões, com os cem municípios mais produtivos contribuindo com 31,9% desse valor, ou seja, R$ 260 bilhões.

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Estados em destaque

A lista abrange municípios de 14 estados brasileiros: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.

A região Centro-Oeste se destacou, especialmente Mato Grosso, que abriga 36 dos municípios mais produtivos do país.

Os 100 municípios mais ricos do agro (em bilhões)

  1. Sorriso (MT) – R$ 8,313
  2. São Desidério (BA) – R$ 7,789
  3. Sapezal (MT) – R$ 7,544
  4. Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157,
  5. Rio Verde (GO) – R$ 6,923
  6. Diamantino (MT) – R$ 5,905
  7. Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 5,789
  8. Nova Ubiratã (MT) – R$ 5,463
  9. Nova Mutum (MT) – R$ 5,380
  10. Jataí (GO) – R$ 4,839,397
  11. Cristalina (GO) – R$ 4,830
  12. Maracaju (MS) – R$ 4,335,
  13. Querência (MT) – R$ 4,203
  14. Primavera do Leste (MT) – R$ 4,078
  15. Paranatinga (MT) – R$ 3,963
  16. Campo Verde (MT) – R$ 3,810
  17. Campos de Júlio (MT) – R$ 3,782
  18. Brasnorte (MT) – R$ 3,680
  19. São Félix do Araguaia (MT) – R$ 3,627
  20. Lucas do Rio Verde (MT) – R$ 3,615
  21. Ponta Porã (MS) – R$ 3,531
  22. Baixa Grande do Ribeiro (PI) – R$ 3,221
  23. Canarana (MT) – R$ 3,198
  24. Ipiranga do Norte (MT) – R$ 3,193
  25. Barreiras (BA) – R$ 3,116,
  26. Sidrolândia (MS) – R$ 3,114
  27. Tapurah (MT) – R$ 3,036
  28. Correntina (BA) – R$ 3,027
  29. Dourados (MS) – R$ 2,918
  30. Uberaba (MG) – R$ 2,845
  31. Unaí (MG) – R$ 2,788
  32. Luís Eduardo Magalhães (BA) – R$ 2,705
  33. Tabaporã (MT) – R$ 2,682
  34. Nova Maringá (MT) – R$ 2,617
  35. Igarapé-Miri (PA) – R$ 2,575
  36. Mineiros (GO) – R$ 2,570
  37. Porto dos Gaúchos (MT) – R$ 2,483
  38. Uruçuí (PI) – R$ 2,435
  39. Rio Brilhante (MS) – R$ 2,325
  40. Itiquira (MT) – R$ 2,324
  41. Paracatu (MG) – R$ 2,289
  42. Santa Rita do Trivelato (MT) – R$ 2,257
  43. Gaúcha do Norte (MT) – R$ 2,245
  44. Itapeva (SP) – R$ 2,239
  45. Sinop (MT) – R$ 2,225
  46. Petrolina (PE) – R$ 2,220
  47. Patrocínio (MG) – R$ 2,117
  48. Riachão das Neves (BA) – R$ 2,096
  49. Costa Rica (MS) – R$ 2,087
  50. Santo Antônio do Leste (MT) – R$ 2,082
  51. Paragominas (PA) – R$ 2,045
  52. Perdizes (MG) – R$ 2,044
  53. São José do Rio Claro (MT) – R$ 2,019
  54. Vera (MT) – R$ 1,993
  55. Balsas (MA) – R$ 1,959
  56. Tasso Fragoso (MA) – R$ 1,820
  57. Feliz Natal (MT) – R$ 1,814
  58. Água Boa (MT) – R$ 1,793
  59. Montividiu (GO) – R$ 1,771
  60. São Gabriel do Oeste (MS) – R$ 1,739
  61. Brasília (DF) – R$ 1,692
  62. Jaborandi (BA) – R$ 1,678
  63. Chapadão do Sul (MS) – R$ 1,673
  64. Nova Alvorada do Sul (MS) – R$ 1,621
  65. Guarapuava (PR) – R$ 1,619
  66. Juazeiro (BA) – R$ 1,595
  67. Naviraí (MS) – R$ 1,591
  68. Bom Jesus do Araguaia (MT) – R$ 1,583
  69. Santa Carmem (MT) – R$ 1,578
  70. Tangará da Serra (MT) – R$ 1,570
  71. Paraúna (GO) – R$ 1,570
  72. Sacramento (MG) – R$ 1,567
  73. Silvânia (GO) – R$ 1,528
  74. Caarapó (MS) – R$ 1,528
  75. Chapadão do Céu (GO) – R$ 1,518
  76. Catalão (GO) – R$ 1,494
  77. Laguna Carapã (MS) – R$ 1,471
  78. Dom Pedrito (RS) – R$ 1,439
  79. Ipameri (GO) – R$ 1,431
  80. Goiatuba (GO) – R$ 1,421
  81. Tibagi (PR) – R$ 1,396
  82. Araguari (MG) – R$ 1,391
  83. Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – R$ 1,380
  84. Comodoro (MT) – R$ 1,375
  85. Frutal (MG) – R$ 1,373
  86. Santa Vitória do Palmar (RS) – R$ 1,370
  87. Rio Paranaíba (MG) – R$ 1,337
  88. Marcelândia (MT) – R$ 1,334
  89. Aral Moreira (MS) – R$ 1,331
  90. Casa Branca (SP) – R$ 1,326
  91. Itanhangá (MT) – R$ 1,296
  92. Cláudia (MT) – R$ 1,281
  93. Barretos (SP) – R$ 1,280,
  94. Lagoa da Confusão (TO) – R$ 1,275
  95. Buritis (MG) – R$ 1,268
  96. Dom Eliseu (PA) – R$ 1,252
  97. Coromandel (MG) – R$ 1,247
  98. Amambai (MS) – R$ 1,240
  99. Uberlândia (MG) – R$ 1,235
  100. Vacaria (RS) – R$ 1,225

Área colhida e produtos

Os municípios mais ricos ocupam uma área de 33,1 milhões de hectares, o que representa34,5% da área total de 95,8 milhões de hectares do Brasil. A análise abrange 70 produtos das lavouras temporárias e permanentes de todos os 5.563 municípios brasileiros. A soja continua sendo a líder, com R$ 348,6 bilhões, correspondendo a 42,8% do total da produção agrícola.



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