sábado, agosto 8, 2026

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Bahia ultrapassa 13,1 mi de cabeças de gado e consolida liderança no Nordeste


O rebanho bovino baiano alcançou a marca de 13.180.904 cabeças de gado, consolidando o estado como o sétimo maior produtor de bovinos do Brasil e o líder absoluto da região Nordeste.

Os dados foram divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), nesta terça-feira (29).

O levantamento, feito durante a última campanha de vacinação, realizada em abril deste ano pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), detalha a distribuição do rebanho entre os territórios de identidade do estado, destacando os três mais produtivos.

De acordo com a Adab, a Bacia do Rio Grande, na região Oeste, se sobressai com 1.294.905 cabeças, seguida pelo Extremo Sul com 1.109.709, e o Médio Sudoeste da Bahia, com 1.084.478.

Rebanhos mais expressivos

Segundo levantamento, a Bacia do Rio Grande, no Oeste da Bahia, possui os três municípios com rebanhos mais expressivos: Santa Rita de Cassia, Wanderley e Cotegipe.

No Extremo Sul, os destaques são os municípios de Itamaraju, Itanhém e Medeiros Neto. Já no Médio Sudoeste da Bahia, os municípios de Itarantim, Itambé e Itapetinga figuram como regiões com grande rebanho bovino.

A Adab, órgão vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), ressaltou que tem desempenhado um papel fundamental nesse cenário, ao garantir a sanidade do rebanho e a qualidade dos produtos de origem animal.

A agência informou que tem intensificado ações de fiscalização e de orientação técnica, o que contribui para a melhoria dos índices produtivos e sanitários dos rebanhos.

Indicador positivo

A avaliação da Adab aponta que essa elevação no número do rebanho é um indicador positivo para a economia baiana, especialmente em um momento em que a cadeia produtiva da carne bovina busca consolidar sua competitividade no mercado nacional e internacional.

O crescimento do rebanho ao longo dos últimos anos resulta em maiores volumes de carne produzida e, consequentemente, em um aumento da carcaça para os pecuaristas e geração de divisas para o estado.

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Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc

“Não só a forte atuação e fiscalização da Adab, mas também o compromisso do pecuarista baiano com a qualidade dos seus rebanhos, nessa parceria público-privada, com o rigoroso cumprimento das medidas sanitárias adotadas pela Adab, necessárias para evitar ou combater doenças, o que garante o crescimento e o melhoramento do nosso rebanho”, pontua Paulo Sérgio Luz, diretor-geral.

Segundo a agência, a liderança da Bahia no Nordeste é reforçada pela capacidade de suas explorações pecuárias e pela eficiência na gestão dos produtores ao seu rebanho, com médias de bovinos por exploração pecuária que variam significativamente entre os territórios, refletindo tanto o porte das propriedades quanto a especialização em diferentes tipos de produção.

Em 2024, o estado conquistou o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, concedido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).


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confira como ficou o mercado da soja



Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam esta terça-feira (29) com preços mais baixos para o grão, o farelo e o óleo. Apesar de uma leve recuperação pela manhã, impulsionada por compras de barganha, a tendência não se sustentou.

Após o intervalo, o avanço da colheita nos Estados Unidos e a melhora das condições climáticas no Brasil dominaram as negociações, pressionando os preços. Confira mais detalhes:

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Relatório do USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou um relatório sobre a evolução da colheita de soja, indicando que, até 27 de outubro, 89% da área plantada havia sido colhida. O mercado esperava que esse percentual chegasse a 91%. Na semana anterior, a colheita estava em 81%, e, no mesmo período do ano passado, era de 82%. A média histórica para essa época do ano é de 78%.

Cotações do grão

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com uma queda de 8,75 centavos, ou 0,89%, a US$ 9,65 1/4 por bushel. A posição para janeiro de 2025 teve cotação de US$ 9,79 por bushel, recuando 7,00 centavos, ou 0,7%.

Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com uma queda de US$ 3,00, ou 0,98%, a US$ 301,80 por tonelada. Por outro lado, os contratos de óleo com vencimento em dezembro fecharam a 42,80 centavos de dólar, com um leve ganho de 0,11 centavo, ou 0,25%.

As informações são da Safras & Mercado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cinco países aderem a fundo para conservação de florestas tropicais


O Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF – Tropical Forest Finance Facility, em inglês) recebeu a adesão da Alemanha, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Malásia e Noruega durante a 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP16), em Cali. Os países se comprometeram a contribuir com o mecanismo financeiro que vai compensar financeiramente a conservação dos ecossistemas.

A confirmação dos países veio nesta segunda-feira (28), durante a apresentação do fundo pela ministra brasileira do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

“O TFFF oferece incentivos financeiros inovadores em grande escala para que os países em desenvolvimento conservem suas florestas tropicais úmidas, pagando anualmente um valor fixo por hectare de floresta conservada ou restaurada”, disse a ministra. 

Além de simplificar o cálculo da área conservada por hectare e não por captura de carbono, como é feito nos financiamentos climáticos, o fundo simplifica a forma de monitoramento com verificação por imagens de satélite, respeitando os critérios pré-definidos em cada país.

Os aportes serão proporcionais às áreas protegidas e terão origem em recursos aplicados pelos países desenvolvidos. Também haverá a possibilidade do pagamento de recursos adicionais por programas nacionais de prevenção e combate ao desmatamento, promoção de bioeconomia e a garantias de direitos aos povos indígenas e comunidades locais que conservam florestas tropicais.

A ministra de Meio Ambiente da Colômbia, Susana Mohammad, considerou o instrumento financeiro “um caminho para colocar valor na natureza sem fazer dela uma commodity”.

De acordo com Marina Silva, o fundo será uma ferramenta de enfrentamento tanto à crise da biodiversidade, quanto à crise climática. “O TTFF promove a convergência entre as convenções, contribuindo ao mesmo tempo para as metas de Kunming-Montreal da Convenção de Biodiversidade e as metas do Acordo de Paris, mas sem estar diretamente vinculado a essas convenções”, destacou.

A proposta que partiu de um debate na Cúpula da Amazônia, realizada em Belém, no Pará, em agosto de 2023, já havia sido lançada em dezembro pelo governo brasileiro, durante a 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), nos Emirados Árabes Unidos. 





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BC mantém previsão de lançar ‘superapp’ de finanças no fim de 2025



O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse esperar que o “superapp” de finanças pensado pela autarquia seja lançado no fim de 2025. A ideia, ele vem repetindo, é produzir um agregador de serviços e “marketplace” de finanças, que possa gerar competição.

“Tem várias empresas trabalhando no ‘superapp’, já foi até anunciado, alguns bancos até anunciaram que estão trabalhando e já estão em estágio avançado. A minha previsão era no final de 2025, eu continuo com essa previsão”, ele disse, em um evento organizado pelo Lide, em Londres.

Segundo o executivo, houve um processo mais lento durante a segunda etapa do Open Finance, em parte pela greve de servidores do BC.

“Mas acho que as coisas continuam num ritmo bastante acelerado, e só um detalhe: a adoção do Open Finance tem sido mais rápida do que a gente tem imaginado, então talvez isso recupere o tempo perdido”, disse.



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França recolhe 3 milhões de ovos por suspeita de salmonela


As autoridades francesas ordenaram o recolhimento de, aproximadamente, três milhões de ovos devido a uma possível contaminação por salmonela.

Lotes menores também foram recolhidos e as agências de saúde do país informaram que, até o momento, oito pessoas adoeceram com uma possível ligação à contaminação, mas nenhuma foi hospitalizada.

A distribuidora de ovos Ovalis anunciou a devolução de diversos lotes vendidos sob diferentes marcas nas principais redes de supermercados da França, como Carrefour, Auchan e Leclerc, além dos distribuídos pela rede de bancos de alimentos Restos du Coeur em várias regiões do país.

De acordo com a Ovalis, o recall preventivo é necessário devido à suspeita de contaminação por Salmonella Typhimurium. Os ovos afetados foram vendidos em embalagens de 12, 10 ou 6 unidades entre 29 de setembro e 10 de outubro, com validade até 31 de outubro.

Ovos misturados

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Foto: Senar

A empresa ressaltou que, embora apenas um pequeno número de ovos possa ter sido contaminado, eles foram misturados durante o processo de embalagem com muitos outros, o que justifica a escala da reconvocação.

Entre as marcas afetadas estão Poitou Oeufs, Tout Frais tout Français e Douce France. Lotes menores incluem ovos das marcas Carrefour Original, Leclerc Eco+ e ovos vendidos nos supermercados Lidl França.

As autoridades recomendam não consumir ou usar esses ovos, orientando que sejam destruídos ou devolvidos ao supermercado para o devido reembolso.

Para quem ingeriu os ovos e apresenta sintomas, deve procurar atendimento médico imediato. A empresa disponibilizou uma linha de ajuda para pessoas com dúvidas ou preocupações.

As autoridades de segurança do produto estão investigando a cadeia de fornecimento dos ovos, incluindo a ração das aves. Até o momento, nenhuma conclusão foi divulgada.



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Chuvas beneficiam o plantio da soja no município de Cornélio Procópio (PR)



O plantio de soja na região de Cornélio Procópio, no norte do Paraná, já alcançou 75% da área total estimada de 342,6 mil hectares. O avanço da semeadura deve prosseguir até o final da semana.

As chuvas da semana passada causaram alguns atrasos no plantio, mas também melhoraram as condições do solo. A umidade favoreceu uma germinação mais uniforme, o que deve impactar positivamente a qualidade das lavouras na fase inicial.

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Como está a semeadura no estado?

Até o momento, dos 256,95 mil hectares já plantados, cerca de 85% apresentam boas condições, enquanto 15% estão em situação média. Não foram registradas áreas em condição ruim. A expectativa é que o ritmo de plantio continue acelerado nos próximos dias, desde que as condições climáticas permaneçam favoráveis.

As informações são da Safras & Mercado.



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‘É importante governo defender o agro brasileiro, diferenciando desmatamento ilegal’, diz Pacheco



O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta terça-feira (29), que o governo brasileiro precisa defender o agronegócio do país de embargos que possam ocorrer “por interesses outros (…) a pretexto de desmatamento florestal”.

Apesar de não citar de imediato em sua fala, Pacheco mencionou, em seguida, a União Europeia.

“Algo que nos gera alguma preocupação é o fato de que nesta produção do agronegócio, por interesses outros, venha algum tipo de embargo a pretexto de desmatamento florestal. É muito importante o governo defender o agronegócio do Brasil, estabelecendo a diferença entre desmatamento ilegal, que existe no Brasil infelizmente, com a supressão vegetal, que é permitida pelo Código Florestal”, disse Pacheco.

A declaração foi dada em evento organizado pelo Lide em Londres.

Segundo o presidente do Senado, “não há essa separação ainda desses conceitos por parte da União Europeia, o que impõe certo sacrifício ao Brasil nas suas commodities e certa preocupação dos produtores do Brasil”.



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Brasil deve superar recorde de importação de fertilizantes em 2024


A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 699/23, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert).

O objetivo é que a proposta beneficie a indústria de adubos a partir dos próximos meses e reduza os custos de produção, visto que o aumento da tensão no Oriente Médio levam o Brasil a aumentar as importações dos produtos.

De acordo com as Estatísticas de Comércio Exterio (Comex/Stat), de janeiro até a primeira quinzena de outubro, o país já comprou 35 milhões de toneladas de fertilizantes. Ao longo de todo o ano de 2023, este número foi de 40,9 milhões de toneladas.

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Arte: Canal Rural

Segundo o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, a tendência para 2024 é que o país supere a quantidade de adubo importada do ano passado e, também, ultrapasse o recorde de 2021 (41,55 milhões de toneladas), superando a marca de 42 milhões de toneladas.

Quanto à aquisição da matéria-prima, este ano o país já desembolsou US$ 10,84 bilhões. Em 2023, de janeiro a dezembro, a quantia foi de US$ 14,62 bilhões.

Ferreira atenta para o ano de 2022, quando a guerra entre Rússia e Ucrânia impactou diretamente na oferta de fertilizantes, levando os preços a atingirem a média de US$ 649 por tonelada. Em 2023, já era possível adquirir a tonelada a US$ 357. Neste ano, até o momento, o preço caiu ainda mais, chegando a US$ 309 por tonelada.

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Arte: Canal Rural

O diretor lembra que ao mesmo tempo em que a quantia desembolsada pelo adubo reduz, o Brasil necessita cada vez mais do produto, uma vez que deve aumentar a área produtiva de 79,6 milhões de hectares da safra 2023/24 para 81,5 milhões de hectares na temporada 2024/25.



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AgroNewsPolítica & Agro

Agro brasileiro deve crescer 15,5% em área plantada até 2034


A produção agropecuária brasileira está projetada para crescer de forma consistente nos próximos dez anos, segundo o estudo Projeções do Agronegócio 2023/2024 a 2033/2034, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da Embrapa. A expansão abrange tanto as culturas de grãos — como soja, milho de inverno, arroz, feijão e trigo — quanto as culturas perenes, como café, cacau e frutas.

O levantamento prevê que a área plantada aumentará 15,5%, atingindo 92,2 milhões de hectares em 2034. A produtividade será um dos principais impulsionadores do crescimento. O diretor de Análise Econômica e Políticas Públicas do Mapa, Silvio Farnese, destaca que a ampliação será alavancada pelo Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, que oferece linhas de crédito para regeneração de terras com baixa produtividade.

A soja continuará sendo o carro-chefe da produção agrícola, com previsão de atingir 199,4 milhões de toneladas, um aumento de 52 milhões de toneladas. O milho, especialmente o de safra de inverno, terá uma alta de 32,3%, chegando a 153,1 milhões de toneladas. A prática de plantio em sucessão com a soja se consolidará como estratégica para maximizar a produção.

Além disso, o arroz deve crescer 20,3% na área plantada, atingindo 13,7 milhões de toneladas, permitindo atender à demanda doméstica e garantir exportações de até 1,3 milhão de toneladas. O trigo e o feijão também devem apresentar forte expansão, com aumentos de 18,4% e 38,1% nas respectivas áreas de cultivo.

O aumento na produção de grãos também vai impactar diretamente a produção de proteínas animais. A demanda por milho e farelo de soja — essenciais para a nutrição animal — garantirá o crescimento da oferta de carne. A produção de aves deve aumentar 28,4%, enquanto a de suínos e bovinos crescerá 27,5% e 10,2%, respectivamente.

Segundo o Mapa, a projeção é que o Brasil exporte 24,7 milhões de toneladas de proteínas até 2034, fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores globais de carne. Esse desempenho será impulsionado por novos acordos comerciais e pela ampliação de mercados internacionais já consolidados.

O café ganhará destaque entre as culturas perenes, com produção prevista de 72 milhões de sacas — um aumento de 31,9%. O consumo interno subirá para 27 milhões de sacas, enquanto as exportações alcançarão 45 milhões de sacas, consolidando a liderança brasileira no mercado global. O estudo do Mapa indica que o crescimento do setor será amparado por estratégias sustentáveis e avanços tecnológicos, promovendo o equilíbrio entre produtividade e preservação ambiental. 





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Aprosoja MT firma parcerias sustentáveis com a China; cooperação segue em andamento



Nesta terça-feira (29), a delegação da Aprosoja MT deu continuidade à agenda de compromissos na China. O dia começou com uma reunião entre os representantes brasileiros e três pesquisadores chineses, com o foco na troca de conhecimentos e experiências no setor agrícola. Yan Hui, diretor do departamento de reforma e pesquisa do Ministério da Agricultura da China, apresentou suas pesquisas sobre soja e milho, além de discutir políticas agrícolas nas áreas rurais do país.

Yan destacou que a agricultura na China é majoritariamente conduzida por pequenos produtores, com uma média de um hectare por propriedade. “Esses agricultores estão integrados ao mercado com o apoio do governo, já que o país enfrenta um significativo déficit alimentar devido ao seu grande número de habitantes”, explicou. Ele também ressaltou a relevância de culturas como soja e milho para garantir a segurança alimentar chinesa.

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Em seguida, Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT, apresentou as iniciativas de sustentabilidade dos produtores brasileiros, com ênfase nos centros de pesquisa da entidade, Ctecno Parecis e Araguaia, que desenvolvem tecnologias voltadas para solos arenosos e siltosos. “Convido todos a conhecerem nossos sistemas de produção no Brasil, que priorizam a preservação da água, o cuidado com o solo e o sequestro de carbono”, afirmou Lucas.

Luiz Otávio Tatim, vice-presidente oeste da Aprosoja MT, também destacou a importância da agenda para abordar a falta de informações que os chineses possuem sobre a produtividade e os sistemas de produção brasileiros. “Esperamos recebê-los em Mato Grosso para mostrar como produzimos soja e, principalmente, milho, permitindo que vejam de perto nossa qualidade, sustentabilidade e resultados”, enfatizou Tatim.

Maquinário e exportação

A segunda reunião do dia ocorreu com a Sinomach, onde foram discutidos temas como a importação de maquinário e a exportação de produtos agrícolas. Cai Jibo, presidente da Sinomach Haina, compartilhou a história da empresa e as inovações tecnológicas presentes em suas máquinas. Fernando Cadore, presidente da Cooprosoja, também participou da reunião, e destacou a importância dessa parceria para o setor.

A delegação agora se dirige a Harbin, a maior região produtora da China, localizada no nordeste do país, onde continuará a fortalecer laços e promover práticas agrícolas sustentáveis.



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