sexta-feira, agosto 7, 2026

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Regras do Pix mudam a partir desta sexta-feira


A partir desta sexta-feira (1º), o Pix terá regras mais rígidas para garantir a segurança das transações e impedir fraudes. Transferências de mais de R$ 200 só poderão ser feitas de um telefone ou de um computador previamente cadastrados pelo cliente da instituição financeira, com limite diário de R$ 1 mil para dispositivos não cadastrados.

O Banco Central (BC) esclarece que a exigência de cadastro valerá apenas para os celulares e computadores que nunca tenham sido usados para fazer Pix. Para os dispositivos atuais, nada mudará.

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Além dessa mudança, as instituições financeiras terão de melhorar as tecnologias de segurança. Elas deverão adotar soluções de gerenciamento de fraude capazes de identificar transações Pix atípicas ou incompatíveis com o perfil do cliente, com base nas informações de segurança armazenadas no Banco Central.

As instituições também terão de informar aos clientes, em canal eletrônico de amplo acesso, os cuidados necessários para evitar fraudes. Elas também deverão verificar, pelo menos a cada seis meses, se os clientes têm marcações de fraude nos sistemas do Banco Central.

As medidas, informou o BC, permitirão que as instituições financeiras tomem ações específicas em caso de transações suspeitas ou fora do perfil do cliente. Elas poderão aumentar o tempo para que os clientes suspeitos iniciem transações e bloquear cautelarmente Pix recebidos. Em caso de suspeita forte ou comprovação de fraude, as instituições poderão encerrar o relacionamento com o cliente.

Pix Automático

Recentemente, o BC anunciou que o Pix Automático será lançado em 16 de junho de 2025. Em desenvolvimento desde o fim do ano passado, a modalidade facilitará as cobranças recorrentes de empresas, como concessionárias de serviço público (água, luz, telefone e gás), empresas do setor financeiro, escolas, faculdades, academias, condomínios, planos de saúde, serviços de streaming e clubes por assinatura.

Por meio do Pix Automático, o usuário autoriza, pelo próprio celular ou computador, a cobrança automática. Os recursos serão debitados periodicamente, sem a necessidade de autenticação (como senhas) a cada operação. 

Segundo o BC, o Pix Automático também ajudará a reduzir os custos das empresas, barateando os procedimentos de cobrança e diminuindo a inadimplência.



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sustentada por maior demanda, Chicago avança pelo terceiro pregão consecutivo



Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado tenta um movimento de recuperação técnica após as perdas acumuladas na semana e no mês de outubro. Até o momento, o contrato com vencimento em novembro/24 registra um leve ganho semanal de 0,1%, mas acumula uma queda de 7,05% no mês. Se confirmado, este será o terceiro pregão consecutivo de valorização da oleaginosa, sustentada pela forte demanda pelo produto dos Estados Unidos.

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Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 9,89 1/2 por bushel, alta de 7,00 centavos de dólar, ou 0,71%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (31), a soja fechou com preços mais altos para o grão, mais baixos para o farelo, e acentuadamente mais altos para o óleo. Em outubro, a posição novembro/24 acumulou queda de 7,05%.

O mercado estendeu os ganhos de ontem, sustentado pela boa demanda pela soja norte-americana. A ampla oferta nos Estados Unidos e na América do Sul limitaram a reação e pesaram sobre o farelo.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 6,00 centavos ou 0,61% a US$ 9,82 1/2 por bushel. A posição janeiro/25 teve cotação de US$ 9,94 1/2 por bushel, com ganho de 3,25 centavos ou 0,32%.



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Frango: preço da carne sobe pelo 3º mês seguido



Os preços médios da carne de frango levantados pelo Cepea subiram em outubro, pelo terceiro mês consecutivo. 

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário, observado em todas as praças acompanhadas, está atrelado à demanda aquecida pela proteína avícola e ao aumento na competitividade em relação à bovina, que, por sua vez, continua sendo negociada em patamares elevados. 

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Assim, pesquisadores do Cepea explicam que a procura por alternativas mais acessíveis, como o frango, tem impulsionado as vendas da carne no mercado doméstico, possibilitando que agentes do setor reajustem positivamente os valores.



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média de outubro avança pelo sexto mês seguido



CEPEA

Suínos: cai poder de compra frente ao milho

Após avançar por oito meses consecutivos, o poder de compra de suinocultores paulistas caiu frente ao milho em outubro, conforme apontam levantamentos do Cepea.  Segundo este Centro de Pesquisas, a mudança de cenário se deve às recentes e intensas valorizações do cereal no mercado doméstico. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, […]



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Podcast: veja o que vai impactar o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, traz um resumo do amargo mês de outubro para os mercados locais, com o dólar fechando a R$ 5,78, refletindo as incertezas fiscais no Brasil e a ausência de um pacote de cortes. Nos EUA, a queda das bolsas e o avanço dos Treasuries marcam o cenário. Para hoje, foco nos dados da indústria no Brasil e no relatório de empregos americano.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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AgroNewsPolítica & Agro

Cotações de soja e milho: Análise da semana



Na B3, os preços de milho para o vencimento de novembro/24 também tiveram alta



Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas
Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas – Foto: Pixabay

Conforme informações da StoneX, as cotações da soja em Chicago encerraram a última semana com ganhos, com o contrato para novembro fechando a sexta-feira, dia 25, a 987,75 cents por bushel, registrando uma alta de 1,8%. Esse avanço foi impulsionado pela proximidade do vencimento do contrato de novembro e pelas negociações do spread SXSF. O mercado segue atento à colheita nos Estados Unidos e ao avanço do plantio no Brasil, agora favorecido pelo retorno das chuvas, o que limita as altas de preços por não haver novas informações relevantes nos fundamentos.

Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas, pois variações climáticas afetam diretamente a produção. Recentes preocupações com o clima seco no Brasil geraram um movimento de cobertura de posições vendidas por fundos especulativos, elevando os preços temporariamente. No entanto, esse efeito já se dissipou, e os agentes voltaram a adotar uma postura de baixa, dado o cenário atual.

No mercado de milho, os futuros valorizaram 2,6%, encerrando a semana a US¢415,25 por bushel, influenciados por fortes exportações dos EUA, com destaque para as compras do México. A produção de etanol americana também se manteve firme, conforme dados da EIA, contribuindo para o suporte dos preços. Há previsão de chuvas para estados produtores a partir do dia 30 de novembro, o que pode reduzir o ritmo acelerado da colheita e é um ponto de atenção.

Na B3, os preços de milho para o vencimento de novembro/24 também tiveram alta, fechando a semana a R$72,55 por saca. Embora o mercado interno não traga grandes novidades, as commodities brasileiras têm ganhado suporte com a valorização do dólar, que subiu 4,8% na semana passada. Essa alta no câmbio tende a melhorar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo, trazendo um suporte adicional aos preços domésticos.

 





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Preço do feijão registrou queda de 7,76% no Rio Grande do Sul



Safra de feijão apresenta bom desenvolvimento




Foto: Pixabay

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, no Rio Grande do Sul, o cultivo de feijão 1ª safra apresenta bom desenvolvimento graças às condições climáticas favoráveis. A combinação de solo com níveis adequados de umidade e alta incidência de radiação solar tem impulsionado a semeadura e o desenvolvimento das lavouras, favorecendo a formação de ramos laterais e o fechamento de entrelinhas, o que indica um alto potencial produtivo para a safra 2024/2025.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Para a atual safra, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade média estimada de 1.864 kg/ha. Na região de Ijuí, cerca de 87% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 10% estão em florescimento e 3% em enchimento de grãos. A área plantada até o momento superou as expectativas e está sendo avaliada pelos técnicos da Emater. Na região de Pelotas, a semeadura atingiu 40% do total, e na de Santa Maria, 93% das áreas foram plantadas, com parte das lavouras em fase de maturação e algumas já colhidas.

De acordo com a Emater/RS, na região de Soledade, 95% da área de cultivo foi semeada, e 15% das lavouras já estão em fase de florescimento. A antracnose está sendo monitorada e controlada quando identificada, e as adubações nitrogenadas estão em andamento, aproveitando o clima favorável.

Apesar das boas condições de cultivo, o preço do feijão registrou queda de 7,76% em relação à semana anterior, com a saca de 60 kg passando de R$ 332,00 para R$ 306,25, segundo o levantamento da Emater/RS-Ascar.





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Novembro inicia com temporais e ventania; veja a previsão para o dia



Esta sexta-feira marca o início do 11º mês do ano e, em algumas regiões brasileiras, o dia será marcado por tempo severo, com chances de temporais, raios e trovões. Veja como o clima dará às boas-vindas a novembro:

Sul

Novembro começa com um pouco mais de umidade no litoral de Santa Catarina e no leste e litoral do Paraná, com pancadas mais irregulares em Curitiba. Já a maior parte do Rio Grande do Sul segue sem previsão de chuva. Contudo, é possível que ocorram pancadas mais isoladas no oeste e na Serra do território gaúcho devido à circulação de ventos. A capital, Porto Alegre, segue com tempo firme e calor à tarde.

Sudeste

Muita chuva, especialmente no Espírito Santo e em Minas Gerais. Assim, muitas nuvens ocasionam condição de temporais nas duas capitais, Belo Horizonte e Vitória. Já no centro-leste de São Paulo e no Rio de Janeiro, o sol aparece entre nuvens e pode chover em forma de pancadas moderadas a forte com raios e ventos fortes. O interior paulista continua com risco para temporais isolados.

Centro-Oeste

A umidade continua alta no Centro-Oeste com risco de temporais no norte de Mato Grosso do Sul, em Goiás, no Distrito Federal e no estado de Mato Grosso. A chuva pode acontecer a qualquer momento com força e com risco de rajadas de ventos fortes. Muita variação de nuvens e pancadas mais irregulares no centro-sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo acontecer em forma de pancadas mais irregulares com moderada até forte intensidade. Muitas nuvens de manhã, mas tempo firme no centro-leste do Piauí, no centro-norte do Maranhão e no Ceará. Ar seco no interior cearense, na Paraíba, em Pernambuco e nordeste baiano. Chove à tarde no sul do manhense e piauiense.

Norte

Predomínio de muitas nuvens e pancadas fortes de chuva no Acre, em Rondônia, no sul do Amazonas, do Pará e do Tocantins. Nessas áreas, chove a qualquer momento do dia com risco de temporais. Há condições de pancadas mais irregulares em Manaus. Por outro lado, em Boa Vista, Belém e Macapá, tempo firme.



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produção de tabaco avança com bom desenvolvimento



Instabilidade climática causou problemas em algumas regiões




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, O cultivo de tabaco avança com boas condições climáticas no Rio Grande do Sul, impulsionando a produção em diversas regiões do estado. Na região de Pelotas, os transplantes de mudas para as lavouras definitivas estão em andamento, com 92% da área da safra de verão já coberta. Chuvas recentes no estado causaram erosão e exigiram a readubação de alguns cultivos, aumentando os custos de produção.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Segundo a Emater, em Santa Rosa, as plantações mostram bom desenvolvimento, com foco no controle de invasoras e pragas. No município de São Paulo das Missões, a cultura segue em boas condições, com expectativa de produtividade elevada, atingindo cerca de 2.300 kg/ha após secagem. Em Soledade, a colheita do terço inferior das folhas já iniciou e segue com boa qualidade. Já em Frederico Westphalen, o plantio foi encerrado, e as atividades de controle de pragas e desponte do tabaco prosseguem, com previsão de uma boa safra.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Apesar do progresso nas lavouras, a instabilidade climática causou alguns problemas. Fortes ventos e granizo, por exemplo, afetaram pequenas áreas em São Francisco de Assis e Jaguari, com tombamento de plantas. Em Santa Maria, o prognóstico de produtividade é promissor, mas o excesso de umidade trouxe incidências de podridão olho-de-boi em lavouras situadas em áreas mais baixas, comprometendo a qualidade das folhas. Além disso, a indefinição das normas de comercialização preocupa produtores, que enfrentam uma conjuntura de aumento de custos, conforme os dados do Informativo Conjuntural.





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Enchentes devastam agricultura na Espanha


Segundo a Unión de Pequeños Agricultores y Ganaderos de Andalucía (UPA Andalucía), a recente depressão isolada em altos níveis (DANA) causou estragos significativos na agricultura da Espanha, especialmente em Andaluzia. Esse fenômeno resultou em danos consideráveis nos cultivos e nas infraestruturas rurais, como estradas e sistemas de irrigação. As províncias mais afetadas foram Almería, Málaga, Granada e Cádiz. Enquanto algumas áreas, como os olivares de Jaén e Córdoba, receberam importantes volumes de água, a região oriental de Almería enfrenta uma seca extrema, sem chuvas registradas.

Na parte ocidental da Andaluzia, as chuvas intensas geraram grandes prejuízos. Em Jerez de la Frontera, na província de Cádiz, foram registrados até 120 litros de água em 12 horas, resultando em inundações em diversas propriedades. Em Málaga, muitos cultivos e infraestruturas agrárias sofreram danos significativos, principalmente no Vale do Guadalhorce, Antequera e Axarquía. O cultivo mais afetado foi o de cítricos, o que complicou a colheita da azeitona que havia começado recentemente. Por outro lado, regiões como a Sierra Norte de Sevilha e partes de Córdoba, Jaén, Huelva e Granada tiveram chuvas benéficas.

A situação em Almería é alarmante. A tempestade de granizo, acompanhada de chuvas intensas e ventos fortes, causou danos devastadores, especialmente em estufas e cultivos. A avaliação inicial indica que os agricultores sofreram perdas superiores a 30 milhões de euros, principalmente em El Ejido, onde o granizo, com até 8 centímetros de diâmetro, destruiu completamente os plásticos das estufas. Isso resultou na perda de 11.300 hectares de cultivos, incluindo tomates, pimentões, abobrinhas e pepinos.

As enchentes repentinas severas resultaram na morte de pelo menos 158 pessoas, com equipes de emergência ainda em busca de dezenas de desaparecidos. Várias localidades no sul e leste da Espanha foram atingidas por até 300 mm de chuva em poucas horas na terça-feira (30), a pior precipitação em Valência em 28 anos, segundo a AEMET. 

 





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