segunda-feira, agosto 3, 2026

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Ucrânia diz que mísseis russos atingiram dois navios de grãos do Mar Negro


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(Reuters) – Um míssil russo atingiu um navio com bandeira de Palau no porto de Odesa, no sul da Ucrânia, matando um cidadão ucraniano e ferindo cinco tripulantes no segundo ataque do tipo em dois dias, disseram autoridades.

O Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, disse no X que os dois navios foram danificados no centro de exportação de grãos do Mar Negro, sem dar detalhes sobre as condições dos navios. Ele condenou as ações da Rússia.

“Devemos unir forças de todos os estados e organizações responsáveis ​​para… garantir a liberdade de navegação no Mar Negro e a segurança alimentar global.”

O ministério da defesa da Rússia não respondeu imediatamente a um e-mail solicitando comentários. Moscou negou repetidamente que ataque alvos civis.

O governador regional de Odesa, Oleh Kiper, escrevendo no aplicativo de mensagens Telegram, disse que o homem morto no último ataque era um trabalhador portuário. Os cinco homens feridos eram estrangeiros e membros da tripulação do navio.

O vice-primeiro-ministro Oleksiy Kuleba identificou o navio como o Optima e disse que ele chegou a Odessa horas antes do ataque.

A Rússia “está tentando, dessa forma, destruir a navegação no Mar Negro, garantindo a segurança alimentar.

As consequências só podem significar maior instabilidade em regiões sensíveis, dependentes de importações de alimentos, e tensão nas relações internacionais”, disse Kuleba.

O Ministério da Restauração da Ucrânia identificou o navio atacado no domingo no porto próximo de

Pivdennyi como o Paresa, de bandeira de São Cristóvão e Nevis, que transportava uma carga de 6.000 toneladas de milho.

Em uma publicação no Facebook, o ministério disse que a tripulação de 15 membros do Paresa, cidadãos sírios e egípcios, não ficou ferida.

O ministério disse que o Paresa foi o 20º navio civil a ser danificado por ataques russos.

No mês passado, o graneleiro Aya, com bandeira de Saint Kitts e Nevis, foi atingido por um míssil russo no Mar Negro. Outra embarcação, um porta-aviões com bandeira de Antígua, foi danificada em um ataque de míssil russo em Odesa.

A Rússia atacou o porto repetidamente na guerra desde sua invasão em grande escala da Ucrânia em fevereiro de 2022.

Reportagem de Yuliia Dysa; Edição de Toby Chopra, Ron Popeski e Cynthia Osterman





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Alta da soja na CBOT: impacto do USDA


Conforme informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a semana em alta, impulsionado pela crescente demanda americana e pelo relatório WASDE do USDA. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, fechou em alta de 0,12%, a $1016,75/bushel, enquanto o contrato para janeiro de 2025 teve um aumento de 0,39%, finalizando a $1030,25/bushel. O farelo de soja para dezembro registrou uma leve baixa de -0,75%, encerrando a $296,3/ton curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,93%, cotado a $48,77/libra-peso.

A demanda externa foi um fator-chave para as valorizações semanais, com exportadores americanos reportando vendas de 107 mil toneladas de soja para a China e outras 132 mil toneladas para destinos desconhecidos. Outro ponto de impacto foi a revisão para baixo nas estimativas da safra americana, conforme apresentado no relatório WASDE. O USDA reduziu a produtividade esperada da safra 2024/25 em 2,63%, estimando agora uma produção de 121,42 milhões de toneladas. Esse ajuste fez com que a safra americana deixasse de ser a maior da história, resultado abaixo de todas as projeções de mercado. Para equilibrar os estoques finais, o departamento revisou para baixo as exportações americanas, reforçando o cenário de oferta mais restrita.

Com essas movimentações, o acumulado da semana refletiu altas expressivas: o contrato da soja fechou com aumento de 3,49%, ou $34,25 cents/bushel, enquanto o farelo de soja subiu 0,32% e o óleo de soja avançou 5,33%, cotado a $48,77/libra-peso. Esses ganhos semanais destacam o papel da demanda e das revisões de safra nos Estados Unidos sobre os preços futuros em Chicago, com uma tendência de suporte para os valores no mercado global.

 





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Soja tem oportunidades de negócios


Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja no Brasil apresenta boas oportunidades de negociação, mas com variações pontuais em diversas regiões. No Rio Grande do Sul, o preço para entrega em novembro, com pagamento no dia 29 do mesmo mês, foi cotado a R$ 147,70 no porto. No interior do estado, os preços refletem as cotações das principais praças: Cruz Alta e Passo Fundo a R$ 140,00, Ijuí a R$ 139,00, e Santa Rosa/São Luiz a R$ 138,50, todas para pagamento em 29/11. Em Panambi, o preço para o produtor subiu para R$ 126,00 por saca.

Em Santa Catarina, os preços no porto de São Francisco iniciam em R$ 135,50 para fevereiro com pagamento em abril, subindo gradativamente até R$ 141,50 para junho com pagamento em julho. O plantio de soja no estado está atrasado em comparação ao ano anterior, com 17% da área plantada até agora, segundo dados da Conab. A EPAGRI estima que a safra 2024/25 ocupe 830 mil hectares, com expectativa de produção de 3,171 milhões de toneladas e rendimento médio de 3.840 quilos por hectare. Hoje, o preço no porto foi de R$ 143,50, enquanto em Chapecó a cotação foi de R$ 135,50.

No Paraná, as perspectivas de produtividade são boas. Em Paranaguá, o preço da soja para entrega em novembro e pagamento em 15 de dezembro é de R$ 144. Em Ponta Grossa, o preço para entrega na indústria local é de R$ 142 CIF, com pagamento até 30 de novembro, enquanto no balcão, o valor ficou em R$ 137,00.

No Mato Grosso do Sul, as negociações spot estão travadas, com produtores pedindo R$ 145 por saca FOB em Dourados, enquanto compradores oferecem R$ 140, refletindo uma alta de R$ 2 em relação ao preço anterior. No Mato Grosso, a diferença entre as ofertas de compra e venda ainda é significativa, o que preocupa produtores quanto à janela de plantio da próxima safra de milho. As cotações no estado variam entre R$ 143,50 em Lucas do Rio Verde e R$ 145,50 em cidades como Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis.

 





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Petrobras e Gerdau firmam parceria no mercado livre de gás



A Petrobras e o grupo produtor de aço Gerdau assinaram, nesta segunda-feira (11), contratos para fornecimento de gás natural no mercado livre de comercialização, atendendo a unidade de produção de aços especiais no Rio Grande do Sul.

O acordo marca a primeira migração de um cliente do mercado industrial cativo para o mercado livre em território gaúcho.

Assim, a companhia se torna pioneira na mudança para esse modelo de comercialização no estado, cujas regras foram recentemente aprovadas pela agência reguladora estadual e pelo governo gaúcho.

“A ampliação da parceria entre Petrobras e Gerdau no mercado livre de gás demonstra que o portfólio de venda de gás natural da Petrobras está, a cada dia, mais competitivo e atrativo. Estamos investindo mais de US$ 7 bilhões em novas infraestruturas de oferta de gás natural, além de oferecer diversas opções de contratos flexíveis, adequados às necessidades dos clientes, com diferentes modalidades de prazo e indexadores, contribuindo para a descarbonização e aumento da competitividade da indústria nacional”, afirmou o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

“A Gerdau teve início há mais de 123 anos no Rio Grande do Sul e tem o estado como uma de suas bases para crescimento no longo prazo. Este acordo fortalece a competitividade de suas operações. A nova parceria com a Petrobras representa movimento pioneiro e inovador na busca pelo desenvolvimento do mercado livre do gás natural no Rio Grande do Sul, um insumo que acreditamos ser fundamental para a produção e descarbonização do aço nos próximos anos”, informou a diretora global de Energia e Suprimentos da Gerdau, Flávia Souza.

Pioneirismo no mercado livre de gás

A Petrobras, a Gerdau e a Sulgás consolidam o pioneirismo no mercado livre de gás natural, apostando no desenvolvimento de soluções para a criação de um ambiente de comercialização, competitivo, transparente, sustentável e cada vez mais avançado no país.

“O mercado livre é positivo para todos os agentes do mercado. Os consumidores passam a ter maior liberdade de escolha, os supridores atuam em um mercado mais aberto e competitivo, e a distribuidora segue focada em expandir e operar a rede com segurança e excelência, conectando mais consumidores ao sistema. O propósito da Sulgás é promover o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Apoiar e integrar o mercado livre do gás faz parte dessa jornada”, disse o diretor executivo da Sulgás, Marcelo Leite.



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Frente fria traz chuva de mais de 100 mm e risco de alagamentos


Uma nova frente fria se desloca pela faixa sudeste do Brasil a partir desta terça-feira (12), trazendo um cenário de instabilidade que deverá persistir por vários dias.

De acordo com a Climatempo, o sistema vai influenciar o tempo em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, mantendo as condições para chuva intensa até pelo menos quinta-feira (14).

Alerta de temporais no sul de São Paulo

Nesta terça, o destaque é para o sul do estado de São Paulo, onde há alerta para temporais, especialmente em algumas áreas (em vermelho no mapa). Além disso, outros locais (em amarelo) devem receber chuvas com intensidade de moderada a forte.

Com a migração da frente fria para o mar, o sistema continua a trazer umidade para o Sudeste, resultando em pancadas de chuva significativas.

Previsão do tempo para os próximos dias

A partir de quarta-feira (13), a frente fria se tornará quase estacionária sobre o Sudeste, canalizando umidade vinda da faixa norte do Brasil. Os meteorologistas da Climatempo explicam que irá manter as condições para chuvas contínuas e volumosas em grande parte da região.

De acordo com os modelos meteorológicos, os acumulados mais expressivos deverão se concentrar em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e leste de São Paulo. Em algumas áreas, como o norte de Minas Gerais, os volumes poderão ultrapassar 100 mm ao longo da semana, com risco de alagamentos e enchentes em pontos vulneráveis.

Muitas áreas do Sudeste já registraram elevados volumes de chuva em novembro. De acordo com o mapa de Previsão de Risco Hidrológico do Centro Nacional de Monitoramento Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), há um alerta moderado para faixa leste do estado de São Paulo, válido para o dia 12 de novembro de 2024. O aviso indica risco de alagamentos devido à previsão de chuvas intensas associadas à frente fria que está atuando na região.

Com o solo já saturado e a previsão de mais precipitações ao longo dos próximos dias, há um risco maior de inundações localizadas, especialmente em áreas urbanas e regiões mais vulneráveis do estado.



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Fatores de alta e baixa


A TF Agroeconômica recomenda que produtores aproveitem o momento para fixar preços do milho, mesmo que o lucro esteja baixo, pois há maior probabilidade de queda nos valores a médio e longo prazos. Além disso, sugere-se que o próximo inverno seja aproveitado para o plantio de trigo em vez de milho, dado o maior potencial de lucro da cultura do trigo para 2024.

Entre os fatores de alta para o milho, destaca-se a demanda crescente dos Estados Unidos, impulsionada por compras do México, que enfrentou seca e aumentou suas importações, e pela China, que antecipou compras devido a possíveis sanções. O USDA reportou vendas de milho acima das expectativas, com o México adquirindo 1,39 milhão de toneladas. 

Outro ponto de elevação foi o ajuste feito pelo USDA no rendimento médio do milho, reduzindo a previsão de colheita dos EUA para 384,64 milhões de toneladas, abaixo das expectativas de mercado. No Brasil, a forte demanda interna, puxada pelo setor de carnes, tem mantido os preços do milho em patamares levemente lucrativos, uma disputa que pode continuar até a colheita de verão em estados como RS e MG.

Já entre os fatores de baixa, um aspecto relevante é a diminuição nas importações de milho pela China, que foi ajustada pelo USDA para 16 milhões de toneladas, representando uma queda de 30,43% em relação a estimativas anteriores. Esse declínio poderá afetar mais o mercado brasileiro do que o norte-americano, dada a importância do país sul-americano como fornecedor para a China desde o final de 2022. 

Outro fator de baixa é o clima favorável na América do Sul, com chuvas benéficas tanto para as colheitas iniciais quanto para o desenvolvimento da Safrinha. No Brasil, as boas condições climáticas permitem que o plantio da soja siga dentro do cronograma ideal, essencial para o sucesso da segunda safra de milho. Por fim, a iminência da colheita de verão e o aumento dos preços do milho acima dos custos de produção para as indústrias de carne podem reduzir a demanda a curto prazo, buscando um equilíbrio nos custos.





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Preços da arroba do boi no país se aproximam dos valores paulistas; veja cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços em alta nesta segunda-feira (11). De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os frigoríficos ainda encontram grande dificuldade na aquisição de boiadas e, portanto, ainda operam com escalas de abate reduzidas.

Tal cenário resulta em negócios acima da referência média em diversos estados. Em São Paulo, por exemplo, se consolidam as negociações na base de R$ 340 a arroba a prazo.

Teto da arroba do boi

  • São Paulo: até R$ 340, com as negociações entre R$ 330 e R$ 335 a prazo
  • Minas Gerais: no Triângulo Mineiro, indicação de negócios em até R$ 320 e R$ 325
  • Goiás: em Goiânia, indicação de negócios em até R$ 325 a R$ 330 a prazo. Em Mineiros, também foram relatados negócios em até R$ 325/330
  • Mato Grosso do Sul: preços firmes, com viés de alta. Em Naviraí foram relatadas negociações a R$ 320
  • Mato Grosso: na região de Rondonópolis, relatos de negócios ao nível de R$ 315. Em Cuiabá também foram vistas negociações em até R$ 315 a prazo

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços firmes, ainda em perspectiva de alta no curto prazo, considerando a boa demanda ao longo da primeira quinzena do mês.

O quarto traseiro ainda é cotado a R$ 24,00 por quilo. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 19,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 18,20, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,59%, sendo negociado a R$ 5,7698 para venda e a R$ 5,7679 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7628 e a máxima de R$ 5,8165.



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Brasil exporta recorde de 4,9 milhões de sacas de café em outubro



O Brasil exportou 4,926 milhões de sacas de 60 quilos de café em outubro, 11,6% a mais que em outubro de 2023. O resultado é recorde para um único mês, sendo que o maior volume embarcado havia sido em novembro de 2020, com 4,770 milhões de sacas.

Segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a receita avançou 62,6%, para US$ 1,393 bilhão, com cada saca a um preço médio de US$ 282,80. Esses valores também são recorde.

Com o desempenho de outubro, o Brasil elevou para 17,075 milhões de sacas o volume de café exportado no acumulado dos quatro primeiros meses do ano safra 2024/25, com receita de US$ 4,529 bilhões. Na comparação com julho a outubro de 2023, há crescimento de 17,9% em volume e de 58,1% em receita cambial.

Exportação de café no ano

No acumulado do ano (janeiro a outubro), o Brasil exportou volume recorde de 41,456 milhões de sacas, incremento de 35,1% em relação ao embarcado em igual período do ano passado, de acordo com o Cecafé.

A receita cambial de US$ 9,875 bilhões também é recorde, com alta de 53,8% na mesma base de comparação.

O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, destaca em nota que os resultados foram alcançados mesmo com os gargalos logísticos que impossibilitaram o embarque de 2,1 milhões de sacas até o fim de setembro neste ano.

“Esse resultado de outubro foi, sem dúvida, muito bom para o comércio exportador de café do Brasil, pois demonstra o engajamento das empresas e de suas equipes de logística para consolidar seus embarques, buscando alternativas, como as exportações de cinco navios de break bulk, para honrar os compromissos com os clientes internacionais”, disse.

Atrasos nos navios

Ferreira afirma que o aumento na demanda por contêineres para a exportação de café, açúcar e algodão, somado à falta de infraestrutura portuária adequada para atender a produtos em contêineres, tem elevado os índices de atrasos dos navios e rolagens de cargas.

“Mantemos conversas com os demais segmentos do agronegócio brasileiro para que possamos, juntos, reivindicar a ampliação dos investimentos em infraestrutura e ter maior celeridade nos processos junto às autoridades públicas, caso contrário os exportadores seguirão bancando, literalmente, o recorde exportado”, completou, na nota.



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Idoso é resgatado por bombeiros após ataque de abelhas


Um idoso de 88 anos, foi vítima de um ataque de abelhas na manhã desta segunda-feira (11). Ele trabalhava em uma roça, no Oeste da Bahia, quando foi surpreendido pelos insetos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o idoso foi atacado enquanto trabalhava na terra.

Além dele, outros dois rapazes que tentaram ajudar, também foram alvos do enxame, mas conseguiram fugir do local.

A vítima precisou ser resgatada por equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar, na Rua da Entrada, no Barrocão, Zona Rural de Barreiras.

Bombeiros durante resgate de Idoso atacado por abelhas em Barreiras, no Oeste da BahiaBombeiros durante resgate de Idoso atacado por abelhas em Barreiras, no Oeste da Bahia
Foto: 17º Batalhão Bombeiros Militar de Barreiras

Com equipamentos de proteção individual, roupas especiais para o manejo de abelhas, os militares realizaram o resgate da vítima.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência também foi acionado. Assim como os dois rapazes, o idoso que não teve a identidade divulgada sofreu ferimentos.

Ele foi encaminhado para o Hospital do Oeste, em Barreiras, para atendimento médico.

Abelhas podem matar

De acordo com o Ministério da Saúde, acidente por abelha é o quadro de envenenamento decorrente da injeção de toxinas através do aparelho inoculador (ferrão) de abelhas.

No Brasil, as abelhas ditas africanizadas, ou seja, mestiças de Apis mellifera scutellata (africana) e Apis mellifera ligustica (européia) principalmente, são responsáveis por muitos relatos de acidentes, por serem mais agressivas do que as europeias.

Entre os 5 principais tipos de acidentes por animais peçonhentos, o acidente por abelhas é o único que não possui um soro específico para o tratamento no Brasil, porém há estudos acerca de sua produção. 

No caso de poucas picadas, o quadro clínico pode variar de uma inflamação local até uma forte reação alérgica (choque anafilático).

No entanto, o Ministério da Saúde alerta que casos de múltiplas picadas podem levar uma manifestação tóxica mais grave e, às vezes, até mesmo fatal.


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